Notas iniciais
Esse capítulo é narrada pela Maah. E tem algumas coisinhas que vão trazer tretinhas. Boa leitura

Ai que tudo essa festa, eu mal posso esperar pra ir. Eu sei que vai ter muita orgia, e mais, só espero que apareça alguém pra mim.

O dia tava passando até bem rápido pra quando você quer que chegue logo algo.

Liguei pra Mary uma trinta vezes e depois de um século ela me ligou de volta.

– Pra que tantas ligações? – Mary sempre com seu doce humor de todos os dias.

–ONDE TU TI ENFIASTE A MANHÃ TODA PESTE?

–Ei garota, quer me deixar surda?

–Quem manda você sumir e não atender as minhas ligações?

– Tá. Desembucha logo o que tu quer?

–Liguei pra saber que horas as princesas da Disney vão sair daí?

–Me chama de princesa da Disney de novo que eu arrebento o que tu chama de rosto garota! – senti o tom de voz dela mudar bruscamente.

–Sim vai responder ou não Poca? – esse apelido ela ganhou na sexta séria numa peça em que ela interpretou uma índia e nós a chamamos de Pocahontas. Mas ela nunca gostou desse nome.

–Desisto. – som de chamada encerrada.

O quê? Ah! Mais que merda! Garota sem humor, sem vontade de viver.

Ai que badalo, ai que horror. Esquece vou ligar pra Lully.

– Oi Maah.

– Ei eu tava falando com a Poca, mas ela não quis me dar a resposta.

–Pera. Quem ser Poca? – EU! – deu pra ouvir a voz da Mary gritando de longe.

–Pronto. Tá aí a sua resposta.

–Olha amiga. Eu acho que como a festa começa umas oito, sairemos nesse horário, já que não queremos abrir os portões da festa.

–Tudo bem. Passo aí uns dez minutos antes pra ir junto com vocês.

–Tudo bem. Estaremos esperando. Tchau.

–Tchau.

Pronto. Fácil. Fácil. Só a Poca que dificulta as coisas. Garota fresca.

Fui pro meu quarto. Eu fiz questão de escolher meu vestido sozinha sem a mamãe por perto. Porque da última vez que eu a deixei escolher eu me senti uma sardinha enlatada dentro do vestido.

Era como se eu fosse aquelas mulheres do tempo antigo que usavam aqueles espartilhos que apertavam até o...

O meu vestido tinha ficado perfeito em mim no provador da loja e esperava que ele ficasse assim também na festa.

Almocei e fui pro quarto dormir um pouco. Ainda tava muito cedo pra oito horas da noite.

O sono foi bom e eu sonhei umas coisas loucas do tipo: eu tava indo pra escola e do nada tinha um casal transando no gramado da escola, e pra onde eu andava tinha gente se pegando de todos os jeitos.

Até as meninas também estavam com alguém, e eu claro sempre sobrando. Aff.

Depois começou a tocar Champion da Pixie Lott e eu comecei a dançar no sonho, mas a minha pergunta era porque aquilo começou a tocar agora?

DROGAAAA!

Acordei dando um pulo maior do que aqueles maratonistas pro banheiro.

Eu saí correndo e percebi que não tava atrasada, mas sim SUPER/ULTRA/MEGA/ATRASADA.

Tomei banho, lavei meu cabelo lindo e maravilhoso porque chegaria lacrando na festa.

Não sei o que significa lacrando, vi no facebook e achei legal então comecei a falar.

Saí e fui direto pro quarto liguei o ar condicionado. Por favor não me julgue.

Eu não sou tão rica que nem minhas amigas pra ter central de ar em casa, logo, sem comentários com o meu ar condicionado.

Abri minha maleta de maquiagem e escolhi uma make super legal que achei na internet como se faz, ficaria legal e troquei apenas o excesso de blush dela, porque senão eu com certeza ganharia um concurso de cosplay do Coringa.

Fiz a maquiagem e vesti o vestido que entrou com uma facilidade ótima até chegar na minha cabeça e desfazer o meu penteado. Avá. Será que se arrumar sozinha é tão ruim assim?

Refiz o penteado, calcei o sapato e olhei no relógio.

19:30hs

QUÊ??? Mããããe! Me leva pra casa da Mary agora!

