Foi no Instituto de Durmstrang...
1 Só para quem sabe falar Búlgaro!
Notas iniciais
GENTE É A QUARTA TEMPORADA!
Estou tão orgulhosa de mim mesma!
Bem, deixemos de blá-blá-blá e vamos a história que está todo mundo curioso para saber o que eu preparei.
Podem atacar!
Era tarde de domingo no Instituto de Durmstrang, o colégio que ensinava magia a jovens bruxos, localizado na Búlgaria. Uma garota andava pelos corredores de pedra enquanto batia sua mão na coxa nervosamente e mordia o lábio olhando ao redor, ela estava indo para o gabinete do diretor.
O seu diretor era um homem alto e severo, que acreditava completamente na pureza do sangue bruxo e isso se refletia no seu modo de ensinar e comandar, foi um ex-comensal da morte e grande partidário de você-sabe-quem, seu nome é Igor Karkaroff.
-Karina? –Uma voz soou grossa as suas costas.
A garota virou e sorriu aliviada, era apenas o seu amigo, ele estava usando o uniforme do grupo de quadribol e trazia uma vassoura na mão, provavelmente estava no campo treinando para a Copa Mundial que seria dali a algumas semanas.
-Zdraveĭte Viktor!(Olá Viktor!)– Karina falou sorrindo.
-Kŭde otivash? (Para onde está indo?) – Ele perguntou.
Karina então suspirou, não podia mentir para Viktor, além disso, se algo acontecesse com ela era bom que alguém soubesse onde se encontrava.
-Otivate da vidite na direktora! (Indo ver o diretor!)– Ela respondeu um pouco nervosa.
- I zashto tochno iskash da napravish tova? (E por que exatamente você quer fazer isso?) – Ele perguntou franzindo o cenho preocupado.
O diretor Karkaroff não era conhecido por tratar bem as garotas, principalmente garotas que estavam ficando tão bonitas como Karina, Viktor podia ser um pouco burro, mas disso ele sabia bem.
- Maĭka mi me izprati ministerstvo carta.O bŭlgarski nakraya izbra kŭde shte Trimagicheskiya turnir . Would Khoguort·.(Minha mãe me mandou uma carta. O ministério Búlgaro finalmente escolheu onde será o torneio Tribruxo. Será em Hogwarts.)
A expressão soturna de Viktor pareceu se iluminar por um segundo.
-I kak ochakvate da ubedi Karkaroff the go vzeme? (E como você espera convencer Karkaroff a leva-la?) – Ele perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
Karina prevendo os pensamentos do amigo apenas cuspiu no chão com fúria.
-Vmesto da umre, otkolkoto da se predade na men, che e otvratitelno. (Prefiro morrer a me entregar para aquele ser asqueroso.) – Ela falou irritada.
-I taka, kakvo shte pravish? Obyasni mi zashto az ne razbiram! (Então o que vai fazer? Me explique por que eu não entendo!) –Ele pediu.
-Az imam aso v dupkata. (Eu tenho uma carta na manga.) – Ela respondeu meio cautelosa.
Viktor apenas balançou a cabeça negativamente, não acreditando muito na garota. Ela provavelmente não tinha nada, só iria dar um jeito na hora, essa era uma das grandes qualidades de Karina, mas também o seu maior defeito.
-Ne mu se doverite ! (Não confio nisso!) – Ele respondeu sério. -Shte ti pomogna da otidesh . (Eu vou te ajudar a ir.)
Então ele passou por ela e foi em direção ao gabinete do diretor.
-Kakvo? Kakvo shte napravite ? (O que? O que você vai fazer?) –Karina perguntou indo atrás do amigo.
-Toĭ veroyatno shte vi iznasili , ako otidete sam tam! (Ele provavelmente vai te estuprar se você entrar aí sozinha!) – Viktor falou para ela.
Os dois pararam em frente à porta.
-Ostavete na men , i da otidete do Khoguort·s. (Deixe comigo, você vai para Hogwarts.) –Viktor falou antes de entrar no escritório e deixar Karina do lado de fora.
