Notas iniciais
Bom Leitura! Só os legais chegarão nas notas final (beijinho no ombro) Tá, parei °

Uma tarde qualquer para Carly e seus amigos. Fria de outono. Sam e Gibby vendo algo na TV, Carly preparando um lanche para os amigos e freddie em seu notebook na poltrona. Obviamente Spencer estava em seu quarto, no lixão ou com o Meião.

–Sam quer com molho picante? –Carly gritou da cozinha.

–Mas é claro Shay! –disse Sam

–Sam... Amanha não é o aniversario da sua avó? –Freddie perguntou colocando os olhos sob o notebook com um olhar assustado e nervoso.

–É sim! –ela parecia muito feliz – 89 anos! Mulher guerreira me espelho muito nela. –Sam se sentia admirada pela sua avó. Freddie começou a suar. Sam viu sua atitude diferente

–Porque a pergunta Freddie?

–Nada! –ele disse rápido, voltando a sorrir.

–Vou visitá-la hoje à tarde! Por falar nisso tenho que ir! –Ela levantou, botou seu casaco e jogou a mochila nas costas. – Fui- gritou antes de sair pela porta.

–Carly, pega o meu celular. A-GO-RA! –Freddie coçava a cabeça, agoniado.

Sam andara pelo condomínio de casas que morava e logo avistou uma casa de aparência “estável” azul claro com branco e um jardim mal cuidado.

–Cheguei!! –ela berrou para o segundo andar. Onde uma mulher com aparência literalmente acabada e dois homens a seguiam

–Tio Jasper!! –Sam gritou abraçando o homem de cabelos ralos, forte e com os mesmo traços que Pam e Sam.

–Pequena Samy! –sua voz, saiu como um susto em Sam. Ele sempre a dava raios de luz com sua voz firme e alegre. Que estava morta e fraca.

–Oi Trevor! –Sam disse casualmente ao ‘amigo’ colorido de sua mãe.

–Oi Sam! –ele disse um pouco sem graça.

–Oque ta acontecendo? –disse Sam olhando para cada rosto morto a sua frente. Jasper olhou para Pam, mas ela abaixou cabeça e a erguei com um sorriso.

–Estamos emocionados em voltar para nossa cidadezinha! –Pam abraçou Sam. E ela estranhou a atitude da mãe. Mas a abraçou com força também.

–Bom... Vou pegar minha mochila de viagem e já volto. –mais uma vez Sam subiu a escada animada em ver sua vó.

Preparou com cuidado a roupa. Já que estava frio, lá devia estar muito mais. Forks era um túmulo de gelo para Sam. Debaixo da cama pegou o embrulho de presente que dará a sua vó amanha de manha. O olhou e sentiu o carinho que ela mesma deposito naquele singelo presente. E o escondeu, morreria de vergonha se alguém a visse com aquilo em mãos. Arrumou-se rapidamente com uma roupa quente e desceu com a mochila. E se deparou com uma pessoa que não queria ver.

–Freddie?! O que faz aqui? –disse Sam quando descia as escadas tirando o gorro rapidamente.

–Freddie vai conosco! –disse Pam, com a aparência um pouco melhor.

–Oque?! Não! –disse nervosa.

–Relaxe, eu só vou pegar carona, tenho que ir numa convenção em Forks. –ele sorria diferente, de acordo com Sam.

–Faça como quiser. Só não fique me perturbando — Sam saiu pra tentar reclamar, mas não deu tempo, todos a seguiram, colocaram as coisas dentro do carro de Trevor e deram partida. Pam ia com o seu “amigo” na frente, tio Jasper ia ao canto, Sam no meio e Freddie ao seu lado. Estava nervoso, por estar num carro cheio de Puckett ’s.

Duas horas de viagem por causa da neve foi estressante para Sam. E principalmente o fato de estar todo mundo mudo. As arvores cobertas com um véu branco era tranquilizador para Sam. O cheiro de ar puro, o vento gélido que entrava pela brecha da janela de vidro que deixou aberta.

–Chegamos... –disse Trevor de forma sombria; Ninguém se moveu. O que deixou Sam com interrogações na cabeça.

