Notas iniciais
Oiie gente...
Então eu vou avisando logo...
ESSE CAPITULO É TRISTE...
Chegamos no ponto onde Elena acorda e não se lembra do Damon...
Tentei passar o maximo de emoções que eu pude nesse capitulo...
Ahh me desculpem, sei que estou um pouquinho atrasada...
Mas está ai o capitulo novo...

DAMON


Estou no hospital há uma semana, meus pais vem me visitar todos os dias, assim como Klaus, Caroline, Tyler e Jeremy, sempre pergunto se Elena deu algum sinal, e as respostas sempre são as mesmas. Hoje vou vê-la, Klaus pediu autorização para eu ir ao quarto dela por meia hora.

– Então pronto para vê-la? – Klaus pergunta.

– Damon, ela está muito debilitada, eu não concordo que você vá vê-la – Caroline diz sentada na poltrona.

– Eu preciso vê-la Caroline – Eu digo enquanto a enfermeira me ajuda a sentar na cadeira de rodas.

– Tudo bem, então vamos – Klaus disse.

– Meia hora hein Damon – A enfermeira Louis me falou antes de saímos do quarto.

Klaus e Caroline andaram de mãos dadas o caminho todo, a enfermeira Louis às vezes parava para falar com alguns médicos. E eu só pensava que ia ver minha pequena, independente de como ela está, eu só quero acariciar seu rosto, vê-la. Lágrimas desceram do deu rosto o caminho todo. Só de imaginar que ela está em coma, e que pode não acordar, isso me dói.

– Damon, você pode andar pelo quarto, eu não vou entrar, daqui a meia hora venho te buscar – A enfermeira Louis fala, ela é que está cuidando de mim desde que cheguei aqui. Entramos no quarto.

– Damon você quer ficar sozinho com ela? – Klaus pergunta enquanto eu estou parado na porta absolvendo ainda a imagem que vejo.

– Quero... – É a única coisa que consigo responder. Eles saem e me deixam sozinhos.

Estou chorando, ainda não consegui chegar perto dela. Ela está ligada a vários aparelhos, está totalmente abatida, sua cabeça está enfaixada. Eu vou me aproximando aos poucos.

– Ei pequena, sou eu... – Eu sussurro sentando ao lado dela na cama, sem machuca-la. – Meu amor, acorde... – Pego sua mão, que está com o soro – Não me deixa aqui sozinho, volta pra mim – As lagrimas descem com tudo. – Eu te amo tanto, eu sempre te amei minha pequena – Eu digo acariciando seu rosto. – Eu preciso de você aqui comigo, volta pra mim...

Eu fico ali com ela, alternando carinhos entre sua mão e seu rosto, choro o tempo todo, vê-la nesse estado está me matando. Sei que está acabando meu tempo, eu queria beija-la, mas não sei se posso, mas não resisto, selo nossos lábios. Quando termino de beija-la a porta se abre.

– Damon... A enfermeira já está vindo – Caroline diz com toda calma.

– Vamos... – Eu digo me levantando.

O caminho até meu quarto é silencioso, eu não choro mais, só vem na minha cabeça imagens de Elena naquela cama. A enfermeira me ajuda a deitar na minha cama novamente e sai, deixando eu com Klaus e Caroline.

– Damon – Klaus fala sentando ao meu lado – Você está bem?

– Como eu posso estar bem, quando ela está daquele jeito? – Eu pergunto encarando-o.

– Por isso eu não queria que você fosse vê-la... – Caroline diz se sentando ao lado do Klaus.

– Caroline, eu precisava vê-la – Eu digo e Caroline segura minha mão – Eu a amo tanto, e logo agora que estávamos tão bem, aconteceu isso...

– Eu sei Damon, eu mais do que ninguém sei o quanto ela lutou para ter você... – Caroline diz fazendo carinho em minha mão.

– Eu sei e eu nunca dei valor a isso – Eu falo em um tom baixo e abaixando a cabeça. – Estou pagando pelo meu erro de nunca ter admitido.

– Damon não pense assim – Klaus fala. – O importante é que agora vocês estão juntos...

– É Damon, você finalmente enxergou e correu atrás do tempo perdido... – Caroline diz.

– Podem me deixar sozinhos? – Eu pergunto.

