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24 Capítulo 23 - Promete?


Notas iniciais
Amores cap menor porém importante... É que não quero ficar muito tempo sem postar :)
Obrigada pelos comentários flores lindas... :)

Como assim saída bloqueada por um ano? E o seu plano de me seguir para a Rússia? Oh céus, estava tão atordoada com os gritos de Edna e Damon chorando por perto dela, ele olhava para mim e sabia que sua tristeza era dupla, os braços de meus pais em mim sorridentes pela noticia e eu só conseguia pensar, não, não nós fizemos as pazes es estávamos bem, porque... Ah céus, ao menos ele não foi preso, mas... Eu não conseguia me conformar, não isso não poderia estar acontecendo... No momento em que vi a megera ser levada e Damon correr as mãos pelo cabelo eu esqueci de tudo e me soltei de meus pais para que o abraçasse.

—Shhh pequena— ele acariciou meu cabelo enquanto eu chorava, ele sabia o motivo... Meus pais estavam por perto e não impediram. — Tá tudo bem ok? — ele sussurrava com a voz fina— eu vou ficar bem, e no fundo ela mereceu... Quanto a mim, não se preocupe... Eu prometo te esperar minha pequena... Eu prometo. — o apertei e chorei mais forte.

—Damon eu...

—Shhh não fala nada, só me abraça ok? — ele sussurrou triste e eu assenti o abraçando ainda mais.

—Elena, temos que ir filha— era a voz firme da minha mãe e então eu caí em mim... A olhei e ela me encarou com os olhos confusos. — Damon eu tenho que admitir que esperei anos por isso... Aceito em te ver preso em Toronto, assim você não vai dar uma voltinha na Rússia... — ele engoliu seco e eu a encarei. — Vamos filha, quero arrumar os detalhes da sua viagem. — assenti muda.

—Dona Michaela, sei que não mereço nada, sei que a ofendi e privei de que a senhora visse sua filha mas, preciso muito falar com ela, nem que seja por dez minutos, deixe eu me despedir dela, eu imploro— a olhei e ela lutou com seus pensamentos e então meu pai apertou seu ombro.

—Gatinha, a gente te espera no carro ok? — beijou minha testa e meus olhos fitaram os da minha mãe, ela balançou a cabeça e beijou minha testa saindo, Damon me puxou para o banco no fim do corredor assim que eles saíram e meus braços o envolveram.

—Elena, antes de você ir quero que saiba, eu sempre te amei e sempre vou te amar, quero que perdoe todas as coisas loucas que eu fiz pra você e quero que me espere, eu prometo enfrentar tudo e todos por você, sei que é estranho mas agora estou impotente com a prisão da minha mãe, mesmo sabendo que haverá outro julgamento, sei que ela não tem chance... Mas uma coisa eu sei... Eu sempre vou te amar com a mesma intensidade de sempre... — assenti encostando minha testa na dele e senti minhas lágrimas caírem em seu rosto— Ah pequena, devia ter sido mais forte, ter pensado em você, na sua mãe, quem sabe hoje eu não teria você? Eu te amo tanto... — o abracei e deitei minha cabeça em seu ombro. — Promete que vai me esperar?

—Sempre Damon, eu amo você... Eu sempre vou te amar, todas as escolhas que fiz por você, tudo... Não me arrependo, eu sempre amei você e esse sempre nunca vai morrer, se um dia vamos seguir em frente será nós dois... E eu sei que esse dia vai chegar... — nossas mãos se uniram e Damon encostou seus lábios nos meus, sua língua invadiu minha boca e se acariciou com a minha dando inicio a um beijo terno e quente ao mesmo tempo, sua mão passou por minha cintura e ele me trouxe pra perto dele, mordi seu lábio inferior e me entreguei aquele beijo que por mim nunca acabaria. —Tenho que ir amor... — disse baixinho em seus lábios. — Depois de amanhã eu vou e...

—Leve apenas o urso que eu te dei? — sorri contra sua boca e o abracei.

—Ele é muito grande...

—Vou providenciar algo para você lembrar de mim— riu contra minha bochecha.

—Não precisa de nada, eu sempre vou me lembrar de você... Damon, tenho que ir...

—Certo... Eu amo você!

Meu corpo estava dolorido, ok isso era resultado de duas noites mal dormidas e uma loira que realmente me chutou essa noite, Carol havia dormido comigo para facilitar nossa viagem, Klaus e ela ficaram muito tempo no celular de madrugada e depois ela dormiu, mas era pior que outra coisa, ela realmente se mexe muito... Eu só pensava em Damon, e mesmo com a megera presa, pensava o porque de ainda ter que ir... Eu ia sentir falta de meus pais, da minha cama, casa e do moreno que havia ficado tempo o bastante no celular comigo, mesmo comigo muda ele ficou falando... Eu não poderia falar pelo fato de Car estar lá e pelo fato de não querer mostrar o que realmente eu sentia... Mas ele realmente se abriu essa madrugada, eu com fones de ouvidos escutando ele e de vez em quando eu sorria sem que Car visse, ele sabia do porque eu estava muda, e na hora de desligar corri para o banheiro e disse que o amava. Sim eu o amava! Tomei um banho mais que rápido e corri para o quarto, tínhamos tempo mas eu queria me despedir dos meus pais com tempo...

—Sempre que você entra na casa de alguém você deve tirar sapato, o dono da casa pode te oferecer um chinelo, mas mesmo se ele não tiver você não deve entrar de sapato. Os homens também precisam tirar chapéu ou boné. — Carol disse com um livro que nomeava Costumes do povo Russo... — Interessante isso— sorriu tomando seu suco... — não acha? —Assenti e ela sorriu... —escuta essa... Quando está frio e todos usam as luvas e você for cumprimentar alguém com um aperto de mão você precisa tirar a luva da mão direita. Antigamente está regra existia somente para os homens porque a luva feminina fazia parte dos trajes das mulheres. Na época soviética surgiu a seguinte frase “Eu não sou uma mulher, eu sou uma camarada” assim as mulheres para não se diferenciar com homens começaram seguir os costumes masculinos. Hoje em dia a mulher pode não tirar as luvas se quiser. — Amei saber disso.

—Realmente, super interessante— revirei os olhos arrumando minha bota.

—Ah Elena, se anima amiga, vai dar tudo certo... Se ele te amar de verdade ele vai esperar e saber entender... Sabe disso.

—Meninas, prontas? — minha mãe abriu a porta e eu assenti arrumando a bota.

—Sim tia, super prontas! — Carol sorriu e se levantou depressa.

—E você Lena? — ela se aproximou de mim enquanto Car corria para fora do quarto— Está bem meu anjo?

—Sim mãe, eu prometo ficar bem ok?

—Promete não ficar com raiva de mim?

—Eu jamais teria raiva da senhora! Eu a amo tanto... — ela me abraçou e eu sorri— Vamos então mamãe?

—Sim minha princesa, vamos!

Notas finais
Ah tem uma coisa que vai acontecer, e eu sei que vcs vão me matar :( ahsuahsuahsuh... Comentem pfvr... e Recomendem!