Notas iniciais
esse é meu ultimo cap pronto, agora só quando minha mente quiser funcionar pra eu poder postar, ou alguem comentar, sei la.

POV Amber

– Ah! Droga, Ei pai! – meu pai minha madrasta com meus irmãos logo me encontram.

– Olá querida você está linda.

– Obrigada, você está um gato. Gente, e ai!

– Amber você tá da hora com o seu cabelo azul tipo muito firme, de mais! – Victor começa a falar em disparada e saltando o moleque é pura energia pra treze anos de idade.

– Valeu moleque eu também achei de mais, que tal da próxima vez que eu pintar você escolher a cor.

– Já é!

– Quando eu quis pintar meu cabelo ninguém ficou pulando de alegria – April revira os olhos – mas está bacana mesmo.

– É, mas tem uma grande diferença deu tingir meu cabelo, pra você tingir seu cabelo, afinal você já passou pela faze de preto na adolescência, nós ti salvamos de um desastre se não o próximo passo seria oque? Raspar o cabelo.

– Mas que tipo de pessoa pinta o cabelo de azul?! – Hey não pira Ellen calma respira tranquilamente.

Falo pausadamente a mulher com certeza não gostou contenho meu sorriso – Fale alguma coisa a sua filha Victor! – Oque! Ela ficou bonita relaxa mulher – É relaxa mulher – concordo com meu pai, e vejo a cara da minha madrasta ela não é má só me enche às vezes e esse é meu modo de tirar diversão para família eles amam que eu sei.

– Crianças vocês podem ir se divertir afinal isso é uma festa! – meus irmão partem como o diabo foge da crus, minha madrasta se despede e diz que vai encontrar suas amigas, papai me da o braço como um verdadeiro cavalheiro e começamos a circular .

– Querida tem falado com sua mãe?

– Não, no ultimo mês liguei pra ela e ela estava na Itália em uma conferencia de negócios da sua empresa, já tudo que ela faz trabalhar e trabalhar e sabemos por que ela se esconde ali. – ele sabe que esse assunto me trás nostalgia minha mãe e eu temos nossa própria relação ela de um lado do país e eu de outro, mas não a culpo foi melhor pra toda ela consegui sobreviver depois de tudo e essa foi à saída dela, enfim uma vez por mês eu falo com ela e já está de bom tamanho.

Depois de andarmos por todo salão cumprimentando amigos e futuros negócios papai me larga para que eu possa dançar com meus parceiros, a maioria quer a oportunidade de me cativar para que possa o apoiar na frente do pai, então enchem meu saco falando de suas aquisições e de propriedades que tem, e é ai que começo a usar meu charme por assim dizer o poder que um decote tem é incrível os idiotas abrem a boca como gralhas e se soltam a falar descubro que eu quero e caio fora assim que surge o convite do tipo “ a me acompanha depois daqui, vamos dar uma esticadinha até um clube, ou melhor que tal voarmos no meu jatinho qualquer dia desses” foda-se homens são insistentes.

– E ai querida?

– Não se preocupe tudo sobre controle, nós não vamos comprar aquela empresa de investimentos seus números não estão muito bons e não me arriscaria e quando acho que melhor direcionarmos algum dinheiro para agropecuária.

– Obrigada querida isso confirmo oque já pensava, você foi ótima, pode ir se divertir.

– Valeu pai – beijo o seu rosto e pego o beco.

Depois de sair do salão vou procurar um canto pra mim e se estou certa Emily provavelmente já encontrou o dela pela cara da sua mãe ela devia estar procurando ela. Meus pensamentos são interrompidos quando bato em algo, ai, que por sinal é bem duro.

– Foda-se, aoh! – olha pra cima já que estou sendo impedida de andar por alguém não algo.

– Ei! Acho que estava distraída, cuidado.

– Hum, ok, obrigada. – olho para seu rosto só que merda tenho que ergue a cabeça, o cara é alto tipo, muito alto e eu to usando um salto dez. – Cara você é grande, nossa! – ofego um pouco, e filha da mãe me abriu a porra de um sorriso, UM BELO SORRISO.

– É sim sou só que me dizem isso depois do SE... Ok – ele ri e continua com seu sorrisinho, seus olhos me examinam e param no meu cabelo. – foi um prazer litter blue. – tento falar, mas o cara já está indo, convencido tá! Só porque ele é uma porra, de dois metros de altura muito quente, ele se acha! Só pode imbecil.

Vou pro jardim leste e ali encontro um banco perfeito é bem grande e confortável estou longe o suficiente da festa daqui a alguns a horas eu volto, sorrio eu sou foda, pego minha bolsa grande e jogo no banco ali tenho tudo que preciso tiro meus salto ponho minhas chinelas, depois de guardar os sapatos me jogo no banco puxo algumas almofadas e fico confortável pego meu IPad, encontro a pagina que tinha lido e retomo minha leitura, eu sou viciada nessas porras não da pra largar, com os doces, salgados e alguns sanduiches do meu lado estou no paraíso, é sempre bom visitar a cozinha numa para momentos como esses, o pessoal do bufê já me conhece.

