Forest Lake

6 Capítulo Seis - Os Prazeres do Lago Queirozz


Notas iniciais
Hey Leitores, bom, o que eu posso dizer, é que este é um capítulo de pura ação e tensão, o suspense envolve todo o capítulo. Do jeitinho que você gosta. Boa leitura!!

16h00min, Domingo, Outubro de 2014

Sandy estava com seu carro cinza dirigindo muito rápido ela dirigia a 180 km por hora. Ela estava acompanhada por Selena e Will. Dirigia em linha reta. Quase não havia trânsito naquela região. Ela não tinha dito o motivo de tudo àquilo pra Selena. Will depois de um tempo raciocinando no carro, ele percebe o qpue estava havendo. Só quem não percebia era a que estava no banco de trás tagarelando:

–Sandy me diz logo pra que toda essa correria! Por favor! Eu tô curiosa!

–Alguma coisa vai acontecer com a Charlotte no Lago, ela não atende! Selena, tenta ligar pra ela. –Will responde com a esperança que Selena calasse a boca e arrumasse o que fazer na situação.

–Ah! É por isso que vocês estão com essa pressa? Que bobagem, ela está ótima, melhor impossível, sabe outra bobagem? Dirigir desse jeito, quer me dar o volante, por favor, vamos voltar! –Selena tira o cinto e tenta pôr as mãos no volante.

–Sai de perto e põe o cinto, Selena! –Sandy alerta.

–Não! Selena para, deixa ela! –Will tenta afastar Selena de Sandy, mas nenhuma das duas parece querer mudar de ideia.

–Vocês não estão sendo sensatos, será que dá pra parar o carro pra trocarmos de lugar por gentileza. –Selena não entendia a gravidade da situação, por ninguém ter explicado, simplesmente porque eles não tinham tempo pra explicação.

–Selena, confia na gente, Charlotte está em perigo! –Com a intervenção de Selena, o carro começou a perder o controle. Ia para esquerda e para direita sem intervalos.

–VOCÊS ESTÃO LOUCOS! –Quando Selena grita esta frase, não última sílaba da palavra: “Loucos”, Sandy, arregala os olhos, e perde a visão por alguns segundos, ela, em algum tipo de reflexo, pisa no freio.

Olhando pro nada, de repente, tudo fica em câmera lenta, ela vê pelo vidro do para brisa, algo sobrenatural, ela não via a estrada ou os carros, o cenário que ela observava era outro, ela via flashes em preto e branco de pernas debaixo da água sendo mordidas violentamente por peixes de dentes pontiagudos, pareciam piranhas. Ela ouvia gritos de terror. Enquanto essas pernas eram estraçalhadas por dentes bem diante dos olhos de Sandy, Selena, que estava sem cinto de segurança atravessa o para brisa, voa alto e Will a perde de vista. Tinha alguns carros em frente ao de Sandy, que ao acordar para a realidade, viu o para brisa do seu carro quebrado e cacos dele em mil pedacinhos no interior do carro da mesma. Todos os carros param ao ver o acidente, Sandy e Will saem do carro, enquanto Will guia Sandy que estava suando pelas mãos para o local onde Selena havia caído. A dupla parecia espantada com o que tinha acontecido. Eles vão andando vagarosamente ao encontro com o carro onde Selena tinha pousado depois do seu “voo”. Selena tinha caído sobre uma caminhonete, que acima da mesma tinha um colchão amarrado acima do veículo, o colchão amarrado à caminhonete tinha amortecido a queda de Selena, que estava sentada no chão, provavelmente porque depois da queda no colchão, caiu no chão pela força do pouso. Ela olhava alguns arranhões no braço, por causa da força que ela atravessara o para brisa. Will sentia-se aliviado. Logo, fora acudir Selena, que não parecia estar em estado de choque. Na verdade, ela parecia ter apenas caído de bicicleta, e não arremessada pra fora de um carro. Will correu pra ajudar Selena, mas Sandy ficou parada. Imaginando várias e várias vezes a mesma cena que vera a pouco tempo.

–Selena, você está bem? –Will parecia desesperado.

