Oi, meu nome é Sasuke Uchiha.

Ontem meu suposto melhor amigo, delicado que só ele, deu um jeito de arruinar o presente que eu demorei uma semana inteira para fazer. Como se não bastasse, ainda se achou no direito de me dar sermão sobre "base da amizade", que aliás, nem existe.

E Kurenai, a tia crápula, não facilitou as coisas quando me chantageou para poder sair com o namorado dela, Asuma. Agora além de ter que lidar com a agonia de procurar um presente tão incrível quanto o antigo em menos de 5 dias, vou ter que organizar uma festa completa de aniversário para outra pessoa levar crédito.

E a culpa de quem?

2

— Não acredito que aceitei a oferta daquela demônia – comentei para Naruto, enquanto entrávamos em uma loja de produtos de festa – Parece que fiz um pacto com o próprio diabo.

— E o pior é que você ainda tem que se preocupar com que presente dar para a Sakura.

Obrigado por me lembrar desse pequeno detalhe, Naruto. A propósito...

— Seu filho da puta, a culpa é toda sua! – gritei, agradecendo ao fato de que pouca gente vem ao shopping em um domingo – Se não fosse por sua estupidez acima da média, eu não estaria nessa situação!

— Que situação? A do presente ou a da festa?

— As duas, seu desgraçado! – ele me encarou com medo, e eu mal contive a vontade de arrancar suas vísceras. Mas sob o olhar de Rony, o segurança da entrada, perdi todo esse fogo no cu.

Enfim.

— Vamos, ainda temos muito o que comprar.

— S-Sim.

Depois de enfiar todos os materiais no porta-malas do meu carro (que não era bem “meu”, era dos meus pais), seguimos contentes para a praça de alimentação. Eu estava ansioso pelo meu x-burguer lotado de bacon, queijo e maionese, acompanhado por fritas e refrigerante tamanho G.

— Ah não, pode tirar o alface mesmo – eu sorri para a atendente, que me deu um olhar estranho.

— Credo! Só de olhar para esse troço, já me sinto ganhar umas 10000 calorias – Naruto reclamou, e eu arqueei a sobrancelha.

— E desde quando você é uma musa fitness? – perguntei, lembrando dos inúmeros potes de rámen jogados pelo quarto dele.

— Cala a boca! É que eu conversei com a Hinata sobre is-

— Epa! Você tá pegando a prima do Neji? – eu perguntei com a boca aberta, e Naruto me olhou indignado.

— C-Claro que não, seu imbecil! Nós dois nos encontramos por coincidência ontem no Burger King e começamos a conversar, sabe. Ela é uma pessoa bem legal...

— Quer dizer que você ainda não tá pegando ela?

— NÃO!

Sorri quando os olhos deles arregalaram ao analisar melhor a minha pergunta.

— Que “ainda” foi esse, seu bastardo?? Eu nem estou afim dela!

— Calma, calma – abanei as mãos em descaso – Você que sabe.

Ele sorriu.

— Mesmo se eu gostasse dela desse modo, não ficaria só na base da amizade, que nem você – alfinetou, e eu senti uma veia dilatar.

— Naruto...

— Heh, você está irritado porque sabe que é verdade. Pobre Sasukito! Sofrendo com o fardo eterno dos BFF's!

Sasukito? Que porra de apelido foi esse?

Ainda bem que o Gaara não tá aqui. Ele que gosta de me infernizar com essas putarias.

— Não, não é verdade. Essa coisa de “na base da amizade” não existe, já falei isso uma centena de vezes.

— Mais uma prova que você está na base da amizade: dizer que ela não é real – suspirou teatralmente.

Será que se eu estrangular o Naruto agora, vou arrumar problemas com o Rony?

Hm. Só há uma maneira de descobrir.

— Droga, meu salto quebrou – uma voz muito familiar soou em meio aos milhares de murmúrios da praça de alimentação, e minha cabeça automaticamente virou em direção à dona dela.

