Notas iniciais
Olá seres humanos que habitam o Nyah! Fanfiction, como estão?
Oh my god, estou encantada com os reviews de vocês, vocês são muito fofas ♥ Obrigada á todas que estão lendo, e obrigada pelos reviews. XX :)

- Jogar pringles fora hm... pringles caiu... acabou o pringles do mundo hm...

Foi assim que eu acordei. Tinha jeito pior de me acordar não, sr. Styles?

- QUE? COMO ASSIM? O QUE SERÁ DE MIM? — Essa sou eu, desesperada porque? POR PRINGLES.

- Era brincadeira, foi só pra te acordar porque VOCÊ TEM AULA HOJE. — Disse cachinhos rindo.

- Isso Harry, ri da desgraça alheia, ri mesmo. — Disse jogando uma almofada nele.

Levantei desesperadamente desesperada porque percebi que eu estava atrasada. Fiz minha higiene matinal e desci rápido, porque não podia chegar atrasada no colégio.

Ao chegar na escola, a Maya já estava me esperando na porta.

- Olha, a donzela chegou! — Disse ela.

- Engraçadinha. — Falei.

Maya sempre tinha essa de me chamar de donzela, princesinha, etc.

- Mas me fala, o que tá rolando entre você e o cantor da Boyband pop do momento?

- Que? Não tá rolando nada não May, para com isso. — Disse e tudo o que ela fez foi rir.

- Você acha que me engana? Eu ouvi muito bem a história do sabonete ok?

- Ai Maya como você é boba!

(...)

Maya ia em casa. Só pra jogar conversa fora mesmo. Quando a gente passou pela porta, vimos aquela MANADA DE MENINAS doidas, estéricas, gritando ali, no meio da rua. Claro, que eu reconheci o carro parado ali. Era do Zayn. POR QUAIS CAUSAS, MOTIVOS, RAZÕES OU CIRCUNSTÂNCIAS ELE ESTAVA ALI? Ah claro, minha dúvida foi sanada quando olhei pro celular e vi uma mensagem: "Pelo amor de Deus, vem logo e entra nesse carro ou não vou mais sair daqui hoje.".

E pra gente passar no meio daquele monte de meninas? Claro, era uma missão praticamente impossível. Fomos nos enfiando no meio delas, até que achamos a porta do carro e entramos.

- Zayn, o que você tem na cabeça? — Falei.

- Cabelo. — Disse ele rindo.

- Só isso também né? — Disse Maya.

Ao chegarmos Zayn desceu do carro e gritou:

- AR! FINALMENTE AR!

Eu e Maya morremos de dar risada com ele, porque tava parecendo uma pessoa que saiu da prisão.

- Que problema ele tem?

- Nada não Maya, isso é loucura mesmo.

(...)

Já estava de tarde, e os meninos estavam ensaiando lá embaixo. Ai meu Deus, eu não ia resistir, precisava descer lá, não era qualquer música que eles estavam ensaiando, era SAVE YOU TONIGHT, SAVE YOU TONIGHT CARA. Não aguentei, e arrastei a Maya comigo até lá na sala.

Eu estava morrendo de vontade de cantarolar ali com eles, mas eu ainda tenho um pouco de juízo e obviamente preferi não cantar porque provavelmente minha voz horrível quebraria todos os vidros da casa.

"What you want, what you need has been right here, yeah. I can see that you're holding back those tears, tears." Ótimo, a vida tá boa até o Harry cantar essa parte e começar a me encarar. Eu desviei o olhar pra que ele não notasse que eu percebi. Mas é óbvio que eu tinha percebido. A Maya fez questão de me puxar da sala depois que percebeu a troca de olhares.

- Vai continuar negando que tá rolando alguma coisa entre vocês?

- Ai May, realmente não tá rolando nada.

- Mas eu percebi a troca de olhares entre vocês na parte que ele cantou, não sou boba.

- Ok, mas não tá rolando nada ué.

- Mas vocês já se beijaram? Duvido que ainda não, ninguém resiste aos flertes de Harry. — Riu.

- Já nos beijamos porém não tá rolando nada.

- Sei. Enfim, vou voltar pra casa porque vou sair com meus pais, tchauzinho.

- Bye.

A Maya insiste que tem algo entre nós, MAS NÃO TEM.

