Funny And Bad Days!
15 A ira de matemática
Notas iniciais
Boa leitura ♥
Po\\/ Lucy
Eu entrei na casa do Natsu, era uma casa grande e bonita, tinha uma cozinha gigante e uma TV parecida com a minha só que maior, ficamos sem dizer nada, eu apenas a segui subindo as escadas, ele abriu a porta de seu quarto, e eu quase deixei cair o meu queixo. O quarto dele era enorme, eu acho que os outros garotos deveriam sentir inveja dele, eu não entendia como alguém que tinha tudo poderia ter essa carinha tão triste.
Acho que vocês devem estar se perguntando...vocês não iam treinar para ficarem fortes e vencerem a guerra contra a Sabertooth? Eu acho que tomamos outra atitude.
Flashback ON~~
- Vamos Lucy,temos que treinar agora! Quer receber uma surra daqueles bastardos da Sabertooth? — Natsu falei e eu neguei.
- Mas Natsu... eu estou me sentindo muito mal! Nós temos que pagar aquele hotel,agora! — Eu estava com a consciência pesada.
- Eu paguei quando a gente entrou no hotel! Paguei a entrada e o hotel!
- Ah sério? Por que não me avisou antes? Vamos treinar! — Eu não acreditei naquilo,com certeza ele estava falando alguma mentira. Mas fingi que acreditei. Peguei a Kitty e começei a correr na direção da pracinha. Era lá que nós costumávamos nos encontrar para pensar.
Natsu correu atrás de mim junto com o Happy. A pracinha não era muito longe do hotel,então não corremos muito. Era perto demais.Quando chegamos lá,vimos que todos estavam presentes. Mas percebemos também que o humor deles estava pra baixo.
- Er...gente? — Eu chamei e todos viraram a cabeça. — O que aconteceu??
- Aconteceu muita coisa... — começou o Gray. — Eu acordei muito cedo,então estou de mau humor. E eu,quando fico de mau humor, faço coisas horríveis.
- Eu.. — falou Gajeel. — ..perdi um encontro com a Levy por causa dessa porcaria de treinamento.
- E eu acabei de receber uma notícia TERRÍVEL de que o Jellal está preso! P-R-E-S-O!
Ficamos quietos. As palavras de nossos queridos amigos simplesmente foram péssimas. (Happy: Para mim,o do Gray foi uma bela idiotice.)Bom,se todos estavam ali,tínhamos que começar o treinamento. Sem mais nem menos. Até que eu teve uma ideia! (Natsu: que eu achei que não foi boa.)
- E se adiássemos o treinamento? Estamos em péssimas condições,o Natsu precisa estudar para matemática ainda...e eu preciso ajudá-lo! — eu falei e quase que o Natsu me dá uma surra,por eu ter falado que ele precisa estudar matemática.
Todos concordaram na minha proposta. O dia não estava muito bom para alguns,portanto adiar o treinamento foi uma boa ideia.Eu,Kitty,Natsu e Happy nos despedimos deles e fomos para a casa do Natsu,que era onde ele iria estudar junto comigo.
Flashback OFF~~
–Então vamos começar? – ele perguntou fechando a porta.
–Tá. – concordei.
Nos sentamos na cama, e ele abriu a apostila de matemática. Logo comecei a explicar:
–A matemática é uma ferramenta com a qual o homem contemporâneo pode encontrar soluções que facilitem seu dia a dia. A Geometria Espacial, por exemplo, é um ramo dessa disciplina constantemente presente nas formas dos objetos e construções arquitetônicas que fazem parte do nosso cotidiano e procura estabelecer relações entre essas formas... – Eu falava enquanto ia olhando pra Natsu pra ver se ele estava entendendo, mas ele parecia estar confuso, ele tentava se concentrar, mas se perdia nas minhas palavras. Eu parei de falar e perguntei:
–Você está entendendo? – indaguei olhando pro rosto confuso dele.
–Não muito bem. Como assim Geometria Espacial? – quando ele disse aquilo, me toquei que eu não precisava ler a apostila para fazê-la entender, o caso dele é que não entendia as palavras escritas, ele precisava de uma explicação mais direta. Eu tinha que explicar pra ele com minhas próprias palavras.
