Na minha mente tinha uma falca em que tropecei inúmeras vezes correndo, fugindo dos fantasmas que eu e a vida criamos e me perseguiam o tempo todo no silêncio na inércia o que se passa na sua cabeça um fluxo constante de pensamentos destrutivos e esperanças natimortas.

Isso é um protesto. Não quero viver de novo. Respirar custa caro. Tudo isso está muito errado e temos que seguir, seguir direto pro precipício da morte. E quando ela abraça, é tão breve, e logo nos joga pra mais uma fase do jogo do diabo. Outra vida? Nem são nem louco merecem.

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