Four-Leaf Clover

2 A Chegada da princesa “Drácula”


Notas iniciais
Aloha, obrigada especial para a Mandy Chase que deixou um review :3 :3 Aos demais que tão acompanhando e não querem comentar obrigada de qualquer forma também. E para os que acham que só porque leu Appear já sabe o que vai rolar aqui, deveria prestar mais atenção e ler de qualquer forma que varias mudanças foram feitas. :v Parte do banheiro foi escrito com a ajuda do Doug para trazer uma pouco mais de "realismo" ao momento

6 semanas antes…

Abaixei o livro que lia de maneira monótoma e sem vontade. O avião estava, no máximo e mais absoluto possível, tentando se acomodar nos braços do silêncio. Tirando alguns roncos, tanto baixos quanto altos que vinha da segunda classe e ate mesmo aqui na primeira. Um lado bom e outro ruim sobre voos noturno…

Um senhor rechonchudo mantinha a boca aberta no mais profundo sono, podia-se ver a pequena mancha úmida sobre seu peito. Os fios e gotas de baba escorriam caindo e aumentando o tamanho da mancha. Ao canto uma mulher de pele morena mexia freneticamente em seu tablet e chegava alguns papéis de sua maleta. E mais ao canto no meu rumo e campo de visão um homem de cabelos claros que hora ou outra voltava o olhar para mim.

Olhei rapidamente as horas. Não demoraria muito para que chegássemos em New York. O hotel já estava a minha espera. Um luxuoso localizado ao centro de Manhattan.

Entrei em alerta ao ver a aeromoça ir para o canto mais escondido próximo ao banheiro. Alcancei minha bolsa na poltrona ao lado e me dispus a ir na direção. Esperei que ela passasse novamente ali de frente o banheiro e puxei-a tapando sua boca e arrastando-a para dentro da cabine. Mantive minha mão sobre sua boca impedindo que ela gritasse.

Enquanto abria minha boca deixando meus dentes tomarem seu tamanho afiado antes de calmamente aproximá-los de seu pescoço e morder por fim, ela pareceu em choque ao ver apenas a si própria no espelho mesmo sentindo minhas mãos sobre ela. Os batimentos acelerados apenas fizeram seu precioso líquido se esguicharem para dentro de minha garganta. Isso sempre me deixava excitada.

Ela aos poucos perdeu a força e logo seu corpo foram saindo de meus braços ate se depositarem com um baque oco ao chão. Me aproximei da pia e limpei o canto de meus lábios. Dei uma leve ajeitada em meus cabelos e roupa antes de pegar um batom de tom próximo a um laranja claro e sutil apenas dando uma corzinha a minha pele tão alva e morna, quase fria.

Sai com cuidado me certificando de tomar o devido cuidado a emperrar a porta. Voltei ao meu lugar e passei os olhos rapidamente sobre o homem loiro ao meu rumo. Ele me deu um sorriso breve numa discreta tentativa de me seduzir.

Voltei minha atenção ao livro o abrindo novamente. Percebi com o canto do olho, o homem se inclinar colocando os cotovelos apoiados sobre o joelho enquanto olhava em volta antes de voltar seu olhar para mim me olhando demoradamente. Abaixei, após um tempo, o livro, apenas o suficiente para que eu olhasse por cima do mesmo o deixando perceber que eu estava me certificando se ele ainda me olhava. Ele fez questão de sorrir novamente.

Voltei falsamente ao Drácula de Bram Stoker, percebi ele olhar para os lados novamente antes de se levantar e vir ate mim, Sem esperar qualquer convite ou uma “autorização” ele pegou minha bolsa a levantando e se sentando ao meu lado colocando a bolsa sobre seu colo.

–Clint Barton. –Se apresentou esticando uma mão.

O olhei de baixo em cima com um sorriso torto e um bocado traiçoeiro.

–Você sempre, simplesmente, senta-se ao lado de estranhos, sem nem ao menos esperar que eles deem autorização para tal? –Comecei colocando o marca páginas de ouro fino com uma única e solitária pedra de rubi saindo para fora.

–Você não e uma daquelas fanáticas por “vampiros modinhas” por causa daquela série, é?

–Não, eu aprecio o sangue, e não afeminados querendo ser o que não são. –Ele gargalhou brevemente.

–Acredite, se você visse o quanto de sangue uma pessoa pode expelir e a … bagunça que pode ser feita. Você não gostaria nada, nada de ver…

–A quantidade de sangue expelido, vai depender de homem para mulher e peso, costuma ser por volta de 5 a 8 litros, variando, obviamente de tipo físico entre outros. –Comecei pegando minha bolsa e guardando o livro enquanto reprimia um sorriso.

–Pelo viso, você parece ser estudiosa… –Riu.

–Acredite, meu conhecimento a respeito disso não é por livros.