–Desculpa Natsu, a culpa não é sua, sou eu que não estou te explicando direito. Se você quisesse ler a apostila, já teria lido e aprendido, eu tenho que te explicar do meu jeito não é mesmo? Bom, vamos tentar de um jeito diferente... – eu fui explicando pra ele sobre as pirâmides e os objetos denominados sólidos geométricos, ele parecia estar indo melhor.
–Entendeu agora? – perguntei.
–Bem melhor que antes.
–Então... Quais os polígonos que podem ser observados nas faces dos poliedros?
–Ham... – ele pensou um pouco – retângulo, quadrado... E triângulo? – eu olhei para a apostila e a resposta estava correta.
–Você acertou! – falei contente.
–Sério? – ele perguntou surpreso – eu acertei mesmo?
–Sim! – eu exclamei.
– Uhuu!Obrigado! – ele gritou de alegria. De repente ele se curvou para frente e me abraçou, eu me surpreendi, achei que ele não fosse do tipo de demonstrar gratidão e afeto por outra pessoa, porém eu retribui o abraço tocando eu suas costas, podia sentir sua respiração e tê-lo perto de mim fazia meu coração acelerar de uma forma que eu não compreendia, era incrível como me sentia bem quando estava ao seu lado. Ele saiu de perto de mim envergonhado, mas ainda com um sorriso. Tentei não ficar em silêncio:
–Te-tente responder as outras perguntas da apostila – disse meio sem graça entregando a apostila pra ele. Ele começou a escrever as respostas facilmente, tinha entendido muito bem a minha explicação. Tentei puxar assunto enquanto ele escrevia:
–Então... Vai participar do show de talentos da escola?
–Ham... Eu não sei... Você vai? – ele perguntou sem olhar pra mim, ainda escrevendo na apostila.
–A-acho que não.. e-eu não tenho coragem de cantar em público.
–Você se saiu bem na aula de música, devia tentar.
–Você acha mesmo?
– Claro!Sua voz é tão boa de ouvir...e você parece se sentir confiante quando canta.
–Mas e você? Não acha que devia tentar?
–Não sei se tenho coragem! – ele falou agora olhando pra mim.
–Por quê? Você tem talento. – falei sorrindo.
– Sério? – ela perguntou sorrindo pra mim também.
– Sério!
–Mas quando cantamos na aula de música, foi a minha primeira vez cantando em publico, a única pessoa pra quem tinha cantado antes era pro Loki e pra... – ele parou antes de terminar a frase, se entristeceu, eu já sabia quem era.
–Pra Levy? – perguntei.
–Como você sabe? – ele indagou desconfiado.
–É que...
–É que...? – ele disse esperando que eu terminasse de falar.
–A Levy me contou... Que vocês eram amigos e depois pararam de se falar.
– Nanni? – ele perguntou um pouco irritado.
–Desculpa, não queria me intrometer.
–Tá tudo bem. – ele disse parecendo mais calmo.
–Sério? Não está bravo? – pergunte
–Não. – fiquei surpreso, eu estava entendendo melhor o porquê dele ser tão inseguro, o porquê de não sentir liberdade em conhecer pessoas novas.
–É por isso que não queria ser meu amigo,não é? – perguntei, ele me olhou, aquele olhar, como se eu tivesse descoberto o que se passava em sua mente.
–O que quer dizer? – ele perguntou olhando para o chão, tentando não me encarar.
