Notas iniciais
Eeeee olha que bonito. Eu roubando wi-fi da universidade para postar um capítulo no Nyah :D seguinte. Começando as aulas, meu curso eh diurno (o dia todo estudando anatomia lol) então eu escrevi nas pressas e não revisei. Pardon, foi necessario. Beijin

– Está atrasada — lembra vovô Pabie

– Eu sei, me desculpe. Eu acabei esquecendo. Foi tanta coisa hoje. Primeiro o rei de Arisen aparece aqui e Anna tem aquela ideia maluca de casamento. Depois eu descubro que ele controla o fogo e... — despeja Elsa descendo do cavalo

– Controla o fogo? Desculpe, estou confuso — interrompe vovô Pabie surpreso

– Sim! E-eu fiquei bastante surpresa, afinal, não é todo dia que se encontra alguém que controla o fogo e... — Elsa para para respirar, gesticulava muito e isso exigia fôlego — e te entende.

Vovô Pabie parece sair de um transe ao ouvir que Juan entendia a rainha de Arendelle.

– Entende? — perguntou o rei dos trolls com um sorriso sugestivo

– O quê? — rebateu Elsa franzindo a testa — Por favor, não vai começar com as maluquices da Anna — pede ela cruzando os braços

– Do que está falando?

Elsa ficou corada e descruzou os braços. Sabia que era tolice se incomodar com aquelas palavras de Anna e mesmo assim... desviou os olhos para encobrir a vergonha que sentia

– Ainda não me respondeu, Elsa.

– Bem... Anna pensou que Juan fosse me pedir em casamento

– É isso? — perguntou vovô Pabie desfazendo-se em risos — Então a rainha de Arendelle possui um pretendente.

– Já não perdemos tempo demais com o meu atraso? Deveríamos começar a aula — Elsa desviou o assunto

– Tem razão. Mas antes... conte-me sobre o fato dele controlar o fogo.

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– Ainda faltam 3 meses para o casamento. — suspirou Anna cansada.

– Já esteve mais longe. Vem cá — consolou-a Kristoff a puxando para si — Pensa pelo lado bom, daqui a três meses nós vamos estar casados e não vamos precisar nos preocupar com nada disso.

– Se até lá não tiverem arrancado minha alma — retrucou Anna

– Não fala isso. Vamos ter uma lua-de-mel muito legal e depois vamos ser felizes para sempre. Mesmo tendo que morar no castelo.

– Não gosta do castelo? — perguntou Anna desvencilhando-se dele lentamente

– Eu gosto. Não me importo de ficar lá. Só não acho necessário morarmos lá.

– Por que não?

Kristoff não queria contar à Anna, não queria magoá-la com um "Porque é muita frescura" entào resolveu manter-se quieto.

– Por nada. Se você quer morar lá, nós vamos morar. — encerrou ele a abraçando novamente

Os dois se manteram em silêncio novamente, apenas apreciando a vista das montanhas que tinham do pequeno lago distante do castelo.

– Acho melhor avisar eu ir. — lembrou-se Anna — Já passou da hora da Elsa ir na floresta com o vovô Pabie, sempre vou com ela.

– Elsa já foi — informou Kristoff confuso

– O quê? Como assim já foi?

– Pensei que soubesse. Perguntei do carinha que fica com os cavalos se você estava, ele disse que sim, perguntei se você tinha ido com a Elsa e ele disse que não.

– Ela foi sem mim? — perguntou-se Anna

– Ele disse que a rainha saiu atrasada. Foi até em um dos cavalos. — Anna permaneceu em silêncio conflitando os pensamentos — Fica aqui, ela deve ter saído apressada e não quis incomodar você.

– Tem razão — concordou Anna sentando-se novamente — Mas eu preciso falar com ela assim que ela voltar.

– Pedir desculpas pelo que disse sobre casamento?

– Também — sorriu Anna — Mas queria perguntar sobre uma coisa que aconteceu no salão hoje a tarde.

– O quê?

– Deixa para lá. Vamos aproveitar agora antes que apareça alguém perguntando sobre as flores na igreja.

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Elsa estava passeando lentamente montada em seu cavalo. Não queria chegar ao palácio e encarar o maliciosos olhares de Juan. Ele parecia ser interessante, ainda mais depois de descobrir que controlava o fogo, talvez a entendesse, talvez a ajudasse, talvez.

Já estava em frente aos portões do pálacio e por isso parou um instante. Suspirou exausta e decidiu enfrentar de vez.

– Anna? Corin? Olaf? — chamou Elsa pelo salão

– Corin está dormindo; Anna com o noivo faz algumas horas, já devem estar voltando. — respondeu Hana surgindo — E... bem, não tenho ideia de onde está aquele boneco de neve — acrescentou com um sorriso nervoso

– Oi, tudo bem? Corin ainda está dormindo? — surpreendeu-se Elsa

– Ainda bem, não é? Ontem passou a noite acordada depois de ter comido um pouco de neve

– Eu avisei para não comer — disse Elsa após o riso — E Juan?

– o rei? Ele saiu correndo. Um outro mensageiro de Arisen chegou dizendo que o conselheiro precisava dele com urgência em Arisen

Hana ouviu o suspiro aliviado de Elsa. A rainha estava buscando uma desculpa para evitar o rei de Arisen e não a encontrava. Contudo, Arisen estava com problemas. Só podia estar, para enviar um mensageiro com tanta urgência assim.

– O que será que aconteceu? — Elsa verbalizou sua preocupação

– Eu não sei. Mas deve ser sério, ele saiu correndo.

