POV Carla

É sábado de manha, acordo pego o celular são 7:00, me viro e tento dormir de novo é em vão são 7:30 e não consigo mais dormir. O celular toca é meu pai, atendo e ele me pede pra ir arrumando as coisas pra nos levar pra casa da minha avó. Espreguiço-me e tento arrumar coragem pra levantar-me. Chamo minha mãe e pergunto se posso chamar o Vitor, pego o celular e ligo.

–Vitor? – Perguntei.

–Oi- ele me responde com voz de sono.

–Estamos indo pra casa da minha avó, quer ir?- Pergunto desejando que a resposta seja sim.

–Não sei, que horas são? – pergunta meio atordoado ate acho graça.

–São 08:00, você vai? – Pergunto já desconfiando de que a resposta seria um não redondo.

– Hmm – boceja – vou falar com minha mãe. – ele fala com ela e posso escuta — lá dizendo que não vai da pra ele ir, porque é longe e é difícil ônibus que passe por aqui.

–Tudo bem- respondo mesmo não estando tudo bem.

–Tchau, te amo! – falamos meio sincronizado. E desligamos.

Convenço minha mãe a falar com a mãe dele, e elas ficam no celular por minutos e finalmente ela deixa. Combinamos de pegar ele no terminal. Levanto-me depressa, tiro minha roupa e vou tomar banho, a água bate e me faz massagem, em minha cabeça imagino como serão esses 4 dias juntos na mesma casa, depois de passar 3 meses sem se ver.

Arrumo minha bolsa, e a de minha irmã, meu pai chega e finalmente vamos. Mas antes temos que parar e esperar meu pai fazer uma entrega. Os minutos se passam e eu não aguento mais ficar sentada no carro, pego meu fone e começo a ouvir musica. Resolvo ligar para ele.

– Já chegou? – Pergunto.

– To descendo do ônibus agora.- ele me responde ainda meio sonolento.

–Ok, chegaremos daqui a pouco. – e desligo.

1 hora 1:30... e finalmente saímos e damos de cara com um transito infernal, acho que não é hoje. Não vejo a hora de vê-lo e de poder abraçá-lo. Pego meu livro e começo a ler. Chegamos, mas eu não faço nada do que pensei, simplesmente sorriu e peço pra ele segurar o livro enquanto eu me ajeito no carro. O caminho ate a casa de minha avó parece mais longo agora, não nos falamos nem nos tocamos. A timidez é maior do que o normal. Chegamos e já esta na hora do almoço. Almoçamos e conversamos na mesa, ele começa a roçar suas pernas nas minhas, me deixando excitada, e vai subindo devagar até as minhas coxas e para.

Minha mãe me pede pra lavar a louça, e depois vou pra sala, depois fomos passear na orla, ficamos mais a vontade quando não tem ninguém nos olhando. Ele liga pra um amigo e combina de ir a casa dele, chegamos lá, conversamos um pouco e ele fala alguma coisa no ouvido do amigo dele, não dá pra entender. O amigo dele sai, e nos deixa a sós, e agora eu entendo perfeitamente o que ele falou com ele.

– Oi moça, vem sempre aqui? – ele pergunta como se não me conhece-se e solta uma risadinha maliciosa.

– Primeira vez – sorrio maliciosamente.

–Gostaria de conhecer melhor o ambiente?- ele me olha com aquele olhar que só ele tem, como se fosse me despir e fazer o que quiser.

– Claro- ele me puxa e me beija como se não houvesse amanhã, não paramos de nos beijar ele encosta-me em algo que parece uma porta, ele tenta abrir, mas estava com tanta pressa que não consegue, me viro e fico de costas sentindo sua ereção totalmente rígida, abro a porta e ele a fecha me olhando com desejo, novamente me beija e morde meu lábio inferior, reviro os olhos e sinto meu corpo arrepiar-se. Ele me empurra na cama, começa a me beijar pelo pescoço traçando uma rota ate o cós de minha bermuda, para e me observa delirar com esse simples gesto. Como alguém pode ter tal poder sobre outra pessoa? Ele retira minha blusa, e me beija novamente, me agarra e percorre meu pescoço com beijos molhados, e quentes, beija-me a boca e passa sua língua por minha boca fazendo um tour por ela. Ele retira meu sutiã me deixando com vergonha e em desvantagem. Começa a beijar meus mamilos e com sua outra mão ele o segura entre os dedos, traça um caminho de beijos quentes e molhados ate o cós de minha bermuda e finalmente a tira, minha calcinha esta molhada, fico com vergonha. Ele começa a retirar lentamente minha calcinha enquanto o faz, ele beija minha coxa sem tirar os olhos de mim. Eu mordo meus lábios. Ele me beija e nossas línguas começam a se encontrar em algo que parece uma briga, ele começa a beijar novamente minhas coxas, e a passar suas mão por minha intimidade, eu estremeço. Ele começa a beijar, fecho os olhos agarro o lençol, ele começa a passar sua língua pela minha intimidade, passando seu dedo pelo meu critolis, aumentando a freqüência, sinto que a qualquer momento vou gritar, mas não o faço, puxo seus cabelos indicando que estou quase chegando lá, ele continua, passa sua língua e da pequenas mordidinhas, me deixando arrepiada, meu corpo se estremece, eu não consigo mais segurar, ele me da mais uma estocada com sua língua e eu atinjo meu clímax.

Agora é minha vez de mostrar que ele não pode me torturar assim e sair ileso. O puxo para cama e fico por cima dele, fazendo pequenos movimentos pra frente e pra trás por cima de sua roupa, ele me olha com mais desejo, começo a beijá-lo a cada beijo sinto ainda mais sua ereção, beijo seu pescoço e sua orelha, retiro sua camisa e o beijo novamente, enquanto o faço arranho seu peito com minhas unhas. O beijo ate o cós de sua bermuda e o olho, ele não tira os olhos de mim e não pisca, volto ao cós da bermuda e mordo de leve sua ereção, retiro sua bermuda, e sorriu, sua ereção é maior do que o que parecia, retiro sua cueca, e ponho seu membro em minha boca, ele geme e revira os olhos, passo a língua pela sua glande, ele agarra meus cabelos e indica os movimentos. Eu o coloco todo na boca e fico por uns segundos, e depois o retiro, me sinto triunfante quando escuto seu gemido. Ele me olha e pede por mais, eu continuo, ele me agarra, pega um preservativo, e ponho em seu membro, me Poe na cama, e me penetra, a cada estocada fortes e rápida, eu gemo, o arranho nas costas a cada estocada violenta que me dar, eu beijo seu pescoço e mordo sua orelha, falo que quero mais e ele mete mais, cada estocada me leva ao delírio, eu chego ao meu clímax e ele em seguida, ele cai ao meu lado, e estamos ofegando, soados, deito no peito dele e durmo.

Notas finais
Espero que gostem, é minha primeira fic.