Notas iniciais
Primeiro cap da fic, está meio ruim, mas tá ai, pode ser que hoje eu poste denovo. Vou ver :)

O dia está ensolarado e, como todas as pessoas de 16 anos, eu estou aqui, na escola.
Meu nome é Umi Chorster e eu estou muito entediada, olhando pro nada e mordendo a caneta, quando sou interrompida por um garoto chamado: Hanari Songsteel.
– Aah, que nojo, para com isso Umi! — diz ele com cara de nojo.
Minha amiga me defende:
– Humpf, deixa ela — diz Shika
De repente, meu outro amigo, Ingu Carter aponta para a caneta com cara de assustado. A caneta estava brilhando em um tom esverdeado, parecia que tinha uma coisa escrita, ela brilhava na minha mão, fiquei com medo e deixei ela cair no chão e a caneta simplismente voltou ao normal.
– Só eu li alguma coisa escrito, tipo, ilha, ou have? — digo na esperança de alguma resposta.
– Eu li também mas não identifiquei o que estava escrito, pode ser só da nossa imaginação.
De repente o sinal toca.
– Glória a deus, acabou a aula! — grita Shika
– É, 3 meses sem ver vocês, começaram as férias. — falo feliz — Enfim, adeus, sentirei saudades! — digo acenando e indo embora.
– Tchau, até mais — fala minha amiga Shika
– Adeus, boas férias — fala Ingu também acenando.
– Boas férias — grita Hanari.
~~~
Volto para casa, enquanto estou andando na rua ouço uma coisa no meu ouvido.
"Não acredito, continuo ouvindo Have..."
Chego em casa muito feliz, corro, canto, danço e grito:
– FÉRIAS!
– Estava fazendo o que na rua menina? — fala meu irmão Koete
– Voltando pra casa e, por acaso você é minha mãe pra querer saber? E além do mais...
Sou interrompida com uma coisa que vejo.
"Ah não, eu não acredito nisso..."
Polle; SOPA DE LETRINHAS MÃE?
Sim, minha mãe fez sopa de letrinhas para almoçar..
– Só tem isso pra comer então vou comer isso mesmo... — resmunga Koete
– Você pode fazer almoço sabe, você já tem 18 anos! — retruco.
Meu irmão dá lingua.
– Mas Polle, você pediu isso essa semana lembra? — fala minha mãe, a Mein
– Oh shit, porque diabos vai falar isso na frente do meu irmão — resmungo com a mão na testa e a cabeça baixa.
– HAHAAHAA — Ri o meu irmão — ENTÃO A POLLEZINHA GOSTA DE SOPINHA DE LETRINHAS — meu irmão faz um escândalo...
– AAAHA, ENTÃO QUER DIZER QUE ALGUÉM TE CHAMOU NA CONVERSA? — Falo gritando na frente dele.
– Bebezinha, bebezinha — canta meu irmão com voz de deboche
– Seu Irritante — Reviro os olhos.
– HEY HEY PAREM! — grita minha mãe
– Foi esse inseto aqui que começou! — eu e meu irmão dizemos no mesmo tempo.
– Não chame seu irmão de inseto Umi, Não chame sua irmã de inseto Koete. — fala minha mãe.
– Não Não, foi esse inseto aqui sim... — Eu e meu irmão dizemos ao mesmo tempo... denovo.
Baratinha passando no chão ~
Minha mãe coloca a mão na testa #gota
Polle se senta para comer a sopa e lê Ilha de Have nela.
– Mas que diabos de ilha é essa? — falo
– O que foi filha? — fala minha mãe
– Te falei que ela é esquisita? — fala meu irmão
– Humpf — dou lingua para o Koete, aquele chato...
Vou para o meu quarto depois do almoço, ligo o computador e começo a procurar.
– Ilha de Have, Ilha de Have — digo baixinho.
– Ah, achei. — falo
Triiim Triim — toca o Coroby, um progama para criar conferências de voz.
Coloco fone de ouvido com microfone e atendo a ligação.
– OI! — digo animada
– Oi, boa tarde — diz meus amigos.
Comecei a contar a história para meus amigos...
– Que estranho! — fala Madaki
– E você conseguiu localizar ela na internet? — pergunta Sore
– Achei sim, fica ao norte de Flixy, alguma coisa me diz que eu tenho que ir pra lá! — digo
– Boa sorte convencendo sua mãe! — fala Madaki
– Obrigada — Falo
Percebo que um inseto entra no meu quarto, um inseto enorme.
– Oii minha irmazinha linda! — fala meu irmão
– Oi, mas porque você me chamou de irmãzinha lin... — me interrompo — ooh, sim, pode mexer no computador.
– Tchau galera meu irmão vai mecher aqui!! — falo para meus amigos e vou para a sala.
– Mãe — falo
– Fala filha
– Podemos ir pra Ilha de Have nessas férias? — pergunto pra minha mãe
– Não, estava pensando em ir para a casa da sua Avó Lennie — ela diz
– Aah, mãe, queria tanto ir lá! — resmungo
– Não, desculpe
Vou para a varande e me lembro...
Minha avó mora em Flixy, se eu for pra lá eu posso achar a ilha!



Continua...

Notas finais
ficou meio grande, meio chato, seilá.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.