Fire With Fire

18 Grand finale


Notas iniciais
Gente, eu alertei que o proximo provavelmente seria o ultimo, e eis que é! Eu tive muita dificuldade em escrever esse final, e desculpas se ficou mt ruim. Eu sei que muita gente gosta de FWF e não vai gostar que acabou, mas eu posso me explicar. Eu gostava muito de escrever essa fic, que, pra que não sabe, era a mais facil de ser lida, porque tinha comedia e tal. O problema é que eu terminei o terceiro ano esse ano, e foi dificil manter a fic em mente, o que acabou acabando com a qualidade dela. Ainda tem Fabletown, uma fic que eu to gostando muito de escrever e gostaria que todos apoiassem como apoiaram essa, porque eu espero faze-la ficar longa e sexy ( coisa que a Clark quer, pervertida shauhsahushau ) Então, leiam as notas finais e a música também vai estar lá.

"Um dia inesquecível."

Porque ele não havia me ligado ainda?

Esse celular simplesmente não queria tocar! Quer dizer, que MERDA, o único que ligou foi meu pai! E eu nem atendi, na verdade. Ainda estou meio puta pelo fato dele não ter me ligado ainda. Quer dizer, ele é o Matt afinal! Ele me conhece, me ama e é lindo — não tem como ele não saber!

Se eu falhar, vou desmoronar

Talvez seja tudo um teste

Porque eu sinto que sou a pior,

Então eu sempre ajo como se fosse a melhor

Se você não tiver muito cuidado

Suas posses te possuirão

Paro de cantar no minuto em que Kylari adentra o nosso camarim. Sim, estou em um camarim chique esperando pelo momento em que o show começa. Sim, tem camarão ao molho caro.

Ela está sensacional como só ela sabe ser. Ela praticamente pertencia a esse mundo de luxo, mais do que eu que realmente vivi por muito tempo na riqueza. O lugar era bem iluminado e cheio de espelhos, figurinos, maquiagem, secadores de cabelo e todos os tipos de aparelhos da beleza. Um pequeno item com as palavras "PALCO" estavam acima do espelho. Era em vermelho opaco. Isso quer dizer que quando brilhasse, eu teria que sair.

– Gostei do seu cabelo, ficou bom nessa cor azul com degrade roxo. — Ela comenta, puxando uma das minhas maria-chiquinhas. — Gostei da mudança para o show. Acho que você venceu Cam, não?

– Ainda não, hoje é decisivo! — Eu pisco para ela — Alias, a senhorita e Pat?

Kylari se encolhe imediatamente, e a minha reação é quase instantaneamente: Eu rio. Quando ela me escuta rir como um macaco, em busca de ar, ela também começa a rir.

– Muito melhor que meu ex-palhaço! — Ela para de rir e abraça o próprio corpo. — Os meninos estão se trocando.

– Espere, Ruby escolheu as roupas deles, não é? — Indago, assustada. Meu vestido vermelho fora escolhido por Ruby.

– Ah não... Ela ficou tão ocupada que esqueceu de falar para aquele pessoal vesti-los.

Então fodeu. Eles certamente estão vestindo o que querem. Pat com uma sunguinha da Play boy, Haru com pijama e Sting como padre satânico. Castiel vai estar como sempre. Ah, não quero sem pensar.

Nesse exato momento, Claire entra em disparada dentro do nosso camarim e tranca a porta atrás dela. Deixou as mãos nos joelhos para descansar, ela mal respirava.

– Essa--- foi quase meninas-- ufff!

– O que foi Claire? — Kylari ergue uma sobrancelha.

– Meu avô quer me proibir de cantar hoje! — Ela diz, quase tossindo os pulmões para fora. — Preciso que me ajude, Mize!

– Quando é sua vez? — Eu pergunto, já bolando algo.

– Depois de você Mize, e então vem Matt. — Ela ergue o tronco, se apoiando no camarim agora, não muito longe de mim — Aliás, escutei do escritório do meu avô que Matt foi assaltado por umas fãs malucas. Roubaram o cueca, toalhas, escova de dentes, celular, controle remoto...

– Espera... — Isso só pode significar que... se roubaram... — o controle remoto? Isso não é meio doentio?

