Fique sempre ao meu lado
3 Apresentação
Notas iniciais
[Gajeel on] acordei, ouvindo batidas na porta e o cheiro de flor de laranjeira e céu tempestuoso
—Bom dia – ela saudou ao entrar com uma bandeja com comida nas mãos, se dirigindo a mesa do recinto, observei-a sentar, olhando o movimento do vestido laranja com babados brancos na barra que vai ate os tornozelos uma fita enfeitava os cabelos azuis da mesma cor que o vestido.
— Dormiu bem? – endireitando-me na cama, vi seu olhar sobre mim inspecionando-me.
—Sim – ela abriu os lábios rosados de sua boca pequena para falar novamente – os machucados não doem tanto, estou bem – antecipei-me, antes que ela perguntasse, baixando um olhar sussurrou – entendo.
— Bom coma e vista-se – disse ela, se dirigindo a mesa de onde surgiu do nada um pacote marrom, pegando um envelope branco, veio em minha direção estendendo.
— pegue, é uma carta de apresentação para o cargo de soldado do castelo – tentei não ficar surpreso com aquilo, meio receoso aproximei a mão ao papel, relando em seus dedos por segundos, fazendo o meu corpo ter uma descarga elétrica, rapidamente ela retirou a mão e se virou indo em direção a porta abrindo-a, pode jurar que ela sentira a corrente elétrica como eu.
— vou esperar você do lado de fora, esteja pronto logo. – joga pelo ombro as palavras e sai, levanto, avistando uma pequena bacia com agua, lavo o rosto e vou na direção do pacote abrindo-o com cuidado, tirando uma camisa branca , uma calça e um par de botas do lado da mesa [ N/A: detalhe a bota dele não foi a levy que levou ] comi a comida da bandeja me sentido revigorado, terminando saio do quarto com a carta na mão, ao lado da porta, ela esperava encostada na parede, me avistando sair olhando-me sorriu satisfeita.
— agora, esta mais apresentável – desencostando da parede, fez um movimento com a mão sinalizando para segui-la, apesar de pequena ela mantinha o mesmos ritmo que eu, andamos um bocado ate chegar em uma esquina parando alguns metros de uma porta, ela virou para mim.
— vá ate lá, se apresente e entregue a carta para aquele soldado – apontou para o da esquerda – diga a ele, que esta carta e para ser entregue o general que esta lá dentro, espere perto da porta, ela vai te chamar, quando entrar faça uma reverencia e só fale quando ela falar com você – terminando de me instruir, ela volto a olhar a porta.
— Ela?
— sim, o general é mulher, tenha respeito caso você não queira perder a cabeça. – engulo em seco, “só tem uma pessoa capaz disso” enfio esse pensamento no fundo da minha cabeça, respiro fundo, saio de trás dela e vou ate o guarda que ela me indicou, era alto cabelos azul e tatuagem no olho esquerdo, ele me vê aproximar sem demonstrar reação.
— sou Gajeel e gostaria que entrega-se esta carta para o general – estendi a mão com carta para ele, que analisou desconfiado.
— espere aqui – saiu do seu posto e foi ate a porta abrindo e adentrando em um cômodo [5 minutos depois], ele sai parando na porta aberta.
— entre, a general quer conhecer você – entrei com passos firmes, o cômodo era grande e mal iluminado, mais parecia uma sala, com uma mesa grande central com mapas e esquemas, da ponta da mesa duas figuras saíram das sombras, o primeiro era muito mais alto que eu e com o dobro de músculos visíveis, mesmos sobre as varias camadas de roupa mais a armadura, uma espada pendia em sua cintura, cabelos loiros e uma carranca no lugar do rosto com uma cicatriz em forma de raio no olho esquerdo, o segundo era uma mulher, gelei ao vê-la, menor que o homem ao seu lado e mais alta que Levy, cabelos vermelho escarlate longo, endureci o corpo, olhos chocolates como os de Levy, corpo curvilíneo, busto grande que era coberto por uma armadura polida e como o grandão ao seu lado, uma espada com um desenho de uma fada descansava em sua cintura, os dois me olhavam com atenção.
