From Rita Skeeter
5 Perdida pelos céus
Notas iniciais
Aleluia um tempo livre, eu devia ter trazido esta carta a três dias, mas aconteceu algo muito inesperado.
Eu estava seguindo o carro voador, eu me certificava sempre de estar ao mesmo tempo longe, mas também em uma distância razoável. Eu segui o carro por uns 20 minutos e quando menos esperei, ele desapareceu! Ficou invisível! Não sabia de nada e tentei seguir o sentido, porém acabei me perdendo ainda mais. Não podia aparatar, pois eu já estava em uma área bruxa, e como sabem, eu estou banida do mundo mágico. O resto da história é óbvio, sem magia, com poucos recursos e uma vassoura, não tinha muitas opções. Fiquei vagando durante a madrugada e me cansei bastante, então resolvi descer para o solo.
Fui parar em um local meio deserto, porém era possível ver uma pequena vila no horizonte. Resolvi não arriscar me aproximar do local, não sabia se era ou não uma civilização bruxa. Então acampei ali mesmo, no relento. Assim que eu apoiei minha cabeça no travesseiro, eu adormeci imediatamente.
Acordei no dia seguinte às 15h, então eu peguei minha vassoura e comecei a voar com muita velocidade ao norte. Passaram 5 minutos e eu estava morta de fome, porém decidi continuar voando por mais uns 20 minutos, até que eu não aguentei e precisei descer de novo. Eu não sabia bem onde eu estava, mas ao contrário do lugar anterior, onde eu aterrissei era totalmente movimentado, cheio de prédios. Precisei parar em um beco de um grande edifício para que ninguém percebesse. Coloquei algumas vestes que não chamassem atenção e fui para a calçada perguntar onde estava.
Ao sair do beco vi várias lojas, uma grande avenida e pessoas andando por toda a parte, o trânsito estava intenso então soube por um rapaz que eu estava numa tal Avenida Shaftesbury. Se souberem de algo, me mandem por meio de cartas.
Enfim, como eu estava em uma grande cidade na Inglaterra, Londres não era distante, então fui até um café, matei a fome e me dirigi para Londres, mas não sei de nada do paradeiro de Dumbledore, de seu motorista e do carro voador. Mas pelo menos vocês poderão me enviar respostas em um endereço de uma pensão trouxa onde estou hospedada. O endereço está no verso da folha.
Beijos de sua fiel escritora, Rita Skeeter.
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