For The Greater Good
20 Capítulo 20
Notas iniciais
E aee galera!! Mais um capítulo para vocês. Esse já começa com o bom hot, que eu sei que vocês gostam, de um jeito bem inusitado. Me diverti muito escrevendo esse capítulo, espero que gostem.
Sei que tem muita gente se perguntando "O que raios aconteceu com a mansão da Regina?" Talvez com o pedacinho referente a isso, alguém já chute certo, pra quem continuar sem entender, no próximo capítulo isso já será abordado.
Chega de falação, vamos à história. Boa leitura!
Sei que tem muita gente se perguntando "O que raios aconteceu com a mansão da Regina?" Talvez com o pedacinho referente a isso, alguém já chute certo, pra quem continuar sem entender, no próximo capítulo isso já será abordado.
Chega de falação, vamos à história. Boa leitura!
– Pode ser o Henry. – Ela sorriu e tirou o fone do gancho. – Mansão Mills. – Ajeitou-se ao atender. – Emma? – Ele perguntou confuso. A loira pode ouvir a voz de Mary ao fundo dizendo: “É a Emma? Quero falar com ela.” E fazendo a loira revirar os olhos. – Hey kid. O que foi? – Ela sorriu outra vez. – Onde está a minha mãe? Emma, nossa casa estava parecendo uma casa abandonada, toda coberta de lençóis brancos. Você tinha que ver a cara da vovó e do vovô. – Ele riu. – Aqui também estava assim, Henry. – Emma riu. – Você tinha que ter visto a cara da sua mãe, a mansão parecia mal-assombrada quando chegamos. – Regina lhe deu um leve tapa no braço. – Irado! – O menino empolgou-se e a voz de Mary se vez presente de novo ao fundo, até que ela finalmente pegou o telefone. – Emma. O que faz ainda na mansão? – A loira tornou a revirar os olhos com a pergunta da mãe. – Eu precisava me entender com a Regina, Mary. E a casa estava toda estranha quando chegamos, eu a estava ajudando a dar um jeito nas coisas. – Ela falou num tom firme. Ao notar que Emma falava com a mãe no telefone, Regina ajoelhou-se na cama e se aproximou da loira, abraçando-a por trás e roçando seus seios nas costas nuas da xerife, arrancando um suspiro. – Emma? – A mulher do outro lado da linha estranhou o som que ouviu. – O que está acontecendo aí? – Nada, Mary. Eu só... – Regina mordeu seu ombro de leve, provocando-a, fazendo a loira morder os lábios pra conter um novo suspiro. – Estou descansando um pouco. Subi a escada correndo pra atender, Regina está na cozinha. – Ao dizer aquilo, a morena sorriu de um jeito malicioso e beijou a nuca de Emma, fazendo-a se arrepiar toda. – Certo. – A voz do outro lado da linha estava desconfiada. – Leroy nos disse para irmos todos ao Granny’s às nove horas para festejar nossa volta. – Ok Mary, eu aviso a Regina... – A mão da morena percorria as coxas de Emma, arranhando a parte interna e subindo, até que encontraram seu destino: o sexo encharcado da loira. Felizmente Emma foi rápida o bastante para tampar o telefone antes de soltar o gemido alto que os dedos de Regina lhe arrancaram. – Emma? Emma! Está me ouvindo? – Mary insistia do outro lado da linha. A rainha mantinha seu dedo brincando com o clitóris da loira, sem pressa, arrancando mais gemidos. – Regina... – Ela gemeu. – Só um... – Suspirou. – Minuto. – O pedido surtiu o efeito contrário, fazendo a morena lhe apertar o seio com a mão livre e adentrar o indicador em sua intimidade. – Oh, Regina! – A mão de Emma escorregou do telefone e a morena sorriu, sussurrando no ouvido da outra. – Sua mãe está ao telefone, querida. – Emma? Emma, o que está acontecendo? – Mary continuava insistindo. Assim que a loira pegou o telefone outra vez e o levou ao ouvido, a rainha lhe penetrou mais um dedo e a loira não se conteve. – Regina! – Ela gritou e mordeu os lábios, controlando a respiração ofegante. – Emma. Fale comigo agora! – Mary irritou-se. – O que está acontecendo aí? – Mary... – A loira continha-se o máximo que podia, sentindo os dedos de Regina dentro dela. – Desculpe... a demora. Eu estava tentando convencer Regina... a ir ao Granny’s. – Ela suspirou. – Ela irá. – Estavam brigando de novo? – A mulher se preocupou. – Ela te fez alguma coisa? – Não. A gente se entendeu. – Emma sorriu maliciosa. – Pode pedir... – Uma nova mordida em seus lábios ao sentir a morena lhe apertar o seio com força. – ...pra religarem a energia... – Um novo suspiro, que ela disfarçou bem. – ...da mansão? Regina quer tomar um banho e está tudo às escuras aqui. – As palavras saíram apressadas pra que ela tampasse o telefone e deixasse escapar um novo gemido alto. – Você vai vir se arrumar em casa, né? – Mary continuava o falatório e a loira já não mais prestava atenção. “Por que ela não desliga logo essa porcaria de telefone?” Era a única coisa que Emma tinha em mente. Bem, talvez não a única. – Vou, eu vou. – As palavras saíram apressadas outra vez, em um único fôlego. – Certo, te esperamos então. Não demore muito, não podemos deixar os outros esperando demais... – Ok. Tchau, Mary. A loira não quis ser grossa batendo o telefone na cara da mãe, mas precisava mesmo desligar. Não aguentava mais se segurar, Regina a estava deixando louca, roçando os seios rígidos em suas costas e lhe estocando sem pressa. Os beijos e mordidas em sua nuca e ombro, aquilo era demais pra se aguentar.
