Forbidden Love
6 Visita Inesperada
Notas iniciais
♥
POV Thalia
Acordei em algo macio, uma cama, mas não era a minha, ainda não havia aberto os olhos com medo do o que poderia ver. Esse travesseiro não `e meu, nem essa coberta, comecei a ficar assustada.
Tentei me lembrar do oque havia acontecido ontem, a tarde de ontem veio como um flash em minha mente. Eu havia ido ao Grill com a xerife, Damon chegou, conversamos, uma fúria me atacou, cortou minha barriga, Damon a matou e me levou a algum lugar.
Passei a mão em minha barriga, nada de corte, nada. Nem cicatriz. Olhei minha blusa, era um tomara que caia rosa, eu havia saído com uma preta. Olhei minha calça, era azul piscina com um cinto de ouro, eu havia saído com uma preta.
Olhei em volta, não estava em casa como eu havia imaginado, o quarto era grande e refinado. Tentei me lembrar de mais coisas, consegui lembrar do rosto do Damon mudando, ele era sobrenatural, tinha que descobrir o qual ser sobrenatural ele era. Devia ser por isso que ele viu por trás da nevoa.
Me sentei na cama pensando no o que eu iria fazer. Estava sem armas, podia pegar uma faca na cozinha para poder me defender, caso alguma coisa. Mas também ia usar aquela faca no Damon caso ele tenha feito algo comigo, se vocês me entendem.
Tinha umas botas pretas de cano curto e salto alto do lado da cama. As coloquei e me olhei no espelho, boa combinação de roupas. Para outra pessoa. Quando tiver a chance, vou colocar roupas pretas, com certeza, mas vou ter que usar essas por enquanto.
Me levantei, andei até a porta sem fazer nenhum barulho, mesmo estando de salto. Vai conseguir fazer isso quando tiver que despistar vários monstros, e vai conseguir fazer qualquer coisa sem fazer nenhum barulho.
A porta estava aberta, era de madeira escura, passei por ela e fui parar em corredor com varias portas, andei até o final dele, agora uma parte do corredor era aberta, vi a sala lá em baixo, eu estava no segundo andar, tinha uma escada do meu lado.
Desci a escada, estava na sala, agora era só achar a cozinha, pegar uma faca e ver se tinha alguém em casa. Fui para a esquerda, vi mais alguns quartos, e alguns banheiros, eu estava em uma pensão pelo jeito. Voltei para a sala, dessa vez fui para a direita, tinha a porta da frente, andei mais um pouco. Achei a cozinha.
A cozinha também era refinada, como o resto da pensão. Achei o que eu queria, havia uma gaveta apenas de facas, muito bem organizada. Remexi na gaveta, achei uma faca, nem muito leve nem muito pesada, o corte era perfeito.
Ela em minhas mãos, seria um perigo muito grande para quem me irritasse, ou para acabar com a raça de alguém ( Damon) se tiver abusado de mim enquanto estava inconsciente. Sei que `e uma acusação séria, mas eu não o conheço direito, e ele tinha o jeito de que pegava todas.
Coloquei a faca escondida na bota. Hora de descobrir se tinha alguém em casa, passei por todos os cômodos do primeiro andar, ninguém. Subi as escadas, passei por um quarto em que havia o barulho de chuveiro ligado.
Me sentei na porta do quarto, três minutos depois o barulho cessou, esperei uns cinco minutos e bati na porta, alguns segundos depois, o garoto de olhos verdes de ontem, Stefan, atendeu a porta. Ele estava com os cabelos claros molhados, uma calça jeans escura e uma blusa branca.
— Oi, desculpa incomodar, mas `e que eu não sei onde estou, e você foi a única pessoa que achei. Você poderia me dizer onde estou, como eu estou com essas roupas que nunca vi na vida e quem `e você?- perguntei meio confusa, ele deu um pequeno riso.
— Na ordem das perguntas- falou sorrindo ri, e ele continuou- Você está na pensão Salvatore, não sei como você foi parar nessas roupas e sou Stefan Salvatore.- respondeu- E você?
— Sou Thalia Grace- me apresentei- Você me viu sendo atacada não viu?- perguntei, ele assentiu- Levei um corte profundo na barriga, e agora não tem nada. Como isso aconteceu?- perguntei, ele saiu do quarto e fechou a porta e começamos a andar.
