Friends and Lovers

3 The second ice bitch


Notas iniciais
CHEGOU! KKKKKKKKK, fiz esse um pouco maior para compensar a demora .-. Gente, eu aconselho ler, ao menos, esse capítulo: http://fanfiction.com.br/historia/439383/Fire_and_Ice/capitulo/6/ , porque eles são bem ligados em certas coisas, então, se alguém estiver com dúvida de qualquer coisa, é só ler ai, que vai entender rapidinho :D LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!

– Que cara de abuso é essa? – a voz de Rose ecoou pelo meu dormitório, fazendo com que eu sobressaltasse.

– O que você tá fazendo no dormitório da lufa-lufa? – virei-me para olha-la, ela se mexia os dedos, inquieta.

– Ah, como se eu nunca tivesse entrado aqui antes. – deu de ombros, enquanto caminhava até o meu lado e se sentava.

– Você deveria estar dando aula para o Scorpius... – sussurrei, e ela negou.

– A aula já acabou por hoje, nenhum dos dois estávamos animados com isso. – suspirou, como se algo estivesse errado. – Estou preocupada com você Lanna. – seus olhos azuis vibrantes começaram a me examinar, eu conhecia bem aquele olhar.

– Não precisa se preocupar, é que... – bufei, virando meu rosto para que ela não pudesse ler minhas expressões, coisa que ela fazia melhor que qualquer pessoa. – Eu não entendo. Desde quando ele tá afim da Emily? Quer dizer... – uma mão sobre o meu ombro, fez com que eu voltasse a encara-la.

– Essa é a primeira vez que te vejo preocupada com o Albus saindo com alguém. – apesar da súbita vontade de rir, mantive minha expressão séria.

– Não estou preocupada com o Albus saindo com alguém. Estou preocupada com o tipo de pessoa que ele está saindo, não é de hoje que todo mundo sabe o quanto eu “amo” aquela, arg, sonserina metida a besta. – joguei meu corpo para trás, deitando na cama.

– Vocês tendem a não se gostarem, lufanos e sonserinos tem personalidades bem opostas e acabam não se gostando. – uma risada rouca surgiu de meus lábios.

– Porra! – resmunguei. – Pensei que eram os grifanos e sonserinos, porque eu me dou muito bem com os garotos de sonserina. – cruzei os braços, e minha melhor amiga se deitou ao meu lado.

– Garotas da sonserina e lufa-lufa tendem a não se dar bem... – sua mão se agarrou a minha, como se quisesse me confortar. – Lanna, você não pode culpar o Albus por sair com a garota que você odeia, você vai sair com o Lorcan. – lembrou-me.

– Não vou sair com o Lorcan, estamos tentando ser amigos. – grunhi, apertando a mão de Rose, e sentindo um leve conforto naquela situação. Era engraçado como ela sempre sabia tudo que eu precisava, e sempre estava lá de uma forma que ninguém mais estava.

– Detesto ser estraga prazeres, mas isso não muda nada. – virei meu rosto para olhá-la, e ela mantinha seu olhar em mim, com uma expressão límpida.

– Mentirosa! – acusei, fazendo com que ela gargalhasse.

– Tá, não detesto ser estraga prazeres, mas isso continua a não mudar nada. Lanna, você vai para a festa do Slughorn com o Lorcan, seja um encontro ou uma dança com patinhos de borracha, para Albus, você está indo com ele, um dos “concorrentes” dele. Talvez, sair com a Frozen seja uma espécie de vingança... – acho que eu estava fazendo alguma careta muito esquisita, porque Rose revirou os olhos. – Vai, pode rir dos patinhos de borracha dançantes. – assim que ela terminou de falar, eu explodi em risos.

Não sei como ela pode prever o que iria acontecer, contudo, de algum modo, ela sorriu gentilmente e me puxou para um abraço, no exato momento em que as risadas se tornaram soluços e meus olhos começaram a transbordar uma quantidade excessiva de lágrimas.

O que merda eu tinha na cabeça quando me apaixonei pelo Potter do meio?

