Fire

3 Silêncio mortal


Notas iniciais
Gente esse capitulo eu aconselho vocês ouvirem a música http://www.youtube.com/watch?v=ZemAoRzmobw

Há cerca de dois anos...

Um garoto de 16 anos, todo esfarrapado, caminha na noite de um sábado em uma floresta que é frequentada por jovens. Ele ri sozinho e lentamente olha a seu redor, procurando as vozes que ouvia. “Quem seria sua presa?”. Decidiu permanecer no silêncio durante algum tempo. Quando o casal decidiu ficar acomodado em suas intimidades, o garoto permaneceu em silêncio absoluto assistindo tudo. Assim que o casal se retirou para a sua tenda,ele conseguia ouvir apenas sons que reconhecia muito bem. E esperou, até que tudo se cala-se. Eram altas horas da madrugada e ninguém mais viria à floresta esta hora. Era perigoso... Porque ele estava lá. Suas veias já latejavam de prazer àquele instante, não esperava a hora de fazer o que lhe dava mais gosto na vida.Entrou na barraca onde os dois dormiam, virados um contra o outro. A jovem estava apenas com as roupas intimas e o homem com um calção. Aproveitando a situação, sentiu aquela ponta de vontade de tocar em um corpo feminino e passou lentamente a ponta da faca nas linhas do corpo da moça, delineando suas curvas. Acariciou sua pele sedosa e percebeu que o jovem encarava-o com ódio. “De nada adianta”, pensava. E antes que algo pudesse acontecer, a faca foi parar rapidamente no pescoço do outro, no qual era um rio de sangue que jorrava para todos os lados. O garoto gargalhava com o sangue escorrendo pelo seu rosto, era tão gostoso... Sua respiração já estava acelerada. Não por nervosismo, muito menos porque aquilo estava lhe afligindo, muito pelo contrario... Era extasiante a sensação de poder purificar alguém.

– Quem é que manda aqui? Você não tem nem o direito de me olhar.

A jovem o olhava com pavor. “Ah, esse olhar! Me deixa tão excitado...”, pensa o garoto, pegando a faca e rasgando lentamente as roupas intimas de sua vítima. A sua presa tentava se soltar para correr, mas ele colocava a faca em seu pescoço e apontava para o lado. Ela detinha-se. Assim o garoto a violou fortemente sem pudor algum, a menina gritou. “Era virgem”, pensava ele rindo assim que terminou sua sessão de terapia. Levantou e olhou para a menina praticamente inconsciente. Deu-lhe chutes, socos na barriga, usou sua faca para arrancar um mamilo da menina que berrava, puxando-lhe a língua forçosamente e cortou-lhe fora. “Talvez ela se cale agora”. A menina chorava, e continuava berrando coisas incompreensíveis. Assim que terminou de arrancar o outro mamilo, ela tinha desmaiado de dor. O garoto parou de rir, saiu da tenda com o corpo do jovem e o atirou dentro do carro que tinha próximo, provavelmente do casal. Ouviu passos próximos e rápidos, a menina havia saído da tenda e corria. Ele conhecia toda a mata, sabia por onde ela poderia ir ou não. E ter que ir atrás de sua presa era algo que lhe deixava muito mais excitado, até para mais. Saiu caminhando em direção a um penhasco, que era aonde a jovem chegaria e ficaria, pois estava perdendo muito sangue. Seguiu assim o rastro sangue no chão e a achou o olhando com mais pavor ainda.

–N-aaaam. Naaammimmmãtã.

A menina pronunciava palavras, mas ele sabia o que significava essa frase. Na verdade, ele adorava quando as pessoas imploravam pela vida. Isso fazia ele se sentir tão poderoso e único, e que só ele poderia fazer algo por aquela pessoa que já estava condenada. Ele só estava a purificando, a salvando de seus pecados.

– Implore.

A menina gritava, berrava e ele sabia que eram suplicas. Quando ele se aproximou com a faca, ela colocou as duas mãos em forma de concha na frente do rosto e começou a rezar. O jovem parou, respeitava isso. Era a ultima oração de sua vida, ele só queria poupá-la agora de mais pecados. Ela era uma pecadora que não merecia viver, ela já havia sido muito bem punida por ele. E agora tinha que ser purificada.

– DESGRAÇADO!

Gritou a menina de modo audível. O jovem se enfureceu e pegou a orelha da menina, arrancando-a com a faca e gargalhando com ela se torcendo toda. Após fez o mesmo com o nariz e com a outra orelha. Ela já estava muito fraca, não teria graça fazer mais nada. Sendo assim, ele deu uma facada em seu peito e ela parou, encarando-o da mesma forma que sua mãe o olhara quando ela morreu. “Não! DE NOVO NÃO! VAI EMBORA!”, berrava ele em sua mente.

“Você sabe que o que você fez foi errado”

“Não! Ela precisa ser purificada!”

“Não desse jeito, você está errado!”

“Cale-se! Cale-se! Vai para o inferno!”

O garotopegou o álcool que estava na tenda dos outros e jogou no casal, ascendendo um isqueiro logo após. O fogo era tão lindo e consumia a carne impura tão rapidamente... E então, tudo virava só ossos e sujeira. A pessoa estava purificada.

– Vá com Deus, menina.

Disse o jovem assim que saiu do local, colocando fogo no carro, na tenda, em tudo.

– Todos precisam ser purificados... Eu não estou fazendo nada errado.

Notas finais
Coments? Adooooro!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.