For The Greater Good
24 Capítulo 24
Notas iniciais
Está acabaaando! .-. Penúltimo capítulo hoje.
Hook e Ariel estão partindo, as coisas entre família estão se ajeitando. A vida está seguindo. ^-^
Espero que gostem de mais esse capítulo. Boa leitura!
Hook e Ariel estão partindo, as coisas entre família estão se ajeitando. A vida está seguindo. ^-^
Espero que gostem de mais esse capítulo. Boa leitura!
– Anda Emma... acorda! – Ele riu, chacoalhando a loira que se agarrava cada vez mais à Regina, manhosa.
– Ah kid, tá tão bom aqui. – Ela riu e abriu os olhos.
– A gente vai se atrasar, Emma. Você prometeu. – Ele tornava a chacoalhar a mãe, rindo.
– Isso mesmo, Swan, você prometeu. De pé, anda. – Regina tentou se livrar dos braços da loira, mas ela parecia um polvo. A morena se soltava de um lado, ela agarrava de outro, fazendo o menino e até mesmo Regina rirem.
– Que horas são? – Ela disse, preguiçosa, quando finalmente deixou a morena se levantar.
– São sete e meia, Emma. – Regina respondeu, encarando-a.
– Sete e meia?! – A loira pulou da cama, procurando pelas roupas, fazendo os outros dois rirem. Ela já enfiava as pernas pelo jeans quando notou que Henry estava presente. – Hey garoto, por que não vai se arrumar? Você já está muito grandinho pra ficar vendo as mães se trocando.
– Eu já estou pronto, Emma. – Ele rebateu, rindo. – Tá certo, eu vou esperar vocês lá embaixo, mas não demorem tá? – Ele desceu da cama e saiu pela porta do quarto, fechando-a atrás de si, rindo.
– Esse menino é impossível. – Emma comentou e riu, assim que o menino saiu, olhando Regina no closet escolhendo uma roupa.
– Ele teve a quem puxar, Miss Swan. – Ela encarou Emma com um sorriso predador nos lábios.
– Se continuar me olhando assim, acho que vamos nos atrasar ainda mais. – Ela se aproximou da morena e lhe segurou a cintura, abraçando-a por trás e beijando seu ombro. Os seios de Emma já se mostravam rígidos por baixo do top.
– Se controle, Swan. – Regina ronronou, sentindo os arrepios que os toques da loira lhe causavam. – Aqui, vista essa camisa. – Ela entregou a camisa cinza escura para Emma, afastando-se da loira.
– Sua camisa? – Ela ergueu uma sobrancelha. – Tem certeza?
– Você já usou minhas roupas quando ainda não tínhamos nada. Agora que estamos dormindo juntas, isso vai se tornar um problema? – Ela encarou a loira com um ar divertido, a sobrancelha erguida.
– Problema nenhum, Madam Mayor. – Ela deu um sorriso maroto e vestiu a peça.
– Certo, vou tomar um banho e logo estarei pronta. – Ela deixou a camisola ir ao chão diante de Emma, que já abotoava a camisa e parou o que fazia, de queixo caído, ao ver a morena nua outra vez diante dela. – Algum problema, querida? – Ela riu.
– Nunca vou deixar de ficar boba ao te ver nua, Regina. Você é linda demais. – Ela suspirou e disse em tom mais baixo, quase para ela mesma. – Você é muito gostosa. – Regina soltou uma risada.
– Se apresse, Henry está esperando. – Ela riu e virou de costas, andando para dentro do banheiro. Emma a seguiu como um imã, mas assim que chegou até a porta, Regina fez que não com o dedo e fechou a porta diante da loira, trancando-a.
– Merda. – Ela encarou a madeira à frente. – Vai me pagar por essa depois, Regina. – Ela disse em tom alto e ouviu o riso da morena lá dentro. Terminou de se arrumar e desceu para junto de Henry.
xXx
Os três chegaram atrasados ao cais, Mary e David já estavam lá, assim como algumas outras pessoas, entre elas Leroy, Archie com Pongo, Ruby e Belle. Mas o pirata e Ariel não pareciam nem um pouco apressados, saíram do barco com um sorriso, ao verem que tanta gente havia ido se despedir.
Eles se aproximaram, os homens fizeram um pequeno grupo e começaram a conversar sobre rotas, sobre reinos, alguns deles iam com Hook, como Sr. Smee e outros três homens, todos que faziam parte da tripulação original do Jolly Roger há muitos anos atrás.
Já as mulheres, incluindo Ariel, formaram outro grupo ao lado, conversando principalmente sobre a ruiva e o lugar de onde viera, convidando-a a voltar e passar mais tempo da próxima vez. Henry estava no meio delas, junto com as duas mães, que se mantinham abraçadas. Ou melhor, Emma mantinha-se agarrada à cintura fina de Regina, que tinha seus braços nos ombros do garoto.
– Ariel, você disse que ia me mostrar como você é. Você sabe, uma sereia. – Ele riu, fazendo as moças rirem também.
– É claro, pequeno Henry. Venham comigo, moças. – Ela sorriu para as outras e começou a caminhar pelo cais, com o grupo atrás dela.