Foram longos quarenta minutos em que Karina ficou esperando do lado de fora do gabinete, ela andava de um lado para o outro, sentava no chão, levantava, acenava para uma ou outra pessoa que passava por ela, era o último dia de aula do castelo e todo mundo estava indo embora.
Então a porta foi aberta novamente e Viktor saiu de dentro.
-A sled tova? (E então?) – Ela perguntou nervosa.
-Izglezhda, che Nikolaĭ shte tryabva da ostane v Durmstrang. (Parece que Nikolai vai ter que ficar em Durmstrang.) – Viktor respondeu sorrindo de lado.
-Akh ! Blagodarim Vi, che Viktor ! (Ah! Obrigada Victor!) – Ela respondeu pulando no pescoço do amigo.
-Sled tova iskam da go obyasnya dobre Miss Ivanov. (Depois eu quero que me explique tudo direito senhorita Ivanov.) – Ele falou.
Naquele momento outro garoto com o uniforme do time despontou no corredor.
-Akh ! Eto te i teb ! Khaĭde Krum , nie nyamame tsyal den vi smazhe . (Ah! Aí está você! Vamos logo Krum, não temos o dia todo para as suas paqueras.) – O garoto falou mal humorado.
Krum apenas bufou.
-Toĭ nikoga nyama da razbere kakvo frazata " prosto priyateli " oznachava (Ele nunca vai entender o que a frase "apenas amigos" significa.) –Karina disse.
-Eto zashto toĭ vse oshte nyama priyateli! (Isso é por que ele não tem amigos!) – Viktor respondeu.
Então ele deu um beijo na testa de Karina e seguiu o outro garoto pelo corredor. Ela então seguiu para o seu dormitório, tinha que terminar de arrumar as malas, veria sua mãe em breve e tinha muita coisa para contar.
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PDV Lyra
Sentei no chão perto da árvore no campo de grama, Nate estava correndo atrás de Sirius em forma de cão que segurava a sua blusa na boca, Rose ria de se acabar dos dois.
-Parecem crianças. –Ela falou sorrindo e enxugando as lágrimas.
Eu apenas sorri em resposta.
Fechei os olhos aproveitando o vento e minha cabeça voltou para a lembrança do dia em que voltamos de Hogwarts. Ah, eu juro, nunca vi a minha mãe tão irritada como naquele dia, eu pedi que todos fossem para a sala, dentro de casa, Remus soava mais do que tampa de panela e Sirius dava olhadelas furtivas para a minha mãe, que o ignorava teatralmente, diga-se de passagem.
Quando todos estavam sentados e Rose entregava um copo de água com açúcar a sua mãe que tremia eu finalmente comecei a falar.
-Primeiro... Peço desculpas por assustá-la a quase morte ali fora, Sirius pode ser um pouco imprudente às vezes. –Eu disse mandando um olhar feio em direção a ele.
-Sirius Black! –Minha mãe falou com a voz aguda. –Sirius Black seu pai?
-Isso, até que enfim alguém falou, seu pai Lyra, que tal começar a me chamar assim? –Ele disse sorrindo de lado e piscou para mim.
-Ok pai, fica caladinho aí enquanto eu conto a história toda. –Falei fechando a cara.
-Lyra, você devia ir com calma, é uma história muito complicada... –Remus falou com sua voz cansada.
-A Lyra é boa nisso pai, fica tranquilo. –Nate respondeu.
Vixe , aquilo foi a pior coisa que ele podia ter dito.
-PA-PA-PA-PAI?! –Tia Andrea gritou dando um pulo do sofá e se pôs de pé.
Dei uma tapa em minha própria testa e olhei para Nate como se ele fosse um idiota, ele então levantou meio receoso.
-Então mãe... –Ele disse baixinho. –Esse é o meu pai!
Bem, a reação dela foi a última esperada.
Tia Andrea simplesmente caiu dura no chão. Xiii foi uma correria, era gente correndo para a cozinha, colocando ela no sofá, abanando o rosto dela.
Claro, quando ela acordou acho que estava sonhando, então viu Sirius e Remus e começou a gritar. Foi a noite mais estranha da minha vida!