– Claro, voltamos amanhã. – Klaus fala.

Eu precisava ficar sozinho, queria pensar em Elena, em momentos bons que passamos...


*** FLASHBACK ON ***


– Oi, pode vir me ver? – Eu pergunto assim que Elena atende ao telefone.

– Posso sim, aconteceu alguma coisa? – Ela pergunta preocupada do outro lado da linha.

– Não, só quero te ver – Eu digo e percebo que ela solta um riso, e isso me faz rir.

– Tudo bem, só vou me arrumar... – Ela diz.

– Passo ai em meia hora pode ser? – Eu pergunto.

– Claro, vamos algum lugar especifico? – Ela pergunta, acho que quer saber pra poder escolher a roupa.

– Vamos só dar uma volta – Eu digo e ela responde ok – Em meia hora eu estou ai, beijos. – Eu digo desligando o celular.

Preciso vê-la, meu dia foi horrível, e no momento só ela consegue me animar, minha melhor amiga, que posso contar sempre, mas não a quero só como amiga hoje, eu preciso do seu carinho, do seu toque, preciso dela. Me arrumo e vou pra casa dela. Buzino e ela aparece, eu estou do lado de fora do carro, encostado na porta do passageiro, ela vem me dá um abraço, eu correspondo, mas logo eu a beijo, sinto seu corpo enrijecer, pois eu nunca havia feito isso, mas era o que eu precisava, e logo ela cede e corresponde ao meu beijo.

– Está tudo bem? – Ela pergunta quando paramos de nos beijar.

– Não, mas só preciso de um tempo do seu lado que melhoro – Eu digo e ela me dá um selinho.


*** FLASHBACK OFF ***


Ficar ao lado dela sempre me fazia bem, ela estava do meu lado em todos os momentos, os bons, os ruins, nunca me abandonou.


ELENA


Não consigo abrir meus olhos, meu corpo inteiro dói, não consigo me mexer direito, quando tento, sinto tudo doer, ou simplesmente meus membros não obedecem as minhas ordens. Tento lembrar o que eu fiz para estar sentindo tanta dor, mas nada me vem a memória. Será que bebi demais? Não, nunca tive uma ressaca assim, tento mais uma vez abrir os olhos, mas não consigo, dói demais.

– Eu quero uma nova ressonância da cabeça dela – Uma voz feminina fala, a voz dela faz minha cabeça doer muito.

– Mais alguma coisa? – Uma voz masculina pergunta, fazendo minha cabeça doer.

– Quero que retire os soros, e que dê uma pausa de 5 horas em todos os medicamentos – A voz da mulher fala e faz uma pausa suspirando – Quero trocar alguns medicamentos, para ver se temos mais resultados.

Estou em um hospital... Isso ficou claro, mas porque, tento abrir os olhos, mas nada acontece, então tento mover as mãos, e consigo, fico feliz com isso, minha mão esquerda toca em uma outra, macia, deve ser da mulher.

– Lucas... – A voz da mulher está surpresa. – Ela mexeu – Ela fala rindo, e sinto sua mão apertar a minha. – Elena, se está acordada, aperte minha mão uma vez.

Faço um esforço imenso para apertar a sua mão uma vez, e consigo.

– Elena, você sente dor? Se sim, aperte minha mão uma vez novamente – Ela diz e com o mesmo esforço que antes aperto sua mão uma vez. – Elena consegue abrir os olhos? Se sim aperta minha mão uma vez, se não duas...

Tento abrir os olhos, e novamente não consigo, então com um esforço maior que das outras vezes aperto sua mão duas vezes.

– Isso é normal, não se preocupe, você está dois meses de coma – Ela fala.

Meu Deus! Estou em coma a dois meses, o que aconteceu?

– Lucas, esqueça minhas ordens. Quero que você traga compressas de água quente e fria. Eu vou pegar os remédios necessários – Ela diz acho que dirigindo a um enfermeiro. – Elena, eu volto daqui a pouco, tudo bem?

Aperto sua mão mais uma vez para ela saber que está tudo bem.


DAMON


Tem duas semanas que estou em casa, vou ao hospital todos os dias, mas infelizmente hoje não posso ir, hoje tenho sessão na psicóloga, sim é uma das etapas da minha recuperação, querem que eu fale com um psicólogo por conta do acidente e por conta da Elena. Já se passou dois meses do acidente, mas eu não desisto, eu sei que ela vai acordar e voltar pra mim.

