Friendly Living

41 Capítulo XLI. Hiccup


Notas iniciais
E AI PESSOAL? Tudo bom com vocês? Eu vou bem sim, gente, estou com vontade de fazer algo, mas não estou identificando o que era, então resolvi vir aqui e postar mais um capítulo de FL neste lindo sábado para vocês! Sou uma boa pessoa. Bom, mas não vamos focar sobre a minha vida, right? Eu não sei se vocês vão gostar do capítulo, mas vou calar a boca para não dar mais spoilers sobre. Então, leiam rapidinho e nos vemos nas notas finais!

HICCUP HADDOCK HORRENDOUS

Hiccup estava com um mal pressentimento. E não era por estar vendo Astrid conversar com um bando de garotos que Hiccup não fazia ideia de quem eram, ele sabia que não era por conta disso; e sabia também que não era por estar vendo Merida e Flynn sentados em uma mesa, e conversando como se fossem amigos de longa data, ele sabia que não era por isso.

Mas algo ali... Algo ali não fazia sentido para Hiccup. Era como se estivesse faltando uma parte da festa, uma grande parte da festa. Era como se a festa estivesse incompleta ainda.

Uma parte da sua mente dizia muito bem porque ele estava sentindo esse incompleto na festa, mas a outra insistia em negar veemente com todas as forças possíveis que tinha.

Definitivamente não.

Olhou ao redor, tentando encontrar alguma coisa que lhe distraísse, enquanto esperava Astrid sair daquele rodinha de machos alfas — ela realmente não estava mentindo quando disse que não ficaria perto de Hiccup durante a festa. Queria muito poder conversar com ela, mas parte do seu cérebro dizia para não fazer isso. Conversariam sobre o que? “Oh, hei, Astrid, tudo bom? Então, que tal falar sobre o beijo que eu retribui a Merida enquanto namorávamos? Oh! Não? Quer falar sobre o quanto eu sinto a sua falta? Quer falar sobre como eu prefiro estar com você, mas que não me arrependo em ter feito o que eu fiz?”

Balançou a cabeça.

Deus, estou pensando coisa.

Olhou ao redor, tentando encontrar alguém conhecido. Quem sabe até mesmo encontrasse seus amigos que sempre frisavam que Hiccup os abandonou — o que de fato, Hiccup sentia que era verdade. Depois dos últimos acontecimentos não tem falado muito com eles, exceto por Fishlegs, mas é porque eles faziam a mesma aula de Artes (e Artes realmente é a aula para conversar, dormir, botar o assunto em dia, enquanto a professor finge estar dando aula).

Entretanto, não encontrou ninguém ali ao redor. Sentiu-se um tanto quanto sozinho e atordoado. Havia trago uma linda mulher para festa, que fez o favor de ir de encontro com os machos alfas; sua melhor amiga de fios loiros estava conversando com suas próprias amigas que eram da trupe líder de torcida; e a outra menina que Hiccup adorava, a de fios ruivos, estava sentada e rindo com aquele que Hiccup sentia prazer em odiar.

Droga, porque diabos ele não tinha mais amigos?

— Hiccup, posso falar com você?

Seu corpo inteiro ficou ereto, e Hiccup se arrepiou no exato momento em que ouviu a voz. O coração batendo forte, controlou sua respiração, e a sua expressão, tentando não demonstrar nada além de foda-se, eu não quero te ouvir. Claro que Hiccup não era expert nisso, mas considerando o fato de que ele já havia feito isso tantas vezes, estava realmente se tornando um expert — o que Hiccup, não admitia para si mesmo, mas no seu interior, ele sabia, era horrível.

— Hiccup, por favor! — a voz insistiu novamente, mas Hiccup permaneceu quieto. Seu corpo próximo ao bar de bebidas, as mãos dentro da calça social preta; os olhos percorrendo o salão.

Sem mais nem menos, Jack Frost se colocou na frente do amigo, com um rosto contorcido, e nada alegre.

