Fix a Heart

9 O9- Noite Do Karaokê parte II/ Baile “O QUÊ?\"


Notas iniciais
HEEY! I LOOKING UP TO MY STAR GIRL....Ok, chega! Hoje eu estou inspirada, porque Danny Jones (meu 5º -ou 7º- marido) vai se casar com a Georgia Horsley!! Pra quem não sabe, Danny Jones é o vocalista/Guitarrista da banda McFly (Por acaso minha banda favorita).

Enfim, mesmo vocês não merecendo ( poxa, girls, um capítulo enorme e só 6 comentários? Fix a Heart tem 61 leitores, alguma coisa aí tá errada, né? D:) aqui está o capítulo 9.
Primeiro encontro da Bella e do Klaus!
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Boa Leitura, suas ingratas! Ú.Ú

Anteriormente:

Ele tirou o daiquiri da minha mão e depositou em cima de uma mesa qualquer, sem se importar se eu ia ou não beber.

-Hey, isso não foi legal, sabe? — Reclamei.

Nós fomos (bem, eu fui arrastada) até a saída do Grill e quando dei por mim estava sendo prensada na parede. Levantei meus olhos até os seus, confusa com sua atitude.

-Então, agora somos somente eu e você. – Ele sorriu de lado. Seus olhos azuis brilharam enquanto meu coração batia desesperadamente.

-O que você está fazendo?- consegui sussurrar sob minha respiração acelerada. Ele sorriu e me olhou nos olhos fixamente; Suas pupilas se contraíram e ele sussurrou:

-Você vai me beijar. – Olhei seus lábios rosados e me inclinei m sua direção. Eu queria beijá-lo. Eu tinha que beijá-lo.

Ele sorriu quando me inclinei e segurou meu rosto entre suas mãos quentes, seus lábios se aproximaram dos meus e então eu me dei conta do que estava prestes à fazer.

-Não. – Minha voz saiu clara. Céus, eu estava prestes a beijar um cara que conhecia apenas uma semana. –Pare Damon!

Ele franziu o cenho confuso

-Como... Como você...?

Agora:

-Eu não sei qual é o tipo de garota com que você está acostumado, mas eu te garanto que eu não sou nenhuma delas. – Afirmei um tanto quanto chateada com sua ação. Damon não esboçou reação alguma, ele apenas me olhava com curiosidade e confusão. – Sinceramente, que tipo de garota você acha que eu sou?

Uma garota hipócrita, que queria beijá-lo, mas não tinha coragem de assumir. Uma Voz dentro da minha cabeça sussurrou.

Para mim, tinha ficado claro que eu havia feito uma pergunta retórica, mas ele deu um sorriso sarcástico e respondeu:

- Eu acho que você é o tipo de garota quente.

-Bem essa garota quente não vai te beijar se é isso que você está pensando. – Empurrei-o de cima de mim e me afastei da parede antes que ele decidisse me prensar nela novamente. Antes de sair me virei e disse:

– Se você quer algo comigo, de verdade, não vai ser me jogando contra paredes que você vai conseguir. – balancei a cabeça em negação e bufei. — Elena tinha razão, você é um idiota.

Entrei e deixei-o lá fora alisei o meu vestido. Assim que pus os pés no Grill fui puxada até o palco por uma Caroline elétrica. -Abelhinha! – Arregalei os olhos e a puxei pra perto me certificando de que ninguém tivesse ouvido esse apelido horrível.

-Por Deus, Caroline! Que ninguém tenha ouvido você me chamar assim ou eu juro que te mato! – Ela me ignorou e começou a me empurrar pra que eu subisse no palco, mas eu travei impedindo que ela seguisse em frente.

-Elena e eu te procuramos a noite toda, acha que eu não sei que você está tentando se esconder de mim? – Sorriu irônica.

-O que você tá planejando Care Bear? –Perguntei desconfiada.

-Cante e brilhe! –Apontou pro palco que no momento estava vazio. Arqueei a sombracelha esquerda e a olhei.

-Você é maluca se acha que eu vou subir no maldito palco e cantar.

-Qual é Bella? É só por diversão. Por favor? – Ela fez aquela cara de cachorrinho que caiu da mudança que sempre fazia quando queria uma coisa que não podia ter. Neguei com a cabeça. Dizer que “não”, não estava adiantando nada, então eu resolvi apelar: Eu praticamente implorei.

- Care, por favor, não me faça subir ali, eu faço qualquer outra coisa, mas não me faz cantar na frente de todas essas pessoas, por favor?

Ela me olhou por um segundo, como se me analisasse e depois me deu um sorriso convencido:

-Feito.