– Você... – Ela gemeu e agarrou o lençol da cama, apertando-o com força ao sentir a morena lhe envolver com as pernas e encostar o sexo molhado em sua pele. – Você ainda é a Evil Queen. – Ela fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás com um gemido mais alto ao sentir que Regina aumentou o ritmo de seus movimentos. – Malvada! – Foi só o que ela conseguiu dizer, fazendo a morena sorrir de um jeito sedutoramente perverso. Não demorou muito pra que Emma alcançasse o orgasmo mais poderoso que já teve e quase desfalecer nos braços da rainha, que a abraçou. – Isso é só o começo, Miss Swan. – Ela riu, enquanto saía de trás da loira, fazendo-a se deitar. Permitiu-se montar o corpo de Emma e beijar-lhe os lábios. Regina percorreu todo o corpo de Emma com a boca e parou logo acima do fino corte na lateral da cintura da loira, um corte ganhado através da luta contra o Senhor das Sombras. Ela passou o indicador por toda a extensão do corte e olhou a expressão de Emma suspirando, sentindo-a se arrepiar. – Isso dói, querida? – Regina continuava passando a ponta do dedo sobre o corte. – Não. – Emma gemeu em resposta. – Vai ter uma bela cicatriz, Miss Swan. – A morena sorriu e beijou o ferimento com carinho. – Mais uma pra coleção. – Ela sorriu, fazendo a morena rir. – Mas nenhuma delas é tão sexy quanto a sua. – Ela olhou para Regina, mordendo o lábio inferior e a morena abriu um enorme sorriso. – Regina... por favor... – Emma suspirou, sentindo o corpo da mulher acima dela roçar em seu sexo cada vez que se mexia, por estar encaixada entre suas pernas, aquilo a estava enlouquecendo. – Termine logo o que vai fazer... Regina soltou uma gargalhada, um som lindo para os ouvidos de Emma, não mais lindos que seus gemidos, mas quase empatados. A morena voltou a descer a boca pelo corpo da loira, que erguia o quadril, ansiosa para senti-la. Enfim se posicionou entre as pernas dela e deixou sua língua curiosa explorar o sexo da loira, que gemia e se contorcia sobre a cama. Não demorou pra que ela sentisse outra vez a explosão de prazer acontecendo, causada pela boca faminta da rainha. Puxou Regina de volta pra cima, abraçando-a forte e dando um beijo intenso na boca da morena. – Sabe... – Ela começou, ainda ofegante. – Essa é a cama... – Ela esparramou-se ao lado de Regina, que ajeitou seu corpo junto ao dela. – ...mais gostosa em que já estive. – Riu, movendo-se de forma manhosa sobre o colchão macio e os lençóis perfumados, recuperando-se das sensações causadas pela morena, minutos atrás. – Então quer dizer que só fez amor comigo pela curiosidade de testar minha cama, Miss Swan? – Regina ergueu a cabeça, encarando a loira com um falso ar de brava. – Nada disso, eu ia transar com você no sofá, esqueceu? Também não vi problema com a escada. – Ela riu e a morena lhe deu um tapa leve sobre o ombro. – Você que trouxe a gente pra cá. – Ela deu de ombros e abriu um enorme sorriso, erguendo a sobrancelha com um olhar malicioso. – Certo, dessa vez você venceu. Mas foi um golpe muito baixo me usar. – Ela fez como se estivesse chateada. – Aproveite a cama, Miss Swan. – Ela ergueu o corpo para sair da cama, mas foi impedida por Emma, que a segurou pelo braço e a puxou de volta, prendendo-a num abraço firme. – Calma Majestade. Essa cama é boa mesmo... – Ela sorriu e aproximou sua boca do ouvido de Regina, falando em tom de confissão. – Mas qualquer lugar, desde que seja