Friendzone

Que diabos a Sakura está fazendo aqui?

Que diabos a Sakura está fazendo aqui com esse ruivo?

Quem diabos é esse ruivo?

— Ei, aquela dali não é a Sakura? Que sorte! Vamos chamar ela! SAK- – Naruto começou a fazer merda, mas dessa vez consegui evitar o desastre a tempo: ele mal começou a gritar quando tampei a boca dele com reflexos que nem eu mesmo sabia que tinha (e talvez com um pouco mais de força que o necessário, pois fez um barulho parecido com um tapa)

Estou arrependido? Claro que não.

Imediatamente voltei minha atenção para o que de fato importava. Vasculhei nas minhas memórias alguma lembrança de um primo, irmão perdido, parente, sei lá, que a Sakura alguma vez falou sobre e cuja descrição se encaixasse na criatura em questão. Nada. Apertei os olhos para tentar ler os lábios deles (eles estavam conversando baixo demais...) mas para minha infelicidade, eu não sei ler lábios.

Naruto deve ter aproveitado meu momento de concentração para se libertar. Parecia ter notado só agora o Encosto.

— Você sabe quem é? Nunca vi ele por aqui.

— Nem eu – rosnei em voz baixa, e pela minha visão periférica, vi Naruto olhar para o suposto casal (quer dizer, eles realmente não eram um casal. É aparente. Quem visse, acharia que era a donzela e o bicho de estimação dela – um bicho feio pra porra, aliás) e para mim repetidas vezes.

Até um brilho que eu nunca vi antes cintilou nos olhos do loiro.

Ele estava... raciocinando.

Santo Deus, achei que não viveria a tempo para presenciar esse momento.

— Há! Você está com ciúmes! – gritou para quem quisesse ouvir, e eu rapidamente soquei o rosto dele.

Bem feito, desgraçado.

— Você... ENDOIDOU?

— Não, você já é doido suficiente por nós dois – respondi presunçosamente – Eu não estou com ciúmes, idiota. Só estou... surpreso.

— Surpreso? – Naruto arqueou a sobrancelha direita. Eu suspirei.

— É, sua anta. Você não vê? Ela nunca nos falou que tinha um primo ruivo.

— E... se os dois... não forem da mesma família..?

— Ah, eu quis dizer cunhado ruivo.

— A Sakura é filha única e você sabe disso. Me diz, você está bem?

Eu não tinha uma resposta. Ao invés disso, bufei descontente, mastigando meu x-burguer com força.

Puta que pariu, acho que mordi a língua.

Dog goes woof
(o cachorro faz 'au')
Cat goes meow
(o gato faz 'miau')
Bird goes tweet
(o pássaro faz 'piu')
And mouse goes squeek
(e o rato faz 'squik')

As pessoas olharam para nós dois.

— O que é isso?

— Ah, é meu celular – disse feliz.

Revirei os olhos.

Mas é claro.

— Alô – pausa – Oi Hinata! – Naruto falou em um tom histérico, e eu quase bati a palma na testa – Ahã – pausa – Ahã – pausa – Ahã – pausa – CLARO! Já tô indo!

Depois de desligar, ele tomou um gole de refrigerante e levantou.

— O carro da Hinata quebrou, e ela pediu uma carona para mim – pegou as chaves do carro, fazendo um sinal de paz com os dedos – Resumindo, adeus.

Então em um piscar de olhos, o loiro idiota correu para a saída do shopping, derrubando uma velhinha de aproximadamente 83683683 anos mais velha que eu.

— SEU DELINQUENTEZINHO!

De alguma forma, eu não estava surpreso. Olhei para meu sanduíche com o cenho franzido. A cozinheira colocou alface.

Hn, cretina.

.

.

.

— Espera um pouco – murmurei, tateando os bolsos desesperado – Nós viemos no meu carro!

Friendzone

Naruto.

Vocês já entenderam porque eu sou tão violento com ele?

