Fuckin Perfect

21 Capítulo 21


Notas iniciais
Hei gente, eu sei que demorei muito dessa vez...
Devo a vocês um pedido de desculpas e mais que isso, devo a vocês uma explicação.
Eu to com a escola me matando, fim de ano no serviço é sempre lotado, e ainda estou sem jeito de como colocar no Word como a história tem que ser, eu espero que vocês gostem do que fiz.

Uma semana havia se passado, eu me lembrava de poucas coisas, minhas memórias iam até o divórcio de meu pai, as memórias da morte de Isadora ainda estavam cravadas em minha mente, eu aprendi a confiar em todos que moravam comigo, eu acreditava neles e não tinha medo.

-Vem Bella, vamos ver aquela loja. –Victória me chamou me arrastando por entre Port Angeles, Alice e Rose saltitando na frente.

E Edward teve a cara de pau de dizer que isso seria bom para mim, que era uma oportunidade de me divertir, eu não sei a Bella anterior, mas eu definitivamente odiava compras, principalmente com essas loucas.

-Onde tem uma livraria aqui? –Questionei já dentro da loja.

-Na rua de cima. –A vendedora respondeu sorridente.

-Ok meninas, vocês ficam aqui, eu vou ver se gosto de um livro e volto. –Eu disse e elas pararam me olhando.

-Nós vamos lá com você depois. –Rose disse.

-Eu vou ficar bem, além do mais estou com o celular. –Eu disse e sai porta a fora sem esperar que elas concordassem, dês que acordei no hospital eu não havia saido sozinha, sempre acompanhada de algum deles.

Subi a rua e encontrei a livraria, entrei calmamente e avaliei os livros, me lembrava de alguns livros que eu havia lido quando mais nova, mas não achava que tinha o mesmo gosto de quando tinha 14 anos, toquei em um livro e olhei a capa, academia de vampiro era o nome na capa, eu sorri e verifiquei se era o primeiro, já que ao lado havia vários do mesmo.

-Eu vou levar esse. –Eu disse estendendo o livro da moça atrás do balcão.

-Ok. –Ela disse enquanto eu lhe entregava o dinheiro, a campainha de entrada tocou e me virei para olhar uma moça entrar na loja.

-Isabella. –Ouvi meu nome e me virei olhando para a moça.

-Sim, quem é você? –Questionei pegando meu troco e meu livro.

-Você não se lembra mesmo. –a moça disse em um suspiro. –Meu nome é Jenna Swan.

-Desculpa eu realmente não me lembro. –Eu disse e sorri fraco.

-Sem problemas. –Ela disse dando de ombros.

-Espera você é a mãe de Victória certo? –Questionei e olhei para a porta.

-Sim, eu imagino as coisas horríveis que ela disse ao meu respeito. –Ela disse com pesar.

-Na verdade ela não fala de você, imagino que isso tem haver com o fato dela descobrir que era filha de Carlisle. –Eu disse e ela assentiu.

-Onde seus amigos estão? Não acredito que te deixaram sozinha, sabendo que á alguém atrás de você. –Ela disse como se para repreendê-los.

-As meninas estão em uma loja na rua de baixo, eu estou indo encontra-las. –Eu disse e ela sorriu.

-Então eu te levo até lá, não acho justo você ficar andando sozinha por ai, enquanto á uma louca a solta. –Ela disse e eu estreitei meus olhos.

Só uma rua Isabella, nada vai acontecer. Minha mente gritou para mim. Eu sorri e assenti o que a mãe de minha irmã faria comigo? Nada. Saímos da loja juntas e enquanto atravessávamos a rua senti uma dor de cabeça infernal.

Jenna me segurou antes que eu caísse, imagens passavam na minha cabeça lembranças boas e ruins, quando conheci Edward, a morte de uma das minhas amigas, quando conheci Jacob, as drogas, tudo fora de ordem, a primeira vez que beijei Edward, Victória, a briga com Jenna a bomba.

Quando a dor diminuiu notei que estava em uma vã e que um homem segurava uma arma apontada na minha cabeça, eu olhei para Jenna que sorria maldosa para mim. Ela mandou me matar Bells, precisa descobrir quem ela é. A voz de Isadora soou em meus ouvidos como se ela estivesse ali do meu lado.

-Você! –Eu disse com ódio e ela deu de ombros.

-Como se sente Isabella? –Ela questionou e olhou para as unhas bem feitas.

-Viva. –Eu respondi com deboche. –Voltou para terminar o que começou.

-Não fui eu que coloquei a bomba no carro. –Ela disse. –Ângela quase resolveu meus problemas, mas veja só Isabella, você é muito dura de matar.