– Você estava com medo de se magoar de novo. Achou que eu seria como ela, que se você se aproximasse de mim, ia acabar se magoando, é por isso que nunca tentou fazer amigos de verdade, não era por causa da Lisanna ou dos outros que não te deixavam, é porque achava que quanto mais amigo ficasse de uma pessoa, mais ele acabaria te decepcionando, como Levy fez com você. Sinto muito por ter te julgado Natsu, por ter falado mal de você antes mesmo de te conhecer, desculpe. Talvez você só se comporte dessa maneira, sendo grosseiro com as outras pessoas, pra que elas se sintam limitadas a te julgar, a se aproximarem... E a te magoarem. – ele me olhou com os olhos prontos pra chorar a qualquer momento, mas ele parecia não querer chorar. Natsu não conseguia dizer nada, algumas lágrimas começaram a escorrer deixando o seu rosto um pouco vermelho por causa do choro, eu também não dizia nada, e não havia mais nada pra dizer, eu sabia que era exatamente isso o que ele sentia, eu consegui compreender somente olhando em seus olhos.. Uma capacidade que até eu mesmo me surpreendi, não entendo como eu poderia entendê-lo sem ele precisar dizer uma única palavra. Ele não me olhava, apenas deixava as lágrimas caírem. Eu não tive mais dúvidas do que fazer, me aproximei dele ficando ao seu lado, ele me olhou e sorriu, eu o puxei para um abraço, encostando minha cabeça em seu peito enquanto seus braços apertavam meus ombros me deixando mais próxima dele. Era tão boa aquela sensação, eu me sentia segura, como se tudo fosse dar certo, nada podia dar errado, mas porque eu me sentia assim?
–Obrigado. – ele disse saindo do abraço, senti como se o mundo caísse das minhas mãos, me sentia tão bem segundos atrás e agora tão mal.
–De nada. – falei meio sem graça.
–E desculpe por ter sido grosseiro com você, mas apesar de tudo, obrigado por ser minha amiga. – sorri contente, Natsu e eu éramos amigos, não tinha coisa melhor pra se ouvir naquele momento.
–Eu sempre serei sua amiga! – disse. – e como amiga devo te dizer pra participar do show de talentos. – ele abriu um sorriso, as lágrimas simplesmente desapareceram e aquele menino ruim não existia mais, pra mim Natsu era uma pessoa completamente diferente do que eu imaginava.
–Tudo bem! – ele falou – eu participo do show de talentos com uma condição.
–Qual? – perguntei curiosa.
–Que você participe também.
–Eu não vou conseguir, é sério, vou ficar muda quando pisar no palco.
–Então porque não ficou muda quando cantou comigo na aula de música? – “porque eu estava com você — pensei”. Como dizer aquilo sem parecer estranho?
–Por... Por... Porque tinha pouca gente na sala, por isso! – inventei.
–É só fingir que não tem ninguém ali, e tudo vai dar certo! – ele falou. “tudo vai dar certo” era exatamente isso que eu sentia quando estava com ele, não existiam mais problemas, mais confusões, não existia briga, não existia tristeza ou infelicidade, era como se tudo fosse perfeito, não tinha como nada dar errado, porque eu estava com ele.
–Eu já terminei de responder todas as perguntas. – Natsu disse. Peguei a apostila e corrigi, todas estavam certas, era incrível, eu sei, sou uma ótima professora. Depois que terminei de corrigir, eu disse:
– Natsu, eu vou pra casa agora, espero ter ajudado na matéria!
–Ah, tudo bem, e ajudou bastante, obrigado!
–Não precisa agradecer, a gente se vê amanhã na escola! – disse me levantando da cama, ela me acompanhou até a porta e se despediu.
Cheguei em casa e fiquei pensando na tarde que tivemos, tive certeza de aqui pra frente, eu e Natsu vamos ter uma conexão diferente.
Po\\/ Natsu
Acordei de manhã, tomei banho e coloquei um short preto e uma camisa branca, me senti mais a vontade, me sentia eu mesmo de novo. Desci as escadas, tomei meu café da manhã e depois saí de casa. Quando fechei a porta da frente, vi Lucy que também estava saindo de sua casa, ela acenou pra mim e eu retribui. Ela veio até mim:
–Oi! – ela falou.
–Oi! – respondi.
–E aí, pronto pra mais uma segunda-feira?
–Não, odeio segunda-feira!
–É, eu também!
–Então vamos? – perguntei.
–Vamos!
Começamos a andar, Lucy me disse:
–Hoje tem aula de matemática, está pronta?
–Me sinto mais segura pelas suas aulas, mas ainda odeio matemática.
– A maioria não gosta!