Bom, não importa. Eu tenho o suficiente para pagar um táxi. Sendo assim, me dirigi à saída principal, me sentindo derrotado. A essa altura, eu nem me importava com mais nada, só queria um pouco de calma para raciocinar.

Sim, é disso que eu estou precisando agora. Raciocinar. Porque ganhei três problemas grandes em um dia só:

Primeiro, o álbum de fotos arruinado. O presente perfeito que foi por água a baixo, literalmente. Preciso substituir por um do mesmo calibre ou ainda melhor— mas o que seria ainda melhor do que isso?

Segundo, a maldita festa. Mesmo que eu de fato faça uma, se Kurenai acha-la menos que perfeita é capaz de entregar as provas do crime pros meus pais mesmo assim. E ela sentiria prazer em fazer isso. Dessa forma, preciso organizar uma festa sensacional o suficiente para Kurenai achar digna de tomar o crédito.

E, por fim, parece que o mundo se virou contra mim desde que avistei Sakura e um ruivo desconhecido no shopping mais cedo. Ela nem se deu ao luxo de olhar para mim, ou perceber magicamente a minha presença naquele oceano de gente. Dá pra acreditar nisso?? Que bela amiga, não é mesmo??

Será que eles eram... namorados?

Sacudo a cabeça, espantado com esse pensamento. Claro que não. Encosto não era o cara para ela. Tudo bem que nem o nome dele eu conheço ainda, mas sei que não é. Ele deve ser muito abusado. Pervertido. Um idiota. E a Sakura não namoraria um idiota, certo?

Sim, certo. Nem preciso me preocupar com isso. É.

Mas só para conferir, acho que vou perguntar para ela antes.

Não, espera. Não seria estranho se eu perguntasse? Será que ficaria óbvio demais? Aliás, que direito eu tenho de dizer quem é certo pra alguém? Especialmente depois do meu último namoro...

Sacudi a cabeça. Nada bom. A situação não está boa, e eu não estou conseguindo pensar direito. Eu preciso da calma do meu quarto. Eu preciso da minha guitarra.

Eu. Preciso. Me acalmar.

Quando me dei conta, já estava parado na saída, olhando para o vazio como um retardado mental. Senti meu rosto queimar com vergonha e procurei um banco para aguardar o taxista retornar, já que esse shopping possuía poucos à disposição.

O que eu vou fazer?

— Não acredito que finalmente conseguimos ~ – virei o rosto para a voz cantante, em contraste com meu mau humor.

Era de um garoto de cabelos loiros puxados para trás, no outro lado da rua. Ele estava sendo acompanhado por dois morenos, só que um tinha o cabelo amarrado no estilo rabo-de-cavalo baixo para trás enquanto o outro um tipo mais “lambido”, por assim dizer.

Pelo uniforme, parece que o trio estudava na mesma escola.

— Semanas e semanas sacrificando o lanche escolar valeram a pena ~ – comemorou o lambido.

— Porque nós finalmente temos... ~ – o rabo de cavalo rodopiou alegremente.

— O suficiente para comprar o Special Strawberry Souffle of Maid's ~ – cantaram em uníssono, praticamente dançando até o final da rua.

Chamando um padre em 3, 2, 1...

Um segundo.

— Maids? – murmurei – Como em um Maid Cafe?

Eu podia estar triste, estressado e cheio de problemas, mas em algum lugar do meu cérebro (provavelmente um canto afastado da sanidade e com pouca luz solar), a minha célula otaku vibrou de curiosidade.

Friendzone

Era um lugar chamado “Maid Latte”

A fachada do sobrado tinha uma cor bege meio rósea, com diversas janelas decorando a parede. Nessas janelas haviam “barracas” vermelhas por cima, dando um toque muito adorável junto com as mudas de plantas. E ao lado esquerdo da porta repleta de janelinhas de vidro, o nome do Maid Café escrito em um mini quadro negro, daqueles com pés.

