I might look all innocent. But the ambers are burning inside of me. And I'm ready to take that step. Can't you see. I'm a fire stater, I'm a sweet disaster.

Abracei Hera, para em seguida ser envolvida pelos braços de Zeus, sentindo ele me apertar o máximo possível, como se estivesse querendo eternizar aquele momento pelo resto da vida. E era verdade, aquele momento era raro e talvez merecesse ser eternizado.

– Nunca imaginei presenciar esse momento, nem com você e muito menos com a Thalia — Zeus disse assim que se afastou, tirando alguns fios da minha franja da frente do meu rosto, da mesma maneira que ele fazia quando eu havia ido morar em Londres. — Parece um sonho.

– É capaz da Thalia negar isso eternamente, apesar do Nico ser um ótimo garoto, mas o fato é: estamos de frente para a garota que jurou de pé junto que nunca se casaria... E ela acabou de se casar. — Hera disse com o orgulho na voz, me fazendo sorrir com deleite e orgulhosa. — Você está maravilhosa, querida.

– Obrigada, titia. — respondi fazendo uma reverência e olhando para ela logo em seguida, ainda segurando meu vestido.

O vestido branco tinha duas alcinhas de renda, bem coladas ao meu corpo e deixando as minhas costas inteira nuas, mostrando cada uma das minhas luas, o que havia sido uma exigência do Percy. Ele era justo no meu corpo, reto e com renda por ele todo, ele também tinha um decote de coração no meu busto e a partir de um palmo abaixo da minha bunda, a saia ficava mais solta e levemente pregada.

Meu cabelo estava preso em um coque levemente bagunçado, com alguns fios da minha franja soltos e com um detalha brilhante, azul e emprestado. Era uma tiara, uma das poucas coisas da minha mãe que não haviam desaparecido, feita de diamantes e safiras.

– Você realmente se superou, Annie, mesmo tendo quebrado todas as promessas que fez a si mesma — meu tio concluiu chamando a minha atenção para o seu olhar, que era terno e sincero. — As coisas não saíram exatamente como você esperava, não é?

– Se tem uma coisa que eu aprendi nesse último ano, é que: As coisas não acontecem como a gente quer, nem mesmo como a gente não quer, as coisas nunca vão pedir nossa opinião para acontecer. — disse olhando rapidamente para o anel no meu dedo, indicando o compromisso que havia assumido a pouco tempo atrás. Era inesperado. — O máximo que podemos fazer é aceitar.

– E você aceitou, olha onde você chegou por aceitar — Hera disse pegando as minhas mãos e me fazendo olhar para ela. — Está casada com um homem incrível, que realmente te ama... É mãe de um garotinho maravilhoso e esperto.

– Ele tem apenas cinco meses, titia — soltei uma risada meio nasalada, fazendo ela rir também.

– O que eu quero dizer, Annie, é que você construiu uma família maravilhosa, veja só. — ela disse fazendo menção para que eu me virasse, e assim fiz.

Olhei na mesma direção que ela, vendo meu recém marido segurando nosso filho enquanto conversava com John e com o Mason, que também segurava um Aaron adormecido nos braços, todavia sorria sinceramente e abertamente.

– Você merece tudo isso... Merece essa festa de casamento, merece aquele bebezinho lindo e merece o homem que tornou tudo isso possível. — Hera respondeu enquanto eu ainda olhava para cena. Nico havia acabado de chegar e brincava com o meu filho, dividindo a atenção entre ele e a conversa com os rapazes.

Talvez eu tenha cometido erros demais ao longo do caminho, até chegar onde estou hoje. Ainda não era o fim do túnel, porque a realidade era essa: a vida era um túnel escuro, um túnel escuro no qual a única claridade encontrada era nos últimos minutos de vida, quando você era capaz de enxergar tal luz e sentir os momentos de paz tomar conta de si.

