Notas iniciais
Obrigada Gabriella Amaral e Carol Stew pelas recomendações. Amei cada uma. ♥

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LXXVI — Piu-Piu

(…)

O local em que seria realizado o concurso de gastronomia que Esme participava, estava completamente lotado. Era o salão de um hotel muito famoso em Sarasota que fora devidamente organizado e estruturado para receber aquele evento que acontecia todos os anos, antes do dia de Ação de Graças, com o intuito de premiar o melhor confeiteiro e cozinheiro.

Edward e Bella estavam sentados, de mãos dadas, em uma das cadeiras da arquibancada. Eles estavam na segunda fila e podiam ver de perto o sorriso que quase rasgava os lábios da Sra. Cullen.

— Ela parece tão feliz — comentou Bella, fitando a sogra.

— É porque ela está — respondeu Edward, sem conter o orgulho em sua voz.

Ali era onde Esme se­­ sentia bem, feliz e realizada; em meio àquelas variedades de bolos lindamente confeitados por ela. Uma beleza extraordinária. O concurso de gastronomia abrangia quase todas as “áreas” da culinária. O que ele elegeria o melhor chef seria realizado às vinte e duas horas, naquele mesmo hotel.

— Será que falta muito para começar? — perguntou Bella.

Ainda que estivesse feliz em estar ali para prestigiar a sogra, também contava os minutos para chegarem ao quarto de hotel e poder beijar e abraçar o seu namorado, sem nenhuma plateia. Ou algum casal de idosos que suspirassem a cada olhar que um lançava ao outro.

Porém, antes que Edward pudesse lhe responder, uma voz masculina soou nos alto-falantes em pontos estratégicos do salão.

— Senhoras e senhores, é com grande alegria que anunciamos que o vigésimo sexto concurso de gastronomia está oficialmente começando.

Houve uma salva de palmas e alguns assobios.

O homem baixinho e barrigudo continuou a explicar o objetivo do concurso, o valor do prêmio e na sequência passou para as apresentações dos participantes. Esme havia sido a sexta.

— E aqui nós temos Esme Cullen, formada em Gastronomia pela Universidade de Washington, moradora de uma cidadezinha chamada Forks.

As pessoas que, mesmo sem a conhecer, torciam para Esme, fizeram barulho. As apresentações continuaram até que ele anunciasse que, dentro de um prazo de quinze minutos, os participantes deveriam confeitar um simples bolo de chocolate.

No final da primeira fase do concurso, a bancada de jurados escolheu Esme como a vencedora, assim como nas últimas fases e ela foi declarada como a campeã.

Para comemorar, foram até um restaurante italiano, onde beberam um bom vinho e pediram alguma massa como acompanhamento. Completamente cansada, Bella abraçava o namorado na cintura, caminhando ao lado dele pelo saguão do hotel. Esme havia ficado na recepção para fazer o pagamento dos dias que ficaram hospedados. Na manhã seguinte eles pegariam o primeiro voo com destino à Seattle. Depois outro para Port Angeles e Carlisle os buscaria de carro, no aeroporto.

Com Esme ciente de que dormiam juntos, Bella não ficou tímida em levar as suas bolsas para o quarto de Edward; Esme apenas não cancelou a diária do outro quarto para o caso de o pai de Bella ligar, para ter certeza de que os jovens dormiam em camas separadas. Se possível, um em cada andar.

Bella já estava deitada e enrolada aos lençóis de Edward enquanto ele continuava o seu banho. No entanto, sentira uma vontade absurda de fazer xixi. Depois de juntar as pernas, para fazer com que não urinasse na calça de moletom, ela desceu da cama e pulou — literalmente — até a porta do banheiro.

— Edward, sai daí, eu preciso usar.

Ela disse, socando o punho contra a porta.

— Mais quinze minutos! — respondeu ele.

— Não tenho quinze minutos! — retrucou. — Eu preciso agora.

— Estou tomando banho, Bella, espere.

— Você está pelado?

Não esperou uma resposta do namorado, apenas girou a maçaneta e entrou no banheiro, surpreendendo-se com Edward do jeitinho que viera ao mundo.

— Se a pessoa está tomando banho, é claro que está nu — resmungou ele, tapando as suas partes íntimas com as duas mãos.

Bella não seria ela mesma sem o exagero. Ao ter os seus olhos naquela região do namorado, não evitou fazer uma comparação mental sobre como era... o Piu-Piu dele.

Sim, Piu-Piu era uma boa forma para se referir àquele lugar. Logicamente não estava fazendo nenhuma analogia a tamanhos. E que Edward nunca desconfiasse de como ela apelidara o seu membro. Nos livros de biologia o Piu-Piu do garoto era sempre representado de forma minúscula, quase do tamanho do seu dedo mindinho. No entanto, não era exatamente aquilo que tinha diante dos seus olhos. Até mesmo quando assistira sem querer aquele vídeo de conteúdo adulto... Cogumelos!

Ela nunca mais veria Cogumelos com os mesmos olhos, sem fazer uma associação àquilo.

— Sai daqui! — Ela gritou, quando se lembrou de que precisava fazer xixi.

— Eu ainda não terminei.

— Mas eu preciso fazer xixi, Edward, sai!

E quanto ele precisou pegar a sua toalha, novamente o Piu-Piu estava se exibindo.

Notas finais
AVISO: A CENA EXTRA DO CAPÍTULO 73 SERÁ ENVIADA SIM! MAS ESTOU DANDO PRIORIDADE AOS CAPÍTULOS. NÃO ESTOU ENROLANDO; A MINHA VIDA É QUE ANDA UMA LOUCURA!

*desliga caps lock*

Deixem comentários, por favor. Mesmo não estando respondendo, eu leio todos. Leio e amo todos os comentários! ♥
Estou com uma nova fanfic "Na Velocidade do Amor" se alguém quiser ler e comentar, fiquem à vontade.
Link: http://fanfiction.com.br/historia/351869/Na_Velocidade_Do_Amor/

Até breve,
Annie