Flor de Sangue

2 Capítulo 2 - A Flor da Noite


Notas iniciais
Olá, pessoal!Perdoem-me a demora!É que a falta de tempo e criatividade estavam me matando por estes dias.....enfim, o capítulo está ai....espero que gostem!

Era mais um belo dia na cidade de Ikebukuro, o Sol descobria-se vagarosamente entre os prédios iluminando a cor cinza do asfalto, as pessoas caminhavam de um lado para o outro, algumas iniciando seus afazeres, outras, voltando de sua jornada noturna.Tudo parecia estranhamente calmo naquele local onde houveram tantos assassinatos.

_ Como assim, nenhum assassinato??Mas...já prenderam o assassino? – essa pergunta repetia-se na cidade.

_ Será que ele cansou-se de matar, e agora tirou férias?? – perguntava um jovem ingênuo para sua mãe.

Até mesmo os policiais estranhavam o fato de nenhum corpo ter sido encontrado na noite passada....encontrar pessoas mortas nas ruas já tornara-se hábito naquela cidade.Não tendo encontrado nada, os investigadores resolvem discutir sobre as pistas que encontraram:

_ É muito estranho...- iniciou o mais velho dos três que ali estavam- Procurei por impressões digitais nos corpos, mas não há nenhuma...

_ Além disso, — continuou um de cabelos negros – a flor....aquela espécie de flor chamada begônia é sempre encontrada sobre os corpos...algo indica que nosso assassino seja um floricultor...

_ Ou apenas, um amante das flores – sorriu o terceiro, o mais cético dos três – ou alguém que assista muitos animes por ai.....prestem atenção: um ser que aparenta ser um mutante, dizem por aí que ele ruge como uma fera, ele encrava suas garras na vítima escolhida e depois deixa uma flor encravada no peito do pobre...isso aparenta algo cinematográfico, não?

_ Sim, meu caro...pode ser..-continuou o primeiro — e devo falar que andei investigando sobre a vida das vítimas, e descobri que todas estão ligadas à farmácia Yagiri, funcionários e ex-funcionários...e todos estavam em serviço há cinco anos.....

_ Claro!Dizem que usa-se humanos como cobaias de seus experimentos...e nada impede que uma de suas “criaturas” tenha escapado dali!

_ Aaah!!!Cortem essa!!!Agora viraram ficcionistas??Estamos na realidade, ora essa!!Agora vão acreditar em monstros?Já estão bem grandinhos!Ah...querem saber?Se o assassino parou de matar, não deveríamos nos preocupar mais!

_Não sei......mas algo ainda me cheira mal..... – o investigador de cabelos negros olha para a janela do seu prédio, pensativo.

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Nos aposentos de Izaya.....

Izaya encontrava-se sentado em frente ao seu tabuleiro de jogo, com todas as peças colocadas em lugares aleatórios, obviamente, nunca jogava pelas regras:

_ Hum.....agora eu sei quem será a rainha para se opor a Shizu-chan....será.. – falava consigo mesmo antes de ser interrompido por um forte abrir de portas.Voltou-se rapidamente para ver quem o interrompia.

_ Ah, é você!! – um sorriso de satisfação tomou conta de seus lábios – Você andou sumida, huh?A gatinha não arranhou ninguém hoje?

Nas sombras, não se conseguia distinguir perfeitamente os traços da mulher, apenas dois grandes olhos amarelos davam destaque às vestimentas negras que usava.

_ Não te interessa o que eu faço ou deixo de fazer!!Apenas venho aqui pelas informações, nada mais! – os olhos direcionavam-se ameaçadoramente ao informante.

_ Nossa, que medo! – disse Izaya, sarcasticamente – Mas, e ai, de quais informações a gatinha selvagem precisa?

_ NÂO ME CHAME ASSIM!!!! – sua voz saiu como se fosse um rugido – Eu preciso saber mais sobre......Heiwajima Shizuo.....

_ Hum....isso está se tornando interessante!! – sorriu o informante.

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Horas depois, em outro lugar da cidade......

Shizuo e Selty estavam sentados em um dos bancos da praça de Ikebukuro, conversando, como de costume:

_ Não sei por que, mas essa onda de assassinatos está me deixando mais irritado que de costume....– dizia um pensativo Shizuo.

_ Ah...mas isso está mexendo com todo mundo, Shizuo!Até eu estou preocupada com isso!– Selty digitou essas palavras em seu celular.

_ Sim, eu sei, mas.....o nome daquela flor que o assassino deixa...ela...me deixa alguma sensação estranha...ela faz com que eu me sinta alguém próximo do assassino.....

_ Credo, Shizuo!Você me assusta falando assim, e..... – a motoqueira pára de digitar repentinamente e olha assustada para uma árvore.

_ O que foi, Selty? – Shizuo havia percebido a reação de Selty e olha para o mesmo lugar – É apenas uma àrvore!

_ Não......mas....eu vi dois olhos amarelos por ali!!! – digitou nervosamente a dullahan.

_ Deve ter sido sua imaginação!E......o que é isso? – o loiro abaixa-se para pegar uma begônia branca que caíra sobre sua cabeça.

_ Uma begônia.....branca???

Continua...

Notas finais
Ah, e fiquem à vontade para mandar críticas, sugestões, elogios, o que quiserem!!Bjoos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.