Notas iniciais
Oi amores! escrevi esse cap maior porque eu tive uma inspiração surpreendente. espero que gostem!

http://www.youtube.com/watch?v=HShpnPrUxO0

A semana passou relativamente rápida, a cada dia eu ficava mais amiga do pessoal, eles eram bem legais a única coisa é que eles são populares então tem sempre alguém olhando pra nós.

A Marie e a Annie são lideres de torcida, mas não daquelas que usam uniforme de lideres freqüentemente e diferente da maioria elas não fazem diferença entre os o estilo das pessoas, assim como os meninos, mesmo sendo do time de basquete da escola eles são muito legais.

O Ryan é um palhaço, sempre contando piadinhas e cantando qualquer menina que passa por ele, já o Chris é o romântico, vive colado na Marie dizendo que a ama a cada segundo (eles já estão juntos há dois anos), o Chaz é um fofo, sempre pronto pra te ajudar no que for alem de tratar muito bem todo mundo e por fim o Justin...

Não sei descrever ele muito bem, ele é engraçado, fofo, romântico e ao mesmo tempo o maior galinha que eu já conheci, sempre cercado de mulheres e não fica um dia sem pegar alguém, as meninas caem aos seus pés, só que depois de levá-las pra cama ele as dispensa como se elas fossem um objeto que ele usa e joga fora.

Sei disso, pois todo dia tem alguma menina chorando ou se lamentando no vestiário feminino, pois ela se entregou a ele e logo depois da transa ele a mandou embora como se fosse à coisa mais simples do mundo, hoje mesmo tem uma garota chorando bem na frente do meu armário dizendo que já é a terceira vez que ele faz isso com ela e ela cai, pois acha que ele mudou.

Já estava no banheiro há alguns minutos e já não agüentava mais ouvir os lamentos daquela garota, peguei o meu kit com xampu, condicionador e sabonete e fui para a ducha mais afastada, depois do dia em que as minhas cicatrizes ficaram expostas comecei a tomar mais cuidado para escondê-las.

Tomei um banho rápido e coloquei a roupa que estava usando antes da aula de educação física, coloquei as coisas que ficavam no vestiário no meu armário e sai, andei em direção ao estacionamento, logo vi Chris encostado em seu carro com a Marie entre as suas pernas e a cabeça dela estava encostada em seu peito, ele a abraçava e acariciava seus cabelos.

- atrapalho? – perguntei meio envergonhada e confesso que com um pouco de inveja, ah como eu queria ter uma pessoa para se preocupar comigo, que me abraça-se sem motivo só para me ter em seus braços.

Marie: Não Jú! – ela se virou ficando de frente pra mim e o Chris a abraçou por traz não deixando que ela saísse do meio de suas pernas. – Também saiu do vestiário às pressas?

Julieta: Já não agüentava mais ouvir aquela garota chorando. – rimos juntas e o Chris apenas sorriu e balançou a cabeça negativamente.

Chris: Qual foi a garota da vez? – ele perguntou já sabendo do que se tratava.

Marie: Gabrielle – ela disse revirando os olhos e rindo.

- Essa garota é muito iludida. – Era a voz rouca de Justin falando de algum lugar atrás de mim, me virei e vi que ele estava perto o suficiente para ouvir nossa conversa.

Chris: e você não toma jeito né cara. – o olhar de reprovação de Chris mostrava o quão ele era contra a essa atitude.

Justin: Dude ela abre as pernas pra mim quando eu quero e ela ainda não quer ser tratada como uma vadia. Me poupe né mais você quer que eu faça o que? Eu não gosto de mulheres fáceis, eu gosto da dificuldade da conquista. – ele disse de maneira clara e espontânea.

- Falou o conquistador do pedaço – disse Chaz vindo na direção oposta da que Justin vinha, junto com a Mell. Com a Mell? Como assim?

Olhei com cara de “ponto de interrogação” pra ela que me retribuiu com um sorrisinho cínico. Ta acontecendo alguma coisa que eu não to sabendo – pensei.

Mellany: Vamos fazer alguma coisa hoje né? Não to nem um pouco a fim de ficar em casa. — ela disse antes que eu perguntasse alguma coisa.

Chaz: que tal irmos à casa do... Justin! Lá tem uma piscina incrível e uma sala te TV perfeita. – disse o Chaz empolgado. – sem falar do Vídeo Game!

Justin olhou para ele e revirou os olhos. Percebi que ele fitou os meus pulsos quando voltou a olhar para mim, logo ajeitei a minha pulseira me certificando que ela escondia bem os ferimentos.

