Fora do Normal.
4 Vai valer a pena, se eu deixar?
Notas iniciais
Chego em casa, e fico conversando com o Diego.
Ele me falou que a festa vai ser as 19:00 hrs, e que vinha me buscar. Nunca, um menino veio me buscar para uma festa! É totalmente, emocionante, ou é exagero meu.
O.k, que roupa eu vou...penso!
Abro meu guarda-roupa, e vejo as roupas... JÁ USEI TODAS! Mais avisto um vestidinho rosa, tomara que caia, e um sapato pretos com um laço na frente. Achei perfeito, porém comum, e para ocasiões iguais a essa festa, em que eu não conheço ninguém.
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– Viluzinha, o seu amigo chegou. — grita Olga.
– Já estou descendo. — grito de volta.
Desço a escadas, e vejo o Diego. Calça jeans, camiseta gola polo azul, tênis all stars... na minha opinião, ele está bem arrumado. Está incrivelmente lindo.
– Vamos? — pergunto.
– Realmente, você está linda. — diz ele, e minhas bochechas ficam rosadas.
– Você também está bonito. — isso, eu posso até falar por educação, mas sério, ele está lindo mesmo.
– Vamos lá. — diz ele, e me puxa parar fora.
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Já estou nas festa, eu olha quem eu avisto: LEON!
– Pegando outro Vilu. — ele pergunta aproximando de mim. — Mais um otário.
– Primeiro: eu não te dei nenhuma intimidade para você me chamar de Vilu. — responde com o dedo na cara dele. — Segundo: na noite anterior eu estava bêbada, e você se aproveitou de mim.
– Vilu. — diz Diego. — Você bebe? Já pegou o meu amigo?
– Diego, não é nada diss...
– É sim. — interrompe Leon.
– Diego, não é uma hora boa para conversar. — digo. — Eu vou embora! Você já tem meu wpp, se quiser saber de tudo, me chama lá. Tchau!
Eu saio correndo.
Eu não quero mais sair de casa, penso, e lágrimas escorrem pelo meu rosto.
Vou atravessando a rua, quando de repente...
ISSO NÃO PODE MAIS EXISTIR!
Vejo um corpo deitado no chão...É O MEU CORPO! Duas de mim?
Só então percebo: estou morta ou desmaiada; aquele ali, é o meu corpo de carne e osso, esse da aqui, é a minha alma.
– Ei, alguém? Oque aconteceu? Por favor, me ajudem. — grito. Mais sei que ninguém vai me ouvir, aliás, estou praticamente morta ou desmaiada.
Eu quero ir embora desse mundo infernal... mais, como posso deixar meu pai, meus amigos ou como posso lagar mamãe lá no céu?
Começo a chorar, raiva nasce sobre meu corpo.
– ISSO TEM QUE ACABAR. — grito. — ESSA DECISÃO! ELA TEM QUE ACABAR.
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