– O que elas estão fazendo? – Foi David quem perguntou, ao ver o grupo se afastando.
– Eu acho que Ariel vai entrar na água. Ela me disse que prometeu ao Henry se mostrar a ele como sereia. – O pirata sorriu, acompanhando-as com o olhar.
Quando que Ariel chegou à beira da plataforma de madeira do cais, o grupo de homens se juntou a elas, todos curiosos para verem a ruiva em sua outra forma. Ela sorriu, um pouco tímida, e tirou o sobretudo de couro que foi presente de Hook, assim como as botas, permanecendo com a calça e uma regata preta. Jogou a peça para o amado e virou-se para o mar. Ela sorriu e mergulhou.
Assim que fez isso, a multidão se aglomerou, Regina e Emma à frente, com Henry. O mar brilhou com uma bela luz rosada vinda de dentro da água. Henry estava fascinado e foi o primeiro a ver a sombra de Ariel voltando à superfície.
A sereia retornou e acenou para as pessoas. Seu busto agora era coberto por um top feito de duas grandes conchas arroxeadas. Henry acenou de volta e ela tornou a mergulhar, mostrando sua grande cauda esverdeada, fazendo todos se espantarem e se empolgarem com a visão. Ela deu um salto para fora do mar, que lembrou a Henry de um golfinho brincando. Eles puderam ver a exata divisória no corpo da moça, onde sua parte humana terminava, logo abaixo do seu umbigo, e a parte peixe começava, em escamas esverdeadas e brilhantes, que muito lembrava a Regina da cor dos olhos de sua amada loira.
– E agora, como ela vai voltar ao normal? – Henry encarou Hook com um olhar curioso, enquanto a moça ainda fazia suas peripécias na água.
– Esse é o normal dela, garoto. – O pirata riu e deixou Henry meio sem graça. – Mas eu entendi o que quis dizer. Quer saber como ela vai ter as pernas de novo, não é? – O menino acenou que sim com a cabeça. – É um encanto. No mar ela volta a ser sereia, na terra firme ela ganha as pernas. Ela passou por muita coisa para ter esse desejo atendido. Só que, vejam só, ela se tornou única e totalmente especial. – A voz do pirata tinha um tom apaixonado ao falar da ruiva que fez as pessoas ao redor sorrirem.
xXx
Eles assistiram, por algum tempo, Ariel demonstrar todas as vantagens que ela acreditava ter em ser uma sereia. Depois ela voltou à praia e sentou-se na areia, todos em volta dela olhando-a atentamente, enquanto a mesma luz rosada brilhava e sua cauda ia sendo substituída por duas pernas. Ela ficou de pé, Hook a envolveu no sobretudo e ela o abraçou outra vez.
– Bom, está na hora de zarpar, meus amigos. – Ele sorriu para a tripulação. – Vamos ver se depois de todo esse tempo acomodados, ainda são tão boa tripulação. – Ele riu.
– Para onde vocês vão? – Disse Regina para o pirata.
– Para casa. Depois, para onde os ventos soprarem. – Ele sorriu.
Aos poucos os homens subiram a bordo. Ele despediu-se de Emma e Regina, desejou-as sorte e prometeu visitá-los quando Henry convidou. Ariel fez o mesmo, despediu-se dos novos amigos e o casal embarcou. Aos poucos o navio foi ganhando distancia e todos puderam ver o portal se abrir no mar. Em seguida, Jolly Roger ser engolido por ele e desaparecer. Era isso, a atração tinha acabado.
xXx
Após saírem do cais, todos foram até o Granny’s para continuar conversando e matarem as saudades ainda pendentes. Regina estava preocupada com a escola de Henry, afinal o menino havia perdido quase um ano de aulas.
– Tecnicamente ele ainda tem a mesma idade, já que não fez aniversário nesse... mundo. – Snow começou. – E estamos perto da data que saímos, ele não vai estar na mesma sala, com os mesmos amigos, mas pode voltar para a mesma série. – Ela acariciou o rosto do neto. – Henry é um menino esperto, vai se adaptar fácil.
– Espera. Quer dizer que eu vou estar na sala da Grace agora? – Ele abriu um enorme sorriso, com os olhos brilhando. Porém o menino logo corou totalmente e fez um bico ao notar que Emma, Mary e Regina riram da empolgação dele. – Aff... – Ele suspirou.
– Sim, querido. Parece que estará na sala da Grace. – Regina sorriu.
– E eu continuarei sendo sua professora. – Snow o encarou com um sorriso e ele abraçou a avó.
– Tudo resolvido então. – Emma olhou as duas mulheres e o filho. – E eu estou de volta ao cargo de xerife, porque Ruby já vestiu o avental. – Ela revirou os olhos, fazendo todos rirem.
– Eu só volto para a prefeitura ano que vem. Preciso de férias. – Regina disse em tom alto, encarando Belle. – Isso se alguém aqui não me substituir de vez. – Ela riu.