Marie: Tem algum problema Jus?

Justin: Anh? O que? – ele perguntou dando a entender que acabara de ser tirado de seus devaneios.

Chris: ir a sua casa. – respondeu

Justin: Ah. Não. Problema nenhum. – disse pausadamente — Vamos agora já são 3h.

Chaz: por mim tudo bem mais o meu carro ta no mecânico e eu preciso de uma carona.

Annie: Carona pra onde? – perguntou andando as pressas até onde estávamos com os lábios totalmente inchados. Logo atrás estava Ryan que andava calmamente limpando os boros que o batom teria deixado na sua boca. Todos começaram a rir da sena.

Justin: pra minha casa. – disse tentando disfarçar o riso descontrolado.

Marie: voltando ao assunto. – ela respirou fundo, parando de rir. – eu vim com o Chris e tenho que passar em casa pra pegar o meu biquíni.

Justin: e alguém tem que ir comigo para ir arrumando as coisas, colchão, pipoca e as coisas que nos vamos usar, e eu empresto calção pros meninos pra ir mais rápido.

Ryan: eu vim de ônibus hoje. Então eu vou com você ta Annie? – ele a abraçou por traz

Annie: ta né.

Julieta: Agente não sabe onde é a sua casa Justin. – disse me lembrando desse pequeno detalhe.

Chaz: Tive uma idéia! A Marie, o Chris, a Annie e o Ryan já têm com quem ir, eu preciso de carona e o Justin de alguém pra ajudar ele e as meninas não sabem o caminho, então, eu vou com a Mell buscar as coisas delas e já ensino o caminho pra ela e a Ju vai com você e dude. – ele disse com um sorriso enorme no rosto, como se tivesse dito a coisa mais inteligente do mundo.

Justin: por mim tudo bem e pra vocês meninas? – perguntou também sorrindo.

Mellany: Claro ta ótimo assim. – há Mell ta muito empolgadinha pro meu gosto.

Julieta: por mim também. – disse dando de ombros.

Marie: então tá, tudo certo, nos encontramos na casa do Jus daqui meia hora.

Annie foi para o seu carro sendo seguida por Ryan, ela atirou a chave pra trás e entrou no banco do passageiro e Ryan que fez um malabarismo para pegar a chave entrou do lado do motorista. Chris destravou o carro e ele e Marie entraram rapidamente. Disse para Mell o que ela teria que pegar para mim não deixando esquecer a câmera fotográfica e logo ela e Chaz entraram no nosso carro. Justin colocou sua mão nas minhas costas, o que me fez arrepiar inteira, e me guiou ate a sua Ranger Rover, ele abriu a porta do carona para mim e eu entrei e coloquei o sinto, ele deu a volta no carro e entrou colocando o sinto também. Todos deram partida nos carros e saímos do estacionamento da escola.

Eu estava um pouco tensa. Coloquei as mãos no colo tentando disfarçar que elas tremiam.

Justin: então Jú, me conta um pouco da sua vida. – o escutei falar suavemente.

Ah, que ótimo! O que eu falo? Que a minha vida é uma desgraça? Que meus pais me odiavam? Que fui rejeitada pela minha avó? Ou eu já partia logo pra parte onde eu me auto mutilava?

Então a duvida tomou conta da minha mente.

Mentir ou falar a verdade? Por fim não escolhi nenhuma das duas, acho melhor tentar fugir do assunto.

Julieta: ah a minha vida é muito chata. E você não quer perder seu tempo me ouvindo. – disse mordendo o lábio inferior torcendo para que desse certo.

Justin: Mesmo assim, eu quero saber, quero conhecer melhor você. – alguma coisa em sua voz me transmitiu confiança.

Julieta: então pergunte o que você quer saber! – disse sorrindo e me rendendo.

Justin: você e a Mell são irmãs, primas ou o que? – ele perguntou, não queria responder as perguntas dele, mais a forma em que ele falava comigo era diferente da forma em que ele falava com as outras pessoas.

Julieta: Na verdade nós somos só amigas mesmo, mais eu a considero minha irmã. – disse lembrando todos os momentos que ela sempre esteve do meu lado.

Justin: Mais então porque você se mudou pra cá? Você morra com os pais dela certo? E seus pais? – agora começa a complicar, meu coração apertou e senti meus olhos marejarem.