Era besteira quem dizia no meio da vida que já havia encontrado a luz no fim do túnel, a vida as vezes podia ser uma montanha-russa, que hora apenas subia e outra apenas descia, mas ela nunca deixava de ser um túnel escuro e arriscado, nunca iremos descobrir o que iremos encontrar no meio do caminho, que problemas iremos enfrentar ou em que buracos iremos tropeçar. Viver é ser cego e aceitar tamanha escuridão.

– Eu vou ir falar com os outros convidados, com licença. — dei um sorriso para os dois, me afastando deles em seguida e indo na direção de outros convidados, muitos nos quais eu já havia cumprimentado.

Eu havia conhecido parentes do Percy, assim com também havia conhecido amigos e inimigos que ele era obrigado a manter por perto em todos os momentos, o que não deixou a cerimônia ou a festa menos bonita ou confortável. Na América, eu não tinha tantos amigos como tinha em Londres, mas a minha família estava aqui, as pessoas que fizeram parte dos melhores momentos da minha vida também.

Silena havia vindo junto com Charles e estava se deliciando com a festa, assim como Calypso que havia sido liberada da clinica alguns meses atrás, que estava linda e não passava mais aquela aparência debilitada. Bianca, uma pessoa que a tempos eu não via, também estava aqui e parecia que nós nunca havíamos nos distanciado, era como se ela tivesse um passe livre para entrar e sair da minha vida sem fazer falta.

Havia reencontrado muitos parentes, mas o que mais me surpreendeu foi o fato do irmão do meu pai ter aparecido ali também. Apesar de ter passado a odiá-lo depois da morte da minha família, eu havia deixado essa pirraça de lado e enviado o convite para ele, mesmo não tendo a certeza se ele iria ou não aparecer.

E lá estava ele, com uma aparência que, provavelmente, meu pai também teria hoje, uma vez que eles são gêmeos, e ele estava com a esposa e os dois filhos, Magnus e Sabrina. Eles eram parecidos com o pai, apesar da personalidade deles serem completamente opostas... Eu tinha uma família interessante.

– Já percebeu que você andou, andou e dançou com várias pessoas, menos com o seu marido? Uh, essa palavra me cai bem. — Percy disse me assustando no início, mas depois acabou me fazendo cair na gargalhada. — Ashton dormiu.

– Que ótimo... Ele passou a festa toda no seu colo, praticamente. — falei aceitando seu braço e caminhando ao seu lado na direção da pista de dança. O jardim estava completamente decorado para um casamento no verão, não chegava nem perto do Lual que o Percy queria, todavia, não era a festa que a Rachel um dia desejou para os dois. Era uma escolha de nós dois. — Vamos dançar no pôr-do-sol, é romântico.

– Não venha me dizer o que é ou não romântico, Sra. Jackson, você ainda não descobriu nada. — ele disse, provavelmente, se referindo a nossa lua de mel. Eu não pude deixar de revirar meus olhos enquanto sentia suas mãos envolverem a minha cintura, para que então eu colocasse meus braços envolta do seu pescoço.

O DJ mudou de música no mesmo momento, trocando pela valsa lenta que eu havia evitado desde o início, todavia era ritual do casamento fazer isso. A pista fico totalmente vazia e apenas nós dois estávamos lá, em nossa bolha particular, dançando de maneira sincronizada e se deliciando com aquele momento.

Acariciei os fios de cabelo da sua nuca, olhando fixadamente para seus olhos verdes, não era verde nem escuro e muito menos claro, era uma tonalidade intensa entre esses dois, se destacando com a escuridão dos seus fios de cabelo e deixando a sua pele pálida. Seus lábios estavam levemente e naturalmente avermelhados, deixando a vontade de beijá-lo ainda mais intensa.

Senti seus dedos acariciarem a pele exposta das minhas costas, me puxando para perto dele, colando nossos corpos enquanto nós dois valsavamos pela pista de dança. Sorri, vendo ele esticar os lábios e retribuir tal sorriso, fazendo as batidas do meu coração se acelerar apenas com esse simples gesto, me fazendo sentir uma adolescente apaixonada no baile de formatura.

– Sente falta da adrenalina da vingança? — ele murmurou, ainda com o sorriso nos lábios, com a voz calma. Era uma pergunta aleatória, que não corria ele, não mais.