Depois de um bom tempo já estou relaxada e curtindo meu livro cara a Chloe com o Bennett são de mais eu já amo esses cretinos. Eu estou me divertindo quando começo a ouvir gemidos e...

– Mas que porra é essa?

Parece alguém conversando só que alto de mais, me levanto e ando em direção ao barulho, para na entrada do labirinto e vejo duas pessoas meio que discutindo eu acho, não o cara está tentando se largar da mulher e ela parece ser bem insistente, reviro meus olhos.

– Foda-se eu mereço – murmuro baixinho. Cruzo os braços e tomo uma posição.

– Ei! Os dois palhaços ai, da pra ir foder em outro lugar por que eu to tentando ler meu livro! –Falo firme, os dois se voltam pra mim estamos a uns dois metros e meio de distancia, mas fui clara.

– Olha não se meta nisso querida, isso não é da sua conta. – a mulher quando abriu a boca já me encheu o saco, essa dai deve ser uma vadia.

– Se acalme. — ele vira para mulher — Hum com licença estamos tendo uma conversa privada. – o homem fala e se aproxima, e escuto a voz do filho da mãe e sorrio.

– Ora, ora, ora – arqueio minha sobrancelha e me dirijo aos seus lindos olhos, porra que olhos! – Se não é meu salvador. – falo sorrindo pra ele, em seguida cravo meus olhos nele e falo duro.

–1 Eu cheguei aqui primeiro, 2 Não me interessa oque vocês fazem, 3 isso deixou de ser particular quando vocês interromperão minha leitura, 4 Caiam. Fora. Antes que eu bata em vocês.

– Hey little blue. – o cara é um puta de um gigante quando da mais um passo pra mim – Quem é... – o interrompo.

– Você?! Você é alguém que não me interessa, e eu acho melhor você pegar sua cadela ali e dar um passeio em outro lugar, por que pela cara dela eu acho que ela precisa de atenção. – sorrio pra mulher e dou um tchauzinho – Afinal o seu homem está falando com outra mulher depois da “coisa” de vocês ai.

– 1 Eu não sou seu homem, 2 Você tem uma boca muito rápida e perigosa...

– Você não sabe o quanto – sorrio pra ele.

– 3 Eu vou deixar você voltar pro seu livro, já acabamos aqui e... Obrigado pela interrupção – ele sussurra o final – Adeus litter blue.

– Tchau, tchau, grandão.

Saio pisando firme eu sei que ele está olhando pro minha bunda com certeza.

– Deus até que fim, paz e sossego.

Mas ai tudo se vai, eu mereço só pode, oh Senhor, Dilan sai andando de um caminho e logo atrás uma garota o acompanha. Ele a pega pela cintura.

– Se vocês começarem a se agarrar aqui eu vou começar a bater nos dois.

– Agente se encontra lá dentro querida. – Ele me olha e vem até mim.

– Nossa seu poder de sedução é formidável cuidado para não ser atacado na rua. – falo nostalgicamente enquanto tento ler, mas isso não rola – ele chega até mim se senta do outro lado do banco e se joga de maneira confortável então dividimos o espaço.

– Eu poderia te mostrar meu poder de sedução, agora, aonde você quiser.

– Querido eu não deixaria você lavar sua boca na minha nem em sonhos.

– Ai pode ser um problema já que não controlamos os sonhos, e quem falou em boca?! Eu estava pensando em algo mais divertido.

Eu me ergo e chego bem perto dele, olhos nos seus olhos e ele se anima. –Como disse só nos seus sonhos, quem sabe eu te visito hoje a noite. – eu volto.

– Acredite você vai estar lá porque eu já estou sentindo o movimento aqui em baixo.

– É só oque vai sentir.

Ele puxa se celular e começa a mexer. – Você que perde querida.

– Sim! Acho que está na hora de você voltar pra sua cadelinha ela deve está carente.

– Nha! De boa ela não era tudo isso não se preocupe, estou bem confortável aqui, e estar com você parece mais apropriado pra mim.

O olho tentando escolher minhas palavras já que sou do tipo que não tem filtro algum, e acabo dando um pequeno sorriso por tudo que já rolou nessa noite, e ter ele aqui não me parece tão ruim. Não sei ao certo oque sentir por ele, mas é algo bom e gosto desse jogo que fazemos desde que ele voltou, então encaro ele, e o mesmo ele faz.

– Há, gostei do cabelo você está quente com ele.

– obrigada.

E conversamos cada um volta a sua distração, rimos , falamos besteira, e sabemos mais um do outro, depois compartilhamos o lanche e ficamos assim um jogando com outro, mas nenhum movimento feito. É incrível o que um pouco de tempo faz e já temos uma merda de intimidade por mais que me custe admitir isso é a verdade.