For a Second
1 For a Second
Notas iniciais
Um pequeno alerta, vocês podem me odiar um pouco
E também pode ser que bata um pequeno bad
Kkk, mas não me odeiem por isso
Principalmente se você amar, gostar muito do soluço
Há e contém spoiler de como treina seu dragão 2
Se você ainda não viu, então não leia
Boa leitura!!!
"Banguela, para!" O grito de soluço ecoou pela ilha
"Soluço" Stoico gritou ao longe
O pai aterrorizado tentou desesperadamente, chega ao seu filho, seu único filho, o menino estava encurralado prestes a ser morto por aquele que um dia chamou de amigo
"Pai, não" Soluço não podia acreditar nisso, seu pai estava vindo e ele sabia muito bem o que o homem planejava fazer, colocando um braço protetor na frente para tentar parar seu pai
Stoico não podia acreditar no que estava ouvindo, más conhecendo o garoto, o menino daria a própria vida para salvar até a de uma pessoa desconhecida. Más Stoico não se importava com isso agora ele iria salvar seu filho ele não iria parar!
Soluço viu a familiar luz roxa brilhando na garganta de banguela, ele sabia o que iria acontecer, más ele não culpava banguela ele sabia que seu amigo estava sendo controlado. Dizem que quando você está morrendo a vida passa diante de seus olhos e foi isso que aconteceu com soluço, ele lembrou dos momentos ruins e bons com seus amigos, de quando derrotou o morte rubra e trouxe a paz para berk, das conversas alegres que teve com seu pai e as brincadeiras os risos, do seu primeiro beijo com Astrid até a pouco tempo quando viu uma cena que desejou a vida inteira seu pai e sua mãe finamente juntos.
'Eu vou sentir, muita...muita falta de vocês' soluço pensou uma fração de segundos depois ele só sentiu uma dor ardente em seu peito e seu gritando e então tudo ficou preto
"Soluço, não!" Stoico gritou em choque e medo ele viu quando a luz roxa acertou seu filho e lançou seu menino longe
Em pânico Stoico correu para o lado de seu tirando os blocos de gelo de cima de seu pequeno corpo, e virando ele de costas. Stoico deu uma rápida olhada nos ferimentos de seu menino, seu peito tinha uma queimadura desagradável, tinha um pequeno corte em sua cabeça e em sua boca um fino rastro de sangue
Pegando seu menino para ouvir seus batimentos, uma lembrança lhe bateu, igual ao dia que seu filho lutou com o morte rubra naquele dia seu filho tinha saído de lá vivo. E não seria diferente hoje, não podia ser ele acabará de reencontrar sua esposa e perde seu filho
Um...dois...três segundos e nada, nenhum suspiro ou um batimento...
"Não, não, não" Stoico já tinha se rompido em lágrimas, não podia ser,não podia estar acontecendo seu menino era forte ele não iria morrer assim "Soluço, acorde! Pare de dormir, não"
Valka caiu de joelhos ao lado do marido, isso não podia estar acontecendo, ela tinha acabado de se reencontrar com seu filho que não via a 20 anos, ela não podia perde-lo "Não, soluço" ela sussurrou
Stoico estava abraçando seu filho fortemente contra seu peito, ele registrou quando sua esposa se ajoelhou ao lado dele e apoiou sua cabeça em seu ombro
Quando os cavaleiros pousaram suas respirações ficaram presas na garganta 'não podia ser'
"Soluço" Astrid correndo para perto de Stoico que ainda mantinha um aperto forte em torno de soluço "não, não soluço, por favor" ela soluçou alisando os cabelos de seu namorado
Bocão se aproximou do grupo e tirou seu elmo em sinal de respeito, ele também estava arrasado, o rapaz ficou 9 anos sendo aprendiz dele. Soluço era o filho que ele nunca teve
Banguela registrou a cena, sem entender nada, 'por que seu cavaleiro estava assim, deitado e imóvel ?' ,'por que o pai de seu cavaleiro estava chorando, por que todos estavam chorando?'
