Fix You.
1 Prólogo
Notas iniciais
“O amor nunca morre”
— Emily Brontë.
Fúria.
Tal sentimento era intenso, forte demais para si, ele sabia que sim – depois de perde-la, estava caindo num abismo profundo que o mesmo cavará com seus atos – como suporta tal coisa sem o calor dela.
A escuridão não pode expulsar a escuridão, apenas a luz pode fazer isso, ela havia feito isso com ele, lhe dado a sua luz.
O ódio não pode expulsar o ódio, apenas deixou-se semear pelo ódio, só o amor pode fazer isso, mas amar doer para ele que agora não tinha mais a sua luz, nublado e oco era isso, aquilo era a solidão.
Ela era a sua luz, ela sido apagada de maneira brutal por culpa de seus erros – sentia-se um asco com isso, como poderá fazer isso? – Não entendia, seu coração sangrava com isso, ele estava quebrado
Fora o medo.
O medo é o caminho para o lado negro, ele havia feito esse caminho sem qualquer tipo de arrependimento.
Ele estava sem amor por si mesmo, ele só deixava aquele sentimento domina-lhe o corpo, o amor pelos outros também não é possível, ele nunca amaria, só havia ela, mas ela era uma rara exceção aos seus caprichos.
O ódio por si mesmo é exatamente idêntico ao flagrante egoísmo dos homens, no final, conduz ao mesmo isolamento cruel e ao mesmo desespero que se deixava cair naquele momento, à verdade era nua e crua, ele era o culpado de tudo.
Sentir-se vazio sem ela – oco, sem vida e leviano – enquanto estava sendo preenchido por ódio, fúria e rancor por tudo. Seu coração se tornou vazio sem ela, sua luz havia sido apagada, enquanto seu coração e sua alma clamavam por ela, mas nada a traria de volta e o choro explodiu, grunhido saiu dos seus lábios com aquelas lembranças.
O medo leva a raiva, a raiva leva ao ódio, o ódio leva ao sofrimento.
Lágrimas de sangue escorriam por sua face – os olhos se fecharam, enquanto os flashes preenchiam a sua mente, os olhos dela, doces para si, era uma tortura – ela fora a única a tocar o seu coração profundamente, ninguém mais, ela era dele.
Devastado – talvez seu coração houvesse sido roubado e brutalmente quebrado, se que algum dia teve um coração para chamar de seu— um amor proibido pelas leis naturais que deixou rastros de ira e vingança, ela sempre fora a luz dele e quando ela se apagou...
Apenas restou a escuridão.
Continua...
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