(...)

– Ela está fudidamente linda. – meu olhar seguiu o dele, e encontrei uma Lucy Weasley. Ela estava incrivelmente sorridente, ao lado de... – O que porra ela tá fazendo com meu irmão? – virei meu olhar para Lorcan e seus olhos expressavam fúria.

– Nem pense nisso. – afirmei, colocando minha mão em torno de sua cintura, para que ele não fosse até lá. – Ela já não está falando com você, se for até lá, vai estragar tudo. – ouvi um grunhido rouco sair de seus lábios, e aos poucos, sua respiração foi se acalmado. Seus olhos desceram, em direção aos meus, e eu sorri ternamente.

– Obrigado. – murmurou, antes de sorri gentilmente e encostar a mão em meu pescoço.

– Que nada. Somos amigos, sim? – pela primeira vez, eu vi o que as garotas viam nele. Ele tinha os olhos da mãe. Grandes, azuis e sonhadores. Não era a mesma coisa dos olhos de Rose, os dela demonstravam sabedoria, delicadeza e, as vezes, frieza, enquanto os dele tornavam seu rosto em um misto de inocência e profundidade. Era algo, realmente, incrível. – Você tem olhos incríveis. – acabei soltando, fazendo com que ele abrisse um sorriso torto.

– Obrigado. – franziu o nariz rapidamente, e percebi que ele olhava para algo atrás de mim. Suspirei, antes de virar. Esperava encontrar algum tipo de comportamento esquisito com Lucy e Lysander, todavia, encontrei dois olhos verdes nos encarando furiosamente.

– Só sabe agradecer? – perguntei, voltando a olhá-lo e tentando ignorar a sensação de estar sendo vigiada. Estava evitando olhá-lo, não queria me deparar com um beijo ou coisa do tipo.

– Você é tão engraçada Longbottom. – revirou os olhos, voltando a se encostar na parede. – Seu amiguinho vai acabar cortando o meu pescoço só com esse olhar delicado. – mordi o lábio e cruzei os braços.

– Deixa esse idiota olhar. – os olhos azuis do garoto se arregalaram, e um sorriso malicioso surgiu em seus lábios.

– Caralho, você é caidinha pelo Potterzinho. – revirei os olhos, lembrando de quando éramos pequenos. Lorcan e Albus sempre se desgostaram, talvez pelo fato dos dois serem filhos de melhores amigas, ou algo assim. Quando éramos pequenos, eu era mais próxima do Scamander, já que éramos, praticamente, vizinhos. Hogwarts mudou isso, e não mudou o desgosto entre os dois.

– Cala a boca Lorcan! – deu um tapa em seu braço, e recebi uma gargalhada em resposta.

– Você vai me mandar calar a boca quando eu... – ele parou de falar repentinamente. – Potter. – cumprimentou, fazendo com que eu virasse.

– Scamander. – Albus estava ali, de mãos dadas com Emily e um olhar de ódio profundo. – Lanna. – seu sorriso era irônico de mais. Algo estava errado.

– Frozen. – acenei com a cabeça, e cravei meus olhos naquelas duas orbes verdes, sentindo meu coração bater mais forte do que deveria. – Oi Al... – infelizmente, um sorriso fraco surgiu de meus lábios.

– Sobre o que estavam falando? – a voz de Frozen surgiu, tirando-me de meu transe.

– Lanna tinha acabado de me mandar calar a boca, e eu estava prestes a dizer que ela vai querer que eu cale a boca quando a sonserina ganhar da lufa-lufa, no jogo de sábado. – minha gargalhada foi alta.

Com exclusão de Emily, todos nós jogávamos quadribol. Albus e Lorcan jogavam na posição de artilheiros da sonserina. Enquanto eu era a goleira de lufa-lufa. Por isso, minha gargalhada foi tão alta.

– Você realmente acha que a goles vai passar por mim? – virei-me, jogando o cabelo para trás – esperando, do fundo do meu coração, que meus cabelos tivessem batido no rosto de Frozen. – e sorri sarcástica para o Scamander. – Sonha meu bem. – ele levou a mão ao meu rosto e piscou.

