Fraqueza Ou Força?
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Como eu fiquei fora tanto tempo, nada mais justo que fazer atualizações rapidas. Vou tentar postar mais um em breve, não garanto mais vou tentar ;)
-Agora a calcinha. Novamente a rainha obedeceu, ficando completamente nua sentada em sua cama, olhando fixamente para a loira só de blusa que estava em pé em frente a cama. -Agora coloque os dois braços para a frente. A morena não estava entendendo nada, e então perguntou: -Pra que? O que você esta pretendendo? -Eu já te disse que hoje eu dou as cartas meu bem. Apenas siga as instruções e só volte a falar quando eu pedir, entendido? Regina não estava acostumada a não estar no controle, mas ela havia dito que faria tudo o que a outra quisesse, agora já não tinha volta. Então ela assentiu com a cabeça, ficou de joelho e colocou os braços a frente. Nesse momento Emma subiu na cama e também ficou de joelho em frente a outra, começou a beijar carinhosamente os braços estendidos e então levantou o cinto e começou a amarrar nos pulsos da rainha. Quando a morena percebeu o porque do cinto ela suspirou aliviada, por um instante ela sentiu medo, e percebeu o quanto havia sido boba, Emma não a machucaria, quer dizer, não tanto, nada que a ferisse. A loira sorriu diante do suspiro aliviado. -Você achou que eu a machucaria? Eu nunca faria isso, a não ser que você queira. Isso, minha querida, é pra você saber como é querer tocar alguém e não poder — disse a xerife sorrindo. Regina sorriu. Estava agora com os braços presos, o cinto não a estava machucando só não a deixava se mover. Emma começou a beijar o corpo nu da outra mulher carinhosamente, e foi a deitando na cama colocando os braços presos para cima, agora Regina estava deitada completamente nua, com os braços acima da cabeça completamente vulnerável, era uma sensação nova, mas ela estava adorando. A xerife foi beijando cada parte do corpo da morena, arrancando cada vez mais suspiros e gemidos. Chegou aos seios e circulou os mamilos rijos lentamente com a língua, seguindo de leves chupadas. Enquanto trabalhava com a boca em um seio, acarinhava com a mão o outro. Regina já estava gemendo cada vez mais alto, e sem querer soltou um leve grunhido quando Emma deixou os seus seios. A xerife foi descendo, tocando, lambendo e beijando todo o corpo da sua rainha, ao chegar ao ventre beijou-o carinhosamente e desceu para a coxa, provocando novamente um grunhido de desaprovação de Regina que queria os lábios da xerife em outro lugar. Ainda assim Emma não foi para o ponto onde a rainha tanto desejava, continuou a provoca-la, beijou as suas coxas, passou levemente o rosto por toda a extensão de suas pernas, beijou os seus pés e voltou a subir fazendo uma trilha com a boca até muito perto do centro da morena, ao chegar ali parou e levantou o seu corpo. Ficou completamente parada olhando para o corpo da sua rainha e para a expressão de agonia que ela fazia por ter os carinhos interrompidos. -Emma, não faça isso comigo disse Regina meio choramingando. A xerife não resistiu e riu. -Lembre-se minha querida não fale até eu mandar. Mas já que você está com vontade de falar eu quero que diga de quem você é, a quem você pertence. A ex-prefeita estava se contorcendo de desejo, precisava da loira novamente em seu corpo, então logo disse baixinho: -Eu sou sua. -O que? Eu não ouvi direito. -Eu sou sua falou um pouco mais alto. -Ainda não estou ouvindo. -Eu sou sua Emma disse alto. -Vamos Regina, você pode fazer melhor que isso, não me quer novamente em seu corpo? -Eu sou sua, completamente sua Emma como eu nunca fui de ninguém explodiu a morena. A xerife ficou satisfeita e então beijou apaixonadamente a sua mulher que trouxe os seus braços tentando prender a outra a seu corpo. -Nada disso mocinha, mãos para cima sussurrou a loira no ouvido da rainha. -Emma, você está me torturando, eu preciso de você, preciso de tocar, preciso te sentir completamente como se fossemos uma. -Minha querida, você se lembra da regrinha de não