–Abre Benson! –Sam o empurrou, e ele abriu a porta de trás do carro, Sam deu um pulo assim que freddie saiu e cheirou feliz o ar frio. Olhou para o jardim imenso de arvores, que costumava brinca de esconde-esconde com outras crianças e a casa branca,que no momento estava suja e coberta de neve. –Vou na frente quero ser a primeira a falar com a vovó! –Sam disse –Freddie depois pega a minha...

–Sam! –disse com a voz chorosa Pam. Só assim reparou que ela chorava em silencio esse tempo todo. O cabelos curto preso num ‘rabinho’ de cavalo mal feito, bagunçado. E os olhos inchado e marcas de lagrimas escorridas pelo rosto, ainda rolavam. Sam olho para o tio que passava a mão na testa a massageando e mirando o nada. Trevor ainda dentro do carro, e Freddie olhando a casa com certa dor. O coração de Sam acelerou. Era esperta pra saber o que estava rolando.

–Não!!! –ela gritou e começou a correr em direção da casa

–Sam!!!!!!!! –Pam gritou a chamando, mas desmaiou.

Sabe aqueles filmes, que acontece tudo em câmera lenta? Que você não precisa de palavras nem nada para perceber oque esta acontecendo... Sam negava para si mesma o óbvio. Sem delonga empurrou a porta velha de madeira da casa, e adentrou. O lugar estava quieto, frio, morto...

Ela andava calmamente, cada canto da casa. Era simples, e confortável. Aquela casa agradável de vó. Chorava como a mãe, em silencio. Prendia a respiração sem perceber, e a cabeça doía. Entrou num quarto bem arrumado e parou em frente a ele.

–Vó? –disse com a voz bem baixa e fraca. Seu corpo estava imóvel, não queria se mexer. E em um baque caiu no chão. Chorava como ninguém nunca viu.E como se a realidade chegasse aos poucos, e como te desse um empurrão para acordar, e acabasse machucando você ainda mais.

Quanto tempo ficou assim? Pra ela, horas. Não aceitou de jeito nenhum aquilo.

– Sam... –uma voz também fraca, estava próximo ao ouvido da garota no chão de bruços.

– Sai... –com a voz rouca disse a Freddie que sem saber oque fazer, a acariciou. E ficaram assim, por mais alguns minutos. Onde parecia que não tinha mais o que chorar em Sam. Que suas lagrimas secaram, e teve força para se levantar do chão e ficar sentada encostando a cabeça no ombro de freddie.

–Você sabia... –Sam disse fungando o nariz. Freddie ainda mexia em seus cabelos embolados. –Por isso veio... –Sam conclui.

– Foi. –ele disse meio constrangido. E o silencio se toma. –Sua mãe, não conseguiu te falar e me pediu para te fazer companhia... Sabia sua reação.

–Eu a amava muito... –Sam se pôs a chorar de novo. Freddie não sabia oque fazer, mas ficou ali, tentando acalmá-la. –Amava muito! –Sam deitou no colo de Freddie segurando sua mão com uma força desnecessária.

–Ela também te ama... –Freddie disse depois de alguns minutos, quando o choro de Sam estava silencioso e calmo...

Não se sabe quanto tempo Freddie ficou ali parado só a afagando. Sam havia dormido. Pam estava melhor, fora pressão baixa. Ela e o irmão estavam falando com o advogado para ver como ia ficar bens e a casa. Trevor ajudou Freddie a por Sam no sofá, seria pior se a botasse na cama da avó.

Freddie ligou para Carly que estava nervosíssima, porque sabia o quanto a amiga amava sua avó e não podia ir, por não ter lugar e Spencer não ter a deixado ir. Sabia que Carly ao invés de ajudar ia ficar nervosa e atrapalhar. Depois Freddie e Trevor foram para uma cafeteria próxima da estrada, comprar algo para comer, e deixar o assunto mais família. “Que bom que veio com agente, não ia aguentar ficar sozinho!” comentou Trevor a Freddie na cafeteria.