–É, você parece ter mesmo o tipo de universitária de medicina. –Apenas trocei um rápido olhar não querendo me expor. –Então, qual o seu nome? –Sorri negando brevemente com a cabeça. –Sou um cara legal, vamos lá!

–Apenas, Eve. – Menti dando um breve sorriso.

–O.k., “apenas Eve”! Está vindo de onde exatamente? Vi que você estava na área de escala.

–Cairo, Egito.

–Uau. Já estive lá uma vez! Muito calor… – Fez uma breve careta. –Mas e um lugar legal.

–Prefiro as noites de lá e fresco, costuma ter um céu estrelado e uma bela paisagem, quando se passa tempo o suficiente para observá-las por completo! –Um vampiro por enxerga melhor que um humano, logo conseguia ver com maior facilidade a beleza do lugar, um humano fica horas porém não veria nem metade.

–Quantos anos tem? –Perguntou com uma careta após um tempo.

–Sr. Barton, não sabe que e feio perguntar a idade a uma mulher? –Me fiz de ofendida.

–Olha, sem querer ofendê-la, mas você parece ter no uns 20 anos. E olha que estou sendo bastante otimista por que não quero problemas com a polícia…

–Acredite Sr. Barton, e mas fácil ter problemas, primeiro, comigo do que com a polícia.

–Olha, para com isso de “Senhor Barton”, está me fazendo me sentir um idoso! Mas então quer dizer que você e o problema em pessoa, isso mesmo?

–Você não tem ideia o quanto! –Me voltei a ele olhando fundo em seus olhos por um tempo, ele correspondeu um pouco hipnotizado. –Você quer ir no banheiro?-Sorri torto.

–Por que? –Questionou rouco e confuso. Arqueei uma sobrancelha esperando ele entender.

–Ah! Claro, vai primeiro, eu vou em um sexo, digo, segundo!-Murmurou “excitado”.

Me levantei rumando para o banheiro e entrando. Me escorei contra a pia, de frente para a porta e aguardei ele vir. Evitava de me ater a prestar atenção no rosto das pessoas, era possível ver “tudo”. Barton tinha várias cicatrizes pequenas por todo o rosto, mesmo que um humano normal e provavelmente ele mesmo nem as visse mais. Eu tinha essa tendência a sempre prestar atenção nos olhos das pessoas. Eles dizem sempre tudo sobre uma pessoa…

Logo o vi abrir a porta e fechar em seguida trancando-a. Ele mordeu o lábio enquanto se aproximava de mim. Sua tensão estava em alta, era fácil perceber. O suor escorria pelo seu rosto, ele estava trêmulo. Logo eu percebi que ele estava a mastigar algo, provavelmente um chiclete de menta devido o cheiro que senti.

Suas mãos vieram de imediato ate minha cintura, forte e precisas, com a pegada firme demonstrando seu desejo e logo seus lábios vieram sem cerimonia ate os meus. Suas mãos percorreram meu corpo… entre meu pescoço, meu busto, entre meus seios, onde ele agarrou e os apertou com vontade e comecei a ficar um pouco molhada. E logo me arquei o corpo para ele demonstrando que acabará de ficar exitada.

Deixei ele descer até entre minhas pernas num ponto onde eu estava um pouco molhada e sentir meu desejo… Eu não me demorei ate descer minhas mãos ate sua calça e abrir com maestria seu cinto e calça. Logo alcançando o ponto que eu queria. Torturando lentamente, passei minhas mãos sobre seu pênis sob a cueca, sentindo ele desejar mais, e sim, ele estava duro.

Massajei suas bolas e logo com minha pressa tirei sua cueca. Comecei a masturbá-lo enquanto ele abaixava meu decote conseguindo alcançar meus seios, logo voltando sua boca para eles. Ele os lambeu suavemente, depois foi aumentando a intensidade e a força em cima deles, sua língua dançava sobre meus mamilos rosados, aquilo era tão bom que me fez arrepiar…e eu ficar ainda mais molhada e com mais desejo… e consequentemente, mais cede.

Me foquei em não o matá-lo durante o ato, afinal, eu não era uma viúva-negra! Me desviei dele e me virei de costas começando a rebolar contra seu membro já ereto atiçando-o. Eu era uma striper rebolando, cavalgando sob ele… Senti ele estremecer e eu com a adrenalina, minha cede e desejo transbordando sobre mim, ficava mais tentada a provocá-lo ainda mais, sim, eu cavalgava sobre aquele aquela bela ereção. E quanto mais eu fazia, mais duro e exitado Clint ficava.

–Você e tão gostosa…-ronronou, enquanto seus dedos desciam ate minha calça a abrindo descendo com dois dedos e massageando minha púbis, logo encontrou me molhada e indo ate meu clitóris o movimentando fazendo eu me exitar ainda mais, depois colocou os dois dedos dentro e fazendo o movimento de “vem cá”.