— Qual é, cara! Olha, nós precisamos conversar, okay? — insistiu, mas Hiccup apenas desviou o olhar de Jack, olhando para qualquer lugar, qualquer lugar, exceto para aquele rapaz. Entretanto, Jack se colocou na frente dos olhos de Hiccup. — Hiccup, nós não vamos estragar uma amizade de anos, só por conta de uma baboseira que eu fiz! — exclamou, e Hiccup soltou uma risada sarcástica.

Uma baboseira.

Então era assim que ele via o jeito em que tratou Hiccup naquela tarde.

Uma baboseira.

Claro.

Porque não?

Era apenas uma baboseira.

— Hiccup, por favor, fala comigo! — Jack pediu, colocando suas duas mãos nos ombros de Hiccup e o chacoalhando. Hiccup fitou Jack com raiva nos olhos, e o albino rapidamente parou, mas não retirou suas mãos dos ombros de Hiccup. — Bom, isso, acredite se quiser, é melhor do que nada — comentou com um rápido sorriso se formando, e Hiccup desviou seu olhar para qualquer outra parte do salão, ainda se sentindo incomodado com as mãos do antigo amigo em seus ombros. — Nós podemos fazer isso a noite toda, a madrugada toda, eu não me importo!

Jack soltou um sorriso enquanto retirava as mãos dos ombros de Hiccup, e pela primeira vez, o moreno foi reparar que Jack estava sem a sua tipóia azul. Deu uma breve olhada em seu braço que estava dolorido, e não a enxergou ali. Franziu as sobrancelhas, mas logo voltou a olhar para o salão. A vida era de Jack, se ele não quisesse que aquele braço melhorasse logo, o problema era dele.

— Eu tive que tirar — Jack falou após alguns de silêncio ouvindo somente as batidas de uma música. — Eu não queria vir para a festa com aquele treco feio — complementou, e Hiccup se segurou para não revirar os olhos diante do comentário do albino. Claro, lá estava ele se importando com a sua aparência perante todos. — E além do mais, eu não queria que a Rapunzel me achasse um perdedor com aquele treco em uma festa — acrescentou com um meio sorriso, como se aquilo fosse engraçado.

Ele não falou mais nada, e Hiccup soltou um sorriso sarcástico.

— Ele não iria te achar um perdedor — falou, e logo sentiu os olhos de Jack sobre si. Deu uma breve olhada no rapaz, e pode perceber que ele sorria e seus olhos brilhavam. Um fio de esperança de que Hiccup poderia voltar a falar com ele; de que eles poderiam voltar a serem amigos. Um fio de esperança que Hiccup sentia vontade de esmagar. — Você já é um perdedor — acrescentou com o rosto sério, e toda a esperança que Jack tinha sumiu, junto com seu sorriso.

Ouch, isso doeu — o rapaz comentou, e Hiccup continuou fitando o antigo amigo, que agora encarava o chão. — Mas mesmo assim é melhor do que nada — deu de ombros, e voltou a fitar o amigo com um pequeno sorriso.

Hiccup voltou a fitar o resto do salão, na procura de ver Astrid sozinha, ou somente com as suas amigas de escola, que assim seria mais fácil chegar nela (era mais fácil enfrentar fêmeas alfas do que machos alfas).

— Olha, Hiccup, vamos conversar, okay? Vamos só colocar para fora o que estamos sentindo, vamos voltar a sermos amigos, vamos continuar com a nossa amizade de anos que sempre existiu, vamos... Vamos voltar a ser o que nós éramos! — exclamou, e Hiccup sentiu seu sangue ferver. — Eu sei... Eu sei que o que eu fiz foi estupidamente horrível, e eu sei que você deve estar se sentindo muito mal por conta disso, mas... Mas eu também estou, ok? Eu não me sinto bem em relação a isso, eu me sinto horrível, eu me sinto sujo, eu me sinto... Um estúpido, eu me sinto a pior pessoa da face da Terra, definitivamente eu me sinto a pior pessoa da Terra.