-Eu tenho um anjo da guarda bem forte. –Eu disse e sorri debochada. –E não, eu não falava da bomba, eu falava de Isadora.

Ela ficou branca como neve e depois sua cor voltou e ela se controlou sua cor voltando ao normal, seu sorriso crescendo e ela se inclinou na minha direção.

-Como você descobriu? –Ela questionou.

-Não faço a mínima ideia. –Respondi dando de ombros. –Acho que foi uma dica do meu anjo da guarda.

-Nem mesmo seu anjo pode te salvar agora. –Ela disse.

Enquanto o carro se movimentava saindo de Port Ângeles eu olhei para a porta que parecia destravada para mim, meu celular vibrava em meu bolso e eu cruzei os dedos mentalmente para que eles não ouvissem, quando o homem que segurava a arma pareceu distraído eu me lancei sobre ele.

Se me perguntar como aconteceu, eu não vou saber explicar, uma hora estávamos lutando pela arma e outra eu estava de costas na porta, eu a abri e quando cai a bala disparada em minha direção passou raspando por meu ombro, minhas costas reclamaram de dor ao bater no asfalto, vi que o carro freava bruscamente, sem tempo para pensar me lancei em pé mancando e corri para a floresta a volta, estava muito longe de Forks, mas não muito longe de Port Ângeles.

Corri o máximo que pude sabendo que a qual quer hora um deles poderia me alcançar, me escondi atrás de umas arvores e peguei meu celular torcendo que ele não estivesse quebrado, liguei para Rosalie e no segundo toque ela atendeu.

-Onde você esta? –Ela gritou no telefone.

-Escondida na saída de Port Ângeles para Seattle, escute o que vou te dizer Rosalie é importante. –Eu respirei fundo. –Eu me lembro de tudo. Fui sequestrada por Jenna Swan, e ela tentou me matar, e foi ela que matou Isadora.

-Você ta falando sério? –Ela questionou e eu suspirei.

-Sim Rose, muito sério, eu cai de um carro porra, eu vou tentar chegar a Port Ângeles venha para a entrada da cidade eu te encontro lá. –Eu disse voltando a andar.

-Tome cuidado. –Rose pediu, sua voz tremeu.

-Eu vou. –Eu disse. –Por favor ligue para Edward. –Pedi e desliguei o celular.

Andei me escondendo e olhando para trás o tempo inteiro me perguntando por que diabos Jenna me queria morta, por que matar Isadora, erámos apenas crianças, quando cheguei perto de Port Ângeles já escurecia o que provava que já iriam dar oito horas, eu fui para a beirada da estrada para procurar minhas amigas, me senti ser empurrada e cai no asfalto, ao me virar o homem que estava armado no carro estava em pé sobre mim.

Eram três homens e Jenna, minha cabeça contou, onde estão os outros? Engatinhei para trás e ele sorriu esticando a arma para mim.

-Agora você morre. –Ele disse e eu suspirei, quando pensei que ele atiraria em mim, algo se chocou contra ele o derrubando no chão, me apoiei nas mãos a tempo de ver Emmett e Edward baterem no homem, Senti braços e me virei assustada, mas me acalmei ao ver Jasper e meu pai.

A policia logo chegou e tudo passou como um borrão, a viagem para casa foi silenciosa, eu ainda estava nos braços de Edward, um pouco antes de sair uma discussão havia tomado o carro, ir ou não ir ao hospital, eu bati o pé e disse que não, mas eles não tinham aceitado muito bem, tudo que eu precisava era de um banho e dos braços da minha família, mas meu pai e Jasper discordavam literalmente de mim, e Edward não opinou já que ele sabia que eu era irredutível.

Ao chegar em casa braços se fecharam a minha volta, minha mãe, minhas amigas e irmãs, minha sogra, Renesmee e Jacob estavam lá, todos preocupados e a beira de um ataque, depois de dizer que eu estava bem subi os degraus para meu quarto e fui direto para o banheiro, coloquei a banheira para encher e me encarei no espelho, eu pela primeira vez podia me ver realmente, ontem eu me perguntava quem realmente era hoje eu tinha total certeza.

-hei. –Ouvi a voz de Edward e olhei para ele que estava encostado na porta do banheiro.

-Oi. –Eu disse me encostando na pia, ele caminhou até mim e tocou meu rosto.

-Eu quase morri hoje, só de imaginar que você estava sozinha com aqueles loucos. –Ele disse e a dor era visível nos olhos.