Sam abria os olhos, pesados. Passou a mão pelo cabelo e por um momento pensou que tudo fora um sonho. Um terrível sonho. Mas uma dor a atingiu como facada no peito quando estava no único lugar onde deixava seu pior medo concreto. Uma lagrima queria escorrer de seu rosto, mas não ia chorar, pelo menos pretendia não chorar.

–Oi. –sua mãe disse, pelo visto, chorara mais que Sam.

–Oi. –Sam tentou sorri.

–Não tive forças pra te contar... –Pam, fazia como a filha. Tentava prender ao Maximo as lagrimas.

–Tudo bem! Quando...quando foi?

–ontem de madrugada... Morte natural. –Sam não sabia se sorria ou se chorava. Mas se sentiu mais aliviada. Tudo começou e acabou da forma que Deus quis, era raro. E sentia-se com mais orgulho da avó. –Quero lhe mostrar algo... Tem forças ainda? –Pam sorriu um pouco melhor para a filha que só assentiu. As duas rumaram ao corredor, ate entrarem no antigo quarto da mãe, quando era jovem.

–Sua avó... Quando eu era moça ela me deu uma coisa e acho que agora lhe pertence... – a mulher foi ate um pequeno guarda-roupa e entregou na mão da filha uma caixinha de madeira velha.

–Oque é? –Sam a olhou com certo receio

–Abra! –Pam parecia ate ansiosa. Sam com cuidado abriu a caixinha e lhe entregou um cordão com uma chave antiga amarrada na ponta. –Sua avó me dera ela com muito entusiasmo. Nunca o usei claro, vai contra meu estilo. Mas, o guardei com muito carinho. E agora eu to te dando!

–Obrigada! – a coloquei de volta na caixa.

–Senhora Puckett? –um senhor de terno e gravata que Sam nunca vira apareceu na porta do quarto.

–Sim?

–Temos que ir a prefeitura de Forks...

–Ah, claro! Sam... Pode esperar Freddie voltar?

–Tudo bem...

–Eu te amo... –Pam saiu do quarto. Sam ficou parada. A primeira coisa que lhe voltou a mente,foi a perda de sua vó. Mas desta vez sentia algo ali. Como se a abraçasse, lhe dando conforto. Sabia que sua vó estava olhando ela.

Sam caminhou pela casa, abalada. E foi para a sala onde estava sua mochila, só ia esperar Freddie voltar para irem dar uma volta, não ia aguentar ficar muito tempo ali. Mandou uma mensagem para o moreno:

“Volta logo!”

Colocou a mochila nas costas e sentou no sofá. Batia os pés de impaciência, e decidiu colocar o cordão de sua vó. Agora sim, Sam se sentia bem. Como se tivesse sua vó presente, se levantou sorrindo e caminhou para o quarto da falecida. Algo nele mudara, mas não identificou. Olhou a cama de casal forrado com um lençol branco bordado o guarda-roupa antigo e a janela entre aberta do lado da cama, um antigo baú de madeira que ela sempre o deixara fechado e dizia que só quando chegasse a hora certa. Ela parou por um instante, sempre quis ver o que tinha de tão precioso ali... E como um raio a chave estava perto dela o tempo todo, literalmente. Tirou do pescoço com dificuldade encaixou a chave na fechadura que estava um pouco enferrujada. Assim que destrancou ela puxou a tampa super pesada. E viu uma carta amarrotada, com um símbolo estranho. Sam se inclinou para pegar do fundo baú a carta e uma forte luz a cegou. Tentando sair, bateu com a cabeça na parte interna do baú fazendo com que a tampa pesada batesse em sua coluna. Seus olhos não acreditavam na loucura que via, o fundo do baú ia sumindo, e um buraco escuro ia se formando, Sam ia perdendo o equilíbrio, e em uma tentativa de sair caiu para frente.

A loira caia pelo buraco, gritava. Esbarrou bárias vezes nas paredes do baú.Viu algo clarear sob seus pés e antes de pensar, BAM!” ela caiu de bunda no chão.

Continua...

Notas finais
Bom, só uma nota importante: Essa história está sendo repostada, ok? Caso alguém tenha lido e relembrado, sei lá né kkkkkEnfim, fiquem à vontade para comentarem! Eu adoro conversar com outros leitores :3