– Quer apostar? – não sei porque, entretanto, o modo como ele tocava meu rosto, fez meu corpo estremecer e minhas bochechas corarem.

– Pode crer. – sussurrei, afastando sua mão de lá. Isso estava começando a ficar esquisito.

Alguém pigarreou. Virei meu rosto em direção ao som, e lá estava Rose, com Peter logo atrás.

– Frozen, posso falar com você? – percebi que ela cutucou Peter com o cotovelo. – Quero perguntar uma coisa sobre o Scorpius. – sua voz não tinha qualquer tipo de emoção, seus olhos demonstravam um ar superior. Era quase engraçado vê-la assim.

– Claro. – Frozen beijou a bochecha de Albus, e caminhou em direção a ruiva que, sutilmente, piscou para mim.

– Pessoal. – Durrell deu um sorriso amarelo, como se estivesse totalmente desconfortável. Havia um copo, com algo não-identificado, em sua mão. Então, ele foi em minha direção, e tropeçou, claramente de propósito, derrubando o conteúdo do copo em Lorcan, que arregalou os olhos, imediatamente.

– PUTA MERDA! – gritou, chamando atenção de praticamente todo mundo. – Isso tá quente caralho. – dava para ver o olhar de pânico nos olhos do ravino.

– Claro, esperava que chá fosse frio? – franziu o cenho. – Desculpa cara, não foi meu propósito e...

– Caramba! Você tá bem? – a voz de Lucy fez o garoto trocar a expressão de ódio, por uma de dor, como se estivesse sofrendo por sua própria vida.

– Tá queimando. – sussurrou para a menina de cabelos castanhos, que parecia muito em dúvida sobre o que fazer.

– Vem, deixa eu te ajudar. – puxou o garoto pelo braço. Suspirei pesadamente, pisquei para o sonserino, enquanto um sorrisinho malicioso surgia em meus lábios.

– E-eu vo-vou pegar mais chá. – gaguejou o garoto, e saiu de lá, tão rápido quanto chegou.

Os olhos de Albus estavam cravados em mim, olhava-me com acusações silenciosas que ele não ousaria pronunciar. Logo, sua expressão foi se tornando mais fraca, como se ele carregasse um peso morto a muito tempo, e não aguentasse mais segurá-lo.

– O que tá ocorrendo entre você e o Lorcan? – deu para notar que ele tomava cuidado com as palavras que usava.

– Desde quando você está pegando a Frozen? – seus olhos se arregalaram em surpresa, e sua boca se abriu, como se fosse falar alguma coisa, mas logo a fechou. Abri um sorriso sarcástico. – Ah, que merda Potter... – senti meu coração bater mais forte. – Eu nunca ficaria com um cara como o Lorcan, que dorme com garotas como quem troca de roupa! – mentirosa! Você ficaria se esse alguém tivesse cabelos pretos, olhos cor de esmeralda e atendesse pelo nome de Albus Severus Potter.

– Então, por que veio com ele? – sua voz estava mais alta e mais agressiva que o normal.

– Porque ele está passando por um momento complicado, e, pareça ou não, nós fomos grandes amigos. – bufei irritada. – Você consegue ser tão idiota. – estava me preparando para sair de lá, contudo, Albus colocou a mão na curvatura do meu pescoço.

– Por que é tão difícil acreditar nisso? – aquela frase me pegou totalmente desprevenida. Meus olhos se arregalaram, e eu estava pronta para retrucar, quando...

– Albus Potter! – o garoto a minha frente arregalou os olhos, e soltou-me.

– Professor... – fiz uma reverência leve, o homem sorriu ainda mais.

– Senhorita Longbottom, está simplesmente linda. – sorri gentilmente.

– Obrigada... – mordi o lábio, antes de continuar. – Eu vou atrás da Rose, com licença. – afirmei, e sai de lá, não sem antes lançar um olhar magoado para Albus, que passou as mãos pelo cabelo, em um sinal claro de nervosismo.