Ufa. Pensei aliviada.

-Mas...

Oh não.

-Mas... O quê? –Perguntei temerosa.

-Você vai ter que passar um dia inteiro comigo.

-Só isso? –Perguntei confusa.

-É isso aí – ela passou o braço pelos meus ombros e começamos a caminhar pra longe do palco e em direção ao bar onde Matt ainda estava atendendo. –Eu e você juntas no shopping tendo um agradável dia das garotas.

Gemi lamentando.

-Okay. Qualquer coisa pra não subir naquele palco.

-Ah, a prefeita Lockwood está te procurando, a propósito. –Ela comentou.

-A mim? Sabe o que ela quer? –Perguntei enquanto me sentava.

-Não exatamente, alguma coisa a ver com apresentar você a alguém – Deu de ombros. –Olha ela ali.

Apontou para a entrada do Grill onde Carol Lockwood – sempre elegantemente vestida — estava conversando com Damon Salvatore como se fossem amigos de longa data.

- Acho melhor eu ir ver o que ela quer. – Disse ainda olhando para onde me foi apontado. – Já volto ok?

-Uhum. – Caroline respondeu mais concentrada em seu drink do que nossa conversa. Peguei a bebida que ela me oferecia e beberiquei-a enquanto caminhava.

Andei o mais lentamente possível, com a esperança de que Damon saísse antes e eu não fosse obrigada a conversar com ele novamente. Minhas esperanças foram abaixo quando a Sra.Lockwood focalizou seus olhos em mim e sorriu me chamando com um aceno de mão. Isso fez com que Damon se virasse para ver com quem ela estava falando. Assim que ele me viu ele me deu um sorriso cheio de quintas intenções e eu fiz questão de desviar nossos olhares olhando apenas para a Prefeita.

-Isabella!- Ela passou os braços por meus ombros e me abraçou de lado me dando um beijo na bochecha. Sorri forçadamente.

- Sra. Lockwood, Damon – Me obriguei a cumprimentá-lo como se não tivéssemos nos visto hoje.

- Oh não! Chame-me de Carol, nós temos quase a mesma idade. –Ela brincou. Obriguei-me a rir, um riso incrédulo, surpreso e amarelo. Ela sequer percebeu, mas eu pude ver Damon segurar o riso. Quando Renée dizia que eu nasci com 30 anos e ficava mais velha a cada ano que passava, ela não queria dizer isso. Pelo menos eu espero que não.

-Ok, Carol; Caroline disse que estava me procurando...

-Era justamente sobre isso que Damon e eu estávamos conversando. – Ela sorriu brilhantemente e foi impossível não ver como ela tocou o braço de Damon com intimidade. Teria Carol Lockwood, superado a morte de Richard tão facilmente?

– Tenho uma noticia esplêndida pra você! – Ela disse sorridente fazendo com que prestássemos atenção nela – O Baile Anual dos Fundadores está chegando, como você já deve saber...

– Sim. – respondi por educação. Não fazia idéia do que era aquilo. Nem sabia que havia Baile Anual Dos Fundadores.

– E como em todos os anos as famílias fundadoras participam com as garotas e garotos de cada família com completos 18 anos sendo apresentada á cidade como os futuros membros do conselho pela primeira vez.

Oh merda!

-Puxa, que legal! – Respondi entendendo aonde ela queria chegar. Bebi um gole da minha bebida.

– E é óbvio que nesse ano eu coloquei o seu nome na lista de garotas como um presente de Boas Vindas! – ela exclamou entusiasmada, mas eu quase me engasguei com a bebida. — Isso não é fabuloso!?

– É O QUÊ? – perguntei chocada.

– Você vai ser oficialmente apresentada à cidade como uma Swan. Oda Mae foi a ultima Swan a ser apresentada à sociedade. Eu sei que isso é incrível, não precisa agradecer. – ela sorriu. — Olha só Damon, ela ficou tão feliz que até perdeu a fala! – Comentou sorrindo para o Salvatore mais velho. Que me encarava malicioso. O idiota parecia saber do meu pavor de multidão, o que era estranho considerando que nunca trocamos mais do que meia dúzia de palavras.

–Me deixa ver se eu entendi: Eu vou ser apresentada... Para todas as pessoas da cidade... Como a próxima Swan da linhagem de Fundadores? – perguntei chocada.

– E então você fará parte do conselho também. – Carol avisou sorrindo.

Como ela pôde decidir coisas sobre a minha vida por mim? Sem me consultar?

-Olha, Carol, eu agradeço, mas... –Comecei a recusar, mas ela me interrompeu.