Bem, no final deu tudo certo, Remus queria ir embora por que achou que causava muitos problemas, mas Tia Andrea não deixou, disse que queria conhecer melhor o pai do filho dela, então os dois meio que se tornaram amigos e Remus fica ensinando poções a ela... Eu sei, bizarro.
Mamãe ficou muito irritada por eu não ter contado que maroto era Sirius e me pôs de castigo, eu não iria a Copa Mundial de Quadribol. Uma grande injustiça, claro, por que eu só descobri que Sirius era uma animago algumas semanas antes, então quando eu expliquei isso a ela meu castigo foi mudado e eu não poderia usar a vassoura por um tempo.
Bem, nada é perfeito.
-Ei Lyra, está dormindo? –Rose me chamou cutucando meu rosto com um matinho.
Soltei uma risadinha.
-Não vermelha, só estou pensando nos últimos dias. –Falei abrindo os olhos.
Ela sorriu.
-Estranho não é? Nate tem estado muito feliz que o pai dele está com a gente... Você já contou ao Harry que Sirius está aqui?
-Ainda não, estou esperando vê-lo na casa de Ron, assim vou contar aos três, por carta é muito perigoso. Não queremos que os dementadores venham fazer uma visitinha não é?
Rose apenas tremeu um pouco ao lembrar-se daquelas criaturas.
-E a sua mãe? –Ela perguntou.
-Ela ainda está na mesma, está tratando Sirius como se ele não existisse na casa, daí meu pai joga indireta falando que a mãe dele era melhor nisso que ela, então os dois começam a discutir. Então Sirius tenta beijá-la, ela dá uma tapa na cara dele e vai para o quarto, então Remus começa a brigar com meu pai... Cara, eu estou vendo o dia que a minha mãe vai deixar as tapas e começar a dar chutes no saco. Tenho pena do meu pai quando esse dia chegar.
Rose soltou uma gargalhada.
-Mas você acha que ela gosta dele? –Ela perguntou.
Eu apenas dei um sorriso.
Não é como se eu fosse soltar essa informação, claro, minha mãe estava louquinha pelo meu pai. Quando ele falou que invadiu os sonhos dela e haviam se beijado, todo o comportamento irritado da minha mãe tinha sido explicado para mim.
O beijo mexeu com ela, mas ela se recusava a admitir, então começou a trata-lo mal.
-Olha, aquele não é o Remus? –Rose apontou para o caminho de areia depois da cerca.
Era o caminho de onde viemos.
Olhei para Nate que estava puxando a blusa da boca de Sirius que não queria soltar.
Então ele soltou um bufo irritado.
-Lyra, fala para o seu pai soltar a minha camisa! –Ele reclamou.
Eu apenas soltei uma gargalhada. Como se Sirius fosse me obedecer.
-Pai! –Gritei. –Lá vem o Remus.
Naquele momento Sirius soltou a camisa e correu em direção a Rose, ele deitou ali perto dela e colocou a cabeça entre as patas como se fosse o cachorro mais obediente do mundo. Nate veio até nós resmungando que a blusa estava babada e rasgada, Rose foi quem gostou já que deu olhadas furtivas no corpo dele... Não sei por que, aquele peito magro. Mas bem, tem gente que gosta.
Tipo a Hermione.
Não consegui segurar uma risadinha dos meus pensamentos, Nate tá ferrado com esse bando de mulher.
Eu também não posso falar muito dele quando estou enrolada entre Fred e... Ah, deixa para lá sabe?
-O que houve Nate? –Remus perguntou se aproximando de nós.
Nate estava aborrecido e seminu, putz que combinação hein.
-Sirius rasgou a minha camisa. –Ele disse deitando-se ao meu lado.
Então Sirius voltou a ser humano.
-Ah, como você é dedo-duro Nate! –Ele disse traído. –Lyra dá uma tapa nele?
-Eu não, Lyra bate no seu pai. –Nate respondeu.
Eu olhei de um para o outro e ignorei os dois.
Remus apenas suspirou cansadamente, ele não aguentava mais as brincadeiras do Sirius.
