First Fist
6 Capítulo 6 - O que você quer?
Notas iniciais
-Então Kiddo, o que aconteceu com você durante esses anos? -Eu perguntei.
-Ah, nada de interessante. Continuei a minha vida de criança, a única diferença é que eu cresci. -Ele respondeu. -E com você?
-Bem, a mãe do meu mestre não sobreviveu quando nós saimos do Japão. Foi difícil no começo, mas depois de um ano meu mestre superou. Eu fiquei vivendo a mesma vida também, até acontecer aquilo. -Eu respondi. -Mas você também ficou mais bonito Kiddo.
-Obrigado... Você também está mais bonita depois de tanto tempo... -Ele disse.
De repente o garçom chega.
-O que você vai querer, senhora?
-Me traga o que você tiver d emelhor hoje. -Eu respondi.
-E o senhor?
-Bem, eu quero... -Kiddo.
Ok, eu poderia dizer tudo que o Kiddo pediu, mas vocês ficariam cegos e nem chegariam na metade.
-Err... Tudo bem, senhor. -O garçom disse com uma cara assustada.
Enquanto nós esperávamos, o Kiddo deitou a cabeça na mesa e começou a olhar pros meus olhos.
-O que foi? -Eu perguntei.
-É que eu gosto dos seus olhos. -Ele disse.
-O que? -Eu disse e die uma risada.
-É que, eles são parecidos com os olhos da minha mãe. -Ele respondeu.
-Ah sim, é verdade, eu me lembro que a sua mãe também tinha olhos azuis e parecidos com os meus. -Eu. -Mas então Kiddo, você ainda está sendo zuado por causa dos seus olhos?
-Ah, tem uns caras na escola que ficavam me zuando, mas eu não ligo pra isso. -Ele.
-Se fosse eu daria um soco na fuça deles. -Eu.
-Sério? Pra que tudo isso? -Ele perguntou.
-Eu fiquei meio violenta depois que meu mestre morreu. -Eu disse.
O garçom traz a comida e duas garrafas de cerveja. Eu peog um copo e o Kiddo me pergunta:
-Você bebe?
-Sim, você não? -Eu.
-Não, eu nunca bebi... -Ele.
-Nossa Kiddo... você quer um pouco? -Eu.
-Não, eu não tenho idade... -Ele.
-Como não tem? -Eu.
-Eu só tenho 17 anos. -Ele.
-E daí? EU comecei a beber com 15... -Eu.
-Mas você é dois anos mais velha do que eu, você já tem idade... -Ele.
-Ah, tudo bem, se você não quer... -Eu.
Kiddo deixa a conversa de laod e começa a comer como um monstro, eu não pude deixar de olhar.
-Você quer um pouco? -Kiddo falando de boca cheia.
-N-não... -Eu. -Kiddo, eu queria te pedir uma coisa...
-O que? -Ele.
-Olha Kiddo, eu sei que você está aqui pra se vingar da sua mãe, mas eu queria que você aproveitasse o torneio. -Eu.
-Aproveitarw -Ele perguntou.
-Sim Kiddo, o torneio pode ser divertido. EU sei que a sua mãe te ensinou artes marciais pra se defender, mas uma hora ou outra você acabaria usando para se divertir, e essa hora chegou. -Eu disse.
-Mas, Anya, eu não gosto de machucar ninguém... -Ele.
-Eu sei Kiddo, e eu não estou te pedindo para machucar as pessoas por nada, mas sim pra aproveitar essas ocasiões e mostrar todo o seu poder. -Eu.
-Bem, tudo bem Anya. Mas você sabe se os participantes são fortes? -Ele perguntou.
-Eu não sei... Ouvi dizer que os melhores lutadores da Terra entraram no torneio... -Eu.
-Os melhores? Então porque eu entrei tão fácil no torneio? -Ele me perguntou.
-Eles precisavam de mais três lutadores para completar os espaços do torneio, você e eu fomos dois destes três. -Eu respondi.
-Só espero que nós tenhamos chance contra esses lutadores. -Ele.
-Kiddo, nós dois passamos praticamente a vida inteira treinando, com certeza somos bons o bastante para esse torneio. -Eu respondi.
-Espero que tenha razão. Bem, já está tarde, eu vou pro quarto. -Ele disse e se levantou. -Até amanhã Anya.
-Kiddo.. Eu posso te pedir mais uma coisa? -Eu.
-O que você quer? -Ele.
-Eu quero dormir com você, pra relembrar o tempo de quando eu ia dormir com você na sua casa... -Eu respondi.
Não, não era pra relembrar os velhos tempos... Quer dizer, era... Quer dizer... Era mais ou menos... Na verdade, eu queria me aproximar dele. Eu gostava do Kiddo quando nós eramos criança, e esse sentimento não mudou até hoje. Eu sempre ficava pensando no Kiddo enquanto eu estava fora do país, eu sonhava que um dia eu pudesse reencontrar ele, e que ele não mudasse nada. Bem, parece que eu previ o futuro, eu me reencontrei com ele e ele não mudou nada. Só faltava me aproximar mais dele, o que estava prestes a acontecer.
-Sim, claro. -Ele respondeu.
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