-Eu estou aqui, eu me lembro de tudo. –Eu sussurrei. –Eu te amo Edward. –Eu toquei seu rosto sentindo uma necessidade de mantê-lo o mais perto possível. –Eu te amo mais que tudo.

Seus lábios estavam nos meus, um desespero e uma necessidade de mais ele me ajudou a tirar a blusa e eu arranquei a sua, logo estávamos nus e ele me empresava na parede do banheiro, eu gemi quando ele apertou sua mão em um dos meus seios e ele arfou em meu pescoço.

Entramos juntos na banheira e nos permitimos dar caricias um ao outro, era uma necessidade enorme que eu sentia de tê-lo em mim novamente e eu sabia que ele sentia o mesmo, eu passei minhas duas pernas por sua cintura e apertei minhas mãos na beirada da banheira logo o senti me preencher.

Mantendo um ritmo eu subi e desci sobre seu membro o sentindo me completar, nós dois gemíamos tentando controlar o volume de nossa voz, sua mão boa estava na minha cintura me ajudando a subir e descer.

Eu o senti crescer dentro de mim, senti todas as minhas entranhas se apertarem e eu sabia que estávamos quase lá, aumentei o ritmo e Edward me ajudou me mantendo conectada com seus olhos.

-Eu te amo, minha Bella. –Edward disse e senti nossos orgasmos se misturarem, nossos corações se acalmando enquanto nossas respirações ficavam mais lentas, apertei meu rosto em seu pescoço.

-Eu te amo, meu Edward! –Respondi e mesmo sem olhar eu sabia que ele estava sorrindo.

Terminamos o banho e ele me secou enquanto eu ria, quando passei a toalha em seu corpo, Edward parecia me avaliar, mas foi quando sequei seus cabelos que ele riu, parecia uma criança, nos vestimos e quando eu ia abrir a porta para sair do quarto tudo rodou, me firmei na porta e Edward manteve seus braços em minha volta.

-Esta tudo bem? –Ele questionou.

-Sim, acho que estou a tempo de mais sem comer. –Respondi e ele me olhou por um tempo.

-Ok vamos achar algo para você. –Descemos de mãos dadas e todos estavam na sala fomos direto a cozinha e eu peguei algo para comer, enquanto saboreava um pedaço de bolo de chocolate, Edward sentou na minha frente com um sanduiche natural de frango, senti meu estomago embrulhar e corri para o banheiro, batendo a porta atrás de mim.

-Bella. –Ouvi a voz de Edward, ele não estava sozinho.

-filha abre a porta. –Ouvi a voz de Renée, depois de colocar tudo para fora, abri a porta e me virei escovando o dente. –O que ouve?

-Eu não sei, meu estomago revirou. –Eu disse e deixei que Edward me levasse para a sala.

-Vamos ao médico, primeiro a tontura e agora o enjoo. –Ele disse bravo.

-Não é nada, eu já estou bem. –Eu respondi.

-Você tem certeza? –Jacob questionou e eu rolei meus olhos para ele.

-Que perfume é esse? Muito forte, sinto que vou vomitar de novo. –Eu disse levantando a cabeça e respirando fundo.

-Bella, quando foi seu ultimo ciclo? –Renesmee questionou e eu a olhei nos olhos, a sala caiu em um silencio.

-Era pra ter sido um dia depois do acidente. –Eu disse contando nos dedos.

-Vou ser direta, vocês dois dormiram sem camisinha antes disso? –Esme questionou e todos nos olharam enquanto eu levantava as mãos.

-Parem por ai. –Ordenei. –Eu não posso ter filhos lembra? –Eu disse, mas não resolveu.

-Respondendo sua pergunta mãe, no dia do acidente. –Edward disse e eu bati em sua cabeça enquanto ele dava de ombros.

-Eu sabia que vocês demorarem tanto tinha motivo. –Alice disse e todos riram, menos eu que rolei os olhos.

-Não criem esperança. –Eu disse.

-Mas se você tiver gravida? –Meu pai questionou e eu olhei em seus olhos.

-Era tudo que eu queria no mundo pai, mas eu sei que não vai acontecer. –Eu disse e me aconcheguei nos braços de Edward e suspirei enquanto ele beijava meu cabelo.

-Duas semanas e sua vida pode virar literalmente de cabeça para baixo. –Victória disse para mim.

-Minha vida nunca esteve de cabeça para cima. –Eu respondi e ri, todos me acompanharam, eu olhei para minha barriga e mordi os lábios, se isso não fosse tão impossível me permitiria sonhar, sonhar com um filho meu e de Edward, um pedaço de nós dois.

Notas finais
E ai o que acharam? Será possível que o impossível aconteça?
E não Jenna ainda não acabou...
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