Completou parecendo um tanto quanto ofegante por ter falado tudo de uma vez. E aquilo? Ah, aquilo foi a gota d’água para Hiccup! Ele simplesmente não conseguia se ver voltando a falar com Jack naquela festa. Ele tinha planejado para que aquela fosse a noite perfeita para que ele e Astrid voltassem a namorar, para que ele se acertasse definitivamente com Merida; mas não, Jack definitivamente não estava em seus planos.

E ali, naquele momento, com Jack lhe pedindo desculpas de modo não convencional, e fazendo com que Hiccup se lembrasse daquela tarde repetidas e inúmeras vezes em sua mente... Ah, aquilo definitivamente foi a gota d’água para Hiccup. E naquele momento ele simplesmente quis que Jack sumisse da sua frente o resto da noite, que eles não se falassem mais naquela noite, e que ele parasse de ser tão... Jack!

— Hiccup? — o albino insistiu, e Hiccup ergueu a cabeça, fitando o rapaz de fios brancos na sua frente.

— Só saia da minha frente — sussurrou, saindo dali o mais rápido possível.

A ideia não era entrar na casa de Rapunzel — e Emma, ele definitivamente não poderia esquecer que aquela casa também era dela — e sim arranjar um lugar só para poder se concentrar em sua voz, confirmar que estava tudo bem, e que Jack seguiria sua ordem, não vindo falar com ele a noite inteira.

Mas Hiccup sabia que Jack era teimoso, sabia que Jack insistiria — como ele falou que poderiam ficar ali durante a noite inteira —, sabia que ele viria atrás, por isso uma parte de si entrou na casa para terem privacidade, e Hiccup poder xingá-lo o tanto que conseguir. Rapidamente procurou pela sala onde havia dito a Astrid que a amava na noite de Natal, e ficou feliz ao não ver ninguém nela.

Sentou-se rapidamente no sofá, e baixou a cabeça, apoiando-a em suas mãos, olhando o chão aos seus pés.

— Hiccup, por favor — ouviu a voz de Jack, e sorriu de modo sarcástico. Conhecia seu antigo amigo, querendo ou não, conhecia seu antigo amigo. — Eu prometo nunca mais fazer uma coisa dessas, prometo nunca mais ser estúpido como eu fui, eu prometo nunca mais ser... Eu prometo nunca mais te magoar, Hiccup, eu prometo-

— A questão não é essa — Hiccup sussurrou e Jack rapidamente parou de falar. — Você já se perguntou como é ser ignorado por seu próprio amigo na frente de jogadores idiotas de futebol? E principalmente como é ser tratado por ele como se ele nem o conhecesse sendo que vocês moram na mesma casa?! — exclamou irritado, agora olhando para Jack, que fitava Hiccup de modo apreensivo. — Você não sabe — concluiu.

— Me desculpe! — Jack gritou, se aproximando, e Hiccup sorriu sarcástico, apoiando suas costas no encosto do sofá.

— É fácil falar, não é? — o moreno indagou com a voz amarga fitando o de fios brancos. — Oh, me desculpe, eu quebrei seu braço! Oh, me desculpe, eu magoei seus sentimentos. Oh, me desculpe, eu beijei sua namorada. Oh, me desculpe, caro amigo, mas eu não desculpo! — gritou furiosamente, levantando-se e ficando de frente para Jack (ao menos eram da mesma altura, e Hiccup não se sentia inferior nem nada).

— E você quer que eu faça o que? — Jack indagou com a voz num sussurro, e Hiccup saiu de perto do de fios brancos. — Eu faço qualquer coisa, Hiccup, qualquer coisa para que você possa voltar a falar comigo, para que você possa ser meu amigo de novo! — exclamou com a voz embargada, e Hiccup negou com a cabeça, virando-se de costas para o de fios brancos.

