Fire meet Gasoline

18 Sou uma das escolhidas


Notas iniciais
Oi gente! Espero que gostem! Capítulo importante! Boa leitura!

P. O. V Victória Stewart

Eu recebi uma chicotada de uma delas e voei alguns metros para longe de meus amigos. Eu bati às costas numa árvore. Por sorte não me quebrei toda. Eu me preparava para levantar mais outro corpo me atingiu. Mesmo cheia de dor. Me levantei e me escondi atrás de uma grade rocha. A pessoa que me atingiu me segue. Eu abro os olhos e vejo Alice.

— Sou eu Vick! -Sussurro para ela.

Ela abre os olhos. — Ainda bem! — sussurra de volta.
Então um vimos vozes se aproximando. Mas não eram os outros e sim aquelas cobras da Euríale e Esteno. Fechamos os olhos. Procuro minha arma em todo o lugar, mas não a encontrei em lugar nenhum.

— Alice cadê minha espada? – Pergunto num sussurro.

— E eu vou saber! -Ela responde. – Estava ocupada demais sendo arremessada em tempo recorde. – Disse mal humorada.
Ficamos em silêncio. Até que Alice o quebra.
— Ali! Na árvore! — Ela aponta. Só tinha um problema. A árvore ficava na direção das vozes. Tínhamos pouco tempo para recuperar.

— Não vai dar! Do jeito que eu sou vou quebrar um galho e elas vão nos achar. — Eu falo receosa.

— Ah Victória! — Ela diz sem animação. – Eu sei que quando você quer é mais habilidosa que o James Bond. — Ela prende o riso.

— Sério que você vai fazer piadinha numa hora dessas! -Reclamo e Alice dá de ombros.

— Então você vai enfrentar elas com um graveto? — Perguntou levantando uma das sobrancelhas.

Eu bufei e vi que ela estava certa. – Me dá cobertura! -Digo me dando por vencida.

— Chocolate ou morango? — Ela prende o riso.

— Sério isso? — Pergunto incrédula.

— Foi a última! — Ela diz erguendo as mãos em sinal de rendição.

Me preparo e saio de trás da pedra e corro abaixada. Chega numa parte desprotegida, por que estava sem mato pra me camuflar. Então eu dou uma cambalhota para passar o mais rápido possível. Falta pouco para mim chegar na árvore. Eu continuei andando abaixada e fazendo o mínimo de barulho possível.
— Consegui! — Sussurro para mim mesma.
Pego a minha espada e a faço virar o grampo de novo e enfio no bolso. Não gosto muito de grampos. Eu faço o mesmo caminho e volto para trás da pedra e Alice me olha risonha.

— Victória Bond! — Ela sussurra e tenta controlar a risada.

— Olha o barulho jumenta! — Reclamo tampando sua boca.

As vozes ficaram cada vez mais próximas. Euríale e Esteno estavam na frente da pedra. Estranho elas estavam de óculos.
— Ora! Não vamos machuca – lás escolhidas de Gaia. – Diz Euríale
Escolhidas de Gaia? Espera. Os pesadelos, as marcas, a profecia. Aí não! Olhei para Alice e ela olhou para mim no mesmo instante de olhos arregalados. Que merda! Como nunca pensei nisso. Nós quatro somos as escolhidas daquela louca. Sem perder tempo pulei de trás da pedra e decepei Euríale. Alice voou em Esteno a decepando.

— Vamos voltar para o acampamento! — Pego sua mão e começo a correr e Alice me acompanha.

Em pouco tempo chegamos e lutamos contra um Ogro asqueroso. Encontramos nossos amigos e nos juntarmos a eles. Fizemos um círculo junto com os demais semideuses. Mais monstros vinham. Eu já estava cansada de lutar, meu rosto expressava isso. Os ogros estavam nos cercando. Até que um apito é soprado em algum lugar e os monstros recuaram deixando o acampamento meio-sangue.

Cai no chão ofegante e Alice despencou ao meu lado. Ficamos deitados de barriga para cima tentando voltar ao normalizar a respiração. Ainda estávamos repletas de adrenalina.
— Você tá bem? — pergunto com a voz arrastada.

— Acho que sim e você! — Pergunta Alice. Ela se vira e olha para mim. Então ela arregala os olhos.

— Que? -Pergunto não obtendo resposta. – QUE? — Pergunto aos berros.

— Você... tá com uma flecha ai! — Ela ia me ter a mão para tirar. Mas a impeço.

— Tá louca tira a patinha. – Berro.

— Filha! Oh não! — Minha mãe me olha preocupada. – Olha para mim! — Pede e eu olho. – Estou aqui! — Ela me abraça e puxa a flecha sem eu saber.

Berro de dor e fecho os olhos com força. E depois Eu olhei para a flecha na mão dela e apaguei.

P. O. V Ares

Virar as costas. É só a gente virar as costas Que a cretina da Gaia ataca o acampamento. Eu estou preocupado com a minha garota. Ela está dormindo. Soube pelos outros que ela lutou muito bem e que aguentou a dor de uma flechada, quando muitos ficariam chorando como fracos. Essa garota é tão diferente de todas as outras. Quando essa guerra acabar, eu a levarei para os melhores lugares do mundo. Eu vou dar tudo que ela quiser.

— Ares... – Sua voz saí arrastada.

Eu a dou um beijo feroz nela que retribuiu. A boca dela é tão macia e deliciosa. Ela era a garota ideal para mim. Ela se separa de mim lentamente. Eu aliso seu rosto com as costas das mãos.
— Nunca mais me dê um susto desses. – Falo e logo depois Ela me beija.

— Ares preciso falar uma coisa! — Ela diz preocupada.
— O que? — Pergunto distraído.

— Eu sou uma das escolhidas de Gaia... – Ela diz abaixando a cabeça.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Amo vocês ♡♡☆♡♡♡ Beijos de luz☆☆♡☆♡☆