– Sr. Salvatore – A ruiva da recepção me chama, me tirando dos meus pensamentos. – A Sra. Harin vai atendê-lo agora.

– Obrigada – Eu digo levantando e entrando no consultório. – Sra. Harin, boa tarde.

– Boa tarde Sr. Salvatore – Ela diz, ela é uma senhora muito arrumada. – O senhor pode deitar naquele sofá. – Ela diz apontando.

– A senhora pode me chamar de Damon. – Eu digo deitando onde ela me indicou.

– Como o senhor quiser Damon – Ela diz sentando numa poltrona perto da onde estou deitado – O senhor sofreu um acidente há um mês a trás, e não se lembra de muitas coisas do acidente, isso é normal, mas me indicaram ao senhor porque sua namorada estava com você e ela está em coma, e isso abalou você, quer me contar o que aconteceu?

– O acidente foi tudo muito rápido, só me lembro de vê-la caída e sangrando muito, não havíamos brigado, eu não havia bebido, e nem dirigia rápido – Eu disse e fiz uma pausa, suspirei e resolvi continuar – Eu só não entendo porque eu estou bem e ela está em coma, ela é muito importante para mim, Sra. Harin. Eu a conheço há 10 anos, e começamos a namorar sério a menos de um ano, mas eu a amo com todas as minhas forças e não posso perdê-la.

– Entendo Damon... E difícil lidar com isso, mas você não pode pensar assim, não pode ficar pensando que preferia estar no lugar dela, isso só te machuca mais. Você precisa ser forte, pois e se ela acordar e você estiver fragilizado? Quem vai cuidar dela? – A doutora fala com toda a calma possível.

– Vou tentar, mas é muito difícil, eu vou vê-la todos os dias, e dói vê-la nesse estado, eu queria estar ao lado dela o tempo todo, mas não posso, era pra eu estar lá agora com ela. – Eu digo e sinto que vou chorar. – Eu preciso dela, e sei que ela vai precisar de mim, mas eu não sou tão forte sem ela... Eu sempre precisei dela ao meu lado, ela sempre me apoiou em tudo... – Pronto, agora estou chorando.

– Eu entendo Damon, por isso eu te digo que quando ela acordar, ela precisará de você forte... Podemos trabalhar isso. – Ela fala e meu celular toca.

– Eu preciso atender, é a enfermeira que cuidou de mim, eu pedi que ela me ligasse caso acontecesse algo com a Elena – Eu digo já me levantando.


*** LIGAÇÃO ON ***


– Alo, está tudo bem Louis? – Eu pergunto apressado.

– Damon, ela deu os primeiros sinais que vai acordar, acho que até o fim da semana ela abre os olhos. – Louis fala alegre ao telefone e eu começo a chorar. – Damon não chore, ela vai acordar.

– Obrigada Louis, estou indo... – Eu falo e ela me interrompe.

– Damon, não precisa vir hoje, ela está passando por vários exames, você não vai conseguir vê-la. – Ela diz explicando.

– Tudo bem, amanhã cedo estarei ai. – Eu digo ainda chorando – Obrigada Louis, até amanhã.

– Até amanhã Damon – Ela responde e desliga.


*** LIGAÇÃO OFF ***


Meu Deus, minha pequena vai acordar, eu fico ali analisando isso por um tempo, choro de alegria, até esqueço que estou em uma consulta, nem quero saber disso, saio dali e vou direto para meu apartamento. Não achem que sou maluco nem nada, mas tem fotos de Elena por todo meu apartamento, fotos dela sozinha, fotos nossas juntos, fotos nossas com Amandha. Peguei todas as nossas fotos e as revelei e coloquei em portas retratos, e claro tenho uma foto nossa na minha carteira. Meu celular toca novamente e quando olho o visor reviro os olhos, é Rebekah, ela me liga desde que descobriu do acidente, só atendi uma vez, ela sempre manda mensagem também. Resolvi atender.


*** LIGAÇÃO ON ***


– Alô – Eu digo.

– Oi Damon, é Bekah, como está? – Ela pergunta alegre.