O lugar tinha uma aura agradável. As paredes eram pintadas de verde claro com alguns quadros enfeitando, e uma estante cheia de pratos e louças do que parece ser porcelana.

Não pude ver mais nada, pois uma cabeleira negra entrou em meu campo de visão.

— Bem vindo, mestre – a menina se curvou ligeiramente. Ela tinha olhos amarelados e vestia uma fantasia de empregada surpreendentemente fofa.

Eu respondi uma coisa muito inteligente, do tipo:

— Hã... tá.

— É a sua primeira vez em um Maid Café, mestre? – ela sorriu, e eu assenti friamente, tentando esconder a vergonha por ser chamado de mestre por uma garota bonita. Meu Deus, eu não levo jeito pra isso – Siga-me, por favor.

Ela me levou para uma mesa ao lado da escada de madeira. Entregou-me um cardápio e, como sou um cliente novato, indicou alguns dos pratos mais pedidos pela freguesia habitual.

Felizmente, estavam dentro do meu orçamento, o que deve ter sido o mais perto de sortudo que eu cheguei nesse dia.

— Eu vou querer um desse aqui — apontei, e ela levou meu pedido.

Friendzone

Sabe aquela sensação que você tem quando acha que está sendo observado?

Pois é, estou assim desde que entrei no Maid Latte. O problema é que não é um simples pressentimento:

Eu tenho certeza que o cara da primeira mesa vai enfiar o garfo na minha testa.

Desafiei a morte ao pegar uma colher e arriscar dar uma espiadela por meio do reflexo.

O loiro de olhos verdes usava roupas muito parecidas com a minha: um jeans largo, blusa azul com mangas por baixo de uma jaqueta verde e tênis preto. A diferença é que minha camisa não tem mangas e não uso nenhuma jaqueta.

E, é claro, não parece que estou indo matar alguém.

— Ei, Misa – chamei a garota de mais cedo. Ela veio com um sorriso um pouco forçado; deve estar cansada.

— Algum problema, mestre?

— Ah, bem – dei uma rápida olhada para o loiro, que pareceu apertar ainda mais o olhar – Você sabe quem é aquele?

Indiquei o psicopata com a cabeça, e Misa franziu o cenho.

— Hm, mais ou menos – respondeu – Por quê?

Ah, eu não sei. Por que será? Não deve ter nada a ver com o fato de que ele está prestes a tirar uma arma do bolso e atirar em mim.

Ela estava sendo tão legal que não tive coragem de falar isso.

— Ele parece meio... alterado.

'Alterado' é eufemismo. O cara tá possesso, na moral.

Ela suspirou, sorrindo mais forçado ainda.

— Peço desculpas pelo incômodo, mestre. Vou ter uma conversinha com ele mais tarde.

Arqueei a sobrancelha.

Eu percebi que a aura roxa e perigosa em torno do loiro aumentou gradativamente desde que Misa chegou para me ajudar. Ela também parece mais nervosa cada vez que olha para ele, o que acontece quase o tempo todo.

Eles poderiam...?

Ah, bem, não era da minha conta. Já bastam os meus problemas, não preciso me preocupar com a paranoia dos outros.

— Eu agradeceria se você pedisse pra ele parar – falei, tentando parecer desinteressado. Mas a verdade é que eu estava me cagando. Se esse tal loiro resolvesse me chamar pra uma briga, eu perderia com certeza. Até porque eu não sei brigar, mas sou especialista em apanhar.

Enquanto Misa parecia pensativa, resolvi beber um gole do meu café para ver se eu ficava menos nervoso com a situação.

A única coisa que me impediu de fazer isso foi um garfo que passou raspando por minha cabeça.

Um garfo.

Ah meu Deus, eu não disse que isso ia acontecer?

— V-Vai lá conversar com ele – sussurrei já não me importando em parecer desesperado – E diz que eu não sou uma amea- quer dizer, explica direito tudo.