Ele lentamente se aproximou de seu amigo deitado no chão frio, más quando cheirou sua mão...'não havia sinal de vida no menino, não, não podia estar acontecendo' ele tentou se aproxima mais. Más em defesa Stoico o empurrou para longe
"Não! Se afasta dele" Stoico gritou com um brilho diferente nos olhos um brilho que ele não tinha a seis anos quando a matança de dragões havia acabado
Banguela se encolheu com a voz do pai raivoso em luto 'o que fez? Ele matou seu amigo, ele não merecia viver, se Stoico quisesse o matar ali seria completamente justo, o homem acaba de reencontrar a esposa e perde seu filho'
"Pode ir, saí daqui. Vai embora!" Stoico terminou de descarregar sua fúria
"Não é culpa dele, você sabe disso" valka se moveu para confortar o marido. "Dragões bons, sob o domínio de pessoas más, fazem coisas ruins"
Stoico sabia 'ela tinha razão, não foi culpa do banguela e também seu filho não ficaria feliz vendo ele brigar com seu amigo assim'. Depois disso Stoico afundou no chão com uma nova onda de tristeza se apoderando de seu ser
Eles ouviram um rugido do alfa e junto todos os dragões se foram, e se viraram para ver banguela tentando voar sozinho, más sem seu cavaleiro era inútil, drago tentou controla-lo novamente o agarrando com seu gancho, até que ele consegue e sobe em cima dele
"Juntem os homens, e me encontrem em berk" drago gritou dos céus, e junto seus homens se foram e todos os dragões do santuário
"Banguela!" Stoico gritou se levantando para correr atrás de drago, por mais que ainda estivesse com uma certa raiva de banguela ele sabia o quanto seu filho amava esse dragão, e não iria gostar de velo indo embora com esse louco, psicopata. Ele tinha que fazer algo!
"Não, não!" Foi valka o parando ela sabia que ir atrás de drago seria inútil, ainda mais sem armas, sem dragões e também ela acabou de perder seu filho ela não queria perder o marido também. Impotente de fazer algo, Stoico apenas afundou no chão novamente e chorou, chorou por seu filho, por berk, por todos ali presente até por banguela
...
Já haviam se passado cinco minutos, e ninguém tinha se atrevido a dizer ou mover algo
"Vamos, devemos dar a soluço uma entrada digna em valhala" Stoico disse com a voz falhando, todos concordaram ninguém queria deixar soluço ir más era o certo
Pegaram os restos de um dos navios de drago, pegando uma manta para embrulhar o corpo de seu pequeno menino Stoico dá um último aperto nele, antes de coloca-lo deitado sobre a madeira e da um leve empurrão no barco
"Que as valquírias lhe dêem as boas vindas, que o levem ao grande campo de batalha de odin, que elas cantem seu nome com amor e fúria, para que possamos ouvi-lo das profundezas de valhala e sabermos que você tomou seu lugar de direito na mesa dos reis..." Bocão começou seu discurso, enquanto todos, ainda deprimidos preparavam as flechas e a fogueira
Stoico olhou para a flecha em sua mão, a ficha parecia ainda não ter caído, sua esposa estava ao lado dele, ela também estava tão desolada quanto ele
"Hoje um grande herói caiu. Um guerreiro, um líder, um amigo, um filho........" Bocão respirou fundo se lembrando do aprendiz que ele amava igual a um filho
Stoico acendeu a ponta da flecha na pequena fogueira e com o aperto no coração mirou e atirou no navio que continha o corpo de seu amado filho
Junto todos os outros também atiram as flechas flamejantes no corpo de seu amigo querido
As lágrimas começaram a queimar nos olhos de Astrid, vendo o corpo de seu namorado naquele barco, o menino que por tantos anos foi o único amigo que ela confiava todos seus segredos. Depois admitiu que o amava, tinham tantos planos para o futuro ela simplesmente não podia...acreditar
"Eu sempre vou te amar, obrigado por ter me apoiado, e me mostrado que eu não preciso ser boa em tudo, nem perfeita para ser feliz "
—______________________________
Melequento suspirou ele admite que no passado não gostava tanto assim de seu primo, más nunca desejou sua morte. Ele se lembra do tempo que o intimidava, como uma forma de deixar seu subconsciente melhor e ao mesmo tempo provar a todos que ele era fraco e que ele deveria ser o próximo chefe, más ele nunca o odiou anos mais tarde com a morte da rainha ele finalmente percebeu o quanto errado foi com seu primo, e que não deveria ter deixado as pai influência-lo tanto
"Sinto muito por tudo, meu primo me perdoe por ter sido esse idiota durante tantos anos " e finalmente deixou as lágrimas escaparem
—___________________________
Perna de peixe ele se lembra que nunca foi um menino muito popular, quando ele era pequeno seu melhor amigo era o soluço más tudo mudou quando eles tinham 7 anos, foi quando as outras crianças começaram a implicar e a bater em soluço e como forma de se aceito pelos outros ele também se afastou do amigo. Más isso foi um grande erro e a 6 anos atrás ele percebeu isso, felizmente soluço o perdoou por tudo é puderam voltar a ser amigos novamente, e soluço sempre foi o único que gostou de ouvir ele falar sobre seu conhecimento em dragões e de 'nerda' com ele quando descobriam um dragão novo
"Me perdoa por ter te abandonado no passado amigo, eu sentirei muito a sua falta" ele abaixou a cabeça uma onda de tristeza o consumindo por dentro
—______________________________
Cabeça quente quando era criança não se encaixava entre as outras meninas da sua idade, por isso seguia melequento e seu irmão o tempo todo. Ela nunca se sentiu bem batendo ne soluço más como os dois garotos eram sua única companhia ela deveria ser aceita, depois tudo mudou e realmente soluço era a única pessoa que levava ela a sério, mesmo com os sermões chatos dele as vezes ela vai sentir falta.
