Fix Me
54 Ligados
Notas iniciais
P.O.V Thomas
Acordei sentindo um carinho de minha cabeça, respirei fundo e abri um pouco os olhos encontrando Alice focada em um livro de cálculos avançados. Eu estava deitado na grama com a cabeça apoiada em seu colo. Parece que adormeci por muito tempo e agora minha barriga reclama. Alice percebeu que eu estava encarando-a e sorriu.
— Acordou, gato?
— Com esse carinho na cabeça, volto a dormir rapidinho.
Falei e sorri. Ela riu e voltou sua atenção ao livro.
— Porque está lendo isso?
— Porque ainda quero ajudar meu pai na parte financeira de sua empresa.
— Você quer o que?
Perguntei rindo. Eu sei que ela nunca se deu bem com seu pai até o casamento, mas nunca perguntei o que ela gostaria de fazer no futuro.
— Sempre sonhei em trabalhar na empresa de meu pai para tentar encontrar aquele laço paterno novamente. Hoje, só quero ajudar ele mesmo. E para isso preciso estudar muito.
Falou sorrindo.
— Meus parabéns.
— E você, Tommy? O que pretende fazer quando sair daqui?
— Eu estava no meio da faculdade de cálculos para herdar a empresa de meu pai no futuro. Não só a empresa como tudo que ele conquistou na área da máfia, isso conta as boates, contatos perigosos, armas e soldados também. Já fiz cursos de administração e contabilidade.
Falei suspirando. Ela se inclinou para perto do meu rosto fazendo com que seus cabelos caíssem em meu pescoço.
— Sei que vai ser um homem poderoso, esperto e humilde.
Sussurrou.
— Como pode ter tanta certeza?
Sussurrei também.
— Porque eu te conheço. Você é meu amigo e meu marido. E se não fizer isso, te coloco na linha de novo rapidinho.
Ri com aquilo e ela me acompanhou. Levantei e fique de pé esticando a mão para ela.
— Vamos? Estou com fome.
Ela suspirou sorrindo e colocou o marca páginas quase no final do livro e segurou minha mão.
— Qual volume de cálculos você está?
— Acho que este é o quarto.
Me assustei.
— Como assim quarto?! Estamos aqui há seis meses e você já está neste?! Você leu o terceiro que tem mais de 100 capítulos?!
— Sim, acabei ele semana passada.
Falou Naturalmente. Eu abri a boca surpreso.
— É sério?!
— Eu não tinha muito o que fazer e amo ler desde pequena. Queria adiantar algumas matérias para me formar logo na faculdade. — Falou sorrindo e colocando os braços para trás com o livro. — Vamos?
Respirei fundo e balancei a cabeça.
— Garota, você é incrível.
— Obrigada.
Falou e desfilou na minha frente antes de parar e olhar para trás.
— Se você não vir logo, eu não faço lanche para você.
Ri e fui ao seu lado para sairmos andando de mãos dadas.
Quando chegamos na cozinha peguei um suco na geladeira e coloquei em dois copo. Está tudo muito calmo aqui, aposto que, com esse calor, o povo resolveu ou dormir ou ir para a cachoeira. Sentei e fiquei observando Alice fazendo nossos lanches com frios, maionese, alface e tomate. Aquilo estava me deixando com água na boca e logo avancei quando percebi que ela havia acabado.
— Estava mesmo com fome, não?
Ela sorriu e começou a comer o dela. Dei de ombros e prestei atenção no meu lanche que estava a melhor coisa do mundo. Quando acabei, bebi meu suco e percebi que Alice também havia acabado. Era de tarde e estava muito calor então decido tomar um banho gelado para refrescar e depois iria ver o que iria fazer. Levantei, sequei a louça que ela lavou e subimos para o quarto. Entrei no banheiro e liguei o chuveiro enquanto tirava a roupa. Sentir aquele gelado me relaxava de muitas noites em claro. Fechei os olhos e coloquei a cabeça debaixo da água, depois de um tempo senti duas mãos passeando em minhas costas, e eu sabia muito bem quem era. Sorri e virei ficando centímetros dela. Alice estava séria.
— O que foi?
— Você tem várias cicatrizes agora.