— Não há jeitos de podermos ser amigos de novo — Hiccup sussurrou, cruzando os braços sobre o peito, e baixando a cabeça. — Não como antigamente — murmurou essa parte, temendo dar esperanças para Jack.

O fato era: queria ser voltar a ser amigo de Jack. Oras, eles foram amigos por dezesseis anos! Dezesseis anos! Dezesseis anos basicamente juntos, Hiccup estaria mentindo se dissesse que não sentia saudades de Jack. Sentia, e muito, mas se sentia muito mais magoado. Era isso.

— Podemos sim! — Jack exclamou com uma ponta de sorriso no rosto, ficando na frente de Hiccup e segurando em seus ombros novamente. Desta vez Hiccup olhou para o amigo e percebeu que seus olhos brilhavam. Mas não um brilho qualquer. Brilhavam porque eles estavam cheio de lágrimas. — Nós podemos voltar a ser amigos, podemos voltar a ser como antigamente! — exclamou com mais esperança ainda, e Hiccup se sentiu culpado, negando com a cabeça. — Nós podemos, sim, Hiccup! — Jack sussurrou, balançando os ombros de Hiccup. — Eu faço qualquer coisa, qualquer coisa para poder ter sua amizade de novo. Qualquer coisa, qualquer coisa que você quiser — murmurou forte, ainda com aquela ponta de sorriso nos lábios.

Hiccup baixou os olhos, deixando os braços que estavam cruzados caírem. A vontade de voltar a serem como antes estava ali, bem ali, no seu coração, mas o medo de que Jack fizesse a mesma coisa também estava ali. Hiccup conhecia Jack — esse era o problema. Jack nem sempre cumpria com que prometia. Para ele, várias promessas eram vazias, sem sentido, sem compromisso. E só foram faladas para que Jack se livrasse de algum peso, ou ganhasse uma confiança extra. Hiccup já havia sido alvo dessas várias promessas vazias.

Hiccup negou com a cabeça, sentindo as lágrimas invadirem seus olhos agora. Seu coração batia forte, e a vontade de ignorar tudo estava bem presente ali. Mas ele não podia fazer isso. Não podia.

— Porque? — Jack perguntou ainda segurando os ombros de Hiccup, e o moreno pode perceber que a voz do rapaz estava cada vez mais embargada, como se ele fosse começar a chorar a qualquer momento. Hiccup torcia para que ele não chorasse, pois choraria também. — Porque não, Hiccup? — insistiu.

Hiccup ergueu a cabeça, fitando o amigo, que tinha seus olhos cheios de lágrimas ameaçando a caírem.

— Suas promessas são vazias — sussurrou fitando o de fios brancos. — Você fala, mas não cumpre. Eu não posso confiar em alguém com promessas vazias e que pode me magoar novamente no próximo mês — completou ainda fitando o amigo, que deixou uma lágrima escorrer pelo rosto. Hiccup se sentiu culpado, mas nada fez.

— Eu não prometo nada então — Jack reforçou, outra lágrima escorrendo. — Eu não faço promessas, nem juramentos, não faço nada, só lhe dou a minha palavra, e Stoick promete ao meu favor — ele argumentou com um sorriso triste, as lágrimas escorrendo ainda mais. — Só... Só, por favor, volte a ser meu amigo — pediu, com os olhos ainda cheio de lágrimas.

Hiccup engoliu em seco.

Certo, o que eu faço?

Se perdoasse Jack, eles voltariam a serem amigos, talvez não como antigamente — Hiccup tinha certeza de que talvez ficaria com um pé atrás sempre em relação a Jack —, mas voltariam a ser amigos. Voltariam a ir para a escola juntos, não se evitariam mais, poderiam sentar juntos, conversariam sobe assuntos aleatórios, e Hiccup definitivamente teria seu melhor amigo de volta.

