Forbidden Sword
5 Capítulo 5 - Companheira X Viagem
Então, Mary logo repousou suas costas com levesa em meio a porta de madeira e papel, logo iniciando a espera da garota em se vestir, e arrumar suas malas para ir viajar junto de sua Mestre, no intuito de se tornar mais experiente.
Mary já tendo aguardado, em torno de quarenta minutos, já estava perdendo a paciência, e a raiva por ter de esperar a garota, já era presente em sua fisionomia, já estava com os braços cruzados, apertando um ao outro, e um olhar extremamente nervoso. Cor, vendo a situação, de dentro da bolsa, logo saiu da bolsa em um salto, e então se sentando a frente de Mary com delicadeza, colocando sua calda a frente, disse com paciência:
— Mestre, ela é uma mulher. Garanto que tenha que se arrumar muito.
Então, após concluir a frase, a garota logo puxou a porta de madeira, assim revelando suas roupas: uma yukata rosa, sandálias de madeira, arrumou o cabelo ficando com um rabo de cavalo, junto de uma mochila e duas espadas em suas costas e adagas em suas canelas.
Então, Mary por ter de esperar tanto, e estar totalmente furiosa, levantou-se com levesa com uma expressão totalmente assustadora. Então, Yuuka disse num tom de medo:
— M-Mestre, eu... eu... me perdoe! — Após dizer isto, ela se prostou perante Mary, tremula em extrema rapidez.
Então, Mary logo cruzou seus braços, e fez uma expressão de pena com um sorriso sereno em sua face, enquanto suspirou. Então, disse com uma voz leve:
— Vai levar só duas adagas e uma espada? Não quer nenhuma arma de tiro?
Então, acenando com a cabeça Yuuka disse "não", com um sorriso enquanto se levantou com levesa, junto de seu corpo. Então, com uma expressão séria, Mary disse com voz firme:
— Escute, eu não posso ser conhecida como uma bruxa. Garanto, que se as pessoas souberem, sua cabeça vai rolar e eu vou ter que matar todo mundo. Então, não cite meus poderes em momento algum, certo? Sou apenas uma espadachim bem treinada.
Então, Yuuka logo disse, com uma expressão séria, e com uma tremenda dúvida, que poderia custar o plano:
— Ok, mas, como vamos esconder a raposa? Tem vários magos por aí, se não sabe, podem sentir sua aura, ou seja, são perigosos.
Então, Mary logo lhe deu um leve sorriso, e logo dirigiu uma de suas mãos até o lenço, que no qual escondia um colar com uma rosa, então, apontando para ele, Mary disse com uma expressão satisfeita:
— Isto, ainda não está ativado, mas vai suprimir os meus poderes, quando eu ajustar isso ao tamanho correto do meu pescoço.
Então, logo dirigindo uma de suas mãos com levesa até, a rosa em questão no colar, a girou ao sentido anti-horário com levesa, então uma aura de diversas cores, logo transpareceu por alguns minutos, e tornou o ar do local um tanto pesado, logo retornando para a rosa em questão, que antes era negra, se tornou branca assim que as diversas auras adentraram o pingente. Logo, Mary dirigiu uma de suas mãos até seu bolso, assim logo retirando uma adaga de pequeno porte, logo dirigindo-a até a ponta de seu dedo, assim cortando-o, e então logo encostaria a ponta de seu dedo na rosa, fazendo-a se tornar vermelha. Porém, logo o dedo se regenerou em um velocidade tremenda. Então, logo sorriu para Yuuka e disse com levesa:
— Escute, Yuuka, se alguém ficar sabendo disto por você ou pelo Cor, eu os mato, literalmente! Enfim, o selo só se quebrará se eu girá-lo para o sentido horário ou se... Bem, deixa a segunda opção. Enfim, vamos indo, que estou com o saco cheio desta cidade deserta.
Então, Yuuka logo deu um pulo, levantando os punhos em seguida com uma expressão feliz:
— Certo, Mestre!
Então, saindo da casa japonesa enorme, deram de cara com cerca de dois mil moradores um tanto emocionados, mas alguns com uma expressão de nojo, de frente para a entrada. Então, Mary com uma expressão um tanto travessa e colocando seu capuz com ambas as mãos, em seguida colocou as mãos em sua cintura, dizendo em alto tom de voz para a multidão:
— Sei muito bem, que alguns de vocês querem me matar por acharem que sou uma bruxa, vagabundos! Mas, sou apenas uma mercenária que anda de cidade, em cidade, então se alguém quiser me matar fala aí!
A multidão ficou completamente calada, então logo ao observarem Yuuka que havia, os posto naquele inferno de cidade, começaram a gritar furiosos:
— Monstra!
— Vagabunda!
— Caia fora!
E então, começaram a tentar jogar pedras na direção de Yuuka, que em reação permaneceu com uma expressão séria, logo retirou sua katana de sua bainha em uma velocidade de 0.1 segundos, e então logo cortou todas as pedras em três segundos, e então logo guardou a espada. Logo, disse com uma expressão séria em alta voz:
— Escutem aqui, seus seres inferiores! Estou saindo desta cidade maldita, para ir junto de minha mestre treinar por anos, se quiserem ou não a cidade, é problema de vocês, não mais meu!
Então, o povo logo olhou surpreso tanto para Mary, quanto para Yuuka. Uma pessoa que afundou uma cidade inteira tinha o direito de viver? Será que sua mestre é pior que ela? A multidão ficou um tanto confusa e apreensiva, já que haviam passado por diversos horrores. Então, Mary logo gritou com uma voz doce:
— Foi mal, mas se vão ficar que nem estátuas, estamos saindo!
Então, dando um salto, Mary vez uma nuvem de poeira enorme, assim ocultando-a junto de Yuuka, que então seguiu os passos da Mestre. Logo, ao efetuar o salto, Mary foi na direção do telhado de uma casa alta, de onde se era possível contemplar o explêndido, pôr-do-sol, que no qual transmitia cores vivas, porém que nas quais davam um certo sono. Então, Mary logo sentou-se com delicadeza, logo contemplando o pôr-do-sol. E, após alguns minutos Yuuka logo se encontrou com Mary, e disse ofegante:
— Mestre... O que... Você... É..? Consegue... Pular tão rápido!
Então, Mary com uma expressão determinada, logo dobrou uma de suas pernas, enquanto esticava a outra sobre o telhado, enquanto repousou sua mão sobre seu joelho, e então disse com levesa:
— Honestamente, não sei o que sou, ou quem sou. Sabe, não tive a melhor das vidas; fui procurada, presa como um animal... Yuuka, eu quero ir à escola, uma escola onde eu possa lutar e aprender mais sobre esse mundo.
Então, Yuuka, que na qual estava a repousava sobre suas pernas, devido o cansaço, logo parou de ofegar em uma, feição de segundos, e então com uma expressão surpresa disse:
— Mestre, você é mais forte que qualquer um. Por quê, ainda quer ir à escola?
Então, com uma expressão serena, Mary levantou-se do telhado e então, virou-se para Yuuka. O vento, que no qual batia com força contra as duas, e levava algumas folhas, retirou o capuz de Mary, assim logo fazendo seu cabelo balançar na direção do vento.
Logo, com uma expressão determinada, e um tanto travessa Mary disse com um tom de voz firme:
— Quero aprender sobre este mundo, e então, me divertir com ele. Afinal, já passei dos meus cinco mil anos, uma velha tem que se divertir, né?
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