Friends,Love, So crazy.
14 Capítulo 15
Notas iniciais
POV AMBER
O tempo passa rapidamente e já estamos em curso com a vida na escola as coisas se desenrolam normalmente eu estudo relaxo com meus amigos vou pra academia lutar e o mais incrível é que estou sendo perseguida, o filha da puta do Dilan está em todos esses lugares e não sei porque olhar praquela fuça dele me da vontade e bater nele, e se fosse só isso era bom o menino fica me olhando caralho já to pegando corda.
– Tá eu te aturo porque vamos à mesma escola e estudamos juntos, não posso fazer nada, somos do mesmo circulo e de boa, só que você vem na academia o mesmo horário que eu então tá! Se quiser me ver bota as luvas, vamos.
Viro-me indo em direção ao tatame, e ouço-o me seguindo, o sinto olhando pro meu corpo e não sei que porra eu mesma estou sentido, mais que merda! Ponho minhas luvas de treino de MMA a sim como ele, minha roupa de treino sempre é preta ou cinza e eu mostro muita pele já que treino no tatame e quanto menos roupa melhor e hoje estou usando um short cintura alta que chega ao meu umbigo, mas que não alcança o meio das minhas coxas, mas cobre perfeitamente meu traseiro e um top esportivo que cobre minha tatuagem das costas, e parece que ele notou tudo isso.
– Amber eu não quero lutar com você.
– Ai temos um problema porque eu quero chutar o seu traseiro então cala a boca e vamos começar.
Ele faz pose defensiva acho que o mané ainda não se tocou que eu não sou só uma menina que treina porque acha que isso tá na moda, patetão , esse sim é um bom nome pra ele e isso me faz sorri, quando ele diz vai eu vou e vou contudo , o filho da mãe é mais alto do que eu, e maior mais isso não me impede chutar o seu traseiro.
Dou um double-leg nele e isso com certeza ele não esperava esse é o bom movimento ,sempre surpreenda o adversário , com isso atraco nas pernas dele fazendo ele perder o equilíbrio , caímos eu ainda seguro as pernas deles forte mente ele está confuso pela ação que sofreu, logo reage e tenta me puxar de suas pernas por mais que estejamos lutando ele não vai me ferir isso é só um treino o que significa que eu poso chutar o traseiro dele e ele tem que se livrar de mim. Ele me pega pelas minhas axilas e puxa e não consigo segurar mais, então antecipo sua ação ele quer colocar as pernas dele na minha cintura, antes disso acontecer elevo minha perna direita e coloco meu joelho no seu ombro fazendo pressão, ele tenta se desvencilhar ele retira sua perna da minha cintura, assim livre estendo a minha perna esquerda no seu outro ombro e estou sentada no seu abdômen, mas ele ainda me tem segurando meu braço direto o que faz eu não dar um Jab nele, eu confesso que não quero feri-lo só acerta seu peito já tava bom.
Como fomos pro chão eu começo a usar o jiu-jitsu o mais praticado no mundo é o estilo desenvolvidos pelos Gracie e é minha arte preferida, ele entende oque vou fazer e o filho da puta se desvencilha das minhas pernas agora elas estão ama de cada lado de sua cabeça o movimento dele é rápido, eu vou fazer uma “chave de coxa nele ao estilo mulher” quando me impulsiono pra frente ele prende mais forte meu braço, passa o braço por debaixo da minha perna esquerda e me vira enquanto solta meu braço direto, ele enfia as mãos por dentro das minhas pernas e atraca no topo das minhas coxas por trás.
– Filho da puta! – eu falo, o bastardo me virou e nessa posição estou arreganhada na cara dele minhas mãos estão apoiadas no chão entre as pernas deles e se eu olhar pra baixo minha cara vai direto pra puta protuberância que ele tem! – Nós estamos fazendo um 69!
– Querida a vista daqui está ótima, mas se continuar a falar assim só vai deixar melhor. – ele estar rindo, e crava seus dedos nas minhas coxas e abaixa mais e caralho! Eu to sentido sua respiração e é um lugar bem privado, porra tento me mexer.
– Bastardo. – me remexo e se eu fizer o movimento que eu penso, isso só vai deixar minha vagina na cara dele enquanto eu apoio meus pés no chão pra tentar me levantar, e não vou fazer isso , porque sei que é isso que ele espera. – Nem fodendo eu vou fazer isso.
– O ponto é que eu estou bem aqui mais se você quiser sair tudo bem, tente.
– Ahhh!