Olhei para seu corpo bem formado e nu e senti meu amigo dar os primeiros sinais de vida. Mas também vi que ela também tinha várias marcas no corpo de tortura. Passei as mãos em sua cintura e senti ela se arrepiar.
— Você também.
Ela suspirou, um suspiro de tristeza misturado com prazer. Levantei seu rosto e percebi que ela queria chorar.
— Minnie, não chore. Foi uma fase bem sombria na nossas vidas, mas agora acabou. Vamos superar isso juntos, lembra?
Ela sorriu e uma lágrima caiu. Eu a beijei com carinho mas logo aquele Beijo começou a se intensificar e eu já estava ficando bem excitado. Peguei-a pela cintura e a prendi na parede, logo ela cruzou as pernas em minha cintura, com uma mão se segurou em meu ombro e a outra se enroscou em meus cabelos. Beijei seu pescoço enquanto ouvia seus pequenos gemidos que ela segurava. Aquilo já estava me deixando louco. Me afastei e encarei-a.
— Não quero te forçar a nada.
Ela colocou a mão em meu rosto e sorriu maliciosamente.
— Você está é me enrolando, garoto.
Sorri e desliguei a água levando-a para a cama e deitando-a.
— Tem certeza?
Eu não queria perguntar isso, só queria pegar ela e deixá-la louca de prazer, mas antes disso, ela é minha amiga e esposa e a última coisa que quero é machucá-la.
— Absoluta. Só que iremos molhar toda a cama.
Falou fazendo bico.
— Não esquece que você também vai sujar ela.
Falei sorrindo. Ela se assustou e senti seus músculos contraírem.
— Vai doer, não é?
Suspirei.
— Você sabe que vai. Mas não vou fazer isso se não quiser.
Falei me levantando um pouco com a intenção de sair mas suas pernas me prenderam de volta e senti ela molhada lá em baixo.
— Eu sei que vai doer de começo, mesmo que você não quisesse me fazer sentir dor. Mas já passei por coisa pior e com certeza isso não será torturante.
Sorriu e isso me acalmou e me animou demais. Eu a beijei com vontade enquanto massageava seu clitóris deixando ela sem fôlego e com gemidos cada vez mais altos.
Olhei para ela mais uma vez e ela sorriu.
— Vai logo, Bobo.
Eu a beijei enquanto entrava devagar. Suas unhas arrancavam minhas costas mostrando o que sentia e logo eu a completei. Eu continuava beijando-a enquanto me movia devagar e seus gemidos de dor aos poucos se transformavam em prazer. Senti que podia acelerar e eu fazia isso gradativamente até conseguir ouvir Alice gemer alto de prazer. Aquilo me fez feliz e orgulhoso além de me fazer ficar mais excitado. Minhas estocadas aumentavam e nós dois estávamos indo a loucura até chegarmos ao ápice e gozamos. Olhei para ela e a vi respirando rápido e sorrindo. Sai dela e deitei ao lado respirando rápido também e fechei os olhos para me controlar. Percebi que ela estava incomodada com algo então olhei para o lado e a vi se levantando e se assustando com algo. Olhei para frente e vi um pouco de sangue saindo de suas pernas com meu gozo. Ela logo se levantou e foi para o banheiro e ligou o chuveiro. Ouvi algo caindo e isso me preocupou. Levantei e fui para o banheiro encontrando Alice sentada no meio da banheira do box enquanto sentia a água.
— Tudo bem?
Perguntei entrando e sentando atrás dela. Ela riu e se apoiou em meu peito.
— Perdi as forças na perna e quase cai.
Ri e a abracei.
— Você não tem jeito, não é, Minnie?
Ela balançou a cabeça negando. Passeei minhas mãos em seu corpo sentindo sua respiração ainda alterada.
— Que foi? Já ficou sem fôlego com o meu toque?
Ela assentiu sem responder.
— Então vou abusar um pouco mais.
Sussurrei em seu ouvido enquanto passava as mãos em seus seios e clitóris deixando-a excitada.
— Será que você aguenta mais round?
Ela sorriu e relaxou a cabeça em meu ombro enquanto massageava seu seio direito e o clitóris fazendo ela gemer baixinho. Enfiei dois dedos e tirei repetindo isso várias vezes rápido e deixando ela maluca até enlouquecer e gozar pela segunda vez e enfraquecê-la de vez.