– Em partes... Mas a gratidão de ter tudo o que eu tenho hoje, de ter você e o Ash sem risco, é melhor do que qualquer saudade daquela vida. — respondi acariciando o seu rosto, falando no mesmo tom que ele. — Eu amo você, Percy, e isso é uma coisa que eu nunca acreditei ser capaz: amar alguém. Você despertou em mim sentimentos e quereres que eu nem imagina que existia, tudo o que eu colocava como importante naquela época, não chega nem aos pés do que é importante para mim hoje.

Ele selou nossos lábios, pedindo passagem com a língua rapidamente e deslizando as mãos na direção do meu rosto. O beijo era intenso, mas não vulgar, com nossos lábios se encaixando e nossas línguas dançando de acordo com a música, unhei sua nuca de maneira leve, ouvindo o bater de palmas ao nossos redor, mas mesmo assim me concentrando apenas em nós dois.

Porque era isso o que importava a partir de agora, nós dois, como um casal de verdade. Não era mais como antes, como o nosso relacionamento sem nome, sem pé nem cabeça, como aquele caso entre a garota vingativa e o rapaz que ia se casar. Aquilo que não tinha nada para dar certo e muito para dar errado, havia se tornado um casamento, com direito a tudo o que eu não havia planejado.

Eu, algumas vezes, enquanto amamentava o Ashton, me perguntava como estaria a minha vida se nada disso tivesse acontecido, se eu tivesse seguido os meus planos e deixado essa maluquice de vingança de lado.

Provavelmente eu me tornaria alguém infeliz, alguém sem razão para viver, que iria lutar para colocar e manter no topo uma empresa que já havia sido destruída a oito anos atrás. Meus pais não iriam querer isso, não iriam querer me ver infeliz, por isso hoje eu acredito que a males que acontecem para o bem.

– Eu te amo, Annabeth Chase, com esse seu jeito desconexo e incendiário, com essa confusa sede de vingança. Você queima, devasta e transforma muitas coisas em cinzas, mas é isso o que eu gosto em você. — ele disse, com os lábios praticamente grudados nos meus, tão beijo que eu mal conseguia ouvir, enquanto seus polegares acariciavam a minha bochecha. — Você faz meu sangue correr mais rápido, você derrete meu coração como se ele fosse água, você é um desastre e uma confusão. E é isso que eu amo em você, sua aparência inocente, mas o seu interior indestrutível, de uma guerreira. Você sempre arranja uma solução, uma resposta, por mais arisca que ela seja, para os problemas.

– Eu sou os problemas e, ao mesmo tempo, as soluções deles.

...

Coloquei Ashton no berço dele, entregando em seguida um dos ursinhos de pelúcia para que ele pudesse brincar, vendo seus olhinhos verdes brilharem e a suas mãozinhas gorduchas pegarem o bichinho pequeno e apertarem com força, levando imediatamente para a boca, me tirando um riso leve. Eu não aguentava ficar nem duas horas longe dele, quem dirá ficar duas semanas, iria ser uma tortura.

Passei a ponta do meu indicador sobre seu nariz, fazendo ele fazer um barulho estranho com a boca e depois mostrar a língua, dobrando as perninhas cobertas pelo tecido do macacão azul e branco. Se eu pudesse, eu eternizava ele nessa forma, como esse bebê dócil e brincalhão que ele é.

– Não me vejo com filhos. — Thalia disse, me fazendo virar o rosto imediatamente para ela. A mesma estava com os fios perfeitamente arrumados e lisos, usando um vestido avermelhado e longo. — Ou casada... Mas Nico quer, ele quer os dois.

– Acha que eu me imaginava com um bebê e uma aliança no dedo, Thals? — olhei mais uma vez para o Ashton, sentindo a presença da Thalia ao meu lado. — A vida é uma caixinha de surpresas, que as vezes não acontece como nós queremos.