Mas... Mas e se ele fizesse tudo de novo? E se ele simplesmente deixasse de falar com Hiccup porque encontrou amigos melhores? E se ele conseguisse avistar novamente o poder, e se direcionasse a ele, e ignorasse Hiccup como fez anteriormente? E se ele simplesmente deixasse de ser o melhor amigo de Hiccup para poder ser alguém mais? Eles estavam indo para a Universidade, iriam se separar, iriam conhecer outras pessoas, iriam... Será que a amizade deles continuaria?

As perguntas viajavam na mente de Hiccup enquanto ele fitava Jack a sua frente com o rosto pálido cheio de lágrimas e os olhos com mais água salgada pronta para se dissipar. O que aconteceria?

Hiccup suspirou, e no segundo seguinte estava abraçando Jack, chorando em seu ombro.

Foda-se o futuro, foda-se as perguntas, que tudo se fudesse, ele queria seu amigo de volta, ele queria seu amigo de volta naquele momento. E teria seu amigo de volta naquele momento, por mais que no futuro eles não fossem mais amigos. Naquele momento, naquele segundo, naquele dia, eles eram amigos. E Hiccup não deixaria uma baboseira impedir que a amizade deles continuasse. Estava magoado? Estava. Mas sinceramente? Ignoraria qualquer sentimento ruim enquanto estivesse perto de Jack, porque precisava do seu amigo de volta.

— Você... Você me perdoou? — escutou a voz de Jack como um sussurro ainda abraçado ao amigo. A voz do albino estava embargada, mas continha um quê de felicidade que Hiccup não deixou de ignorar.

— Você é meu melhor amigo, como eu poderia continuar brigado com você? — Hiccup respondeu com as lágrimas embaçando sua visão da parede, sua voz saindo também embargada e com uma risada de felicidade.

Jack riu, e Hiccup o acompanhou na risada.

Eles eram amigos novamente, o quão bom era essa sensação?

— Nós estamos muito gays nesse momento — Hiccup acrescentou junto de uma risada, e Jack também riu, ainda abraçado ao amigo.

— Eu não ligo, eu tenho o perdão do meu melhor amigo, eu não ligo — o albino falou com um sorriso enorme, e abraçou ainda mais Hiccup, que retribuiu o abraço, sentindo-se extremamente feliz. — Obrigado, Hic, muito obrigado.

Notas finais
E ai o que acharam? HICCUP E JACK MELHOR BROMANCE EVEEEEER ~apenas~ Pessoal, pequena observação e pergunta: ficou muito exagerado? Sabe, como ascendente em câncer, eu tenho que dizer que posso ter dado um pouco de drama extra, mas ah, quem não gosta de um draminha a mais, né? Bom, mas o que importa é o que os dois voltaram a se falar e eu amei isso. Eu definitivamente não poderia deixá-los brigados (por mais que essa fosse a minha real intenção, acreditem, eu sou uma vaca grande e gorda), principalmente porque vai acontecer alguma coisa ai que... CABUM! Vai abalar geral, apenas. Apenas. Mas enfim amiguinhos e amiguinhas do meu coração, digam o que acharam do capítulo, o que esperam desse festa da Emma, que mal começou e já está abalando, e até o próximo final de semana. E AHHHHHH, SÁBADO QUE VEM COMEÇA AS POSTAGENS DO BATALHÃO TBF! AÊ!!! Quem ai está super mega ultra power animado? SIM, MESMO FOLKS, EU! Por favor, não se esqueçam dele, e façam uma visitinha para poderem ver as fanfics favoritadas e acompanhamentos por lá ♥ https://fanfiction.com.br/u/687666/ Okay, agora eu vou-me embora, quero muito assistir Clube dos Cinco ainda hoje (e sim, eu nunca vi esse filme, não me culpem, okay? Sou aquele tipo de pessoa que assiste o filme um século depois do lançamento, hueee). Mas assistam Fight Club e vamos conversar sobre esse filme que é magnífico de morrer, amém. Agora eu vou-me, bye, bye, amigos o//
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.