– Ah! E temos que arranjar um acompanhante para entrar com você, cada garota precisa de um acompanhante. Damon poderia ser o seu... –Ela deu uma discreta cotovelada no mesmo e uma não tão discreta piscadela pra mim.

-Eu não...

-Seria uma honra ser companhia de uma mulher tão encantadora quanto a Srta. Swan – Ele me interrompeu, com um sorriso ladino.

-Ótimo! –Ela sorriu animada e bateu palmas. – Agora que tudo está resolvido, eu vou começar a entregar os convites amanhã.

-Mas... -Tentei dizer.

-Com licença, preciso falar com Tyler... – ela simplesmente partiu e me deixou ali de olhos arregalados e apavorados.

-Você tá meio verde, Swan. –Damon zombou.

O fuzilei com os olhos.

-Não pense você, que eu aceitei a sua companhia neste baile estúpido – Avisei nervosa – Não muda nada.

Ele somente riu e levantou os braços e sinal de rendição.

-Babaca – Murmurei enquanto me virava pra sair de perto de Damon.

Fui em direção ao bar fumegando de raiva, quando avistei Rebekah; Ela estava de frente pra mim conversando com alguém que eu não fiz questão de prestar atenção e sorriu quando me viu indo em sua direção.

-Isabella Swan! – Peguei a bebida de sua mão e tomei em um só gole. Meus olhos lacrimejaram e minha garganta ardeu. Dei uma tosse fraca. –Ow, estamos radicais hoje, hein?

-Mas que merda você tá bebendo, Vinagre? –Ela gargalhou jogando a cabeça pra trás.

-Whisky.Puro. Sem gelo.

–Você sabia que a Prefeita me convocou pro maldito baile anual dos fundadores pra ser apresentada pra cidade inteira como a última Swan da linhagem?-Perguntei perplexa.

-Eu fiquei Sab...

–Quer dizer, eu não ando um quilômetro sem tropeçar nos meus próprios pés; o que a faz pensar que eu vou conseguir me portar bem na frente da cidade inteira? -Continuei gesticulando.

-É só você diz...

-Olha pra mim: Eu sou um desastre ambulante! –Continuei falando desesperadamente. –Eu posso cair na frente de todo mundo; Eu posso derrubar alguém e acabar causando um Traumatismo Craniano... – Ouvi alguém rir atrás de mim- Eu posso...

-Bella?

-Oi? – Olhei pra ela que não parecia mais tão alegre

-Cala a droga da boca e me escuta.

- Isso foi muito grosseiro. – Franzi o cenho.

-Grosseria é o nome do meio de Rebekah. –Uma voz atrás de mim disse com um forte sotaque britânico e eu me virei.

Era um homem. Um homem muito bonito; Ele não era muito alto Stefan ou... Bom, ele; Era da altura de Damon, mais ou menos, uns dois centímetros mais baixos. Ele tinha os cabelos loiro-escuro que formavam pequena curvas, como cachos pela metade; Olhos verdes que cintilavam um estranho brilhos azulado; seu nariz era reto e seus lábios vermelhos; Ele tinha uma rala barba e sombracelhas loiras como o cabelo e pequenas sardas pelo nariz e bochechas que o deixavam adorável e quando ele sorria covinhas se formavam em suas bochechas. Ele vestia jeans negros, camisa de malha creme dobrada até os cotovelos e botas de combate castanhas; Alguns colares e crucifixos adornavam seu pescoço esguio, ele tinha uma pintinha marrom do lado esquerdo do pescoço.Era charmosa . Ele era muito bonito e aparentava ter de 24 anos pra cima. Tinha algumas semelhanças com Rebekah e eu me questionei se esse era seu irmão ou algum parente que eu ainda não tenha conhecido. Assim como Damon e Stefan eu tinha a impressão de já ter o conhecido. Estranho.

-Claro, porque você é um doce, certo irmão? –Rebekah revirou os olhos, irritada. Eu só observava os dois discutirem, confusa. Ela disse irmão? Ok ele era seu irmão, mas qual dos quatro? Eu já conhecia Kol, ele era Elijah, Nik ou Finn?

Ele somente revirou os olhos com um sorriso humorado.

-Você está deixando a garota confusa, Bekka. –Ele disse. Seus olhos se voltaram pra mim e ele sorriu de lado. – Meu nome é Niklaus Mikaelson, eu sou o irmão mais velho de Rebekah e Kol.

Ele esticou a mão para um aperto e eu fiz o mesmo.

