Find Mistery
3 Novos suspeitos
Notas iniciais
esse ninguem revisou
Desculpe a demora de escrever depois de tanto tempo....
boa leitura~
Assim que descemos do veículo, indo até o suspeito, que estava sentado na porta da casa, com um violão pardo, tocando uma doce canção.
- Uruha?- o suspeito foi em direção ao loiro mais alto, deixando delicadamente o instrumento na porta.
- Olá Ruki. Vim aqui com minha ajudante para colher informações sobre o caso da minha irmã.
-Muito prazer, sou Matsumoto Takanori, mais conhecido por Ruki.
- Sou Yutaka Harumi, o prazer é meu.
-Entrem- o mais baixo entrou na casa, logo nós entrando em seguida.
Não deu pra não reparar a bagunça. Era grande demais para um pigmeu (nota: eu gosto de tirar sarro dele v e_e’ v) que more sozinho.
- Você mora sozinho ainda?
- Yuu mora comigo. Akira se mudou há 4 anos, Shima.
-Para onde?- Perguntou o loiro
-Para perto de onde ele trabalha, perto da praia de Makio.
“Longe demais de Kawareta” pensei
-Agora, vamos as perguntas. Onde você e a Reila foram durante noite que ela desapareceu?- perguntei olhando para o ruivo mais alto com meu melhor olhar doce.
- Fomos para a praia de Kawareta. Ficamos vendo o mar – ele esboçou um sorriso que não pôde soltar. Talvez por se lembrar do que aconteceu. – ela pediu pra eu pegar seu casaco, pois a noite estava muito fria. Deixei a Rei sozinha e fiz o que ela mandou, quando voltei não tinha nada, a não ser algo que o seqüestrador deixou cair.
- o que, Takanori-san?
Ele se levantou e pegou uma pequena corrente, na hora, Uruha reconheceu
- É de Aoi!
- Eu o vi poucos metros depois, como um louco, falando coisas sem nenhum sentido. E com dor de cabeça. Ele parecia bêbado.
- E o seu amigo que morava aqui?
-Ele não voltou pra casa naquela noite, durante a manhã, bem cedinho, com a faixa que usava no nariz suja de batom vermelha, marcas de unhas nos braços, muito malicioso.
-Ele sempre se deu bem- comentou o loiro
- Isso literalmente não vem ao caso. – Olhei pro mais velho , que fazia uma cara feia, graças ao fora que eu tinha dado nele. Ponto pra mim.
— Vamos, Haru, já tirei minhas dúvidas.-Okay, mas antes de irmos... Não pude deixar de ouvir a música que você tocava. Sinceramente, ela é linda!
- Aquela música eu fiz quando eu a pedi em casamento, na noite anterior... Quando ela aceitou, só pude dizer que estava feliz.
- Vocês iam casar?-Uruha se exaltou, segurei na mão dele, para ele não ir à direção do mais novo e bater nele
- Ela disse que queria ficar do meu lado até o fim. Eu a amo. Sei que ela está viva!
Olhei pro loiro, as palavras do ruivo o acalmaram. Soltei a mão dele.
-Vamos encontrá-la. Eu prometo. – Disse Uruha
-Podemos ir agora, Uruha?
-Sim sim, Harumi. Foi ótimo vê-lo, Ruki
-Foi um prazer te conhecer, Ruki-san
- O prazer foi meu, Harumi-san
Saímos da casa, indo para o carro, sentando no banco dianteiro ao lado do loirinho.
(nota: loirão, Uruha é Loirão |D~)
- Acho que foi esse Yuu.
-Somos dois – O mais velho olhou pra mim, bravo graças aos foras que eu dei nele.
-E se ela estiver... morta?
- Aí buscaremos o corpo!- o loiro gritou comigo, em seguida ligando o carro,e indo até a agência.
Abri o vidro do carro, colocando a cabeça pra fora, começando a chorar por ele ter gritado comigo. Seguimos em silêncio até a agência, onde parei de chorar e o loiro olhava pra mim, vez ou outra, mas deu pra notar que eu chorei. Ao chegar no nosso destino, desci do carro.
- Harumi... desculpe-me.... não queria ter gritado com você... Desculpe-Voltei a chorar, ele me abraçou, dizendo uma frase clichê, que ouvia de meus pais quando eu chorava:
-Uma menina bonita não chora...-Ri de como soou infantil a frase do loiro.
Céus, mal o conhecia, e estava...gostando dele!
O apito agudo do meu celular me acordou do sonho. Era Kai
- Meu irmão,quer apostar? – Quebrei o abraço e falei sem ver o nome.
Só não ganhava na loteria. Era ele.
-Atenda, Haru
-Harumi, onde você está?É tarde! Eu ‘tô preocupado!- Kai, não se preocupe. Estou indo pra casa. Não demorarei mais.
- É bom mesmo.
-Okay. Tchau
-Tchau.Desliguei o celular olhando pro loiro, que apenas riu e falou:
- Você parece com a minha irmã... Em tudo. No modo que fala, que ri, que fala com o seu irmão...
Apenas sorri.
-Vem, eu te levo pra sua casa. — falou o loiro, abrindo a porta do carro.
Abri a outra porta, entrando no carro.
- Onde você mora?
- Na frente da praia de Kawareta. –Ele me olhou de modo “choroso”.
- Mudei pra lá há 5 anos, quando meus pais morreram, meu irmão cuida de mim desde então.
-Sinto muito- ele olhou pra mim.
-Tudo bem. Já me acostumei – Sorri pra ele que retribuiu o sorriso.
Ele resolveu ligar o rádio, onde tocava rock. Pesado. Mais uma coisa em comum...
-Harumi, deixe-me lembrar que eu sou o detetive, e você é minha ajudante!-Eu ri, junto com ele. Conversamos até chegarmos na minha casa.
Chegamos na minha casa, onde nos despedimos, e eu desci do carro.
Kai, com certeza ia me encher de perguntas. Mas agora a razão é menor que a emoção.
CONTINUA~Notas finais
só vou continuar se tiver review u_ú
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