–Eu acho que sim, onde foi que eu caí? Eu fechei os meus olhos. –Selena falava levantando-se com a ajuda de Will. Logo, Selena de pé, foi ao encontro de Sandy enquanto Will acalmava o dono da caminhonete, que coincidentemente, era o Robbie, que levava este colchão amarrado a seu veículo porque o mesmo não coubera dentro do carro.

–Sandy, eu estou bem. –Diz Selena esperançosa que acalmaria Selena.

–Selena... Eu tive... Eu tive outra visão. –Sandy lutava para respirar, pois era asmática, e aquela visão tinha “tirado” todo seu ar.

–Outra? Ai meu Deus, de nós morrendo? Onde era? Era nessa estrada? Algum carro perde o controle? Algum avião explode? Alguma ponte cai? –Selena faz a voz de desesperada.

–Não Selena, desta vez não estava tão claro como da primeira vez.

Will estava voltando com Robbie, trazendo notícias:

–Oi, o cara que salvou sua vida é o Robbie. –Will apresenta.

–Selena, você está bem? Olha, eu já liguei pra o guincho pra não atrapalhar o trânsito.

–Esse gesto de preocupação com o trânsito foi adorável– Selena ironiza.

–Eu não quis dizer que me preocupo mais com o trânsito do que com...

–Não temos tempo pra discussões! Temos que ir ao lago onde a Charlotte está indo. –Sandy lembra.

–Eu pergunto depois sobre isso, mas enfim, a Sandy teve outra visão. –Selena afirma para Will.

–Oh puxa! É de nós morrendo? Onde era? Era nessa estrada? Algum carro perde o controle? Algum avião explode? Alguma ponte cai? –Robbie preocupa-se.

–Sério isso? –Diz Sandy.

–Cancela a vinda que não temos tempo de esperar o guincho, vamos para carro antes que os motoristas comecem a bloquear a estrada. –Sandy e Selena vão correndo para dentro do carro.

–Mas, a Selena quase morreu! –Diz Will seguindo as duas.

–Se você não se lembra, se nós não impedirmos, vai haver alguém que não vai “quase morrer”. –Sandy lembra a Will de Charlotte e o sinal do aquário com a rachadura.

–Ok então vão indo, preciso cuidar da situação aqui.

–Tudo bem, vocês dois, tentem conversar com os motoristas e digam que nada aconteceu. Estamos indo salvar a Charlotte no Lago... Qual é o lago mesmo? –Selena falha na sua frase de efeito.

–Lago Queirozz, Selena. Lago Queirozz. Boa Sorte! Vão rápido. –Will despede-se.

As duas entram no carro, Selena se vê no espelho dentro do carro. –E dessa vez, põe o cinto.

Enquanto Isso, no carro cuja placa “MNL-1323”, estacionava Charlotte, com sua bolsa de pano com a estampa de peixes azuis, roupão que abafava o biquíni e óculos escuros. Ela ligava para a mãe, que não atendia de jeito nenhum.

“A mamãe nem deu sinal de vida, cheguei aqui e não tem ninguém! Eu deveria ir embora, mas... Ah! Ela deve estar ocupada demais pra vir comigo aqui. Vou ter que me divertir sozinha. E vai ser por pouco tempo...” Charlotte pensa. Logo, o celular toca. Ela tira da bolsa e vê que é a Sandy. Atende ao telefone e o repousa na orelha.

–Alô?

Alô Charlotte!

–Ah, oi Selena, apareceu o nome Sandy no identificador. Está com o celular dela?

Ela, está aqui do meu lado. Eu preciso que vocêSSHSHSHSHSH.

–O que? Está dando interferência. Repete.

Saia doHSSHSHSHSHSH agora!

–Olha, depois você fala comigo, porque não dá pra entender absolutamente nada do que você diz, manda um beijão pra Sandy.

Espera Charlotte, NÃO DESLI. –A chamada terminou. Charlotte até tentou ligar, mas não teve sucesso, então pôs o celular dentro de sua bolsa de pano novamente e seguiu seu caminho até a beira do lago.

–Ok, isso foi bem estranho, agora vou desvendar os prazeres do Lago Queirozz!