Julieta: meus pais morreram em um assalto. – disse em um sussurro. Senti que eu precisava falar sobre isso com alguém, e não poderia ser a Mell. Senti uma lagrima escorrer pelo meu rosto e Justin se virou pra mim. Notei que o carro estava parado. Ele limpou a trilha que aquela única lagrima havia feito, eu estremeci com o seu toque suave.

Justin: Me desculpa por te deixar triste... Não era a minha intenção... Não precisa me contar se não quiser. – ele disse compreensivo, sua mão continuava na minha bochecha.

Julieta: A culpa não foi sua, não tinha como você saber e eu quero, pode perguntar, eu preciso falar disso com alguém. – disse tirando o sinto e ficando de frente pra ele.

Justin: tem certeza? – assenti com a cabeça e sorri, ele sorriu também e continuou – não tinha nenhum parente para cuidar de você?

Julieta: Tinha a minha avó, ela ficou como responsável minha e do meu irmão, só que ela não quis que eu ficasse com eles, ela disse que eu estava sozinha agora e não importava pra ela onde eu iria morar, ai os pais da Mell ficaram com a minha guarda. – contei com um sorriso desanimado no rosto.

Justin: mais que tipo de pessoa faz uma coisa dessas, por que ela faria isso? – ele perguntou indignado.

Julieta: Minha família não gostava muito de mim, fui uma gravidez indesejada. Depois que minha mãe ficou grávida de mim a carreira dela de modelo acabou e tudo piorou quando a única pessoa que se importava comigo era o meu avô, minha avó me culpava por ele dar mais atenção a mim do que a ela. Até o dia que ele resolveu ir embora e a única pessoa que ele queria levar era eu, minha avó que já me odiava passou a me tratar muito pior do que antes. – contei, nem aquele sorriso desanimado tinha no meu rosto

Justin: Mais isso é uma injustiça você não teve culpa alguma. – ele deu uma pausa e respirou fundo – e pra onde o seu avô foi?

Julieta: ele veio para o Canadá. – disse me lembrando desse pequeno detalhe, o meu avô se mudou para o Canadá e agora eu morro aqui também. – eu tinha me esquecido disso, foram tantas coisas de uma vez que eu me esqueci que o meu avô morra aqui!

Justin: onde ele mora eu faço questão de te levar pra ver ele só pra ver esse sorriso perfeito outra vez. – eu fiquei totalmente corada, ele percebeu isso e riu.

Julieta: para de ser bobo. – sorri e dei um leve tapa em seu braço

Justin: Doeu viu! – ele esfregava o braço e fazia cara de dor. Que Puta mentiroso esse em! – mais voltando, onde seu avô morra?

Julieta: ele morra em Hamilton, em um sitio, eu tenho o endereço em uma das cartas que ele me mandou. Ele disse que lá é lindo. – pensativa comecei a lembrar o que estava escrito na carta.

Justin: perfeito, Hamilton fica às 1h daqui e nos poderíamos ir amanhã mesmo. Será que tem algum problema? – seus olhos me hipnotizaram e eu acho que estou sonhando, Justin ta sendo tão legal comigo e amanha eu vou ver o meu avô! Meu porto seguro! Não poderia pedir coisa melhor.

Julieta: acho que não. Agente pode chamar o resto da galera meu avô disse que a casa é grande e amanha bem cedo nos vamos. – disse animada. O sorriso no rosto de Justin era tão grande quanto o meu, o sorriso mais perfeito que eu já vi. – Obrigado Justin, por tudo, obrigado mesmo!

O abracei forte, no começo como o peguei desprevenido ele não correspondeu mais logo depois seus braços foram para o redor de meu corpo, era uma sensação incrível. Não me pergunte em quanto tempo ficamos ali, só sei que não queria sair do seu abraço.

Batidas no vidro do carro nos fizeram voltar para o mundo real era o Ryan. Ele ria de nos e eu senti minhas bochechas queimando. Justin abriu a porta e desceu do carro, fiz o mesmo e vi que estávamos estacionados em frente de uma linda casa. Ryan e Annie já estavam lá.

Ryan: então você veio na frente pra dar uns pegas na Jú! Saquei. – disse de modo irônico.

Essas palavras me deixaram magoada. Era como se eu fosse uma puta, uma garota facinha. Me senti mal e com raiva. Senti meus olhos queimarem de raiva e o olhei mortalmente, antes de falar alguma coisa, ouvi a voz de Justin.

Justin: eu já te disse pra ter respeito com as garotas, Ryan! – ele disse entre dentes, percebi que seus olhos transmitiam a mesma raiva que os meus.

Annie: Pelo amor, né Ryan como você é idiota! – disse ela.