– Como foi para você... Aceitar a gravidez e o pedido de casamento? — ela perguntou esticando um dos braços para brincar com o meu bebê. Coloquei uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e olhei para ela, pensando na pergunta que ela havia me feito.

– Não foi algo que eu tive que pensar muito, pelo menos não o casamento.

– Então você pensou em abortar?

– No início eu não queria o bebê, o fato do Percy não estar comigo ajudou um pouco nisso... Mas conforme eu pensava no assunto, pensava na ideia dele estar dentro de mim, totalmente indefeso e tão pequeno, que era uma parte mim... Foi impossível não aceitar isso. — murmurei olhando para o meu bebê mais uma vez e depois para ela, vendo que a mesma me encarava. — Thals, você não precisa fazer só porque eu quis, eu sei que está pensando nisso e nem adianta negar. Se você ama o Nico, da mesma maneira que ele te ama, se ele te fizer o pedido, você aceita, mas se não, se não estiver preparada, diga isso a ele, não esconda nada dele... Mas agora, ter um filho porque ele quer, isso não é certo.

– Você sempre foi a mais sensata de nós duas, Annie. — ela disse me abraçando, um abraço que eu correspondi imediatamente. — É tão bom ver você dessa maneira, ver você feliz, com uma família maravilhosa... No final, os Estados Unidos te fez tão bem quanto te fez mal.

– Não foi os Estados Unidos, Thalia, foram algumas pessoas que habitam ele. Eu parei de generalizar isso a algum tempo. — respondi me afastando dela depois de algum tempo. — Sabe-se sei lá o que teria acontecido se eu não tivesse dado essa segunda chance para mim mesma.

– Eu ainda me lembro de você, toda fraca, magricela e drogada andando pelos corredores da escola, usando moletons largos e sempre com capuz, os olhos fundos, a pele em um pálido doentio, os lábios secos... Ainda me surpreendo com o que você se tornou. — ela disse acariciando o meu rosto. — Não parece a mesma garota.

– Ninguém é a mesma coisas duas vezes, por mais que eu insistisse em voltar a ser a garota de antes da explosão, eu não iria conseguir... Faz parte do que somos viver em constante mudança. — sorri, vendo ela retribuir rapidamente. — Eu acho que já está na hora de você deixar essa pose de durona de lado e se permitir mudar, viver, arriscar.

– Minha vida já é um constante risco. — ela deu de ombros, se afastando de mim, me dando a visão do Nico e do Percy, parados na porta, sem reação. Revirei meus olhos, voltando a dar atenção para o meu bebê, vendo ele segurar um dos pés e depois soltá-lo.

Peguei meu bebê, ainda me surpreendendo com o como ele era parecido comigo, tendo poucos traços do pai. Ashton imediatamente pegou uma mecha do meu cabelo para brincar, enquanto eu o deitava nos meus braços delicadamente, pronta para fazê-lo dormir.

Ele iria passar as duas semanas com Thalia, o que talvez fossem bom para ela e para o Nico, mas o que para mim iria ser uma verdadeira tortura. Depois de tê-lo nos meus braços, me separar dele era doloroso, doentio, mas necessário, por mais pequeno que ele fosse e por menor que seja a distância. Não era para sempre, era temporário.

E Percy iria arranjar uma boa forma de me distrair.

– Isso estava sobre o primeiro degrau da escada. — Nico disse me mostrando uma caixa de papel branco, me fazendo franzir o cenho confusa. — Não é presente de casamento.

– Abre. — falei balançando levemente o Ashton. — E mostra o que tem dentro.

Ele foi até uma cômoda do Ashton e colocou a caixa sobre ela, me fazendo seguir ele, assim como Percy e Thalia. Ele colocou uma caixa sobre a cômoda e eu senti de imediato o braço de Percy me envolver de lado, prendendo suas mãos na minha cintura.

A primeira coisa que Nico tirou foi uma arma de plástico, aquelas infantis e de um tamanho pequeno, em seguida tirando uma boneca ruiva e de pano, que quando eu percebi o que ela realmente era, todo o meu corpo travou e eu apertei o máximo possível Ashton contra o meu corpo. Era uma boneca de vodu, uma boneca de vodu da Rachel, dentro da minha casa.