Enquanto Isso, Diana, que parecia precisar falar com Sandy, batia na porta da casa dela, que era bem longe de onde todos eles estavam. Então, a porta abriu sozinha, estava escancarada, com toda aquela correria, Sandy não havia trancado a porta. Diana começou a entrar na casa, e foi em direção ao quarto de Sandy, quando já ia indo embora por perceber que não havia ninguém no apartamento...

–A Sandy deveria trancar a porta e... –Ela percebe que o aquário no quatro de Sandy estava espirrando um pouco de água para fora.

–Isto está furado ou o que? –Diana senta em uma cadeira, e observa que a rachadura do aquário estava aos pouquinhos liberando mais água.

Enquanto Isso, Charlotte andava pelo cais de madeira que a sustentava sobre o lago. Ela coloca a ponta do seu pé dentro da água, em seguida tira e dá uns pulinhos. Estava gelada. Ela tira o roupão, põe a bolsa no comecinho do cais do lago, corre para o final do mesmo e pula no lago de biquíni, muita água do lago molha o cais, deixando o piso de madeira ensopado. Ela nadava até o fundo. Divertia-se como um peixinho. Ela só não notava que um único peixinho de dentes imensos e atrofiados a observava a pouquíssimos metros dali. Então, a feiosa criatura começa a chegar perto da indefesa mulher, quando o peixe vai chegando perto, e mais perto... Quando está quase tocando a moça... O peixe volta para um buraco no fundo do rio de onde tinha saído rapidamente, ela sai da água para ver se havia alguma mensagem, mas não tinha nada. Ela vai caminhando para o fim do cais para pular de novo, e nota que ao pisar na madeira, produzia certo barulho um tanto estranho... Ela ignora e pula na água novamente.

Logo, na casa de Sandy, Diana se vê entretida tentando tapar o furinho do aquário de vidro com o dedo, quando consegue tapar, o risco que formava a rachadura começava a aumentar, liberando cada vez mais água, ela corre e vai procurar um pano, afinal, Sandy não iria gostar de chegar a casa e ver seu chão alagado.

Nota-se que cada vez que Charlotte se aproxima do perigo, a rachadura do aquário só aumentava. Logo, a piranha que tinha chegado perto de Charlotte, voltava do seu lugar e corria para a coxa de Charlotte. A piranha morte o dedo do pé de Charlotte, que murmura pra si mesma:

–Ai... Ui... O que... –Antes de ela terminar sua frase, centenas de piranhas nadavam com extrema rapidez para o escultural corpo da loira que parecia perdida naquela hora. Todas elas começavam a morder o joelho, a coxa, as canelas, quando Charlotte afundou sua cara na água para ver o que havia lá, percebeu que havia incontáveis piranhas fisgando os dentes no seu corpo, ela grita alto dentro da água quando quatro piranhas de uma vez fisgam seus dentes no nariz da pobre moça, ela tira seu rosto da água imediatamente, arranca as piranhas do seu rosto e tem um ato violência inesperado.

Jogou três das piranhas para longe e arrancou a cabeça de uma das piranhas com os dentes. Ela procurava forças para sair do lago, mas a dor de milhões de canivetes perfurando o seu corpo da forma mais violenta dificultava as coisas, ela sofria muito. Gritava sem parar em um tom agudo. O sangue boiava na água como se o rio mudasse de cor.

Charlotte se debatia com os impiedosos animais rasgando sua pele, não conseguia raciocinar. Logo, mais piranhas saíam daquela abstrusa e sinistra catacumba de piranhas. A dor parecia não acabar, mas, ainda havia uma saída! Charlotte conseguira subir!

Havia uma corda enroscada na ponta do cais, que parecia velha, mas bem enrolada na base da madeira acima dela, a mesma estica muito seu braço, sobre em uma rocha escorregadia, para a mão chegar mais perto da corda enroscada na escadinha do cais lá em cima. Ela estica novamente seu braço, torce do fundo de seu coração para que seu braço fique maior para alcançar a corda enroscada no corrimão de madeira da escadinha bem acima dela.

Charlotte, de algum jeito, com tudo aquilo acontecendo, consegue agarrar a corda com o braço direito, que coincide com o braço que Charlotte usara para brincar com os peixinhos do aquário no dia anterior na casa da Sandy. Ela puxa a corda, se apoia na rocha, escorrega e cai novamente na água gelada que era o Lago Queirozz. Mais piranhas começavam a chegar, como se Charlotte fosse o banquete daqueles perigosos peixes que tinham sangue na boca.

