Frees Me

5 Morto No Quintal


Notas iniciais
Oooie, bom vamos a mais um capítulo. Mais antes vou falar do atraso de semanas, bom pra começar as provas do fim de bimestre, que cai entre nós é um saco, festa junina, e tals, bom então nas ferias vão ser também um capítulo por semana, talvez eu consiga postar mais, de pente , bom então leia e me fala aii nos comentários oque achou ( e pelo amor de deus não tenha preguiça de deixar um recado) BISOU.....BISOU e até domingo ( aéee todo domingo capítulo novo ) *3* xau gateeeenhos e gateeenhas

Eu estava sozinha, e um pouco frustrada pelo fato de estar sentada vendo somente uma menina loira, sentada no balanço de pneu em frente a minha casa. Alguém me tocou no ombro me virei e... Acordei gritando desesperada.

A porta se abriu e lá estava minha mãe com a cara preocupada, chegou perto de mim e se sentou na beira da cama, em seguida disse:

– O que foi querida, viu alguém? – Depois que ouvi ela perguntar se vi alguém fiquei com um pensamento confuso.

– Foi um pesadelo. – Olhei para ela com uma cara de quem não sabe de nada, porque realmente não sabia e perguntei. – Não vi ninguém, porque?

– Tem policiais lá no quintal. – Ela continuou com um certo medo. – Acharam uma pessoa morta.

Meu coração foi a mil, como assim uma pessoa MORTA no quintal? Levantei e corri até a janela do quarto, vi os policiais com equipamentos, e estavam com um saco preto, que certamente era o cadáver, um arrepio tomou meu corpo.

Minha mãe não me deixou descer, fiquei esperando os policiais irem embora, mas enquanto eles ainda estavam ali, fiquei olhando sem ser discreta, levei um susto quando a mão do cara por baixo do pano escorregou para fora.

Havia uma moça, aparentava ter pelo menos uns 35 anos, ela chorava como se o mundo dela tivesse desabado, certamente o homem de baixo do saco preto era seu namorado o marido. Depois dos policiais e a ambulância saírem dali, desci as escadas e tive uma surpresa ao chegar na cozinha, a moça que chorava aos prantos estava sentada em um banquinho, e tomava um liquido, que certamente era chá, meus pais e ela se viraram me observando, eu estava de pijama, roupão e pantufas ( que eram um pouco escandalosas por serem em formato de para de tigre), ela sorriu tentando ser simpática, mais notava-se que estava angustiada, minha mãe caminhou em minha direção com uma caneca, que na verdade era minha preferida, tinha alguns desenhos de livros, bem fofa, tinha chocolate quente e 3 marshimellow , eu agradeci com a cabeça e subi, percebi que estavam em um assunto que eu não poderia me intrometer, afinal suborno com coisas gostosas é tipo sair do local imediatamente, então retornei para o quarto.

Meu celular começou a tocar, já não me admirei quando vi que era Ian me ligando, uma certa parte de mim falava que deveria recusar aquela ligação, mis a curiosidade foi mais forte.

Atendi e ele disse:

– E ai, você ainda vai? – Ele perguntou bem animado.

Olhei no relógio que marcava 10:30 e respondi.

– Claro!

– Só pra confirmar, ah que tal irmos mais cedo, podemos almoçar no shopping, o que diz?

Fiquei pensando que não tinha conversado com os meus pais sobre isso, sobre ir almoçar com um garoto, principalmente com estilo Bady boy.

– Ann...tá pode ser!!

– Esta tudo bem? Sua voz esta diferente.

– Sim é que acabei de acordar.

– Ok... beleza, passo ai ao 12:00

– Fechado.

Desliguei e quando me virei em direção a porta, arregalei os olhos, minha mãe estava encostada na porta com um olhar confuso e preocupado.

– Meu deus mãe que susto, você ainda me mata do coração – Eu coloquei a mão no peito enquanto falava.

Ela me olhou desconfiada e disse:

– Já arrumou amigos, com quem vai sair?

– Ah...mãe eu ia descer já, pra te perguntar se por acaso e posso almoçar fora...com um amigo...no shopping...ele vai me levar pra conhecer!?

– Filha, mas hoje é domingo, e sempre almoçamos juntos aos domingos.

– Mãe eu sei, mas você mesma disse que queria que eu me enturmasse.