Molhei os lábios tentando evitar um gemido com a intensidade do orgasmo que vinha, mordi-os com tanta força que senti o gosto do veneno. Aquelas mãos firmes sobre minha vagina e meus seios, era tão bom. Me afastei dele apenas para retirar minha calça e ele apenas se masturbou enquanto me observava. Uma vez livre delas, ele me puxou pela cintura logo me colocando sentada sobre a pia enquanto se posicionava pronto a me penetrar. Mordi o lábio enquanto o via se guiar para dentro de mim. Ele colocou tudo enquanto soltava um longo suspiro gemido. Ele logo começou a se movimentar e voltou uma mão ao meu seio adentrando a blusa e o sutiã. Aquelas mãos firmes agarrando meus seios e ele, completamente, duro se enfiando em mim, eu comecei a gemer baixo e sutilmente, enquanto isso ele parecia se deliciar com os sons emitido. Sim eu estava gemendo gostoso quase gostando ate que… Me chateei por um segundo ao ver que ele acabou logo tão rápido, mas me lembrei novamente que ele era um humano.

Me vesti rapidamente enquanto ele se manteve encostado sem muita reação ainda com a calça aberta.

–Você… Você toma pilula, certo?

–Eu não posso ter filhos. –Sorri arrumando a blusa em meu corpo. Me inclinei e dei um beijinho rápido nele antes de sair.

Eu estava, novamente, faminta!

Esse era um lado ruim de estar com humano tão próximo bombeando sangue.

Me sentei em meu lugar e peguei novamente o livro tentando me focar em esquecer a dor que começava a surgi em minha garganta. Porem logo Clint veio e se sentou novamente ao meu lado.

–Você e tão gostosa… – murmurou me olhando levemente encantado. Eu apenas dei um rápido olhar para ele logo voltando meu olhar ao livro. –Vai ficar em New York?

–Sim. –Murmurei vagamente virando a página.

–Me passa seu número. Sabe para podermos nos ver novamente… Talvez vamos para o meu apartamento, quem sabe… –Sorriu tirando o celular do bolso.

Peguei seu celular e comecei a digitar o número.

–Hum… E da onde esse número?

–Transilvânia.

–Hum, morá-la?

–Morava… Nasci na Grécia mas morei a maior parte da minha vida na Transilvânia.

–Nada mal, Grécia, Transilvânia, Egito…

Apenas sorri em resposta. Conversamos por mais uma hora antes de ele cochilar em meu ombro. Suas olheiras, desde muito antes percebidas, mostravam a falta de sono. Mas ele logo acordou, não mais que meia hora depois. E logo em seguida foi anunciado que em dez minutos estaríamos aterrizando.

Ele logo foi para sua poltrona enquanto eu comecei a arrumar-me para poder ficar “um pouco afastada” de humanos. E claro, ter privacidade. Logo na saída, Clint que veio logo atrás de mim me deu uma piscadela, eu apenas dei um breve sorriso, logo indo direto pegar minhas malas.

Uma súbita sensação veio a mim, meu corpo seguia apenas seu instinto, me levava a algum lugar, a algum cheiro. E então visualizei meu alvo por fim, sua atenção estava voltada a alguém que eu nem fiz questão de ver quem era, ele usava óculos sua camisa com os últimos botões abertos deixavam seu pescoço a mostra, eu vi sua veia pulsante e meu corpo inteiro gritou. Fechei minhas mãos em um punho. A cada batida de seu coração humano fazia o meu, quase morto diga-se de passagem, dar longínquos badaladas como um relógio antigo em seus pesados badalar de segundos.

Senti como se seu sangue fosse a única coisa que eu precisasse. Que seu precioso sangue, fosse tudo o que me satisfaria para toda a eternidade, mesmo que soubesse que não fosse possível tal.

Eu queria matá-lo ali mesmo!

Drená-lo ate a última gota.

Queria seu corpo morto em meus braços e seu sangue em meus lábios e preenchendo corpo. Queria abri-lo naquele momento, sugar de seus órgão, músculos e veias, todas elas, ate as menores e minúsculas, eu o queria ate o derradeiro mililitro!

Eu estava paralisada em meu lugar, meu corpo inteiro tremia e a dor em meu corpo e garganta eram quase alucinante. Eu podia ouvir os gritos, sentir ele tentar se soltar de mim, seus batimentos esguichando o sangue sem qualquer pudor para meus lábios, como uma cortesã achando o seu bem feitor.

E então, foi quando tudo aconteceu…

Notas finais
Eai o que acharam? Deu para perceber que dessa vez as coisas são meio diferentes e mais "obscuras" em alguns momentos... deixem um review por favor, eu PRECISO saber o que acharam! bbjs.