Ela não perde tempo, e antes que alguma piranha abocanhasse novamente a pobre coitada, ela escala novamente com rapidez a rocha, e arriscou uma nova forma de sair da água: Pulando da rocha para o cais. Ela vai levantando da rocha aos poucos, vai se equilibrando, quando atinge o equilíbrio completo, respira fundo, com partes de sua coxa e braços perdidos no lago, dá uma choramingada e pula com toda a sua força para o cais, ela NÃO conseguira novamente alcançar seu objetivo.

Mas chegou perto! Charlotte mantinha-se pendurada com apenas a mão esquerda na beira do cais. As piranhas a espera de seu banquete, mordiam o que ainda estava na água, os seus pés.

Charlotte gritava de dor com os peixes mordendo seus dedinhos. Mas a batalhadora estava mais perto do que longe. Por causa do primeiro pulo de Charlotte na água, o piso de madeira estava escorregadio, quando a mão da loira escorrega do cais, ela tem um rápido reflexo e quando ia cair, a outra mão que não tinha pressão, sustentou Charlotte lá, pendurada agora, com a mão direita novamente.

Enquanto Isso, Diana corria e pegava cada vez mais panos de chão, não será possível que esta rachadura não vai ter fim! Diana via que a mesinha que sustentava o aquário, estava um pouco solta, então tenta deixar o aquário mais equilibrado, pondo um livro no pé da mesa, para manter-se o equilíbrio e o aquário não cair.

Enquanto Toda Esta Confusão Rolava, Sandy chegava cada vez mais perto no lago. Após ela explicar tudo que ela tinha entendido sobre o raciocínio dos sinais, ela avista a placa:

(Lago Queirozz- 13 km)

–Selena, estamos chegando perto do lago, eu tô seguindo em linha reta tenta ligar agora! –Sandy violava as regras de trânsito mesmo sem perceber, pois só pensava naquela visão, que era bem menos clara que a outra. Como se fossem dicas.

–Vou ligar agora. E, Sandy, pelo que eu entendi da sua teoria da morte... Quer dizer que sempre que vemos alguma coincidência discrepante de algo que está para acontecer, é sempre uma previsão.

–Olha Selena, não é como previsão, porque nem sempre as coisas estão tão claras, é mais como um sinal, alguma coisa que indique pra gente o que vai acontecer, entende.

–Então, sua visão agora foi de pernas sendo mastigadas por coisas pequenas e cinzas. –Selena tira essa ideia do que foi contado por Sandy.

–Piranhas, Selena!

–Impossível.

–Como impossível? Viu o que houve no cinema? Se alguém algum dia me dissesse que um trem entrou no cinema como uma sessão 3d, eu também diria isso! Mas não estamos falando de fenômenos naturais, como a morte comum! Estamos falando de perseguição do destino. –Sandy deduz.

–Não é disto que eu estou falando Sandy! Eu pesquisei no celular, e descobri que neste lago, nunca foi habitado piranhas, seria um milagre que piranhas aparecessem naquela região. –Sandy arregala os olhos, via de longe a ponte que ligava a rodovia do Lago Queirozz.

No mesmo tempo que passava no Lago Queirozz, Charlotte mal conseguia ficar em pé naquele cais, tinha conseguido sair do lago, mas estava sem forças, rastejava-se como um zumbi em um filme de terror. Ela de vez em quando, dava uma escorregada no próprio sangue, mas voltava ao normal logo depois.

O cais era imenso, a bolsa dela estava longe. Ela fazia o que podia para ir mais rápido, mas as marcas gravíssimas em todo o seu corpo a impediam. Cada vez que rastejava, mais perto ela chegava da bolsa... Charlotte encostou seu queixo no chão... Pensou eu morrer ali mesmo, era só fechar os olhos, ir em direção à luz para que aquela maldita dor parasse. Mas ela sentia vontade de viver!

Quando ouviu o toque do seu celular, ficou mais esperta, com esforço, ficou de quatro no piso oco que era o cais, e foi em direção à bolsa, o cais fazia um barulho esquisito, Charlotte chegava muito perto da bolsa, assim como Selena e Sandy chegavam perto da sangrenta garota.