– Não mesmo. Eu amo a minha biblioteca, estou louca para voltar pra lá. – Belle riu. – No máximo nós podemos revezar os mandatos. – Ela riu outra vez, fazendo os demais rirem também.
Após algumas horas no Granny’s conversando, todos foram voltando aos seus afazeres e Mary e David decidiram ir pra casa. Emma disse que iria pra casa com os pais, fazendo Regina lhe soltar um sorriso que era nitidamente triste. Henry também se apressou em pedir à mãe para ir junto para casa dos avós. Ela lhe sorriu e apenas meneou um sim com a cabeça, concordando. “Sozinha outra vez.” Ela pensou e soltou um suspiro, indo embora.
xXx
Eram quase dez da noite quando a campainha da mansão tocou. Regina não fazia ideia de quem poderia estar em sua porta àquela hora da noite. Ela abriu e mal teve tempo de reagir, uma mão possessiva a puxou para um beijo e foi empurrando-a para dentro, sem nunca desgrudar suas bocas.
A porta bateu atrás dos dois corpos grudados e o ar começou a faltar nos pulmões. Elas se separaram e Regina encontrou os olhos verdes de Emma e um sorriso imenso em seu rosto, ambas com a respiração alterada.
– O que faz aqui, Swan? – Regina disse levando os braços ao pescoço da outra, olhando-a com um sorriso nos lábios.
– Eu vim te ver, oras. – Ela sorriu. – Eu pensei que Henry ficaria com você hoje, mas como ele quis ir pra casa dos meus pais... – Ela sorriu maliciosamente e beijou o pescoço da morena, sussurrando em seu ouvido. – Eu não te deixaria sozinha.
Regina suspirou, arrepiada, e puxou Emma mais para si quando a loira começou a deslizar as mãos pelo seu corpo. Ela apoiou o queixo no ombro da salvadora e só então notou a mala no chão em frente à porta. Ela afastou um pouco a loira de si, que bufou em protesto.
– Emma, o que essa mala faz aqui?
– Não vou ficar usando suas roupas o tempo todo, né? – Ela riu e fez a morena rir também.
– Então pretende passar mais tempo aqui do que na casa dos seus pais, pelo visto. – A rainha ergueu a sobrancelha com um sorriso irônico.
– Sabe, eu moraria aqui sem problemas. – Ela riu. – Mas ninguém me convidou, então... – Ela encarou a morena e pressionou seu corpo mais contra o dela. – Então eu vou ficar o máximo que puder.
– Está dizendo que quer morar aqui, Miss Swan? – Regina a provocou, arranhando as costas da loira por baixo da camisa que ela usava. Uma camisa que era da própria rainha, por sinal.
– Eu iria adorar. Sua cama é perfeita e tem uma coisa única nela que eu amo. – A loira sorriu.
– Ah é? E eu posso saber o que é que tem na minha cama que você é tão apaixonada assim, Miss Swan? – Regina disse num tom cínico.
– Você! – A loira sorriu abertamente e a morena lhe plantou um beijo caloroso nos lábios.
As duas perderam a noção do tempo naquela agarração em que estavam, porém a morena novamente afastou seus lábios dos da loira quando notou que todos os botões da sua blusa já estavam abertos.
– Venha morar comigo, Emma... – Ela ronronou no ouvido de Emma com uma voz rouca e ofegante que fez Emma estremecer.
– Nem precisa dizer de novo. – Ela sorriu e fez a rainha sorrir também. Quando se deu conta, Emma a erguia nos braços e suas pernas entrelaçaram o corpo da loira. – Agora... quero as minhas boas vindas. – Ela tornou a beijar a morena, um beijo intenso, enquanto passava as mãos pelas coxas de Regina.
A xerife levou Regina para o sofá, deitando-a e deixando seu corpo pesar sobre o dela. Despiram-se quase tão rápido quanto se agarravam. A morena puxava a loira contra si, ansiosa por senti-la.
– Está apressada, Majestade. – Emma sorriu contra o pescoço de Regina, mordiscando-o.
– Emma... – Regina gemeu. – Não me torture.
A loira ignorou o pedido e desceu lentamente a boca pelo pescoço da morena, alcançando um dos seios e o sugando com força, fazendo Regina arquear as costas e gemer alto. Ficou um bom tempo brincando com o seio da rainha, alterando as sugadas entre um e outro.
A mão direita de Emma desceu pelo corpo escultural da morena, alisando cada parte e parando no sexo encharcado da mesma. Circulou o indicador pelo clitóris e sentiu o quadril de Regina se movendo, rebolando em busca de mais contato. Dois longos dedos da xerife a penetraram e ela arqueou novamente. O ritmo era intenso, os dedos entravam e saiam fácil, arrancando gemidos da rainha. A loira ganhou uma forte mordida no ombro quando Regina atingiu seu ápice, estremecendo e gemendo alto o nome da sua amada.
Emma deixou que ela descansasse por alguns minutos, sem parar de distribuir carícias e beijos pelo corpo da morena que, sensível, se arrepiava fácil e a fazia gemer. Levantou-se do sofá e pegou Regina em seus braços, carregando-a para o quarto, onde continuariam a se amar até o amanhecer.
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