Algo me atinge na cabeça, era mão de Kylari.

– ROUBARAM O CELULAR DELE! POR ISSO ELE NÃO LIGOU PARA VOCÊ MIZERAVEL!

– Bobagem Kylari, era só ele me ligar de outro telefone — Estapeio o ar, e fecho os olhos em confirmação. Claro que era bobagem.

– Você sabe seu número?

– Claro que sei.

– Qual é?

Uno o cenho e dou de ombros. Se é o meu número que ela quer, é meu número que ela terá. Pego meu celular e busco nos contatos "Eu".

– Viu? — Repito os números que vejo, cheio de 2 e 7 — Porque ele não me ligou?

– Você só pode estar brincando! — Ela toma o celular das minhas mãos — "Eu", nem mesmo você sabe o próprio número.

– É porque eu decorei outros, oras

– Tipo quais? — Claire basicamente comia pipoca nos assistindo. — Seu pai? Suas mãe?

– Eu sei o da pizza hut e o seu!

– O meu?

– Ora, achei que ia ser triste você ia ficar triste em ser a unica a saber meu número.

– Ah... mas eu não sei.

– O QUE?

– Meninas... — Claire chama.

– Eu decorei seu número, sua malvada!

– Meninas, olhem...

– Não tem como eu lembrar, a agenda serve pra isso Mize!

– MENINAS, SÃO VOCÊS!

Nós paramos quase que instantaneamente. A palavra "PALCO" agora brilhavam em puro vermelho. Era nossa hora, hoje eu finalmente me vingaria por completo e encontraria Matt. Que alias, parece que não decorou meu número!

Pensando bem, eu não decorei o dele...

Saímos pela porta e seguimos o corredor à esquerda. Nossos instrumentos, Ruby e os meninos estavam ali, aguardando eu e Kylari. Claire também veio, para ver e esperar sua vez.

Haru não estava de pijama e Sting não era um padre satânico. Agora, Pat estava de sunga da play boy, mas Ruby estava vestindo ele de terno agora. Castiel estava mais encostado, vestido como o mesma estrela de Rock de sempre — seus cabelos vermelhos estavam um pouco mais longos que quando eu o conheci.

– Sua mãe mandou, Pat! — Ela dizia, com aquela voz grotesca, porem correta das ideias.

– Eu sou SEXY — Ele dizia, enquanto ela abotoava sua camisa a força — as mulheres vã--- — Kylari enfia a mão na cara dele tão fundo que o rosto espirra puro sangue. Uma aura demoniaca e vermelha emanava dela.

– Dizia? — Ela indaga, com uma voz sombria.

– Bicar linta po meu amô, iari — Ele disse, com o nariz meio entupido de sangue. Que bom que ele não ia cantar.

Haru e Sting na verdade estavam vestidos muito bem — com as malditas roupas da escola!

– Eu odeio vocês. — Peguei o microfone estilizado e rosa e abri a cortina, revelando um palco. — Vamos arrasar essa merda. — Digo, olhando para Castiel e Kylari, os únicos que me ouviam murmurar.

A maioria dos instrumentos já estavam ajustados, afinal, levaria muito tempo até instalarem tudo, e cada um tinha pouco tempo para se apresentar, já que era um show de muitas bandas. Eu gostava de assisti-lo todos os anos na TV, e Cam adora mais que tudo.

Assim que entramos, um a um, e uma salva de palmas nos recebeu. Haviam várias placas com o nosso nome, mas as que mais me chamaram a atenção foram: "Mizeria, pinta de rainbow", "Sting me exorciza", "Pat me chupa" que estava sendo segurado por um homem "Castiel vem pro meu Swee..." Deixa para lá. Claro, tinham vários para os outros, mas esses eu simplesmente entrei em choque. HÁ!

– Boa noite, pessoal — Eu digo bem baixo no microfone, e a minha voz ecoa por toda a plateia. — Nós somos a Decayed Fire, e esta música se chama "Pale" e é para vocês.

Pat começa com o teclado, o som parecia pertencer a uma orquestra! Era como uma caixa de música e um órgão ao mesmo tempo. Em seguida Sting e Haru com o baixo. Eles olharam para mim com um sorriso estampado no rosto, e eu entendi, que era minha vez.