Charlotte enfim ficou a distância de um braço em relação à bolsa. Esticou o braço com todas as forças e consegue segurar o celular que tocava...

Diana, na casa de Sandy, teve a ideia de pegar o telefone fixo da casa e ligar pra Sandy, foi daí que o livro que estava no pé da mesinha, começou a inclinar-se, resultando no imenso aquário a rachar-se nos dois lados do vidro, então, o pé da mesinha que estava sem o livro, inclinou-se também, Diana volta pro quarto com o telefone ainda discando, e o aquário estava prestes a cair, Diana joga o telefone no chão, se ajoelha e consegue segurar o quadro.

Sandy e Selena estacionam o carro na frente de uma árvore. Elas correm e na beira do lago, no cais, estava Charlotte, com seu amarelado cabelo armado, com sangue em todo o lugar, consegue digitar alguma coisa no celular por estar nervosa, o aparelho escorrega da mão dela e cai dentro da bolsa novamente. Ela grita:

–SOCOOOOORRO! ME AJUDEEEEM! –Charlotte grita desesperada. Sandy corre, ajoelha-se na linha preta que dividia a areia e terra do cais. Charlotte estava quase agarrando a mão de Sandy, quando a madeira que sustentava o cais de baixo da água se quebra, fazendo o cais quebrar, o piso de madeira afundar, resultando na volta de Charlotte dentro do lago.

Logo, as piranhas entendem o barulho da água, voltam para local, e devoram Charlotte. Sandy tentou segurar Charlotte, mas só conseguiu agarrar a alça da bolsa. Charlotte não tinha mais forças restantes para conseguir voltar à superfície.

Ao mesmo tempo em que o cais quebra, o aquário da casa de Sandy quebra-se em mil pedacinhos sem explicação nenhuma nos braços de Diana, que não se machuca, apenas se molha inteira junto com todo o quarto. Ela sai boiando no chão escorregadio da casa e bate a cabeça na quina da cama de Sandy com força.

Sandy vai levantar, mas ela escorrega e quase afunda no lago junto com Charlotte e o piso de madeira oco que por sinal, estava em péssimo estado de conservação. Selena segura o braço de Sandy e puxa a visionária para uma distância segura do lago.

Elas ficaram lá, sem poder fazer absolutamente nada. Novamente, Sandy não tinha controle nenhum sobre a situação. Só poderiam fazer uma coisa. Observar de longe, o corpo de Charlotte sendo triturado.

Sandy vai olhar o que tem dentro da bolsa, e encontra de cara o celular, que tinha uns números digitados pelo dedo dela na esperança de conseguir ligar pra alguém vir ajuda-la. Sandy conseguiu resgatar alguns números digitados por Charlotte no momento do nervosismo.

Os números eram: 1-8-0. Os mesmos números que, em conjunto formavam formavam o número da poltrona de Sandy, que fora trocada por Robbie e destroçada pelo trem, a mesma maldita sala de cinema, de onde todo esse alvoroço teria começado.

–Um, Oito, Zero... Maldito número...

Sandy, apesar de aquela tragédia ter tomado todo o seu pensamento, ainda tinha uma coisa que teria que ser feita por Sandy para que todo esse inferno acabe... Achar o velho de cachecol e sandálias, e descobrir, enfim, o motivo disso tudo acontecer com eles. Afinal, aquele senhor parecia saber muito sobre a morte, e precisavam da ajuda dele, para saber como impedi-la.

Notas finais
E então, gostou do capítulo? Espero que vocês tenham se entretido, muito obrigado por chegar até aqui, comente se você gostou desta morte e comente também se você se satisfez com a morte de Charlotte ou acha que teria que ser menos sofrida. E se liguem que nas próximas atualizações surgirão personagens novos!! Aguardem ;) Até os próximos capítulos, falouuuu! Curiosidades: Em uma versão alternativa, Charlotte morria com um gancho de vara de pesca que enroscava no seu olho, matando-a instantaneamente. Um sinal difícil de perceber no capítulo é o número da placa do carro de Charlotte, cuja as letras da placa eram "MNL", que significa "Morte No Lago".