Eu já cansei esse filho da puta vai ver, me jogo pra trás fazendo oque ele esperava a cara dele esta entre as minhas pernas completamente, e isso com certeza parece uma pose sexual as pessoas que estão na academia, dou uma sucessão de jabs na sua coxa direita o que faz latir como uma cadela, ele abaixa a guarda das minhas pernas, eu levanto uma e traço por dentro de suas pernas ele tenta me pegar, mas eu sou mais rápido com a perna presa no chão dou apoio ,e sento nele e giro minha outra perna e no movimento seguinte dou uma cotovelada nas costelas dele, ele se contrai , nessa hora com ele curvado consigo vira-lo e monta-lo, então o viro meu braço por debaixo dele e lento ele com o outro braço passo pela frente do seu pescoço puxo, estou montada nas costas dele e travando as duas pernas nele, faço um perfeito “espalhar o frango”.
– E então... gostou? – eu estou arfando quando falo mantendo a preção sobre ele.
– Você é uma cadela Amber. – ele tentar controlar a sua respiração eu não estou forçando sua traqueia então ele respira livremente. – mas confesso que a primeira posição foi uma das melhores e não que eu esteja reclamando de ter você se esfregando nas minhas costas.
– Desgraçado! Seu filho da puta , não adianta o que eu fizer nós vamos estar nos esfregando já que isso é uma luta. Mas você sempre vai levar pro duplo sentindo né?! — belisco a orelha dele.
– Hey! Isso não vale!
– Eu to cagando pras regras unificadas de conduta do MMA. – eu acho graças e belisco de novo sua orelha ela já está vermelha.
– Porra Amber! Tá eu faço o que você quiser, mas para mulher.
– ok! – eu começo a ri dele, eu não sei o porquê mais eu o aturo e gosto dele querendo ou não e ele está tão fofo fazendo beicinho, só que se eu falar ele nega morrendo.
– Primeiro para de ficar me olhando assim...
– Assim como? – ele me corta
– Como se... Como... A foda-se você sabe como.
– Hum interessante m eu olhar te incomoda, bom saber.
– Ah cala a boca moleque, eu só quero que ficar em paz, pra isso você tem parar de me incomodar.
– Claro. – ele diz rápido de mais, de repente e como minhas mãos não estavam o prendendo mais e sim no chão ele agarra um braço meu e me tira das suas costas me jogando no tatame, ficando entre as minhas pernas prendendo meus pulsos ao lado da minha cabeça.
– Bastardo. – eu estou arfando pelo susto.
– Tá agora você vai me ouvir. – ele sorri, ele está encima de mim com um sorriso filha da puta que eu tenho vontade de arrancar da cara dele, que por sinal esta bem perto da minha. – Eu não te persigo mais não posso fazer nada se nossas vidas são no mesmo lugar, com os mesmos amigos, fazendo as mesmas coisas. Eu também não vou negar que quero você. Porque isso já tá mais do que claro.
Ele abaixa mais o seu corpo no meu e o volume que eu sinto nas minhas coxas me faz pensar que não tenho como negar que ele fala a verdade. Eu engulo em seco, porque minha respiração começa a acelerar, e meu próprio corpo reage a ele e fode-se corpo traidor, Amber não pense com a parte de baixo eu repito pra mim mesma, mas... Caralho!
– Não posso negar obviamente oque eu to sentindo duro ai em baixo é prova.
– Então vamos ser práticos, você também me quer – ele olha diretamente pros meus seios e sorrir – Eu te quero você me quer, então quer sair comigo mais tarde pra jantar?
– Isso é um encontro? É melhor que seja.
– Com toda certeza. – sorrio pra ele, então foda-se tudo abro as pernas pra ele e me atraco na sua cintura, ele sorri ainda mais.
– Cala a boca e me beija. – e ele faz, sua boca bate na minha e arranca suspiros se pudesse respirar, ele ainda tem minhas mãos presas, mas faço força pra que ele entenda logo eu agarro seus cabelos o puxando pra mais perto porque dane-se o que eu pensava só quero a boca dele na minha e... Tudo fica quente pelo meu corpo. Nos devoramos, ele chupa meus lábios como se fosse sua ultima refeição, eu agarro mais apertado minhas pernas nele o que o leva ao limite, ele invade minha boca e toma tudo para si, eu dou com vontade devora cada espaço da sua boca puxo, tomo, pego tudo pra mim, saqueio sua boca e seu gosto explode na minha e eu quero mais, e ele também, uma de suas mãos está descendo pelo meu corpo e ele crava ela no meu quadril e puxa minha coxa mais perto dele e nesse momento ouvimos um dos instrutores.
– Vamos lá pessoal arrumem uma cama! – logo ouvimos as vaias e assovios dos outros que estão passando. Eu explodo em um riso e não paro assim como ele ri.
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