— Um dia você me mata assim!
Falou entre um respiração e outra. Sorri e a beijei na bochecha. Ficamos lá um pouco mais até Alice se recuperar e tomarmos outro banho para passear depois. Coloquei uma calça jeans e uma camiseta de manga curta, já que já estava escurecendo. Alice logo colocou um vestido azul claro rodado e uma sapatilha deixando seus longos cabelos molhados soltos, aquilo logo me lembrou de quando a vi na lanchonete pela primeira vez e então sorri. Me aproximei e a beijei antes de sairmos. Encontramos Nicolas e Alex no meio do corredor com Fillmore. Então combinamos de sair e passear ao redor da mansão, já que daqui a pouco era o horário de se recolher. A maioria do pessoal já havia voltado e estão ou dormindo ou comendo.
— Vocês perderam lá na cachoeira. Fizeram competição de quem chegava primeiro e depois quem dava o melhor pulo numa árvore que havia lá.
Falou Nicolas todo animado. Nunca o vi assim tão. .. normal. Até ficava estranho vindo dele. Alex e Alice estavam a nossa frente conversando sobre outras coisas e rindo.
— E aí, Nick, como é estar casado? Você que sempre dizia que nunca se casaria.
Falei debochando ele.
— Engraçadinho, não esquece que eu estava bêbado. E nem vem fugir da minha pergunta!
— Que pergunta?
— Acabei de perguntar onde vocês estavam a tarde toda! Onde você estava, cara? Na lua?!
— Eu... — Desviei o olhar. — Dormi.
Ele levantou uma sobrancelha sem acreditar.
— Alice já te disse que você é um péssimo mentiroso?! É sério, hoje foi muito legal só falta você e a ....
Ele parou e logo o encarei. Ele estava com cara de surpreso.
— Meu meninão virou homem!
Ele gritou e logo as meninas olharam para trás curiosas.
— Cala a boca, cara!
Falei batendo em seu braço.
— O que foi, Nick?
Alex perguntou assim que se aproximou.
— Nada não, gata. Apenas estava dizendo para o Tominho que eu me orgulhava de ser amigo dele.
Sorriu maliciosamente.
— Você não existe!
Falei rindo. Voltamos para casa, comemos uns biscoitos que Oshio fez, eu e Nick tomamos umas cervejas que ganhei do casamento e conversamos mais um pouco até sentirmos sono.
As meninas subiram para o quarto de Lauren enquanto Nicolas pediu para eu ajudá-lo hoje com a vigilância noturna. Nós andamos até o começo da floresta e voltamos dando a volta na mansão e encontrando vários garotos na varanda principal, entre eles Evan, Charlie e Pietro e trancando tudo depois.
— É assim toda noite?
Perguntei enquanto subimos para o quarto de Evan e Lauren.
— Sempre. Ideias da sua mulher.
Ainda me sentida sem jeito quando ouvia alguém dizer isso, sorri instantaneamente.
Chegamos no corredor e todos se despediram indo para seus quartos e nós fomos para o quarto onde as meninas estavam. Abrimos a porta e encontramos todas de pijama e dormindo no chão como se fosse adolescentes fazendo festa do pijama. Nicolas pegou uma pequena câmera no bolso e tirou foto.
— De onde você tirou isso?
Sussurrei.
— Minha mãe me deu no dia do casamento. Disse que eu tinha que tirar várias fotos do novo netinho dela.
Deu de ombros. Balancei a cabeça e fui procurar Alice, que estava no meio daquele rolo todo. Evan pegou Lauren com muito esforço, já que ela estava com quase nove meses, e a levou para a cama. Sua cara estava quase roxa de tanto esforço e Nicolas não deixou isso passar e tirou foto.
— Se você mostrar isso para ela, eu te mato.
Falou bravo. Rimos alto e as meninas quase acordaram. Nicolas pegou primeiro Fillmore com cuidado e o levou para seu quarto depois voltou para pegar Alex. Finalmente consegui pegar Alice. Ela estava com uma calça fina de urso e um top marrom. Ela estava linda dormindo com um anjo. Levei-a para o quarto, me arrumei e dormi ao seu lado.
Fale com o autor