falar? Não seja desobediente ou eu posso ser muito mais malvada que isso disse a xerife e logo tornou a beijar a outra que devorava a sua boca com uma urgência nunca demonstrada antes. A loira terminou o beijo, se afastou e falou com um tom de ordem: -Vire de costas. Regina olhou com uma cara de surpresa, e logo seguiu a instrução. A vista da morena deitada de bruços era linda. A pele macia das costas, o bumbum firme e redondo, tudo estava deixando Emma cada vez mais excitada novamente. Ela começou a beijar o pescoço, acarinhar levemente as costas, e foi descendo os lábios vagarosamente por todo o corpo da ex-prefeita ao chegar as nádegas deu uma leve mordida que arrancou ainda mais suspiros da rainha. Desceu para as coxas tocando bem devagar e lentamente o seu interior. Regina se mexia, gemia, suspirava, estava completamente louca de desejo, nunca havia estado tão submetida a alguém. Ela era a dona do jogo, ela dava as cartas, não estava acostumada a estar do outro lado. Mas sem dúvida estava valendo a pena, muito poucas vezes tinha sentido tamanha excitação, tudo o que ela precisava era ser tomada rapidamente pela sua xerife, estava completamente perdida no seu próprio desejo ao ser despertada pela voz suave e ao mesmo tempo autoritária da loira:
— Fique de joelhos. A morena não entendeu o que exatamente a outra queria, mas Emma foi tocando o seu corpo e a colocando na posição que ela desejava. Foi empurrando levemente as pernas da rainha colocando-a de joelhos e pressionando o tronco para baixo a fim de que ficasse com os seios e um pedaço da barriga tocando a cama, pronto: estava completamente exposta. Emma se colocou de joelhos atrás dela apreciando a vista da sua mulher completamente entregue, via perfeitamente o sexo da outra e seu bumbum empinado. Ela queria torturar a outra mais um pouco, faze-la sentir a excitação que ela havia sentido, mas também a queria muito, não estava mais aguentando precisava sentir o gosto da sua mulher, então começou a lambê-la por trás. Regina se arrepiou e gemeu alto, precisava desesperadamente da outra dentro dela. Emma continuou a brincadeira, alternando lambidas, chupadas e leves mordida que eram acompanhadas vez por outra por leves tapas nas nádegas da rainha. A ex-prefeita estava perdendo os sentidos, completamente tomada pelo desejo, gemia descontroladamente e quase ficou louca ao sentir a loira parar, e juntar o sexo dela ao seu, a fricção era deliciosa. A xerife segurava a morena pelos quadris e esfregava com força e velocidade o seu centro contra o da outra, depois diminuía a intensidade e então voltava ao ritmo anterior. Os gemidos das duas se misturaram, a rainha estava a ponto de receber o alívio e então o ritmo diminuiu novamente, não aguentando mais pediu: -Emma você vai me enlouquecer, por favor me tome de uma vez. Ao ouvir a suplica de Regina, a xerife parou imediatamente e disse: -Eu te disse para não falar enquanto não fosse solicitada, minha querida, e como punição eu tenho algo pra você. Vire-se, fique deitada de frente pra mim. A morena quase enlouqueceu, ela estava tão perto, parar naquele ponto era torturante, mas dessa vez não ousou retrucar, não queria ter ainda mais punição, então fez exatamente o que a outra ordenara. Deitou-se de frente para a mulher que a possuía completamente e a olhou nos olhos como se suplicasse, mas isso não pareceu despertar nenhuma compaixão na outra que logo disse: -Ontem tudo o que eu queria era ter você nos meus braços, te tocar, te sentir, te provar, mas tudo o que ganhei foi uma excitação enorme que não pode ser aliviada já que eu durmo no mesmo quarto que o meu filho. Nem me aliviar sozinha eu pude, então como punição para a sua desobediência você vai ver, sem poder me tocar, o que eu teria feito pensando em você se não tivesse ninguém em casa, mas pra você não achar que eu sou completamente má, vou deixar que você fale se quiser falou a loira que estava de joelhos na cama passando as mãos pelo seu corpo até parar uma em seu próprio seio e outra no seu sexo tocando