De dentro do trem, Arthur conseguia imaginar diversas historias para por em pratica, era um pseudo escritor, tinha o sonho de se tornar famoso, seus textos eram de impressionar. Via lá fora, pássaros voando ao redor do trem, em especial um, preto, grande, com asas independentes e um ar superior, que voava ao lado do trem e o acompanhava do lado de fora da janela que Arthur olhava, podia jurar que o pássaro estava olhando para ele, e assim se distraiu.

O pássaro de repente subiu, numa rasante, para desviar de um tronco, e ao raciocinar, Arthur percebeu que o trem estava agora adentrando a mata, era algo surreal, ele via arvores e animais tão próximos quanto suas idéias de seus cadernos, e repentinamente, o trem parou.

– Chegamos! – Gritou com entusiasmo o motorista.

Outro coro de indagações de estendeu.

– Chegamos como? Vamos estudar no meio da floresta? Aonde esta a escola? – Gritou uma garota ao meu lado.

– O governo ainda não terminou de construir estrada disponível para aquele lado, vocês terão que caminhar. – E as portas do trem se abriram, ao descer, por fora não era mais uma van, um trem negro como um dragão que baforava fumaça no lugar de fogo se via, com um brasão dourado estendido pelas paredes, escrito “Expresso para a Escola de Magia e Bruxaria Forccinari” e embaixo “Ordem, Magia e Progresso”

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.