– É, mas depois de ir a escola.

– Mãe é só um almoço, e não sei por que esta tão chateada, o papai que começou esse ritual.

Eu não queria magoar minha mãe ou meu pai, só que eles tinham que entender, estávamos no meio do nada, e um menino que certamente popular e GATO, e simpático...enfim.Ela teria de entender afinal, eu tenho certeza que já passou por isso.

– Mas bebê, nem o conhecemos – minha mãe e essa mania boba de usar nomes bonitinhos na hora que quer algo e não quer discutir.

– Meu deus mãe ele só vai me levar pra conhecer o shopping e almoçar, isso não quer dizer que vou namora-lo – Talvez a ultima parte não seja totalmente verdade mas não iria admitir.

– Tudo bem querida, mas que horas vai voltar?

– As 16:00 o que acha?

– 15:30, e não conto ao seu pai que você esta saindo com um menino!

– OK – Dei-lhe um beijo e fui para o banheiro, minha mãe não contaria para o meu pai, porque ele acha que ainda sou criança, mas se ele considera uma adolescente de 17 anos criança, deus me ajude!

Voltei para o quarto, e já era 11 horas quando olhei para o relógio da penteadeira, escolhi uma calça jeans com estampa de notas musicais, uma blusa preta básica e uma jaqueta preta, estva meio nublado no dia, mais estava bem claro, sequei o cabelo e fiz um delineado e passei um brilho labial de morango, bem discreto, coloquei um coturno preto, e enquanto eu amarrava o cadarço dei uma leve olhada para o relógio, ainda era 11:30, decidi descer e beliscar alguma coisa, estava morrendo de fome, meus pais estavam sentados no sofá, meu pai mexia no notbook, afinal ele trabalhava com isso, ele era contador, minha mãe era de um grupo de mulheres que não trabalhavam e vendiam mary kay por robby, mais não ficava em casa tanto quanto parece, pelo menos era assim na nossa antiga casa era assim.

Depois de pegar uma maça voltei para o quarto, peguei uma bolsa pequena preta com franjas, e coloquei um gloss, minha carteira, fone de ouvido, e o celular, desci para baixa e me despedi dos meus pais apenas falando:

– Bom...ja ou indo, vou sair com algumas amigas! – Quando abri a porta meu pai falou:

– Onde você arrumou amigas? Estamos aqui a pouco tempo !! – Molhei os lábios e disse:

– As amigas da mamãe tem filhas! E ela me ajudou! – Minha mãe sorriu para o papai e ele disse:

– Tudo bem! Quer que eu te leve?

– Não! Elas vão me pegar aqui!

– Humm! Juízo!!

– Pode deixar.

Descendo a mini escada em frente a casa, fui andando um pouco a frente ao ponto dos meus pais não ouvirem o barulho da moto.

Um sininho tocou soou no celular dentro da bolsa, peguei o celular na mão e vi no visor que avia uma mensagem de Ian que dizia:

Daqui 15 minutos estou ai.

No relógio do celular marcava 11:45, ele era bem pontual pelo jeito. Enquanto esperava, jogava no celular.

Depois de um tempo, já era 12:07, Não me preocupei afinal oque são 7 minutos de atraso. Pisquei 2 vezes olhando para o celular e depois comecei a ouvir uma moto se aproximando, ele estava vindo, quando chegou tirou o capacete e desceu da moto, ele usava uma blusa preta com uma jaqueta da mesma cor e um jeans azul, um sorriso lindo vinha até mim, quando chegou pertinho, me entregou um capacete preto, e disse:

– Vamos? – Eu só sorri afirmando que sim, ele caminhou até a moto tomando a dianteira, parou e deu uma leve virada no pescoço focando o olhar em mim até que eu chegasse ao seu lado, ele me perguntou em seguida:

– Quer ajuda pra subir?

– Não precisa – Ele sorriu e subiu primeiro, eu me apoiei no pedal e também nos seus ombros, depois que subi, ele colocou minhas mãos em volta do seu corpo, tinha a maior certeza no mundo que fiquei vermelha.

Depois de um tempo, percorrendo nas estrada, a cidade apareceu a nossa frente, e ele seguiu pela avenida, e chegamos ao estacionamento do shopping, ele estacionou em uma das vagas para moto.

Notas finais
Domingooo tem outro desse aiii!!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.