Ryan: Se eu fosse tão idiota assim você não daria pra mim quando EU quisesse! –disse o loiro, quase gritando.

Percebi que os olhos da Annie se encheram de lagrimas, ela arfou abaixou a cabeça e passou a mão nos olhos. A minha raiva só aumentava.

Annie: Não precisava... Não precisava humilhar! – gritou ela com a voz rouca e chorosa.

Então ela correu para dentro da linda casa, eu andei apresada ate o Ryan, não iria ficar quieta, não mesmo.

Julieta: Idiota! – dei um tapa bem forte no seu rosto e corri tentando alcançar a Annie.

Antes de entrar na casa só vi um carro parando, mais nem esperei, entrei e logo vi Annie subindo as escadas, subi também e vi entrar em um dos quartos, quando entrei ela estava jogada na cama abraçada a um travesseiro chorando. Sentei ao seu lado e apenas afaguei seus cabelos loiros, logo ela deitou a cabeça no meu colo e chorou. Continuamos nessa posição por algum tempo, eu, mais que ninguém, sabia que nessas horas só o que agente precisa é de alguém que nos abrace, sem dizer nada, só nos abrace.

A porta se abriu e a Marie e a Mell entraram juntas. A Mell sentou do meu lodo e a Marie ajoelhou na frente da Annie.

Marie: nós estamos aqui! Sempre! – foi só o que ela disse, aos poucos a Annie foi se acalmando e então levantou do meu colo e me abraçou, enxugou as lagrimas e eu dei um pequeno sorriso pra ela.

Annie: eu sou que sou uma idiota em gostar dele, ele nunca vai querer nada alem de sexo comigo. – algumas lagrimas saíram dos seus olhos.

Marie: não, ele que é o idiota, ele não consegue ver alem do seu corpo, por que ele é um retardado. – ela disse calma, mais os seus olhos não transmitiam a mesma calma, dava pra ver que ele também estava muito nervosa com o Ryan.

Annie: porque eu tinha que gostar justo dele, queria tanto que ele me amasse como o Chris te ama, queria tanto que pra ele só existisse eu! – ela disse entre lagrimas.

Mellany: sabe Annie, ele só vai te dar valor quando ele te perder, eu vivia dizendo isso pra Jú e ela só fez quando já tinha quebrado muito a cara. – ela disse, era verdade, a Mell sempre me falava isso e eu nunca acreditava.

Julieta: se eu tive- se ouvido não teria chorado tanto. – disse lembrando todas as vezes que eu sofri por amar e no ser correspondida.

Annie: mais eu o amo de mais, não agüentaria ficar longe dele, eu só entrei nesse relacionamento maluco, pra telo mais perto de mim.

Marie: nos estaremos do seu lado seja qual for a sua decisão, mesmo que você queria continuar como estão vamos ficar do seu lado, e se você escolher fazer ele sentir a sua falta nos vamos te ajudar, e muito! – disse e Annie deu um sorriso, a abraçou e enxugou as lagrimas.

Ouvi batidas na porta já sabendo quem era, olhei pra Annie e ela assentiu, fui ate a porta e a abri. Do outro lado estava o Ryan.

Ryan: posso entrar? – assenti e dei espaço pra ele passar. Ele entrou mais não foi tão longe. – Eu... Eu queria... Pedir desculpas... Não devia ter falado aquilo, sinto muito, você me perdoa? – todas olhamos para a Annie e ela limpou as lagrimas.

Annie: tudo bem, mais aquilo foi o fim do nossa relação... Se é que podemos chamar de relação né. Mais eu não quero mais Ryan. Você não vê o que eu sou de verdade, só tem olhos pro meu corpo, sabe eu cansei, pra mim chega! – ela disse e parecia decidida, me senti feliz por ela.

Ryan: tudo bem! Se você prefere assim. – ele abaixou a cabeça e foi andando em direção a porta, mais logo virou. – e Jú me desculpa também, foi uma brincadeira de mau gosto.

Balancei a cabeça em sinal positivo e ele saiu fechando a porta.

Annie: isso doeu muito. – ela disse com lagrimas nos olhos de novo.

Julieta: eu sei – abracei ela e logo as outras nos abraçaram. Logo ouvimos mais batidas na porta. Me levantei de novo e abri dessa vez eram todos, eles entraram e se acomodaram.

Justin: gente amanha eu e a Jú vamos para Hamilton bem cedinho vocês querem ir também? – ele realmente não tava brincando e eu sorri com isso.

