Fusões Do Amor
15 Capítulo XIV - Sonhos... molhados?
Notas iniciais
Boa leitura. *3*
– Ahh, Gray... aí nãoo!
– Por que não? É tão linda.
– Porque essa é... essa é min... AAH!
– Umm... é muito saborosa também...
– T-Tire a boca daí... Oh... O-Oh... Gray…
– Você já está pronta para a parte principal?
–... AAHH... I-Isso é um p-pouco desconfotável, m-mais devagar.
– Não consigo, eu quero te foder toda... mais forte...
– A-Ahhhh... eu vou... vou...
– J-Juvia, eu também vou goz...
*TRIMMMM*
Juvia acordou em um pulo com o despertador, com os cabelos desgrenhados, e estava muito ofegante também.
– Q-Q-Que tipo de sonho foi esse? –corou sentindo-se suada e arrepiada.
Ela foi ao banheiro rapidamente para não se atrasar para a escola, tirou a calcinha e percebeu que ela estava totalmente úmida, como ela ficou tão pervertida? Ela se perguntava, corando.
Entrou no chuveiro e lavou todo o corpo, esse sonho foi o primeiro que teve tão libidinoso, talvez fosse o pedido de jantar na casa do Gray, ele já estava enlouquecendo-a. Saiu de baixo da água e se vestiu bem rápido, desceu às escadas e viu sua mãe já com as malas prontas no sofá.
– Já vai mamãe?
– Sim, preciso ir cedo, o pessoa quer que eu vá com as modelos para Paris, é difícil ser estilista. –sorriu.
– Então quando eu voltar você já vai ter ido?
– Vou, mas irei deixar a comida prontinha pra você.
– Obrigada mamãe, quando você vai vir de novo? Vai trazer o papai?
– Nós dois viremos em agosto, depois das suas férias, em julho eu vou para outro país, Estados Unidos, talvez.
– Está certo, beijos, já estou indo. –disse ela dando um gole no café e pegando um pão.
– Beijo minha filha, mande lembranças ao Gray. –disse ela beijando sua testa.
– Ok.
Juvia correu até a escola, era sorte que ela não era tão longe, mas não havia se esquecido do sonho que teve com Gray, foi vergonhoso. Ela dizia.
– Bom dia amiga! –disse Lucy chegando há mesma hora que ela.
– Bom dia –sorriu –, não veio com o Natsu?
– Não, ele vai faltar hoje, vai cuidar da irmãzinha que está só, depois da aula vou passar por lá.
– Entendo.
– E você e o Gray, como andam?
– Anda tudo bem, mas eu tive um... sonho...
– Sonho?
– Que nós estávamos... –corou.
– Isso é muito normal! –riu – Eu tinha muitos sonhos molhados com o Natsu.
– M-Molhados?
– Claro, você não viu o resultado do sonho?
– Ah... –corou – Então você tinha os mesmos sonhos com o Natsu?
– Sim, mas depois nós fizemos de verdade, é bem melhor. –ela piscou o olho, rindo.
– M-Mas eu não pretendo fazer isso tão cedo.
– Faça quando se sentir pronta.
– Pois é...
Enquanto isso...
Sting andava até a sala de aula, quando passou pela classe da 3 – A foi empurrado por uma garota que saia de lá com alguns papeis, ela derrubou tudo no chão.
– Desculpe... –disse ela, se abaixando para pegá-los pondo uma mecha do cabelo castanho para trás da orelha.
– Eu te ajudo –ele se abaixou junto dela –, você é nova aqui?
– Sim, entrei na escola esse ano.
– Eu também... –parou – Não é de conversar muito? –ele sorriu.
– Não com playboys como você...
– Uou, calma aí, não sou um playboy, ando com essas roupas, mas sou bem tranquilo.
– Ok, você é amigo daquele tal de Lyon não é?
– Sou, mas ele também não é um playboy, não podemos fazer nada se as mulheres correm até nós.
– Hum...
– Me chamo Sting, e você?
– Ruby.
– Belo nome, podemos ser amigos? Gostei do seu jeito.
– Como quiser, mas não abusa da sorte, você é do 3 – B? –ela perguntou um pouco mais comunicativa.
– É, como parece você é do A.
– É o que está escrito aqui, não é? –ela riu.
– Ah, então quando você conhece bem a pessoa, fica bem mais fácil conversar com você. –ele sorriu a fazendo corar.
– M-Mais ou menos...
– Quer sair para alguma lanchonete hoje? Só pra gente se conhecer melhor... e é aquela pertinho daqui.
– Não quer fazer o que faz com todas as garotas não é? Não irei cair na sua jogada. –sorriu.
– Não se preocupe, sou gente fina.
– Ok, a gente se encontra na Sorveteria da esquina às 15h, certo?
– Beleza, não se atrase.
– Digo o mesmo...
Juvia que passou pelos dois, os cumprimentou e chegou até a sala, Gray já estava presente, ela corou lembrando-se do bendito sonho. Ele foi até a seu cadeira e sentou na sua frente.
– E então, o convite ainda está de pé?
– Está sim. –sorriu.
– Vou te buscar às 19, certo?
– C-Certo. –corou.
– Por que corou tanto? Eu disse que não farei nada.
– Eu sei... –pausou – Minha mãe lhe mandou lembranças.
– Ela vai embora hoje, não é?
– É, ela vai vir com o papai em agosto.
– Ah, não vejo a hora de conhecer o pai.
– Ainda bem que minha mãe contará primeiro sobre nós... –suspirou.
– Não se preocupe, até lá a gente se diverte bem muito, e sua mãe gostou muito de mim. –brincou.
– O-Olhe, a aula vai começar.
Gray deu um selinho rápido em Juvia e sentou-se na cadeira ao lado.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Depois da aula, os dois foram até a porta da escola.
– Bem, então... até às 19h...
– Sua mãe já foi embora essas horas?
– Com certeza, pelo menos ela já fez o almoço, é ótimo que ela saiba cozinhar, quando ela era jovem foi muito pobre, meu pai a conheceu nesse tempo e se casaram.
– E você não aprendeu nada com ela sobre cozinha. –ele riu.
– Idiota! Eu tendo aprender... –corou.
– Não importa, caso com você mesmo que eu coma comida enlatada pra sempre. –ele a abraçou.
– G-Gray... eu tenho que ir agora, mais tarde a gente se vê. –ela iniciou um selinho e saiu correndo de vergonha.
Chegou a casa e foi até a cozinha, a comida ainda estava na panela, apenas faltava esquentar um pouco. Após almoçar, ela foi ao quarto, olhou as roupas que havia no guarda roupa, não sabia o que iria usar, mas queria algo bem bonito e que agradasse Gray, até porque era sua primeira vez em um jantar na casa do namorado, ficou com um pouco de receio do que poderia acontecer essa noite, mas achou melhor deixar para lá.
Notas finais
Aproveitem a leitura ♥
Parabéns Melody! *-*
Fale com o autor