Percy me abraçou imediatamente, sentindo a tensão do meu corpo, me envolvendo rapidamente nos seus braços. As lágrimas vieram, pesadas e silenciosas, caindo descontroladamente nas minhas bochechas, revelando o meu pavor sobre aquela boneca.

Ajeitei Ashton nos meus braços, escondendo seu rostinho no meu pescoço e ouvindo sua choro se misturar com o meu, enquanto os braços de Percy envolvia nós dois em um abraço protetor, acariciando meus fios de cabelo sem esmagar nosso bebê.

Eu sei que respirei fundo diversas vezes, que acariciei as costinhas do meu bebê, ouvindo o seu choro preencher todo o quarto. Percy limpou meu rosto algumas vezes, até que finalmente as lágrimas pararam, mas a onda de pavor ainda me possuía, como uma segunda camada.

Era bom demais para ser verdade que estava tudo bem, tudo tranquilo, quieto.

– Quem mandou isso? — Thalia perguntou, visivelmente apavorada, assim como eu estava. Seus mãos tremiam e ela não se importava em esconder isso. — Não estava lá quando eu subi.

– Nem quando eu subi... Faz mais de uma hora que estou aqui em cima com o Ashton. — falei olhando rapidamente para o meu filho, que ainda chorava. Deitei ele nos meus braços novamente, começando a balança-lo para acalma-lo e para esconder o meu pavor. — Sem dúvidas foi alguém da festa... A casa esteve aberta a tarde toda praticamente.

– Ou então foi um idiota querendo estragar o nosso dia. — Percy disse massageando meus ombros. — É uma arma de plástico e uma boneca da Rachel, todos sabem que você e a Rachel não eram tão melhores amigas assim e que você se casou com o ex-noivo dela... Além do mais, a boneca está com um tiro no peito, Rachel morreu por asfixia.

– Percy está certo, vocês duas se apavoraram por pouco, a Annie se apavorou demais por pouco. Isso foi brincadeira de mal gosto, exatamente para nos deixar assustados com isso. — Nico disse pegando a mão da Thalia e afagando ela, depois de jogar a boneca na caixa. Eles estavam certos, eu acho.

Concordei com a cabeça e pedi licença para eles, alegando que iria fazer o Ash dormir, o que realmente aconteceu, mas assim que deitei ele adormecido no berço, me direcionei para a caixa largada e aberta sobre a cômoda, olhando por um longo tempo para ela, tentando decidir o que fazer com o conteúdo que nela tinha.

Se era brincadeira ou não, talvez eu nunca descobrisse, mas que aquela boneca ruiva de pano me apavorava, isso realmente acontecia, apesar da mancha de sangue no peito mentir a causa da morte.

Enquanto mexia no contudo da caixa, meus dedos passaram sobre um pedaço de papel abaixo da arma, atraindo imediatamente a minha atenção e me fazendo contar a minha respiração diversas vezes para não me apavorar.

Mas foi impossível, então, mesmo tremula, eu desdobrei o papel e abafei o grito em seguida, depois de ler o conteúdo.

Welcome to Hell, Chase. Xoxo.

E se isso não fosse brincadeira?

Notas finais
Eu ia postar esse grande final no fim de semana passado, but, meu computador deu problema e ficou na manutenção até ontem! Quase morri com essa belezinha aqui, guardada para vocês. Ainda tem o epilogo, então não se apavorem! Mas comentem muito okay? Já está tudo pronto para Frozen Hearts - tudo mesmo - e agora só falta vocês comentarem muito para que eu possa voltar com o epilogo logo. Vale recomendar também, então, vamos lá! Vou deixar o textinho de agradecimento para o próximo - QUE ESTÁ SUPER TENSO! Sobre o próximo: Tem vilões da Season Two causando muuuito - na verdade é um capitulo deles. Ashton coisa mais fofa, sério, vão querer apertar ele na segunda temporada. Beijos e comentem!