Notas iniciais
desculpe

Tudo em cacos

Cacos de vidro com um brilho escarlate

Espalhados pelo chão

Como pequenos pedaços de oceano vermelho.

Espalhados por todo o chão

Juntos a petalas de rosa umidas

Sangue por todo o piso de porcelana

Um pequeno vestigio de luz na janela da sala

Escura e sinistra.

Um corpo de olhos abertos encarando a luz

O cheiro de rosas misturado com sangue

O perfume da morte se fazia presente

No sinistro e meio escuro ambiente

Um pulso parado e uma dor .

O brilho opaco dos olhos castanhos

Encarando a luz coberto por petalas vermelhas

Sangue que escorria pela sala passando pela porta

Sentir o ultimo pulsar de vida

A vida não merecida para tal individuo.

A pele cortada chorava

os olhos com lagrimas numa visão quase meláncolica

Do ultimo suspiro de vida

Roupas pintadas com o mais puro vinho vital

Pele pálida e com cortes profundos como suas magoas.

Seria uma razão a mais para dizer adeus cedo

O fato da vida não ser sentida

Nos puros raios solares que iluminam a sala esquecida

Um pequeno filete de sangue que pinta um caco de vidro

È capiturado pela luz solar

Dando a sala uma cor de meia vida.

O aspecto funereo da sala de tons vermelhos

O cheiro agridoce do sangue e das flores

o triste convidado a brindar seu sangue deitado sobre os cacos

Seus sonhos limpidos corrompidos e perdidos em simples pedaços de vidros.

As flores alimentadas com água escarlate vital

Cacos pintados com tinta natural

Dor cessada com o antidoto amargo

Luz que brilha por cima de uma pequena fresta

Olhos escuros e vidrados na luz.

Notas finais
espero que gostem
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!