For Only Zombie!

2 Capítulo 2 - Dias de sobrevivência.


É, isso talvez realmente esteja acontecendo.

“ Fomos amigos por mais de dez anos... Me desculpe! “

Se jogaria na grama, sem vontade alguma de continuar caminhando, em meio a um campo, aonde eles já teriam ido algumas vezes para tomar refrigerante e comer chocolate, alguns olhariam para traz, mais Tierre e Guilherme T continuariam a caminhar, Guilherme G, estaria no chão, com a mãos a cabeça e suas pernas encolhidas, Igor iria caminhando para perto dele, para talvez, lhe levantar.

(Igu) — Vamos Gui, não da pra...; Interrompido pelo Gustavo, que levaria sua mão esquerda a mão esquerda do Guilherme G, o puxaria para cima, fazendo ele se aproximar um pouco, e sua mão direita, cairia sobre o rosto dele, com o punho cerrado, e com uma força considerável para jogar o garoto contra o gramado, Gustavo apontaria para ele, que olharia para o mesmo assustado, assim como o resto do grupo.

(Gu) – Qual foi agora Gui? Vai surtar? Ta esperando que todos nós vamos morrer contigo? Ou quer que te carreguemos?! ; Vociferava ele ; — Te levanta daí, chega de ficar com essa idiotice !

(Gg) – Qual é a tua Gustavo? Quando foi que eu pedi pra vocês me esperarem?!

Tierre caminhava até o Guilherme G, e jogaria a arma ao lado dele, suspirando.

(Ti) – Até mais maninho... ; Dava as costas, aonde o Guilherme T e o Gabriel iam acompanhando ele, Igor apenas negava com a cabeça, e logo dava as costas junto do Eduardo. Gustavo, estendia a mão para ele, o mesmo abaixaria a cabeça, olhando para o gramado, logo, quando erguia, via seu amigo de alguns anos, já caminhando junto do grupo, que agora, teria lhe abandonado.

Iriam caminhando dentre o gramado, saindo por perto da casa que teriam ali, Tierre já avistava o Nacional, aonde teria um pequeno tumulto. Guilherme G, pegaria a arma, em seu rosto, escorria algumas lágrimas, que caiam e sutilmente, tocavam a grama, ele tremia, escoraria o cano gélido em sua cabeça, o barulho do gatinho suava como uma canção tocada pela morte, e logo, o disparo.

“ Eu sempre achei, que iria ser diferente, me desculpa, eu realmente queria ter sido mais forte ! “

Um risco vermelho logo se marcava no gramado verde e gélido. O corpo, caia logo em seguida sobre a poça de sangue que rapidamente se formava ali.

“ Me desculpem por ter sido fraco. “

(Gu) – Mas que porra ! ; Jogado no chão, junto do Eduardo, ele olharia para trás, e viria um dos mortos vivos que teria saído de dentro da casa, (Sr. Miyagi sqn) bem próximo deles, caído no chão, ainda se mexia, mais com dificuldade, pois a sua coxa direita, estaria um tanto ferida, que lhe impossibilitava de caminhar, mais adiante, em pé, com os punhos adiantados, e cerrados, com a arma ali, apontada ao morto vivo, Guilherme G fitaria Gustavo e seus outros amigos, assim assentia com a cabeça. Iam se levantando com calma, daria um pequeno sorriso de canto dos lábios, Gustavo e do resto do grupo, Igor caminharia até o morto vivo, que rastejava, e novamente, rebateria a cabeça dele com força, o “matando”. Guilherme G ia caminhando para perto deles com calma, mais com um olhar mais convicto do que queria.

(Ga) – Acho realmente ótimo que tu esteja melhor, só que com esse barulho... Não acho que um sorriso no rosto seja apropriado.

Tierre caminhava mais para o fim do canteiro da grama, olharia para a frente do Nacional, e poderia ver um tumulto, alguns sobreviventes lutavam contra os zumbis, eram estudantes também.

(Unk) – Que droga, bate nele, seu idi... AAAAAAAAH !

(Unk2) – Mais que diabos é isso?

O garoto em desespero, era pego por dois mortos vivos, e mordido no pescoço, de forma que faria o sangue jorrar para cima, o outro garoto, corria, sem rumo, mais em direção á Tierre.

(Unk2) – Ti-Tierre! ...

Rebatido com uma “paulada” de baixo para cima em seu rosto, era lançado no chão, o sangue coloria o local, o grupo se assustava com a reação do mesmo, mais ele ainda não satisfeito, acertaria o ultimo golpe na cabeça do garoto, que conhecia a todos ali.

(Gui) – Tierre ! Ele ainda estava vivo ! ; Resmungava ele, se aproximando do garoto agora desfigurado no chão, Tierre girava ele, tirando sua mochila, assim apontava para a perna do guri, a qual teria uma mordida, o grupo parava no meio da rua, e olharia, um aglomerado, de quase vinte (20) mortos vivos em frente do estacionamento Nacional, era difícil de pensar como iriam chegar lá dentro, sem ter que passar por tantas “pessoas”