Encontrei a Rose em um quanto qualquer, falando de forma tediosa, enquanto gesticulava para explicar melhor. Emily estava ouvindo e ao mesmo tempo, procurando uma forma de sair dali o mais rápido possível. Ambas estavam odiando a conversa.

– Rose! Finalmente te encontrei. – afirmei, aproximando-me.

– Longbottom, você viu o Albus? – a Fronzen perguntou, e eu senti uma cutucada em minhas costelas.

– Ele tá conversando com o Slughorn.

– Ah, vou salvá-lo... – brincou, antes de sair.

– Então...? – a minha linda amiga ruiva perguntou, enquanto enrolava o seu braço no meu.

– Você deve tá de brincadeira! – afirmei, virando me em sua direção. – Rose, não acredito que você fez isso! Quer dizer, por que você fez isso? Nah, me conta primeiro o que tu foi falar com a Frozen! – a garota mordeu o lábio inferior, antes de abrir um sorriso de quem fez coisa errada.

– Eu perguntei se ela achava que o Scorpius iria se incomodar se eu o conversasse com a minha avó para a família dele passar o natal com a gente. – deu de ombros, e percebi o porquê daquele sorriso.

– Você já falou com a dona Molly e ela disse sim, não foi? – o seu sorriso se alargou mais. – Rose, eu vou matar você! Arg, qual o seu propósito com isso? – ela cruzou os braços, como quem pensava sobre isso.

– Ah, sei lá. Acho que gostaria de ver vocês dois juntos. – revirei os olhos, não acreditando no que ela acabara de dizer.

– Pensei que não acreditasse no amor, fofinha. – ela negou com a cabeça.

– Lanna! Como minha melhor amiga, deveria saber que eu acredito sim, e acho amor uma coisa linda. Porém, não acho que eu vá encontrar o amor, só isso. – um sorriso malicioso surgiu em meus lábios.

– Fofinha, seguinte, você já encontrou, então, fica na tua. – seu rosto ficou vermelho, e ela negou com a cabeça mais uma vez.

– Eu e o Scorpius somos só amigos. – afirmou.

– Ainda, você vai ver, um dia vocês vão se casar, pode acreditar! – ela cruzou os braços. – Acho que vou atrás do Lorcan... – Rose assentiu.

– Se passar pelo Albus, pede a ele para me avisar quando for pro salão comunal, preciso falar com o Scorpius. – neguei com o dedo.

– Vai sonhando Weasley, não vou cair no seu truque. – ela suspirou pesadamente.

– Bem que tentei.

X

Não, com certeza não era o motivo certo, mas, não deixava de ser um bom motivo. E Emily era uma garota bem legal, não merecia um cara que só quisesse... Não merecia uma cara como eu. Então, por que não mudar? E eu estaria provando para Lanna que eu não sou um idiota, e que posso ser o tipo de cara que ela se apaixona. Então, se meu relacionamento com a Emily desse certo, eu esqueceria a Lanna, se desse errado, eu poderia, finalmente, ter uma chance com ela.

– Eu vou ver se o Scorpius tá ai, e aviso pra ele descer. – afirmei, enquanto adentrava ao salão comunal com Emily.

– Isso é estranho. – Emily afirmou, assim que adentramos o salão comunal. – A Rose, quer dizer. Ela sempre foi tão vaca, tão má com todos que não fossem a Lanna. E de repente, ela decidiu que vai ser um amor de pessoa com o Scorpius, e ele cai de quatro por ela. – bufou, como se isso a irritasse. – Ah, sei lá. Não sei o que achar dessa garota, só isso. – um sorriso sarcástico surgiu em meus lábios.

– Essa garota é minha prima, lembra? – dei de ombros. – E também não sei qual o problema dela. – Emily encolheu os ombros e sorriu torto.

– É, bem, estranho. – aproximei meu corpo do dela, colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha.