Espirrei o perfume por último e quase tive uma crise alérgica por causa dele. E desci as escadas.

–Nossa filha como você tá linda. – papai disse abrindo a porta do carro.

–Muuito obrigada pai. Mas dispenso os comentários eu necessito chegar na casa da Mary antes de ela decidir ir sem mim pra festa.

– Tudo bem.

Papai realmente identificou a minha pressa e só faltou voar com o carro pra casa da Mary. Chegamos lá em quinze minutos que foram os quinze minutos mais torturantes da minha vida.

–Tchau filha e tome cuidado.

–Tudo bem pai. – beijei o rosto dele – Eu estarei em boa companhia.

–Tchau meu amor.

Acenei assim que saí do carro e vi a porta da casa da Mary abrindo e as meninas saindo de lá.

– Ainda bem que você chegou, pensei que não vinha mais. – July disse descendo a escadinha da varanda da casa.

– Mil desculpas. É que eu dormi demais.

–Conta uma nova Maah – Mary falou andando na frente da gente.

– Você sabe como eu sou. Então não me surpreende sua calma.

Andamos em direção à festa, era na última casa do condomínio onde a Mary morava e de lá já dava pra escutar o som da festa.

Ai! Aquele salto tava me matando.

Entreguei os convites pro projétil de porte humano e entramos nossa aquilo era lindo demais. Olha que eu já fui em festas, mas aquela tava super demais.

Nós fomos pra dentro da casa/mansão e a July saiu pra pegar algumas bebidas e nesse tempinho o pegue-te da Lully chegou.

–Meninas vocês se importam se eu roubar a amiga de vocês um pouco?

–Não. Não. – e eu e as meninas nos viramos para a porta dos fundos.

– Amiga você acha que hoje ela pega de vez o médico gato? – perguntei pra Mary.

– Eu acho que se ela não fizer merda, ela consegue.

– Humm...

Eu bebi muitas misturas então depois de um tempo eu comecei a andar por aí e olha que nem parecia, mas aquele terreno era bem grande.

Só parei quando começaram a soltar uns fogos e tava tudo lindo até um louco esbarrar em mim e quase me jogar no chão.

–Ei! Seu idiota! Olha por onde anda! – olhei pra cima e não acreditei no que tava vendo. – Carlos?

– O-oi Maah né? – assenti. – Que bom.

Então ele me puxou pelo braço e me envolveu num beijo que nem eu esperava, mesmo que eu acreditasse naqueles beijos inesperados de filmes norte-americanos.

– Vem comigo. – obedeci na hora.

Nós subimos as escadas e foi quando eu vi o Brad se agarrando com uma garota e vi a Karol na sala acho que procurando por ele.

– Pera um pouco. Ei Karol! – ela olhou pra cima. – O Brad tá aqui.

Acho que ele não escutou e eu fui com o Carlos pro quarto no fim do corredor.

– Agora só nós.

–Mas e a Lu... – ele não me deixou completar e foi logo me agarrando e me jogando na cama.

Ele começou a tirar a roupa e eu também. Nossa ele tinha um corpo muito gostoso pra um branquelo alto. Mas mesmo assim ele excitava várias mulheres.

Ele começou a me beijar e junto ele colocava dois dedos dentro da minha vagina. Isso realmente me deixava louca.

–Ah... Por que não deixa eu fazer o que quero? – ele deitou de peito pra cima segurando o membro dele bem ereto.

–Fica a vontade que ele é todo seu.

Eu fui beijando ele e desci com a boca até o membro e comecei a sugar vorazmente e passava a língua nele de baixo pra cima fazendo o Carlos gemer alto.

Ele então mandou eu sentar e eu obedeci. Meu Deus. Como esse cara é gostoso.

Eu subia e descia e ele fazia o queria com meus seios. Até dizer que iria gozar.

Continuamos mais um tempinho e depois ele tirou antes que pudesse gozar dentro e jogou tudo na minha barriga.

Então eu não consegui fazer nada a não ser dormir. Só senti os braços dele me abraçando.

Notas finais
Por favor Reviews povo que lê isso. Essa fic é de vocês. Deem opiniões e falem o que quiserem. Desabafem kkkkkkkkk