(...)

Fiquei horas trancada no quarto fazendo uma lista de como matar Harry Edward Styles:

1. Enforcar ele enquanto ele estiver dormindo como um anjinho ( anjinho só dormindo mesmo, porque olha...)

2. Dar calmantes á ele e em seguida o esqueartejar.

3. Jogar gasolina em seu corpo e em seguida deixar sem querer um palito de fósforo cair em nele.

4. Cortar a cabeça dele fora, com uma machado talvez.

5. Cortar seu pênis e depois matá-lo

6. Primeiro prendê-lo em um cativeiro, dar socos até ficar entediada, partir para o choquinho e depois matá-lo.

Certo, são idéias totalmente loucas mas que em qualquer momento que ele me irrite eu posso colocar em prática. Claro que principalmente a 5, que irá descontar toda a minha raiva.

Para tirar da cabeça o ser que está na sala fazendo sei lá o que, resolvi ler um livro.

O engraçado, é que um dos personagens do livro me fez lembrar do Harry. Talvez pelo modo como foi aprisionado. Kalona transava loucamente com as índias de uma tribo cherokee, então um sábio/mago criou uma mulher perfeita feita de barro, como o tal Kalona não resiste quando o assunto é mulher, acabou sendo levado até uma caverna onde tentou transar com a tal mulher de barro, ela acabou se desfazendo nos braços dele o aprisionando de baixo da terra, em um abraço mortal.

Sendo assim, anotem o último item da minha listinha:

7. Fazer macumba para ressuscitar a mulher de barro cherokee e fazê-la dar um abraço mortal no Harry.

Depois de fazer essa lista extremamente cansativa, resolvi TENTAR dormir. Escutei a porta abrindo, só podia ser o Harry. Continuei tentando dormir, mas não consegui e então fiquei fitando o nada. Harry ao perceber que eu não estava dormindo, se deitou ao meu lado, puxando metade do corbetor com o qual eu estava coberta.

- Ai, eu existo Harry. — Falei.

- Porque ainda não dormiu?

- Porque você ainda não dormiu?

- Porque dá pra ouvir seus pensamentos e isso tá atrapalhando meu sono.

- Uau, virou Edward Cullen? — Perguntei irônica.

- Claro. — Disse ele mordendo minha bochecha.

- Que nojo! — Falei limpando a bochecha e ele riu.

- Agora é sério, porque ainda não dormiu? Tá com muito frio? — Perguntou enquanto me puxava para deitar em seu peito. Ele passou seus braços em volta do meu corpo e me abraçou.

- Se eu te disser que estou sem sono você vai acreditar?

- Talvez. — Ele levantou a mão e começou a acariciar meu cabelo.

- Sei lá, minha vida ficou de cabeça pra baixo depois que conheci vocês. É estranho pensar que vocês eram meus ídolos e agora moro na mesma casa que vocês.

- Sabia que tinha haver comigo. — Disse ele rindo. — Está com raiva de mim?

- Depende, porque?

- Encontrei uma lista aqui no chão. Sério que você pretende cortar meu pênis e depois me matar?

-É uma das coisas que pretendo fazer.

- E o item sete. Não entendi a parte de fazer macumba para surgir uma mulher de barro para me dar um abraço mortal. É pior do que ter o pênis cortado?

- Esquece essa lista. Se eu for te matar não vou falar qual item vai ser.

- Pode ser qualquer um, menos aquele que terei o pênis cortado. Isso é tortura.

- É um castigo para aprender a não sair espalhando seu esperma por onde quer que você vá.

Ele riu e me abraçou ainda mais forte.

- Isso te encomoda tanto?

- Sim, principalmente quando se trata da vizinha que por sinal estuda na mesma sala que eu.

- Prometo não transar com a vizinha se você me prometer que não vai beijar o Niall.

- Tá bom. — Disse me dando por vencida.

- Acha que vai conseguir dormir agora?

- Só você cantar uma canção de ninar. — Falei brincando.

- Tá. — Concordou ele começando a cantar.

Eu não esperava que ele realmente fosse fazer isso, mas tenho que confessar que gostei. Sua voz rouca cantou brilha brilha estrelinha, e por mais irritante que essa música fosse ele fez com que ela parecesse bonita e calma. Acabei dormindo melhor do que pensei que dormiria.