– Muito estranho... – sussurrei, descendo minha mão até a curvatura do seu pescoço, e aproximando meu rosto.

E eu não precisei fazer mais nada. Ela colou nossos lábios, passando as mãos pelo meu cabelo. Eu não esperava que fosse me sentir daquele jeito em um beijo, foi um beijo quente e estranho. Não era como se fossemos apaixonados, porém, havia um sentimento que eu não sabia qual era.

– Te vejo de manhã. – sussurrou contra os meus lábios, e sorriu. Colei nossos lábios, mais uma vez.

– Boa noite Ems. – sussurrei. Ela se afastou lentamente, e caminhou até as escadas. Fiquei observando o seu caminho, analisando bem o seu corpo. Seus cabelos negros contrastavam com a sua pele, e seu corpo tinham algumas curvas delicadas, Emily Frozen era uma das garotas mais bonitas que eu já conheci. Talvez, tão bonita quanto a Rose...

Rose! DROGA!

Subi as escadas correndo, e quando cheguei ao dormitório, recebi vários olhares feios pelo barulho, mas, Scorpius não estava ali. Então, desci as escadas, e logo sai do salão comunal.

– Ele não está lá. – ela respirou fundo.

– Tudo bem, vou esperar um pouco. – assenti.

– Quer que eu fique? – negou com a cabeça.

– Obrigada. – dei de ombros.

– Vou esperar mesmo assim. – Rose cruzou os braços, e se encostou na parede de pedras. – Então, o que rola entre você e Scorpius? – encostei-me ao seu lado. Por mais que não fossemos amigos, era extremamente reconfortante estar ao lado dela, e não receber um daqueles olhares frios.

– Ah, somos amigos, só isso. – assenti mais uma vez.

– Só... – respirei fundo. – Aconteça o que acontecer, não o abandone, por favor. – encarei o nada, enquanto falava. – Ele sofreu mais do que qualquer um, quando você decidiu mudar drasticamente de personalidade. – após eu terminar de falar, Rose demorou um tempo para responder.

– Não fiz porque quis. – sua voz era um tanto seca. – Mas, não precisa acreditar em mim, se não quiser. – voltei meu olhar para ela, que parecia concentrada em algo longe. – Eu não conseguiria deixa-lo, ele é uma das pessoas mais importantes da minha vida, no momento. – eu não ousei falar mais nada, ficamos em um silêncio bastante confortável.

Eu ainda não perdoaria a Rose, seja por qual motivo ela magoou tanta gente, sempre há uma outra opção, e ela fez a escolha errada. Contudo, naquele momento, todo aquele rancor que eu sentira nos últimos anos, desapareceu.

*

Notas finais
Pra quem não entendeu o nome do capítulo: Rose é a rainha do gelo. O sobrenome da Emily é Frozen, e meio que ela é uma vaca! E ela é bem fria, quando quer. Bem, cês ainda vão entender .-. Enfim... Gente, eu disse para lerem o capítulo acima, porque vou demorar a responder os comentários u.u Vou fazer aquela famosa cirurgia que a pessoa para de usar óculos, weeeeeeeee. O problema? Bem, tenho muito astigmatismo, por isso, minha cirurgia é mais complicado, e, ao que parece, vou ter que passar UMA SEMANA sem usar o computador e.e ISSO VAI ATRASAR A MINHA VIDA TOTALMENTE! Então, os capítulos vão demorar a ser escritos, logo, demoraram a ser postado, e os reviews demoraram a ser respondidos T.T Se, por acaso, alguma fic aparecer como abandonada, fique claro que NÃO FOI! Eu ainda estou aqui, beleza? E para aqueles que leem About Us, se eu conseguir postar The Four Players hoje, quando voltar da cirurgia, vai ser a primeira coisa que vou trabalhar em... PROMETO sz POR FAVOR! Pelo bem da fic, comentem, porque, provavelmente, vou voltar desanimada .-. (ISSO NÃO É CHANTAGEM! Prometo.) Beijos, e espero que tenham gostado ;****