First Fist
3 Capítulo 3 - Chegando em Nagoya.
Notas iniciais
Olá, eu sou a Argent. Sou a "amiga" do Kiddo. Vocês devem perguntar porque amiga está entre aspas, e eu vou responder; É porque eu AMO o Kiddo. Ele é tão bonito... Cabelos negros e lisos, tão lindos... Os seus olhos vermelhos... Eu sou apaixonada por eles... Só tem uma coisa no lindo do Kiddo que não me deixa satisfeita, é que ele vive fujindo de mim. Não sei se ele não gosta de mim ou se ele é inocente demais pra saber o que eu quero. Eu sei que é estranho chamar um jovem de 17 anos de inocente, mas assim é o Kiddo. Ele é brincalhão, amigo e nunca diz nada malicioso. Mas isso faz eu gostar ainda mais dele. Bem, vocês já devem saber que a mãe do Kiddo morreu, e que o responsável por isso foi Hamu. Poisé, agora Kiddo está implicado que quer matar Hamu para se vingar dele. Ele me pediu ajuda para ir para Nagoya, onde o torneio vai começar, e é claro que eu ajudei.
–Motorista, vá mais devagar, por favor. -Eu.
–Tudo bem senhorita Argent.
Eu voltei para sala dos passageiros, Kiddo estava sentado do lado da janela. Eu me sentei perto dele.
–A noite é tão linda. -Kiddo.
–É verdade. -Eu.
–Argent... Me desculpe se eu algum dia te magoei... -Kiddo.
Não sei porque ele disse aquilo.
–Não Kiddo, você nunca me deixou ofendida. Pelo contrário. -Eu.
–Eu só queria ter certeza... Sabe, as vezes eu faço a coisa errada... -Kiddo.
–Kiddo... -Eu disse e cheguei mais perto dele. -Então não vá pra o torneio... Você pode morrer, você sabe disso...
–Não Argent, pode ser um erro, mas eu não vou voltar. -Kiddo.
–Kiddo... -Eu.
De repente Kiddo segura a minha mão. Pode parecer algo normal, mas o Kiddo nunca gostou que eu tocasse um dedo nele. Eu fiquei surpresa.
–Argent... -Kiddo.
Eu aproveitei aquele momento. Quem sabe eu tivesse sorte naquele dia. Eu comecei a arrastar a minha mão na coxa dele, até que eu cheguei perto da virilha... Meu coração disparou... O que mais me chamou atenção foi que o Kiddo não estava fazendo nada... Logo ele, Kiddo Meisu, o garoto que evitava qualquer toque que eu desse nele, eu só podia pensar que ele queria fazer... Bem... Vocês sabem...
–Kiddo... -Eu disse com uma voz mais fina, meu rosto ficou vermelhinho.
–O que foi? -Kiddo.
–Ah, nada... -Eu.
Eu continuei. Fui arrastando devagarinho, até que minha mão estava na virilha dele...
–Bem... Eu tô com fome. -Kiddo disse e se levantou. -Você pode trazer algo pra mim comer?
Eu fiquei com uma poker face, e só disse uma coisa.
–Claro.
Kiddo comia igual á um dragão. Eu aproveitei o momento pra tentar denovo. Eu derrubei uma caneta no chão de propósito, e me abaixei pra pegar. Quando eu estava me levantando, joguei a minha mão bem em cima do... Como eu posso dizer... Órgão genital dele... Ele fez uma cara de "não gostei", mas ele estava comendo, então nem ligou muito. Eu aproveitei pra fazer o que eu quisesse. Meu rosto voltou a fica vermelho, e eu fiquei girando a minha mão... Depois de um tempo eu pude sentir que estava duro.
–Para. -Kiddo.
–Ok. -Eu.
Eu parei porque pensei que já era o suficiente, mas mesmo assim ele continuou sem ligar pra mim. Eu só pensei em uma coisa: O QUE FALTA PRA ESSE GAROTO CAIR EM CIMA DA MINHA CAMA?
–Estava muito bom, obrigado Argent. -Kiddo.
Não sei se ele estava falando da comida ou do que eu fiz, mas do jeito que ele é, aposto que era da comida.
–De nada Kiddo. -Eu.
De repente eu vejo que nós etávamos chegando em Nagoya, me deu vontade de chorar.
–Bem... Chegamos. -Kiddo.
–Sim. -Eu. -Kiddo... Por favor, não morra...
–Eu não vou. Eu prometo. -Kiddo.
–Kiddo, eu tinha vergonha de dizer isso, mas... -Eu.
–Mas o que? -Kiddo.
–Kiddo... Eu te amo... -Eu.
–Ahhh... Argent... -Kiddo.
Eu abracei ele e dei um beijo na bochecha dele. Ele ficou envergonhado.
–Bem, adeus Argent. -Kiddo.
–Adeus... Kiddo... -Eu.
Ele se foi. Desceu do avião, e da janela, me mandou uma piscada de olho. Eu me senti nas núvens, não pensei em mais nada a não ser naquela piscada o resto da noite.
Fale com o autor