"Obrigada, por ser a única pessoa que um dia me levou a sério" mesmo que todos estivessem olhando, ela não se importou deixou que as lágrimas rolassem
—____________________________
Cabeça dura também nunca foi um menino social, as outras crianças não entendiam o seu censo de humor quer dizer menos sua irmã. Más ele queria alguém para conversa, ele queria um amigo porque ele sempre soube um dia eles iam crescer e mais cedo ou mais tarde sua irmã ia começar a se interessa por coisas do mundo feminino como garotos, ele começou a andar com melequento ele queria ser alguém além do arruaceiro da ilha e já que o melequento sempre afirmava que seria o próximo chefe,' existe alguém mais maneiro do que o próximo líder?' Ele nem serecorda quando começaram a implicar com soluço, nem o por que apenas que melequento começou e ele seguiu assim como sua irmã. Más depois de todos os eventos em berk e ter descoberto que o amigo que tanto procurava estava sempre ao seu lado. Mesmo que soluço não gostasse de destruir as coisas, mesmo quando ele era chato e o repreendia más ele sentiria sua falta
"Me perdoe por não ter te descoberto antes meu amigo" vikings não choram, más ele não se importou e pela primeira vez em sua vida ele realmente chorou
—___________________________
Bocão suspirou tristemente ele amava soluço o menino era muito mais do que um aprendiz para ele, era um filho, um sobrinho, uma companhia para as tardes solitárias na forja. Era nele que o menino buscava conforto quando seu pai o repreendia ou quando as outras crianças o maltratavam e o batiam...ele estava lá
"Berk ficará muito vazia sem você" lágrimas solitárias rolaram por seu rosto
—______________________
Valka se sentia tão culpada, ela perdeu vinte anos na vida do seu filho, as poucas horas que passou com ele foram tão boas, por que tinham que acaba tão rápido? Se ela tivesse voltado para berk a mais tempo talvez isso não teria acontecido, o tempo todo seu filho foi igual a ela...é onde ela estava?
"Por favor me perdoe soluço, eu perdi tudo! E eu me arrependo de não ter estado lá para você" Lágrimas salgadas rolaram por sua bochecha
—____________________________
Stoico soltou um soluço triste, seu pobre menino, era culpa dele se ele tivesse andado mais rápido ele teria conseguido impedir banguela. Ele se lembra do tempo que empurrava seu filho para longe se recusando a ouvi-lo, negando amor e afeto que todas as crianças necessitam. Depois do morte rubra finalmente percebeu o quanto amava seu filho, o quanto precisava dele e não conseguiria viver sem aquela criança , e ativou um instinto de super proteção paternal dentro dele, se certificando todos os dias que seu garoto estava bem, feliz, seguro e agora ele perdeu o seu bem mais precioso
"Me desculpe por toda dor que te causei no passado" a esse ponto as lágrimas já ofuscavam sua visão
—_____________________________
Astrid ouviu o lamento de todos. Más isso não estava certo, ela sabia que todos estavam tristes, más conhecendo soluço, ela sabia muito bem que ele não ia querer que eles ficassem aqui, assim tristes enquanto sua casa corre perigo e que a essa hora ele já estaria indo para berk sem se importa com as reprovações ou alertas de todos , ela riu um pouco com isso seu namorado se sacrificava mesmo por pessoas que ele nunca viu na vida, adorava bater as portas da morte por que ele era bem...o soluço
"Soluço não iria querer nos ver assim" Astrid finalmente disse e todos olharam para ela confusos "ele não iria...todos aqui conhecemos o soluço, mesmo incapacitado ele se arisca para salvar a vida de todos, ele ficaria deprimido de nos ver tristes enquanto berk corre perigo"
"Astrid tem razão, sabemos que soluço sempre se preocupou mais com os outros do que consigo mesmo, e mesmo quando ele estava mal ele tentava nos fazer feliz. E agora ele iria querer que pelo menos tentasse-mos nos alegrar lembrando não dele hoje morto, más de todos os momentos felizes que passamos juntos e fossemos para berk agora, defender a nossa casa" Perna de peixe disse e era tudo verdade
"Más como? Todos os dragões, não foram levados" cabeça dura observou
"Nem todos, na verdade" valka observou
"Vamos salvar berk, em nome do meu filho" Stoico disse alto "por soluço?"
"Por soluço!" Todos gritaram em uníssono
Notas finais
Sinto muito se você tive chorado um pouco, más esses dias eu estava pensando e se Stoico não tivesse chegado a tempo
Obrigado por ler
Comentários e favoritos me ajudam
Bye, bye
Fale com o autor