Forbidden Way - Jeff the Killer.
1 Prólogo - Where all just started.
Notas iniciais
Era de noite. Uma fria noite que jogava ventos sombrios sobre todos que ousavam andar pelas escuras ruas de New York naquela hora, mas esse não era o caso de Emily Moor.
Emily tentava dormir em seu quarto, ela agitava-se na cama e puxava o cobertor para mais perto de si, mesmo com a janela fechada, o vento frio ainda entrava pelas frestas.
- Droga... Será que não vou conseguir nem dormir hoje? – Ela resmungou. Então ela escutou um som. Passos.
“Devem ser meus pais vindo verificar se não estou dormindo.” — Pensou a jovem, virando-se de lado.
Mas os passos não vinham de dentro da casa. Emily escutava passos vindos do lado de fora.
“Seria um mendigo?” – Ela pensou.
Mas não era nenhuma coisa que ela poderia pensar. Os passos eram muito leves e mal deixavam marcas de sua passagem no solo, ela não pôde escutar o som da janela de vidro subindo. O som que anunciaria sua morte.
A leve figura de um adolescente deslizou para dentro de seu quarto, com a jaqueta branca com capuz jogando uma sombra sobre seu rosto. Sua pele pálida indicava que acontecera algo á aquele garoto.
A menina, porém, escutou o leve baque do impacto dos pés do garoto no solo, ela virou-se, sonolenta na direção do som, mas então, uma mão pálida envolveu sua boca com força, ela exclamou, alarmada, o garoto curvou-se sobre ela, com a outra mão, ele sacara uma faca de cozinha.
Ele subiu o capuz com a ponta da faca, revelando os seus olhos insanos de íris azuis profundas, seus cabelos pretos desgrenhados, um nariz afundado e sua boca em um eterno sorriso esculpido com a própria faca.
- Vá dormir. – Essas foram às únicas palavras do garoto, e as últimas que a garota pôde escutar antes de ter a garganta aberta pela faca.
Tão silenciosamente quanto tinha entrado naquele quarto, ele saiu.
[UM DIA DEPOIS...]
A polícia realizava a perícia na casa de Alan e Myrian Moor. Myrian, a mulher de cabelos ruivos chorava sem cessar, Alan estava desolado, segurando a mão da esposa e olhando para o corpo morto da filha, onde o sangue se espalhara da sangrenta boca no pescoço desta, que agora encarava o céu, inexpressiva.
- Senhor, senhor! – Um policial se aproximou do delegado de olhos verdes e cabelos pretos, de olhar sério. – A perícia concluiu que o resultado só podia ter sido feito por algum serial killer ou spree killer.
O delegado era David Blackwater, severo e inteligente, ele subira ao cargo rapidamente após sua entrada na força policial, ele era bem-humorado e gentil normalmente, mas em operações, era capaz de disfarçar quase todas as suas emoções, a surpresa com certeza era uma delas.
- Eles têm uma lista? – Perguntou David.
- Sim, senhor, eles falam de Jeffrey Woods, vulgo “Jeff the Killer”, pois todas as vítimas foram aleatórias, mas ele sempre teve um período entre uma á outra... Isso é uma característica única do Jeff.
- Certo. Vamos começar as investigações sobre ele.
- Por onde começaremos, senhor?
- Vamos para a cidade natal dele, onde poderemos entrevistar os seus ex-amigos e parentes... Vamos ir para Montgomery.
Notas finais
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