— qual é o seu nome? – ela perguntou.
— Blackphanter Gajeel – sem vacilar, fiz uma reverencia que já vi muitos soldados do meu castelo fazer “desculpa lily, vou pegar um pedaço do seu nome emprestado”.
— pantera negra? – debochou o loiro – de onde você veio? – droga pense, pense.
— Lyria – respondi rápido, escondendo a hesitação na voz e mantendo o rosto com um semblante neutro.
— Lyria..., certo por que veio ate a casa da escrita? – perguntou ela sem rodeios.
— vim, para ter o cargo de soldado.
— por quê? – perguntou, espremendo os olhos, ate se tornarem duas fendas.
— porque, quero ter a honra de servir o rei – “mesmo não conhecendo”, eu não era bom na historia dos reinos.
— não, por que ser um soldado? – mentira, eu preciso de uma mentira.
— meu irmão era um soldado e quando eu era criança sempre quis ser como ele, depois da morte dele quis continuar o seu sonho servindo ao rei – respondi calmamente, sem transparecer o nervosismo na voz.
— certo, qual era o nome dele? – questionou o loiro.
— phanterlily.
— ok, você tem algum treinamento? – questionou novamente o loiro, deixando a resposta anterior dissolvendo no ar sem importância.
— treinei algumas vezes com o meu irmão e continuei treinando mesmo depois dele ter ido.
— sinto muito pelo seu irmão – indagou a ruiva de olhos para baixo, fitando a mesma mudou de expressão rapidamente o encarando.
— sou o general Erza Scarlet – fiquei surpreso ao ouvir o nome lembrando me, eu tinha ouvido boatos que, tinha uma mulher de cabelos rubros que sempre entrava primeiro no campo de batalha, era conhecida como o demônio escarlate ou cavalo vermelho da guerraª, mas para os soldados que ela liderava, era a fada escarlate ou titânia – e este ao meu lado é Laxus dreayr, capitão da guarda – ela estendeu a mão para mim – aperte minha mão – apertando – por meio deste aperto de mão, eu confirmo o contrato de posto de soldado da casa da escrita com o capitão da guarda como testemunha – parou soltando, minha mão – diga depois de mim, eu Gajeel phanterblack.
— eu Gajeel phanterblack.
— juro, servir o rei com toda a coragem que eu tiver.
— juro, servir o rei com toda a coragem que eu tiver.
— juro, honrar seu nome, sua casa como o servo que sou.
— juro, honrar seu nome, sua casa como o servo que sou.
—juro, minha lealdade e proteção ao rei e sua família, mesmo que minha vida dependa disso.
—juro minha lealdade e proteção ao rei e sua família, mesmo que minha vida dependa disso.
—por meio deste juramento, concordo com o fato que, se um dia eu trair o rei, serei executado pelo general e com o capitão da guarda como testemunha, para que o meu ato não manche a reputação de vossa alteza.
-por meio deste juramento, concordo com o fato que, se um dia eu trair o rei, serei executado pelo general e com o capitão da guarda como testemunha, para que o meu ato não manche a reputação de vossa alteza.
— Certo, assine o seu contrato concordando com os termos – pronto.
— ok jellal – o azulado entrou na sala, olhando fixamente a ruiva a sua frente.
— mostre, a academia é o os alojamentos – ele assentiu, se dirigindo a mim fez um aceno para segui-lo, fiz uma reverencia para o general e o capitão que estava com a atenção a toda nos mapas na mesa, virei para sair o seguindo para um novo rumo.
[Levy on ]
Suspirei aliviada por Jellal não ter me visto, saio do meu esconderijo na parede, segui-o corredor ate o meu quarto para trocar de roupa, procurei achando um vestido verde grama, saio novamente do meu quarto, indo para a biblioteca, quando avisto alguém no jardim, vou ate a janela, o vejo com jellal meu coração pula no meu peito, ao lembrar-se do cheiro dele, quando estávamos espiando no corredor, tentando não corar com a proximidade dele toquei o coração, que batia mais rápido no sussurro dos meus lábios “ferro e ... tempero exótico”.
Fale com o autor