com você, é o melhor lugar do mundo pra mim. xXx Mary estranhou a voz de Emma ao telefone. Ok, a ligação estava ruim, havia alguns chiados no seu aparelho que a atrapalhavam, mas tinha algo de errado no tom de voz da loira. Quando o telefone foi batido sem ao menos dar tempo pra que ela se despedisse, sua expressão se fechou. – O que foi, Snow? – David perguntou ao se aproximar da esposa. – A Emma está muito estranha. Regina a está envenenando contra nós. Ela bateu o telefone na minha cara! – A morena de cabelos curtos alterou-se. – Sou mãe dela! – Hey, não pode por a culpa na minha mãe. – Henry defendeu a rainha. – Ela não vai fazer nada contra vocês, são minha família, são a família da Emma e minha mãe nos ama. – Ele sorriu. – Argh, está difícil aceitar que elas possam estar... – Namorando? – Interrompeu o menino, um olhar desafiador. – Isso mesmo. – Mary assentiu e suspirou, vencida. – O que acha, vovô? – David engasgou e encarou a esposa, depois o neto. – Não sei. Tudo isso é muito estranho. Eu preferia que Emma encontrasse um bom rapaz e... – Ah, qual é? – Henry cortou o avô. – Isso tudo é por que minha mãe foi a Evil Queen ou por que ela é mulher? – Ele encarou os avós. – Não sei... talvez os dois. – David deu de ombros. – Querido, é complicado... – Mary começou, mas não teve a chance de continuar. – Complicado por quê? Eu garanto que é bem mais fácil para Emma apresentar minha mãe como sua namorada do que vocês como pais dela no mundo lá fora. Vocês tem quase a mesma idade. – Ele balançou a cabeça, apontando os dois. – Se não perceberam, nossa família é diferente das outras, mas isso só a faz mais especial e sou muito orgulhoso de ter minhas duas mães como um casal. – Ele abriu um grande sorriso. – Mas Henry, e o seu pai? Não gostaria que ele e sua mãe ficassem juntos? – No começo eu até queria, mas gosto de como as coisas estão. – Ele deu de ombros com um sorriso. – E minha mãe e Emma estão destinadas, são o amor verdadeiro uma da outra e não vou deixar ninguém estragar isso. Além disso, se Emma ficasse com meu pai, minha mãe ficaria sozinha e quero que ela seja feliz. – Ele sorriu. – Talvez ela encontrasse alguém. – Mary disse com um sorriso fraco. – Não, ela não iria. E eu não vejo nenhuma outra pessoa com minha mãe que não seja Emma, elas são perfeitas uma pra outra e nenhum cara seria capaz de fazer por ela o mesmo que Emma. – E o que seria? – David ergueu a sobrancelha para o neto. – Salvá-la. Protegê-la. Ela é a White Knight, ela é o cavaleiro branco da Rainha. – Ele riu. – Lembra no dia em que decidiram executá-la? Vocês disseram que enquanto a rainha vivesse, ela seria perigosa. Bani-la do reino com a certeza de que ela não poderia voltar a machucar vocês lá não deu muito certo, ela deu um jeito, veja onde estamos. – Ele riu. – A Emma é a salvadora, o destino dela é proteger a todos. Que jeito melhor de fazer isso se não for tornando a Rainha alguém melhor? Alguém sem amargura, sem sede de vingança. – Ele abriu um grande sorriso. – Certo Henry, talvez você tenha razão. – Snow sorriu pro garoto. – Eu sei que estou certo. – Ele sorriu ainda mais e abraçou a avó pela cintura. David se aproximou, abraçando os dois. – Digam que darão uma chance pra elas, é tudo o que elas precisam. – Ele encarou os avós. – Sim, nós daremos. – Snow concordou. – Não vamos nos intrometer. – David garantiu.
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