— Depois eu e Damon te explicamos isso.- ele falou e resolvi perguntar outra coisa- O que você `e do Damon?
— Sou o irmão mais novo dele- falou, choquei! E como se lesse meus pensamentos ele falou- Sei que você ficou chocada.- assenti.
— Vocês são muito diferentes!
— Eu sei, temos só pequenos traços em comum, mas são poucos. Somos os únicos da família, outros moram na Itália, mas são apenas parentes distantes. E você? Tem algum irmão?
— Tenho um irmão mais novo, Jason Grace, até uns meses atrás ele estava desaparecido desde os meus 8 anos- ele me olhou chocado- minha mãe morreu em um acidente de carro e meu pai não me da bola, antes de vir para cá eu morava com uma irmã minha.- falei, apenas não mencionei que meu pai `e Zeus.
— Nossa, a minha morreu no momento em que eu nasci- chegamos na sala e ele se sentou no sofá e eu na poltrona- meu pai morreu há uns anos.
— Meus pêsames- falei
— Está tudo bem.
Um silencio se instalou pela sala, um silencio desconfortável. Comecei a estralar os dedos, sem querer um raio pequenino saiu quando estralei o mindinho, Stefan se assustou.
— Como você fez isso?
— Ah, isso `e apenas uma coisinha que eu faço por causa do meu pai- falei, uma hora ou outra eu teria que contar de qualquer forma.
— Quem `e seu pai?- perguntou ele curioso, dei um sorriso de lado.
— Meu pai `e apenas Zeus, o deus dos céus, raios e trovões.- Stefan arregalou os olhos.- Eu sei que `e chocante agora mas depois você se acostuma com o fato de eu ser uma semideusa filha do rei dos deuses. Você acredita em mim?
— Claro que sim, mas você acreditaria que eu sou um...- ele ia falar quando a campainha toca.- Eu atendo Thalia.- ele falou e foi atender a porta. Já que a porta era em frente a sala eu consegui ouvi-los.
— Olá- ouvi Stefan dizer.
— Oi- disse uma voz conhecida por mim apenas não reconhecia.- A Thalia está?
— Está. Entre por favor.- disse Stefan. Os dois se aproximavam. Espera, eu conheço o emo do lado do Stefan.
— Caverinha!- falei e abracei o Nico. E ele me abraçou de volta.
— Senti sua falta para-raios!- falou.
— O que você está fazendo aqui?- perguntei feliz em ver meu primo.
— Ártemis me pediu para te trazer isso. `E um anel que se você morrer por causa sobrenatural, como se um vampiro, lobisomem, hibrido ou bruxa com ele te matar, ele te trás de volta `a vida- falou e me entregou um anel com um raio.
— Obrigada caverinha!
— Quer testar, para ver se funciona?- perguntou Nico no jeito psicótico dele de ser, as vezes.- Stefan mata ela, não vai me fazer falta nenhuma!
— Nossa Nico, desse jeito vou me sentir amada- falei irônica.
— Como você sabe que se eu a matasse, ela voltaria?- perguntou Stefan.
— Como um filho de Hades, o deus dos mortos, eu sei quando encontro alguém que morreu, principalmente quando ele vira vampiro.- explicou, então Stefan era um vampiro, legal!
— Ah
— Eu tenho que ir cara de pinheiro!- falou- E por que você está de rosa e azul?
— EU NAO SEI! PUTZ VEI, CADE O DAMON? ELE DEVE SABER!- gritei (le-se berrei). Nico sorriu malicioso.
— To sabendo Thalia!- que vontade de matar esse garoto!- Tchau cara de pinheiro!
— Tchau bafo de cadáver júnior!- Nico fechou a cara e foi embora por viagens nas sombras.
— Então Thalia? Está com fome? Por que eu sei fazer uma macarronada muito boa!- Stefan falou.
— Estou morrendo de fome! E eu adoraria, mas só duas perguntas, você come? E que horas são?
— Sim, eu como e são duas da tarde.- respondeu e fomos para a cozinha. Seria um bom dia e eu fiz um novo amigo.
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