– Muito feliz hoje, Elena deu os primeiros sinais de vida – Eu digo sorridente, e falar isso pra alguém assim alto, me dá uma alegria porque sei que é verdade e não sonho.

– Que bom – Sinto ironia em sua voz. – Quer sair para conversar?

– Olha Rebekah, não me leva a mal, mas não quero companhia de ninguém no momento – Eu digo e ouço um barulho na linha.

– Tudo bem Damon, marcamos outro dia. – Ela diz.

– Rebekah, você sabe que estou com a Elena né? Eu não vou sair com você – Eu digo rude pra ela entender a mensagem.

– Damon, só quero sair com você como amiga, ou não podemos nem ser isso? – Ela pergunta.

– Não Rebekah, não podemos nem ser isso, porque sei que você verá de outra forma – Eu digo grosso, sei quais são as intenções dela. – Tchau Rebekah. – Eu nem espero ela responder para desligar.


*** LIGAÇÃO OFF ***


Rebekah nunca gostou da Elena, eu até entendo isso, Elena passava mais tempo comigo do que ela quando namorávamos, mas não era culpa nem minha nem de Elena, e sim da própria Rebekah, ela colocava tudo na frente do nosso namoro, me deixava em segundo plano. Acho que isso que esfriou o nosso relacionamento, eu gostava muito da Rebekah, e ela só percebeu isso depois que me perdeu, ai quis me colocar em primeiro plano. Mas já era tarde, eu não queria mais nada com ela. E as coisas com Elena haviam começado, não que na época eu desse a importância total, mas nunca a “trai”, quando eu me interessava em alguém, eu pedia para parar, nunca fiquei com alguém enquanto ficava com Elena. Ela consumia todos os meus lados, mas eu não sei como eu me interessava por outras garotas, geralmente isso acontecia quando Elena começava com as crises dela de ciúmes, de possessividade. Confesso que eu também tinha as minhas crises, mas nenhuma foi maior do que as de Elena. Lembrar essas coisas me fazem rir.


ELENA


Tem três dias que estou acordada, mas não consigo abrir os olhos, a Dra. Karen tem ajudado com suas terapias, não tenho que fazer tanto esforço para responde-la com os gestos, mas queria muito abrir os olhos e conseguir falar. Por aqui já apareceram meus pais, Jer, Caroline, Klaus, Bonnie, Jenna com a Amandha, e alguém que eu não conheço que fica me chamando de amor, a voz dele é bonita, mas eu não a reconheci.

– Elena, sou eu Karen, vamos tentar novamente? – Ela pergunta segurando minha mão e eu aperto uma vez. – Quero que tire tudo da sua mente, quero que se concentre só em seu corpo, imagine seus olhos abrindo, respire, inspire, concentre apenas em abrir seus olhos.

Eu faço o que ela pede com calma, e acho que consigo, vejo um clarão, o que me faz fechar os olhos, tento novamente e fico um pouco mais de tempo com os olhos abertos, a claridade incomoda. Então tento dizer alguma coisa, vejo que a médica está sorrindo para mim.

– E... Eu... Não... Sin...To...Mi... Nhas... Per... Nas... – Eu digo da maneira que eu consigo, o sorriso da médica morre.

– Vamos fazer alguns exames, é normal no seu caso – Ela diz, fazendo algumas anotações.

– O que... Acon... Teceu? – Eu pergunto, sinto que já consigo falar melhor que antes.

– Você sofreu acidente de moto com seu namorado, ele vem te visitar todo dia depois que recebeu alta – Ela diz e eu fico confusa.

Namorado? Impossível, eu nunca namorei na minha vida, não que eu me lembre.

– Está tudo bem? – Ela pergunta quando faço uma careta.

– Eu não... Lembro de... Namo... Rado... – Eu digo e ela me olha assustada.

– Isso é um problema, vamos fazer alguns exames, vai ficar tudo bem – Ela diz anotando mais coisas. – Eu volto já, daqui a pouco você deve ter visita.

Ainda estou intrigada, namorado? Nunca namorei ninguém, e agora tem um cara que fica dizendo que é meu namorado. O desconhecido, ele me chama de amor, me fala várias coisas lindas, diz coisas que fizemos que não me lembro. Droga, o que está acontecendo.

– Elena – Ouço uma voz conhecida, Caroline. – Você acordou, Damon vai ficar super feliz, já já ele estará aqui.