— A-Ah, claro – ela falou com um sorriso estranho, muito parecido com o que minha mãe dava quando eu fazia besteira na frente de alguma amiga dela e ela precisava parecer que não queria me dar um tapa – Logo uma outra maid virá atendê-lo... ?

— Uchiha, Sasuke Uchiha.

Ela acenou uma despedida e foi em direção a uma outra maid de cabelos curtos. A gerente, eu suponho. Depois, foi para o loiro e literalmente o arrastou para fora.

Mina fortinha, hein?

— Olá mest... Sasuke?!

Virei para ver certa loira de olhos irritantemente familiares.

Ah, senhor. Por que que os loiros estão sempre contra mim?

— Ino?!

— O que você está fazendo aqui? – ela me fuzilou com o olhar.

— O que você está fazendo aqui?!

Ela bufou, mas sob o olhar 41 da mulher de cabelos curtos, endireitou a postura e sorriu tão falsa quanto seus cílios.

— Deseja algo, mestre?

Sorri maroto, vendo uma oportunidade.

— Hm, deixe-me refletir a situação – inclinei a cabeça para o lado, fingindo pensar – O que será que o Gaara faria ao ver a Barbie nessas... condições?

Ela estreitou os olhos.

Gaara e Ino sempre foram um tipo de “rivais”. Como os dois são pessoas altamente competitivas, vivem tentando decidir tudo com base em desafios – geralmente infantis e sem nenhum significado político ou moral.

Bem a cara deles.

Enfim, saber que a “Barbie mimada” trabalha vestida desse jeito e ainda por cima é forçada a ser gentil e amável com todos os clientes é praticamente achar petróleo para o meu querido amigo ruivo.

— Sua pessoa não presta.

Alarguei o sorriso.

— Eu sei, e gosto de tirar proveito disso.

Uma pequena vingança por roubar meu antigo MP3 e revender para jamaicanos.

— O que você quer para ficar de boca fechada, peste?

É melhor eu ficar longe da Ino por um tempo. Pelo menos enquanto ela estiver fora do Maid Latte. A loira parece estar prestes a socar meu pâncreas.

E eu não duvido mesmo que ela faria, se pudesse.

— Quero que descubra o que a Sakura gostaria de ganhar de presente – declarei, e ela cruzou os braços.

— Você finalmente tomou jeito, heh?

— Hã?

— Esquece – revirou os olhos – Mas por que você não sabe? Conhece ela há tanto tempo quanto eu.

— Isso não importa – disse, já que eu não queria admitir para ela que não sabia bem o que dar – Ah, e não pergunte diretamente. A Sakura é muito inteligente, e não vai demorar a perceber que eu estou envolvido nisso. Tente ser o mais discreta possível... se é que você consegue ser discreta, loira.

Ela tinha várias veias dilatando, mas só assentiu e mostrou a conta.

Eu sorri triunfante. Depois que Ino descobrir, eu só preciso comprar o bendito item – o que não deve ser complicado – e resolver a questão da festa.

E claro, planejar uma vingança contra o Naruto nas horas vagas.

Notas finais
Ok. Não me matem. Eu sei que não mereço vosso perdão por demorar a postar esse capítulo, e ainda por cima um capítulo pequeno e quase como um FILLER. Pensando bem, reconsiderem a ideia de não me matar. Eu sei que sou uma cretina que enrola pacas na postagem (o pessoal da minha outra fic deve estar querendo minha cabeça empalhada nas paredes, que nem aqueles alces nos filmes de lenhadores). *suspiro* De qualquer forma: Misa (Misaki Ayuzawa), Usui (Usui Takumi) e o Trio Idiota, além do Maid Latte - Kaichou wa Maid-sama! (anime, mangá de comédia romântica) Vou me esforçar para terminar o terceiro em um tempo perdoável - e que ele tenha pelo menos quatro mil palavras. Claro, com mais crossovers de outros personagens. ~ Sayonara
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.