–É. Será que o Makarov vai ficar desapontado porque ligamos para ele pedindo para voltar as aulas? É que como a gente adiou o treinamento,iríamos perder dias de aula e quando for férias,teríamos que estudar.Mas mesmo assim... o mestre não vai ficar desapontado?
- Não sei,mas para de pensar nisso! — ela gritou. — Fale isso quando for domingo.
Ficamos em silêncio o restante do caminho, às vezes os nossos olhares se encontravam e claro, ficávamos envergonhados. Chegamos ao portão da escola e entramos, estranhei um pouco, geralmente Lisanna me esperava no portão da escola, ela devia estar bem machucada em! Entramos na sala de aula e logo vi Lisanna, ela usava óculos escuros e uma jaqueta jeans e estava com arranhões na testa.
Ela levantou o braço pra mim indicando pra eu sentar ao seu lado, quando ela o levantou, parecia que tinha doído mexer o seu braço, realmente tinha se machucado. Me sentei ao seu lado e perguntei:
–Lisanna, por que está usando óculos escuros? – indaguei me fazendo de desentendido, queria fazer ela sofrer um pouquinho a fazendo pensar que eu não sabia da briga dele e da Lucy.
–Por-porque está muito claro aqui! – ela mentiu.
–A não está não, tira esse óculos!
–Não, eu to bem com o óculos. – ela insistiu.
–Ah para com isso, tira logo!
–Não,eu gosto de usar.
–Lisanna, tira esse óculos. – ela hesitou um pouco e depois tirou, seu olho estava roxo e inchado.
–O que aconteceu no seu olho? – me fiz de desentendido como se eu não soubesse.
–E-eu cai – ela mentiu, porque as mulheres tem a mesma desculpinha barata de ter caído? A Lucy disse a mesma coisa quando eu perguntei pra ela sobre os arranhões. Eu simplesmente fingi que tinha acreditado no que ela disse. A aula prosseguiu e eu estava melhor do que antes, a professora até estranhou, mas ficou contente por eu estar melhorando. O sinal tocou e logo aquela manada de alunos saíram desesperados da sala (típico). Antes que eu saísse da sala a professora me chamou.
–O que foi prof? – perguntei.
–Queria dizer que melhorou em matemática, andou estudando?
–Na verdade,a Lucy me explicou melhor o conteúdo e consegui entender bem.
–Ah, a aluna nova!
–Sim.
–Acho ela muito inteligente, meus parabéns Natsu, continue assim.
– Ham...obrigado.
Saí da sala e fui para o refeitório onde como sempre, estava as pessoas que eu mais odiava esperando pra que eu me sentasse com elas, me sentei com eles mesmo sem ter vontade.
–Oi – falei.
–Oi – responderam todos. Fingi ter escorregado na cadeira e batido no braço de Lisanna sem querer, ela gemeu de dor.
–O que foi Lisanna? Está sentindo dor? – perguntei me fingindo de preocupado.
–N-não imagina! –ela mentiu de novo.
–Parecia que doía o seu braço, o que houve?
–Nada, impressão sua.
–Tá bom.
–Aí, a Bisca disse que queria que você ensinasse pra ela aquele passe que você faz quando fica treinando na área das líderes de torcida, não é mesmo Bisca? Aquele que vocês trombam um no outro e faz cair no chão, o que for mais forte fica de pé, tá lembrado? Você mesmo me falou que aquele passe era para os fortes , porque não mostra pra ela agora como se faz? – falei tentando tortura-la um pouco.
–NÃO, hoje não vai dar, é que eu to meio cansada sabe?
–A vai lá Lisanna, mostra pra ela – falou Alzack.
–É Lisanna, vamos, não está com medo está? – eu disse.
–N-não.
–Então faz o passe pra gente ver!
–T-t-tá bom. – a Bisca se levantou e a Lisanna logo em seguida, ouvi a coluna dele estralar só de levantar do banco. Então elas começaram, Bisca foi para um lado e Lisanna para o outro e então elas correram na mesma direção com toda força e velocidade, Lisanna fechou os olhos porque sabia que aquilo iria doer.