-Hm, eu sou Isabella Swan- Eu pensei que seria apenas um aperto de mão, mas assim como Damon ele inclinou minha mão e deu um suave beijo nos nós de meus dedos, tão suave que eu quase não senti o toque de seus lábios quentes. Assim como antes eu corei fortemente. Deus, todos os homens de Mystic Falls eram galanteadores, sedutores e cumprimentavam as mulheres assim? – Ér, Rebekah fala muito sobre você, é um prazer finalmente conhecê-lo.

-O prazer é todo meu, Sweet. – Foi inevitável não me lembrar...

Tenha bons sonhos, Sweet.”

Será que...? Não, é claro que não; ele sequer me conhecia. Deus, eu estou ficando neurótica!

-Puxa, obrigada por me excluírem! – A voz irritante de Rebekah soou.

-Desculpe, o que você estava dizendo? –Perguntei já recomposta o suficiente pra soltar nossas mãos. Olhei-a.

-Eu estava dizendo? Você não me deixou dizer nada, só apareceu aqui falando descontroladamente sobre o Baile Anual dos Fundadores. – Ela revirou os olhos e virou mais uma dose de Whisky no copo.

-Oh meu deus! Vocês estavam conversando e eu interrompi como uma verdadeira mal-educada Me desculpe. — Eu me toquei finalmente de que tinha chego até eles como uma descontrolada, bebendo a bebida de Rebekah e falando loucamente sem sequer cumprimentar seu irmão. Senti meu rosto esquentar como nunca.

-Não se preocupe, amor; Sua companhia é muito... Interessante. – Ele sorriu sedutoramente. Ele estava flertando comigo? Santo Deus, o que estava acontecendo comigo ultimamente que os homens passaram a se interessar tão estranhamente por mim? – E parece que os seus problemas são mais interessantes que os de Rebekah.

Ela revirou os olhos e bufou.

-Que seja! Você estava dizendo que a prefeita vai te apresentar a cidade como a nova geração da Família Swan no Baile Anual Dos Fundadores.

-É! –Gemi frustrada.

-E qual é problema?

-Você não ouviu sua própria frase? –Franzi o cenho – Apresentar; Cidade; Família Swan; Baile... ?

-Tá, você não quer ser apresentada pra cidade e nem quer ir ao baile? –Ela perguntou confusa.

-Isso!

-Desculpe a minha intromissão, mas por quê? –Niklaus perguntou.

-Oh, você não disse a ele? – Perguntei a Rebekah sobre os episódios constrangedores desta semana. Ela gargalhou e balançou a cabeça que não. –Só esta semana eu levei dois tombos dois dias seguidos porque eu me distraí e tropecei.

Ele riu.

-Tropeçou aonde?

-No chão, no ar, nos meus próprios pés, quem sabe? – Encolhi os ombros, exasperada. Ele riu novamente, dessa vez com mais vontade jogando a cabeça pra trás e voltando a me encarar. Rebekah ainda ria descontroladamente. –Eu sei tudo sobre acidentes.

-Ela sabe tudo sobre falta de jeito. – Rebekah contou.

- Nem tudo — Discordei envergonhada.

- Bella é a maior desastrada no mundo. – Gargalhou. Niklaus somente sorria e me observava, como se me analisasse.

-Eu não diria a “maior” – Fiz uma careta.

-Ela só está sendo modesta.

Eles riram. Fiz careta, mas foi impossível não rir junto com eles afinal, era a mais pura verdade. Passei as próximas duas horas conversando com eles e conhecendo mais sobre Rebekah e Klaus (Ele pediu que eu o chamasse assim) e vendo como era interessante e confusa a relação entre os dois. Ele me contou sobre suas viagens pelo mundo e me encantou com seu sotaque desconhecido. Eu me derretia a cada vez que ele me chamava de amor, Sweet, querida, sweetheart e Sweet pie. Ele parecia usar essas palavras normalmente e isso o deixava mais charmoso ainda. Era como se ele tivesse vivido muito e soubesse muitas coisas da vida. Enquanto conversávamos eu descobri que ele era um amante das artes e que sabia muito sobre a história do mundo, ele aparentava experiência de vida e sabedoria; Mas havia algo mais, era como se ele se escondesse sobre uma fachada, se protegesse com paredes ao seu redor e não deixasse ninguém ultrapassá-las, usando seu sarcasmo e ironia. Ele não era carinhoso com sua irmã e Rebekah parecia idolatrá-lo, enquanto ele pouco se importava ou assim ele demonstrava. Eu me perguntei se ele tratava todos os seus irmãos da mesma maneira e se Rebekah amava e devotava todos os outros irmãos na mesma medida.