As duas se mantiveram em silêncio alguns segundos.

– Eu devia procurar por Anna. Não tive tempo de levá-la comigo até o vovô Pabie — sugeriu Elsa rompendo o silêncio.

– A princesa comentou algo sobre esse vovô Pabie. E-eu... posso saber quem é? Se isso não for nenhuma intromissão

– Não — sorriu Elsa — é o rei dos Trolls

Hana expressou confusão. A realeza de Arendelle tem tantos reis ao seu redor!

– Rei dos Trolls?

– Sim. Acho que você já viu alguns deles por aqui — Elsa mexeu os dedos imitando passos — são aquelas pedrinhas rolantes. Como aquela que Corin prendeu no banheiro.

– Ah, sim. Eu, bem, eu estranhei. Mas confesso que nunca estive em um palácio, pense que fosse algo comum. — confessou Hana — Se tem algo de comum nesse lugar — sussurrou ela com um sorriso confuso

– É melhor eu ir, estou cansada. — E realmente estava, deu mais trabalho descongelar a floresta que congelá-la — Amanhã explico para Anna. Boa noite

– Boa noite, Majestade — retribuiu Hana com uma suave reverência.

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– Elsa? — chamou Anna batendo na porta

Elsa pediu que esperasse e então levantou-se para receber a irmão em seu quarto.

– Hana disse que estaria aqui. Podemos conversar? — pede Anna entrando

– Claro, o que foi?

– É sobre o rei de Arisen.

– Anna, eu mal lembro a cara dele — interrompeu Elsa — Por favor, não venha querer me convencer de nada.

– Ei, calma. Não vim convencer você de nada. Nem perguntar o que vocês estavam fazendo para se atrasarem para o almoço. — disse Anna curiosa — Embora eu queira muito saber. O que foi atrasou vocês?

Elsa arregalou os olhos e tentou conter a vermelhidão em seu rosto resultado da vergonha e da raiva. Anna percebeu a reaçao da irmã e arranhou a garganta dando seriedade ao seu rosto.

– Não foi sobre isso que eu vim falar. Elsa, você sabia sobre ele e o fogo?

Então era só isso. Que alívio Elsa sentiu.

– Soube em Arendelle

– E-e então? — perguntou Anna confusa

– E então o quê?

– Eu não sei, o que acontece? E agora? Quer dizer, bem, agora que me acostumei com você congelando as coisas. Acho que não estou psicologicamente preparada para alguém QUEIMANDO as coisas

Anna estava agitada, gesticulava muito e falava nervosamente. Elsa não entendia o porquê, Juan passou um dia em Arendelle e, com sorte, não voltaria mais.

– Anna, qual o problema?

– Eu não sei. Você sabe?

– Não! Você que está andando em circulos só porque o Juan também tem poderes.

– SÓ? Só por quê? Bem, eu sei lá. Vocês se entenderam pelo menos?

– Anna, onde quer chegar?

Anna parou por um instante com um olhar intrigado. Ela via todos os problemas possíveis à sua frente e Elsa parecia calma como água. A não ser que... é, só pode ser isso. Elsa não deu importância à Juan.

– Em lugar nenhum — respondeu Anna sorrindo levemente — Onde está o rei de Arisen?

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– Espero que seja algo muito importante, Sebastian. Seja lá por qual motivo, faltava isso aqui para me aproximar da rainha — reclamou Juan representando o mínimo com os dedos

– Desculpe, senhor. Mas o conselheiro não sabia o que fazer.

– O que aconteceu de tão grave? Não podia esperar mais um dia? A rainha Elsa estava começando a se abrir... mas aí saiu correndo à cavalo — Juan revirou os olhos — É verdade que ela fala mais do que eu pensava, e em certos momentos parecia uma criança. E por falar em criança... — ele mudou seu tom — aquela garotinha já estava me deixando maluco.

– Ahn... senhor...

– Emanei calor nela para que se cansasse logo, mas aquela coisinha demorou a dormir!

– continuou Juan sem atentar à Sebastian — tive que aturar ela mais tempo do que queria.

– Senhor?

– E a princesa? Acho que está meio que do meu lado. Mas é um pouco bobinha. — prosseguiu ele pensativo — Se assustou quando soube que eu controlava o fogo. Aliás, a melhor coisa que fiz foi me fingir de "vítima dos meus poderes", a rainha logo logo ficou cheia de pena de mim

– SENHOR! — gritou Sebastian desesperado por atenção — P-perdão, mas... — retratou-se Sebastian ao observar o olhar mortal que recebia de Juan

O rei seguiu os olhos castanhos de Sebastian que guiavam até um homem alto, esguio, vestido em roupas dignas de um rei, ou de um leal servo do rei.

– Conte-me o que me fez correr até aqui — pediu Juan ao homem

– Isso aqui, meu senhor — acatou o conselheiro real entregando a Juan uma carta

– De Gamel? — perguntou o rei de Arisen ao ler o nome do remetente

– Sim, senhor. E sugiro que leia atentamente.

– Com certeza vou. — concordou Juan abrindo o envelope — Não dá para irritar Gamel agora, não com Arisen quebrada.

Juan leu e releu a curta carta. Engoliu um nó em sua garganta com o ar sóbrio, não poderia negar nada ao reino que, no momento, era seu pilar de sustentação.

– Então, Majestade, sugiro que prepare seu exército — aconselhou o homem

Notas finais
Sobre Frozen fever: Gente, eu espero realmente que aqueles bonequinhos de neve se desfaçam quando a gripe desaparecer. Pq vai ser tenso toda vez q a Elsa gripar aparecer 700 deles.