Chaz: to dentro. — disse animado

Mellany: eu também, mais fica longe? – ele perguntou a Mell nunca gostou de acordar cedo e andar de carro dava mais sono ainda.

Justin: não, menos de uma hora. –disse pra ela.

Chris: Vamos amor? – ele perguntou carinhoso com a Marie.

Marie: Claro, vai ser divertido, adoro Hamilton. Vamos Annie? – ela perguntou olhando pra Annie e piscando.

Annie: claro, soube que tem uma boate de mais lá – disse animada.

Justin: e você Ryan? Vai? – ele perguntou e Ryan fez uma careta.

Ryan: sei não velho. Minha mãe tirou o meu carro e não vai ter como eu ir. – ele disse tentando arrumar desculpa.

Marie: não, não, você vai sim agente te leva. – ela disse com uma cara de quem ta aprontando.

Ryan: então tá né. – disse ainda desanimado.

Julieta: vamos fazer o que agora? – perguntei

Marie: vamos assistir um filme, não to mais a fim de nadar. – disse jogando a bolsa que estava com ela em algum canto.

Justin: ta então eu e a Jú faz as comidas, a Mell e o Chaz escolhem o filme e o resto coloca os colchões na sala.

Fomos fazer as coisas e tudo deu certo, eu e o Justin fizermos os lanches, então tinha pipoca, refrigerante, sorvete e como o Justin disse que nunca comeu eu fiz brigadeiro também. A Mell e o Chaz escolheram o filme “Esposa de Mentirinha”, e na sala tinha vários colchões, nos acomodamos e demos play no DVD, cada um pegou o que queria comer e ficamos na seguinte ordem. Ryan, Chaz, Mell, eu, Justin, Chris, Marie e Annie.

Rimos muito, quando o filme acabou fomos todos pra casa arrumar as malas, tia Megan e Tio Andrew deixaram na hora e disseram que não ficariam na cidade também, eles iriam levar o Matt pra passear em Vancouver, para ver num sei o que, pois eu não prestei muita atenção. Arrumei a minha mala e deixei na sala, Justin iria levar eu a Mell e o Chaz, e ele passaria às 6h para nos pegar. Coloquei o despertador para tocar às 5h30min, e dormi tranquilamente.

Logo que meu despertador tocou, corri e tomei um banho, coloquei a roupa que tinha separado noite passado e desci. A Mell já estava lá, pronta mais cochilando no sofá. Logo Justin chegou.

Justin: Pronta. – disse abrindo a porta do carro pra mim.

Julieta: Eu to ansiosa. – disse entrando. Ele logo deu a volta e entrou também. Chaz e Mell foram atrás, a Mell logo se ajeitou no colo do Chaz e voltou dormir.

Justin: Vai dar tudo certo. – ele disse segurando a minha mão, seu toque era tão suave que me levava para o céu.

Liguei o radio e seguimos viajem, de vez em quando Justin segurava a minha mão e a acariciava, eu gostava quando ele fazia isso, me deixava mais tranqüila, depois que mais ou menos uma hora de viajem paramos em posto logo na entrada de Hamilton para esperar o carro que vinha Chris, Marie, Annie e Ryan, logo eles chegaram e ninguém quis tomar café.

Fui falando o endereço para o Justin, Chris vinha logo atrás nos seguindo, assim que ele chegou vi uma linda propriedade. Todos descemos do carro e ficamos na frente do portão.

http://www.imoveisdeluxo.com.br/%5Cimages%5Cleylah%20consultoria%20imobiliaria%5C5711%5Centrada%20sede.jpg

Mellany: é aqui? – balancei a cabeça positivamente

Marie: é lindo. – balancei a cabeça novamente concordando, Justin pegou a minha mão e me olhou me incentivando, toquei o interfone e depois de alguns minutos um homem grisalho apareceu ao longe, logo o reconheci e meus olhos encheram de lagrimas.

Vi que ele também me reconheceu e começou a andar apressadamente em minha direção, abri o pequeno portão e sai correndo em sua direção. Quando nos alcançamos logo o abracei forte, a saudade era tenta de ambos que as lagrimas tanto de um quanto do outro não se contiveram.

Não importava o que eu estava passando, eu sempre corria para os seus braços. Fui privada disso durante anos, mais não iria acontecer de novo. Agora eu SEMPRE correria para os seus braços. Pois ele, o meu avô era o meu porto seguro.

Notas finais
Bom espero que tenham gostado! me digam por favor o que acharam! eu fico mais inspirada quando leio os reviews!
XOXO