Eu estou olhando para um rosto, uma alusão proposital

Para o céu em arrogância

É fácil trair o amigo mais próximo

Um momento perdido, sem consequências

Kylari entrou junto com Castiel, fazendo o som ficar mais massivo. Ela olha para mim, também sorrindo e piscando. Castiel me acompanha, com uma voz baixa desta vez, quase imperceptível, mas dando um toque a minha voz.

Um círculo começa outra vez, longe de você

Decepção nos puxa para longe de você

Longe de você, longe de você...

Sting começou a fazer uns truques com o teclado, tão rápido que parecia ser a trilha sonora da chuva.

Uma imitação, uma invenção

Uma falsidade bonita, mas fingida

Uma carcaça vazia por trás do artista

Há um traço de inocência?

Agora vou eu sozinha, apenas Sting, Haru e Pat ao fundo tocando.

Então, como você retrata um sentimento?

O ardil é trazido, a verdade é dobrada

E para nosso desalento, eles são ignorantes

Quanto mais nós fazemos as pazes, mais isso se encaixa

Castiel me acompanha novamente, e Kylari volta a tocar.

Um círculo começa outra vez, longe de você

Decepção nos puxa para longe de você

Longe de você, longe de você...

Uma imitação, uma invenção

Uma falsidade bonita, mas fingida

Uma carcaça vazia por trás do artista

Há um traço de inocência?

Eu tiro o microfone e vou até a frente, e faço meu solo. Apenas Sting e Pat me acompanhavam. Até que na segunda parte, Kylari deixa a guitarra de lado e vem ao meu lado, usando sua voz mais pesada para me acompanhar.

Isso não está certo

Parece que tudo está mais longe

Morto como a vida noturna

Olhando para trás, vendo um outro erro

Você nunca se sente bem, longas noites

Seguindo para o dia

Pálido como a luz da rua

O branco puro lava a cor distante.

Todos voltamos aos nossos lugares para que eu cantasse a ultima parte.

Uma imitação, uma invenção

Uma falsidade bonita, mas fingida

Uma carcaça vazia por trás do artista

Todos param de tocar, e eu fecho os olhos para dizer a ultima frase.

Há um traço de inocência?

O palco se explode em palmar, assobios e até umas calcinhas e cuecas vieram aos nossos pés. Enquanto Pat se atirava no chão, mergulhando nas calcinhas, Kylari começa a pisar neleç Haru e Sting simplesmente juntam todas que podem e ficam se perguntando como vão devolver tantas.

E eu? Eu chamo Claire para cantar.

Ela vem, e surpreende a todos, recebida por muitas palmas. Ela canta uma música para seu avô, que simplesmente chora de alegria. Mandei que meus escravos — Sting, Haru e Pat — a acompanhassem nessa música. Enquanto isso, eu apenas esperei.

Eu esperei por ele.

Foi então que, quando Claire terminou a sua música e foi aplaudida por todos, Matt apareceu fazendo com que todos simplesmente explodissem e urrassem de felicidade, e nós saímos do palco porque fomos ordenados a isso. Matt não podia ter interrupções, já que ele era uma atração.

Será que ele tinha me visto? Será que ele me perdoaria?

Bem, lá estava ele, mais lindo que nunca. Com seus cabelos escuros e olhos chocolate, deixando qualquer garota derretida. Seus caninos pontudos e sedutores, seu maxilar e queixo perfeito se movimentavam enquanto ele cantava:

Faça me sentir novamente

Deslize pela minha pele outra vez

Mostre-me como redescobrir você

Eu vou me prometer se você me dar

Apenas nesta noite perfeita

Deixar nós dois se tornamos um...

Nós estaremos juntos de novo outra vez

Não importa o que os outros dizem

Porque eu deixaria tudo tão distante

Apenas para estar com você hoje...

Então me faça sentir novamente

A sua respiração cada vez mais

Todos não importam mais

Há somente eu e você...

Ele olhou profundamente para mim, e eu simplesmente tive que me agarrar a cortina para não agarra-lo. Cam passa por mim no mesmo instante, e eu começo a ranger os dentes para ele.