-Lyra, chegou uma carta para você. –Remus falou. –Sua mãe pediu que eu trouxesse.
Todos os olhos vieram em minha direção quando eu peguei a carta estendida para mim. Abri o envelope reconhecendo o selo que havia ali, era o brasão dos Ivanov.
-Chegou com uma coruja escura? –Perguntei.
Remus apenas assentiu.
Abri o papel, era uma carta da Tia Cassie.
-O que foi? –Nate perguntou.
-Está em búlgaro. –Falei.
-É da Karina? –Nate questinou.
-Não é da Karina, é da Tia Cassie. –Respondi.
- Por que ela te mandaria uma carta em Búlgaro?
-Para ter certeza que ninguém mais leria, não é óbvio? –Rose respondeu. –Ninguém mais aqui sabe ler em búlgaro, exceto Lyra.
-Você sabe Búlgaro? –Sirius e Remus perguntaram ao mesmo tempo.
-Sim. –Respondei simples.
Uma cachoeira de perguntas foi lançada em minha direção por Remus e meu pai.
-Como você sabe falar em Búlgaro?
-Quem te ensinou?
-E você não me diz nada?
-Quem é Karina?
-Você tem uma tia bruxa?
-SILÊNCIO! –Gritei.
Todos olharam para mim.
-Sim, eu sei falar Búlgaro por que a minha mãe tem uma irmã adotiva que é bruxa Búlgara, por isso ela sabia que Sirius era uma animago sem que precisássemos explicar. –Expliquei rapidamente. –Posso ler a carta agora?
Rose soltou uma risadinha e Nate somente se ajeitou na grama ao meu lado. Comecei a ler em voz baixa, eu sabia que todo mundo ali era confiável então não me importei em ler.
Querida sobrinha,
Estou escrevendo para avisar que este ano a sua prima não poderá visitá-la, ela vai passar as férias com um amigo, mas provavelmente vocês se verão na Copa Mundial de Quadribol.
Quero também preveni-la meu amor, esse ano em Hogwarts será muito diferente, coisas vão acontecer e novas pessoas aparecerão você terá que tomar muito cuidado. Proteja aqueles que você ama. Não confie em ninguém!
Com amor, Sua tia.
Cassie.
Franzi o cenho.
-O que ela quis dizer com “esse ano em Hogwarts será muito diferente”? – Rose perguntou.
-Com o que a sua tia trabalha na Búlgaria Lyra? — Remus perguntou.
Eu levantei o olhar até ele.
-Ela trabalha no ministério, mas eu não lembro em que setor. –Falei.
Então Remus e Sirius trocaram um olhar cheio de significados.
-O que? –Rose perguntou notando o olhar também. –Vocês sabem de alguma coisa?
-Eu sou um fugitivo dos aurores, sei sobre o mundo bruxo tanto quanto qualquer um de vocês. –Sirius respondeu.
-E eu não sei de nada sobre Hogwarts desde que saí do colégio. –Remus respondeu suspirando.
Ok, eu não acreditei neles, olhei para onde Nate estava e percebi que ele também não estava acreditando muito nisso. Se eles não queriam falar tudo bem, nós com certeza iriamos descobrir o que era.
-Então pai, tem mandado notícias a Harry? –Perguntei mudando de assunto.
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PDV Kate (Olha que lindo, a Kate já no primeiro capítulo).
Enxuguei as mãos molhadas no pano, havia terminado de lavar a louça a pouco e estava apenas esperando que Lyra chegasse com seus irmãos. Angela fazia o jantar enquanto Remus havia ido até eles levar uma carta de Cassie para minha filha.
Sentia tanta falta de conversar com a minha irmã.
Andrea entrou na cozinha trazendo uma blusa branca.
-Droga! Olha isso Kate. –Ela me mostrou uma mancha vermelha enorme. –Desculpe, eu manchei a sua blusa.
-O que foi isso? Como manchou? –Perguntei analisando a blusa com os dedos.
-Foi vinho. –Ela falou tristemente.
Soltei o tecido.
-Já era, está tudo bem Andy. –Falei fazendo pouco caso.
Ela gemeu desgostosa.
