For My Demons
11 Capítulo 11 - Instinto ultima parte
Notas iniciais
Um, dois três, não pisque.
Belphegor deu um leve beijo nos lábios da humana e a pôs novamente no chão.
Veronica sentia como se tivesse ido numa roda gigante, estava com o pulso acelerado só com aqueles toques simples, mas que foram intensos. Uma intensidade digna de Belphegor.
Droga, porque ele fez isso? E porque estou assim?, Pensava ela em quanto tentava recuperar o fôlego.
Belphegor ainda estava muito próximo de Veronica, e seu braço estava apoiado a cintura da jovem casualmente.
_Terei que matar seu novo chefe, não leve pro pessoal_ Ele falou ao pé do ouvido da feiticeira, que arrepiou-se, e não soube se foi por causa dos lábios de Belphegor que esbarraram em sua pele ou se foi pelo horror por causa do que ele havia dito.
O demônio quebrou todo o contato físico que tinha com a jovem e foi em direção a porta. Nesse momento ela entendeu o que estava acontecendo.
O maldito tentou me seduzir para se aproveitar de um momento de fragilidade e matar o Louis. Maldito demônio bipolar e doentio, Ela pensou enchendo-se de raiva.
_Não, não fará isso seu demônio podre sem caráter._ Ela gritou e foi até ele com as mãos em punhos fechados.
_Demônio podre sem caráter isso é a coisa menos ofensiva que já me xingaram _ Ele disse depois de uma gargalhada e seguiu até a porta, mas quando tocou na maçaneta foi empurrado.
Veronica usou o máximo de força que conseguiu, mas Belphegor nem saiu do lugar, apenas virou-se para olha-la com repreensão. Mas ela continuou a empurra-lo, e tentar feri-lo, o que seria impossível não só por ela não ser muito forte fisicamente, mas por ele ser um demônio. Para feri-lo teria que usar magia, usando os punhos acabaria se machucando sem que ele precisasse se mover.
Depois de alguns minutos ela estava exausta e chateada.
_Você está me atacando para defende-lo?_ Belphegor perguntou retoricamente em um tom baixo e ameaçador.
_NÃO, não é por causa dele. É por sua causa._ Ela disse massageando os dedos doloridos por causa das tentativas de arrancar um braço do demônio.
Belphegor não estava entendendo.
Ela deve estar querendo ganhar tempo, mas, pra quê?, ele pensava em quanto olhava as mãos da feiticeira que estavam avermelhadas.
_Você não pode matar todo mundo que parece ser uma ameaça aos seus olhos, ele ainda não fez nada. E que eu saiba você não prevê o futuro...
_Mas tenho minha intuição, e ela diz que ele não presta._ Ele interrompeu.
_Não te impedirei de mata-lo caso ele faça algo, mas ele ainda não fez, vamos tentar confiar nele talvez ele não faça nada contra mim._ A humana falou sorrindo docemente.
_Não confiarei nele, e o matarei assim que ele tentar te ferir. Só eu posso te ferir._ O demônio disse olhando-a possessivamente.
_Isso é muito doentio._ Veronica falou fingindo teme-lo.
_Talvez seja._ Ele disse sorrindo.
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