–AHH! – Lisanna gritou quando caiu no chão,Bisca ficou de pé.
–Você está bem Lisanna? – perguntou Bisca preocupada vendo ela no chão gemendo de dor.
–Estou sua idiota, me ajude a levantar. – ordenou ela.
–Tudo bem. – respondeu ela ajudando Lisanna a se levantar.
–Bem feito! – gritei pra ela com toda a raiva.
–O que? Como assim bem feito? – ela perguntou confusa e irritada.
–Bem feito pra você, acho que agora aprendeu a lição por ir na casa da Lucy só pra brigar.
–O que? Quer dizer que você sabia que eu estava machucada esse tempo todo e ainda sim insistiu pra que eu me machucasse? – perguntou ela cheia de raiva.
–Ah, não venha com conversa mole porque você mereceu por achar que pode mandar em mim, e ainda por cima não adiantou em nada porque eu e Lucy agora somos amigos e você ainda saiu toda machucada.
–Eu não acredito que você fez isso!
–Eu é que não acredito no que você fez.
–Rrrrr, mas eu tinha que mandar ela ficar longe de você.
–Por quê?
–Por que... Por que...
–Exatamente, você não sabe o porquê, só faz o que você quer e na hora que quer sem nem se importar com os outros.
–Não fale assim comigo.
–Gente, não vamos brigar aqui né?! – falou Juvia.
–E você fica quieta. – disse Lisanna grosseiramente.
–Para de ser tão grosseira! – falei pra ela.
–Olha só quem fala.
–E você não me julgue, porque você é a rainha das idiotas, então não tem porque você falar mal de mim.
–Pare de ser mimado Natsu.
–Eu? A única mimada aqui é você. Quer saber, não quero ficar discutindo com você, cansei, eu vou embora daqui! – disse saindo dali o mais depressa possível, voltei pra sala esperando o sino bater.
Po\\/ Lucy
Estava sentada conversando com minhas amigas, quando ouvi conversas e risadas sendo direcionadas pra mim, eram aqueles garotos Max e o outro que eu ouvi falar que se chamava Laxus, eu escutava comentários do tipo “é aquela ali que você tinha me falado?” “ela é bonitinha” “Você vai usar ela pra provocar ciúmes nele?”
Eu não entendia muito bem o que eles estavam falando, provocar ciúmes em quem? Será que eles estavam falando do Natsu? Eu não entendi mesmo, só tinha certeza de que eles estavam falando de mim, esse Max eu já esperava mesmo que aprontasse alguma, mas o Laxus meu Deus, o garoto irritante viu.
Eles se dirigiram até a mesa onde eu e as outras garotas estávamos sentadas, eu estranhei, o que será que eles queriam?
–Oi Lucy.. – disse Max.
–Oi. – falei com desgosto.
–Esse é meu amigo Laxus. – disse ele apontando pro garoto loiro ao seu lado.
–Oi, porque você tá aqui me apresentando seu amigo? A gente nem se conhece!
–É que eu achei que seria legal se a gente se conhecesse melhor sabe.
–Sei – falei a seco.
–Então, tá afim de ir no cinema com nós dois hoje à noite? – Laxus me perguntou. As garotas da mesa estranharam a atitude deles e eu estava desconfortável com a situação.
–Não obrigada! – falei.
–Por que não? –Max insistiu.
–Tenho compromissos. – menti.
–Que compromissos? – Laxus perguntou.
–Cuidar da minha gata. – inventei.
–Ah tá... Então deixa pra próxima! – disse Laxus.
–Tá. – concordei ainda não gostando da presença deles.
Eu disse aquilo e Laxus e Max se aproximaram e me deram um abraço, o que eu odiei.
–Tchau Lucy! – eles disseram acenando e saindo dali. Quando eles se afastaram, percebi que Natsu testemunhava aquela cena, então era por isso que eles tinham vindo falar comigo, pra provocar raiva no Natsu, mas porque comigo? Não funcionava só com as garotas que o Natsu estava afim? Será que ele gostava de mim?
Notas finais
E então,gostaram??
Arigato por lerem ♥
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