-Não, acho que Remus pode ajudar com isso, ele estava me ensinando umas poções interessantes sobre limpeza. –Ela disse.
-Tudo bem, pode tentar. –falei dando de ombros.
Olhei para a parede da cozinha onde havia um relógio grande, já eram quatro e meia da tarde e logo o sol iria se por. Procurei a janela com os olhos automaticamente e os vi. No caminho de areia vinham Nate, Lyra, Rose, Remus e... Sirius. Saí para frente da casa para espera-los.
Remus vinha trazendo Rose nas costas e Nate vinha andando ao seu lado, Sirius estava com Lyra nas costas também, os dois riam quando ele ficava girando, deixando-a tonta. A minha relação com Sirius vinha sendo um pouco arisca, confesso, mas caramba, eu troquei de roupa na frente dele sem nem saber que era humano e o desgraçado nem foi educado para virar o rosto, não, ele ficou encarando meu corpo.
Cachorro safado!
E se ele acha que eu esqueci como ele entrou no meu sonho e me beijou ele está maluco. É... Essa era realmente uma lembrança que não saia da minha cabeça ultimamente, a sensação dos lábios dele nos meus.
Sempre que ele tentava me beijar eu o rechaçava e me tirava de sua presença, mas na solidão do meu quarto eu apenas deitava na cama e ria comigo mesma, esse homem ainda iria me deixar sem juízo algum.
-Olá Tia Kate, onde está minha mãe? –Nate perguntou.
-Na cozinha tentando tirar uma mancha de vinho da minha blusa. –Respondi.
Ele entrou na casa.
-Ah, mas eu posso fazer isso facilmente, era só me pedir. –Remus falou. — Olá Katherine.
-Já disse para me chamar de Kate, Remus. –Falei.
Ele apenas sorriu soltando Rose e dando um beijo na cabeça dela antes de entrar em casa para ajudar Andrea.
-Olá tia Kate. –Rose disse animada. –Mamãe está fazendo o jantar?
-Claro o que seria de nós sem a comida dela? –Respondi sorrindo.
Ela soltou uma gargalhada gostosa entrando atrás de Nate e Remus.
Olhei para frente onde Lyra descia das costas do pai e corria em minha direção.
-Oi mãe! –Ela falou me dando um beijo na bochecha e entrando em casa correndo.
Sorri de sua energia.
-Kate. –Sirius falou me cumprimentando.
-Sirius. –Respondi do mesmo modo.
-Estava me esperando? –Ele perguntou maroto.
-Esperava a minha filha. –respondi simples.
Ele sorriu. Virei as costas para entrar, mas ele me puxou pelo braço com força e bati no seu peito, ele colocou os braços ao meu redor fazendo com que eu ficasse presa entre seus braços, não é um lugar tão ruim de se ficar presa... Controle-se Katherine.
-Me desculpe. –Ele disse com seu rosto bem perto do meu. –Sei que está aborrecida por que olhei você trocar de roupa. Mas o seu corpo é uma tentação que eu cedi ao olhar.
-Você é um cachorro. –Falei.
-Em todos os sentidos. –Ele sorriu de lado.
Então ele simplesmente desceu seus lábios nos meus e me beijou! Ok, eu confesso que um primeiro momento eu correspondi, mas foi só um segundo... Talvez cinco segundos. Mas o que importa mesmo foi que eu mordi o seu lábio e ele se separou xingando.
-Ô mulher geniosa! –Ele reclamou.
-Me beije desse jeito de novo e vou fazer com que não tenha oportunidade de ter nenhum outro filho que não seja a Lyra! –Ameacei.
Entrei em casa bufando.
-Você ainda vai ser minha, Kate! –Ele disse antes que eu subisse para o meu quarto.
-Vai sonhando! –gritei de volta.
Notas finais
Para quem não deixa por que não tem perfil: Tudo bem, eu perdoo.
Para quem não deixa por preguiça: Gente, o dedo não vai cair, faz esse esforçinho vai, por favor?
BEIJOOOS LIINDAS *----------*
RECOMENDEM PLEASE!
Câmbio e desligo
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