Four: New beginning
6 Capítulo 5
Notas iniciais
POV Quatro
Quando cheguei na casa da Bia ainda era quinze para as oito fiquei ali fazendo hora até dá oito horas e então bati na porta quando ela abriu fiquei de queixo caído ela estava incrivelmente simples e fantástica.
–Onde nós Vamos ? -Ela perguntou.
–Um doa meus lugares favoritos.
–Huum, e qual seria esse lugar?
–Huum, surpresa.
Ela ri, uma risada gostosa, paricida com a de uma criança inocente.
Eu sorrio.
Planejei a tarde inteira o lugar que eu levaria ela, aqui não tem muitas opções precisa ser criativo e isso é uma coisa que não sei muito então eu liguei pra Cristina, ela me ajudou abessa.
Quando estávamos chegando no lugar desejado ela soltou uma gargalhada repentina e disse:
–Vamos ao edifício Hancock ? Você quer que desça na Tirolesa?
–Oh não, eles tiraram a tirolesa de lá está em outro edifício, agora o Hancok é um tipo de memorial.
–Nossa eu não sabia, mas porquê ?
–Lá em cima eu te explico.
–Ok
Subimos o elevador aaté o cem e entramos no terraço e então tinha um mesa de jantar prontinha a luz de velas Cristina pensou em tudo a cara da Beatriz era incompensável. Ela formou um O com a boca sorriu e disse:
–Ninguém nunca fez nada tão lindo pra mim.
Eu sorri e fiquei um pouco sem graça.
Puxei a cadeira pra ela sentar servi o suco e então tirei a tampa da bandeira nem eu sabia o que era. Cristina fez macarrão.
–Então porque esse lugar? -Ela perguntou dando uma garfada bem grande no macarrão.
–É complicado explicar.
–Tenta. -A noite seus olhos ppareciam mais vivos, e sua companhia me fazia me sentir assim: Vivo.
–A garota de quem eu te falei esse era o lugar favorito dela, mas não o meu eu tenho pavor de altura, ela foi corajosa e pulou na tirolesa.
Uma lágrima ia formando em meus olhos, era difícil falar dela, era difícil estar num lugar assim mas eu precisa fazer isso, quando a lágrima desceu do meu rosto Bia me olhou e com o seu polegar limpou minha llágrima levemente.
–Eu vou eentender se não quiser contar. -Ela disse.
–Não, eu preciso. E ela amou esse lugar, e foi aqui que eu joguei as cinzas dela, enfrentando meu medo por ela.
–Um gesto lindo. Você deve ter a aamado muito.
–Sim eu amei. -Respondo lembrando de que nunca tive um momento assim com ela.
Depois de contar tudo a eela, ficamos conversando sobre as pessoas e rindo de muitas coisas eu contei a verdade que eu não tinha planejado isso sozinha e que tive uma ajuda bem grande ela riu e disse "eu sabia".
Fomos pro meu apartamento aainda era nove horas e então resolvemos assistir um filme.
Quando chegamos lá ela ttirou a jaqueta e ficou só com aquela regata branca aquilo me deixou pensando o que cotinha debaixo dela.
–Senta, escolhe um filme. -Eu disse dando a ela um caser cheio de filmes que eu tinha pego lá no Departamento.
–Ok.
–Vou fazer pipoca.
Tirei a camisa ppois estava com calor, quando voltei pra sala não tinha me dado conta de que ainda estava sem a camisa, só me dei conta quando ela olhou pro meu abdômen e sorriu.
–Isso não se faz Quatro. -Ela sorriu.
–Me faz um favor ? -Eu disse sentando do lado dela e passando os braços envolta dela e ela se aconchegou em meu colo.
–O que quiser.
–Me chame de Tobias, tudo bem ?
–Eu prefiro assim. Quatro é meio esquisito.
Fiz cócegas nela, e ela ria daquela mesma risada gostosa.
E então eu a beijei de novo.
POV Beatriz
Segurei ele forte dessa vez como se ele pudesse fugir de mim, beijei ele com força com vontade, sentia sua língua percorrer minha boca com selvageria, ele me pegou no colo e me pressionou na parede, pecorri suas costas com os dedos, passei a mão em seu abdômen defenido, segurei seu cabelo com força e podia sentir sua respiração, como se fôssemos um só corpo e então ele me joga na cama mas não forte pra me machucar mas forte o bastante pra me enlouquecer. Ele sorri pra e mim então o puxo pra mais perto beijo o de novo, e então ele tira a minha blusa e depois eu tiro sua calça e então nos amamos, era tudo tão perfeito que não queria que aquele momento acabasse.
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