– Caroline – Consegui falar uma palavra inteira, eba. – Quem é... Da... Mon? – Eu pergunto e ela trava ao meu lado.

– Você não se lembra do Damon? Elena ele é seu melhor amigo a 10 anos, você é apaixonada por ele pelo menos a 9 anos, e namora com ele vai fazer 1 ano. – Ela diz sentando ao meu lado.

Meu Deus! Eu não me lembro disso, como assim eu sou apaixonada por alguém a 9 anos e não lembro?

– Não lembro – Eu digo baixinho. – Como... Eu... – Faço uma pausa para respirar, está difícil, dói tudo. – Não me lembro?

– Lena, eu não sei, mas você vai se lembrar, pode ser passageiro... – Ela diz segurando minha mão.

Eu tento lembrar, o nome dele, imagens dele... Nada, minha cabeça começa a doer muito, eu começo a me debater na cama.

– Dói – Eu grito.

Caroline corre para fora do quarto, e volta com a médica.

– Elena o que sente? – Ela pergunta fazendo me acalmar na cama.

– A cabeça... Dói... – Eu digo.

– Está tentando lembrar algo? – Ela pergunta.

– Sim, desse... Tal... Namo... Rado... – Eu digo.

– Não tente, faz mal, você fez três cirurgias na cabeça, possa ser por isso que você não se lembre, você lembra do acidente? – Ela pergunta e eu nego.

– Porque ela não se lembra só dele e do acidente? – Caroline pergunta e eu me interesso na resposta.

– Pode ser porque ele estava no acidente, isso não é comum, mas acontece... – A médica diz.

Meu Deus, quando eu tenho um namorado eu o esqueço, que ironia.

– Oi – Essa voz, é ele, o desconhecido, será que é ele?

– Damon, eu acho melhor você voltar mais tarde – Caroline diz entrando na frente dele, não consigo vê-lo.

– Por quê? – A voz dele parece confusa.

– Vamos lá fora – Caroline diz, sai da frente dele.

Ele é bonito, que olhos lindos, azuis, da cor que eu gosto, mas não o conheço, não me vem nenhuma lembrança dele.


DAMON


– O que ouve Caroline? Ela acordou que eu sei – Eu digo impaciente e a loirinha está chorando.

– Damon... Ela não sabe quem é você – Ela diz e meu sinto uma dor em meu coração.

– Como assim? Ela perdeu a memória? – Eu pergunto sem entender.

– Não Damon, ela se lembra de tudo, menos de você... – Ela diz e isso é como se fosse uma apunhalada em meu peito.

– Não, isso não é possível – Eu grito e Caroline me abraça.

– Isso pode ser temporário, a medica acha que é porque você estava no acidente, e como foi um trauma na vida dela ela apagou da memoria. – Ela diz ainda abraçada a mim.

– Eu quero vê-la, se ela me ver ela vai lembrar de mim Caroline... – Eu digo chorando.

– Acho melhor não, não por enquanto, ela tentou se lembrar de você e começou a sentir muita dor, a médica disse para ela não forçar. – Ela disse isso ainda me abraçando, só que agora com mais força.

Minha Elena acordou e não sabe quem eu sou eu preciso dela, preciso ficar ao lado dela e fazê-la lembrar de que sou o amor da vida dela.

– Damon, dê alguns dias, ela vai lembrar – Caroline diz se afastando de mim eu assento e ela entra no quarto novamente.

Saio do hospital desolado, vou para praia pensar e colocar a cabeça no lugar.


Amor, eu preciso que você se lembre de mim...

Notas finais
Então gente o que acharam dela acordando?
As tentativas dela de abrir os olhos, ela com a doutora?
Damon se lembrando de Rebekah, as lembranças dele com Elena...
Ela não lembrando do namorado, meu doeu tanto escrever essa parte...
E quando Caroline conta do Damon, da paixão dela por ele...
Elena fica triste por não lembrar...
E o fato dela achar ele bonito, gostou dos olhos dele, coisa que sempre a atraiu...
Damon ficou arrasado com essa noticia...

***
Espero vocês no proximo capitulo...
Ainda será com Elena no hospital, mas acho que ela terá alta no fim do capitulo... E teremos cena deles juntos conversando...