A primeira vista Rebekah aparentava ser rebelde e mimada; E de fato, ela era isso e mais um pouco. Rebekah Mikaelson era mimada, arrogante, rebelde, irritante e absurdamente temperamental, seu humor mudava da água pro vinho em questão se minutos, mas ela também tinha suas qualidades; Ela era muita atenciosa e animada, eu percebia que ela tinha certo afeto por mim e me tratava melhor do que tratava qualquer outra pessoa, quase como se fossemos irmãs e de certo modo eu já a considerava uma amiga e sentia por ela um grande carinho fraternal; Ela também era alegre e um pouco carente, principalmente quando se tratava de Niklaus. Ela sempre parecia buscar a aprovação de Klaus para tudo que falava ou fazia e ele parecia saber disso e usava isso contra ela o que me deixou muito aborrecida. Elena me mandou uma mensagem dizendo que havia ido levar Bonnie em casa, mas já estava voltando pra me buscar por isso me despedi dos irmãos Mikaelson brevemente.

-Isabella!- Bekka me chamou assim que me virei pra ir embora. Voltei meu olhar pra ela e seu irmão, esperando.

-O baile será neste domingo. –Ela começou.

-Obrigada por me lembrar disso, Rebekah. – Gemi irônica. Ela revirou os olhos pela minha interrupção.

-Como eu dizia, o baile será neste domingo à noite, você já comprou o vestido?

Arregalei os olhos.

-Como eu poderia, só fiquei sabendo do maldito baile hoje.

Apostava tudo que tinha que Carol havia me dito em cima da hora pra que eu não pudesse cancelar.

-Que droga, preciso de vestido, sapatos...

-Podemos ir às compras amanhã... — Ela sugeriu hesitante.

Argh! Compras... Inferno, eu precisava de compras.

-Ok! – Desisti.

-Legal, eu passo na sua casa amanhã de manhã. – Ela sorriu alegre e foi impossível não sorrir com ela. Eu ainda sentia o olhar de Klaus em mim e, sinceramente, eu já estava me sentindo envergonhada. – Preciso arrumar um par, você já tem um?

Bufei em desgosto.

-Você não ouviu a pior parte ainda: Ao que parece eu vou ser obrigada a ir com o idiota do Salvatore, Carol praticamente o jogou pra cima de mim.

-Uh, mais alguém para o clube de odiadores dos Salvatore? –Klaus murmurou.

Odiadores? Não chegava a tanto.

-Quase isso.

-Qual dos dois? – Rebekah quis saber.

-Damon. – Rolei os olhos.

-Bem, eu não te tiro a razão: Ele é um idiota de marca maior.

Dei de ombros como quem diz: E o que posso, eu, fazer?

-Mas, Sabe de uma coisa? Eu tenho certeza de que Nik adoraria ser o seu par no Baile – Ela trocou um olhar com o irmão e me deu um sorriso malicioso. –Não é mesmo, Nik?

-Eu ficaria honrado. – Seus olhos se conectaram aos meus e eu me senti corar.

-Viu?

-Não, não precisa. – neguei. Afinal, eu o conhecia somente À 4 horas. – Não quero ser um incomodo.

-Não é incomodo algum, Sweet Pie. Eu ficaria muito feliz de acompanhá-la.

-Não sei se é uma boa idéia. – Encolhi os ombros.

-Por que, Amor?

-Nós não nos conhecemos muito bem, não acho qu...

-Quer ocasião melhor que essa?- Rebekah interrompeu minha fala.

Ir com Damon: O idiota perturbado que tentou me beijar nos fundos de um bar e é, aparentemente, odiado pela cidade pelo seu mal-comportamento. Mas tem lindos olhos azuis.

Ou

Ir com Klaus: Irmão da minha amiga, totalmente confiável, nunca tentou me beijar e me tratou muito bem. Conheci hoje e tem incríveis olhos verdes.

Era mais fácil ir com Matt.

Meu celular tocou indicando uma mensagem:

Ellie. G

“Onde você está? Já cheguei e estou te esperando no carro. Xx”

– É Elena, eu preciso ir. — Mordi os lábios nervosamente. -Eu posso te responder amanhã?

-A sua maneira. –Ele sorriu.

-Obrigada, Klaus. Foi um prazer te conhecer — Sorri docemente.

-O prazer é todo meu, Srta. Swan.

-Hm, Tchau, Becks – Dei um beijo em sua bochecha e sai. – Até amanhã.

-Amanhã de manhã!

Sai do Grill sorrindo.

Definitivamente Rebekah e eu seríamos grandes amigas.

Notas finais
Acho que esse foi o maior capítulo que eu já escrevi...
QUERO COMENTÁRIOS!
Até a próxima, beijos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.