– Isso não foi nada, verá minha música agora. — Ele cruza os braços e banca o superior, depois pisca.

– Vou nada. — Pisco de volta.

– Ora, eu vi a sua! — Ele sorria animadamente.

– Pouco importa — Mostro a língua para ele. — Melhor você ir. — Aponto o palco para ele, onde Matt já estava saindo.

– Acho que você já ganhou de qualquer forma, parabéns, Risa. — E ele simplesmente vai tão brilhante como sempre foi. Eu odiava admitir isso, mas era verdade.

Ele acena antes de ir e me deixar a sós com Matt. Eu me jogo nos braços de Matt, sabendo que sou muito menor que ele, e que isso fazia meu pescoço e queixo doerem, e sabendo que eu estava feliz. Matt começa a plantar beijos por toda a minha pele à mostra, pressionando-me tanto contra ele, tanto que nossos corpos se colavam.

– Pensei que me odiasse... — Consigo finalmente dizer, entre beijos escondidos atrás dos bastidores.

– Pelo que? — Uma interrogação surge no ar, e eu faço uma careta.

– Sobre Cam, você sabe... Ele mentiu que eu e ele namorávamos.

– Ah é mesmo? — Ele uniu o cenho — Não fiquei sabendo disso. Você já resolveu? — Ele diz com inocência verdadeira. ELE NÃO SABIA E NEM DAVA IMPORTÂNCIA? Eu amo esse cara.

– Sim, acho. — Minha cara devia estar tão estranha que ele devia pensar que eu chupei um limão. Olho na direção de Cambriel, lá no palco, parecendo um anjo.

– Venha para o meu apartamento hoje. — Ele diz, alegremente, até animado demais para ele. — Eu comprei um monte de coisas novas, e isso.

Ele tira algo do bolso, e meus olhos seguem aquela caixinha volumosa e quadrada até ela ficar diante de mim. Matt se ajoelha e abre, revelando um anel com uma pedra grande e azul como meu cabelo. Meu corpo estava ereto de nervosismo, meus ombros levemente inclinados para frente enquanto minhas maria-chiquinhas quase caiam nas mãos de Mattriew.

– Quer se casar comigo, Clarissa?

Eu quase derreti.

Essa pergunta era fácil de se responder. Era como " Quantos anos você tem?" ou "Seu cabelo é colorido?". Eram perguntas fáceis, mas, que se você pensar bem tem alguma dificuldade nelas dependendo da situação. "Quantos anos você tem?" Pode-se tornar uma pergunta difícil se você é uma criança que quer curtir na balada. Essa, então, era na verdade uma pergunta difícil, a pergunta mais difícil de todas.

Ele não estava perguntando "Você me ama" ele estava perguntando se eu queria passar minha vida ao lado dele, respeita-lo e tudo mais, e muito mais que isso, você quer assumir que na verdade é Clarissa Rochefort e não "MIZERIA"?

– Eu assumo! — Digo, exaltada. Matt faz uma careta estranha, e eu começo a sorrir — Quero dizer, eu aceito me casar Matt.

E então eu finalmente o beijo, por mim mesma. Enrosco meus braços ao redor dele e o forço a se abaixar um pouco, enterrando meus lábios nos dele. Seu hálito era como menta ou hortelã, nunca soube a diferença. Ele não reagiu em primeiro lugar, mas quando esteve ciente do que estava acontecendo ele me beija com vontade, saudade e paixão. Todos aqueles problemas pareciam algo distante agora.

Agora eu era aprova de balas. Nada podia me deter, nem ninguém.

Matt me tinha na mão nesse exato momento, manipulando todos os nossos movimentos e ações.

Provavelmente ele sempre me teve.

Notas finais
Bem, desculpem pelo final ( de novo ) e espero que alguém goste ç-ç Eu provavelmente vou criar outra serie, e quero muito que me digam> preferem algo do genero - tipo sem poderes nem nada paranormal - ou assim, meio escolar e totalmente "humano"? É muito importante que respondam isso pra mim, eu vou ficar muito feliz! Eu tava pensar em algo meio alice de novo... A MUSICA! http://www.youtube.com/watch?v=dX1OfE5DPAQ
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!