devagar. -Emma, você vai me matar, me deixa te tocar, me deixa sentir o seu corpo. -Não minha querida, hoje eu sou a sua rainha má disse entre gemidos, enquanto colocava profundamente os dedos dentro de si e apertava seu seio. Regina se contorcia na cama, estava ficando desesperada de tanto desejo, ela já estava a ponto de enlouquecer antes, agora vendo aquela loira linda se tocando em sua frente tinha sido o golpe de misericórdia, não estava aguentando mais. -Por favor Emma choramingou a mulher que costumava ser quem dava as ordens e que agora estava completamente vulnerável. -Implore disse a xerife aumentando a velocidade dos seus próprios toques. — Por favor Emma, eu não estou aguentando mais eu preciso de você dentro de mim agora. -Não precisamos de eufemismo aqui, você ainda não me convenceu. Quero que diga com todas as letras. Regina respirou fundo e então despejou: -Emma, me come. Eu quero sentir a sua língua, os seus dedos dentro de mim, eu preciso gozar. A xerife nunca tinha ouvido a ex-prefeita tão explicita, toda a sua compostura de rainha havia caído por terra. E era exatamente isso que a loira queria, faze-la deseja-la tanto a ponto de perder o juízo. E então finalmente atendeu à sua suplica, tirou os seus dedos de dentro de si e colocou-os dentro da outra enquanto lambia o seu clitóris. Regina gemia alto, gritava, chamava por Deus, falava repetidas vezes o nome de Emma, até que muito rapidamente foi atingida por uma onda de prazer tão forte que ela perdeu a noção de tudo por alguns segundos, até que voltou a sentir os dedos e a língua da xerife ainda a tocando, sentiu a excitação voltar e já estava perto do segundo orgasmo quando a xerife parou, colou os sexos das duas e começou a se movimentar rapidamente e com força, aumentando cada vez mais o contato até que as duas atingiram juntas, pela segunda vez naquela manhã, mais um orgasmo. Emma sucumbiu sobre a rainha, os corpos suados das duas estavam colados, os corações batiam acelerados, as respirações estavam irregulares, mas não podia haver sensação melhor do que aquela. Elas ficaram paradas e em silencio durante um tempo, até conseguirem recuperar as forças, então Emma começou a se levantar e tirou o cinto dos pulsos de Regina, e logo beijou a região que estava levemente vermelha, pela força que a rainha tinha feito pra tentar se libertar nos momentos de desejo intenso, e então quebrou o silêncio: -Pronto, você está liberada, não precisa mais realizar os meus desejos. Regina riu e disse: -Eu não preciso, mas eu quero. Me diga o que você quer de mim agora? -Me abraça? disse sorrindo com um olhar doce. -Isso é tudo o que eu mais quero falou e logo puxou a xerife para os seus braços, a beijou ternamente e ficaram agarradinhas, curtindo o merecido relaxamento. -O que você acha de um cochilo? perguntou a loira Eu não dormi a noite toda e te tirei da cama logo cedo. -Eu adoraria minha linda, mas já não está tarde? Você pode ficar aqui tanto tempo? -David levou Henry para treinar, e eu deixei um recado para Mary Margaret dizendo que faria uma ronda e que depois viria conversar com você. -Você disse a ela que viria conversar comigo? Tem alguma coisa que você quer me dizer? Hum... O que os Charmings estão tramando? -Eu vim aqui para resolver esses nossos assuntos, e pra te fazer uma proposta, mas o que acha de deixarmos essa conversa pra depois do cochilo? -Tudo bem minha querida, eu estou louca pra dormir nos seus braços. Depois você me diz sobre o que quer conversar, e eu brigo com você pela tortura que fez comigo disse a rainha sorrindo. -Vai me dizer que não gostou? provocou a xerife. -Não vamos falar disso agora, senão eu vou ficar novamente naquele estado, e agora nós precisamos de um pouco de sono. -Como quiser minha rainha. Elas se aninharam uma ao corpo da outra e rapidamente dormiram o sono mais tranquilo de suas vidas.
Notas finais
Esse foi sem dúvida o capítulo mais explicito que eu ja escrevi, ficou vulgar? Podem dizer minha gente. Bjos.
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