Finchel e outras histórias
6 I'm sorry.
Notas iniciais
Porque? Porque? Porque? Ela tinha dito “amar é não ter que pedir perdão”.Ela me amava! Não a ele! ME AMAVA! O que tinha acontecido? Um nó veio na minha garganta.
-Ah,que bom pra você.
Rachel sorriu:
-Eu sei!Sabe que tenho chances com o Jesse. Ele sempre manda indireta no Backstage.
O que Rachel falou depois eu não lembro. Só sei que sentia tanta raiva dela e dele que,ah,não sei.
Chutei a porta de entrada da casa Faberry. Invadi o local com os punhos cerrados e os olhos cheios de raiva. Sabia que naquela hora só haveria Quinn, pois Rachel estava no New York Times. A garota loura estava sentada no chão da sala. Com um pijama de coração e segurando um livro onde parecia fazer um cálculo preciso.
-Porque Quinn?
Falei, com raiva. Sentei do lado da garota e comecei a chorar. De fato, a última vez que havia chorado fora na sétima série, quando uma garota me chutou com muita força. Quinn colocou a cabeça no meu ombro e falou:
-Calma, Finn. Não é o fim do mundo.
-Mas é claro que é! Claro que aquele Jesse vai querer namorar com a Rachel!E eu? Não agüento mais fingir que esqueci de todos os meus sentimentos por ela e continuar sendo seu melhor amigo.
Nenhuma palavra fora mais dita. Ficamos daquele jeito por alguns minutos. Depois,me levantei e bati a porta,indo embora. Precisava esquecer Rachel Berry. Naquele momento poderia quebrar todos os ossos de Jesse St James.
Passei a ignorar todas as mensagens de Rachel,menções do twitter ou ligações. Não podia me prender a ela já que agora pertencia a Jesse.
Me sentia enojado, pelo que Quinn me contava, os dois estavam em um namoro. Jesse ia buscar Rachel em seu carrão para saírem.
Estava em um belo dia de sol trabalhando na minha cadeira,como em todos os outros dias. O sol entrava na sala e queimava meus olhos. O elevador abriu e em um estrondo uma garota de meias até o joelho e saia alta, anormalmente baixinha entrou na sala com os olhos cheios de raiva. Arregalei os olhos. Rachel Berry.
-Finn Hudson, irá me responder agora porque não quer mais falar comigo.
-Aqui Rachel?
-Sim, aqui ,agora.
-Acho que não é apropriado.
-É SIM! NÃO RESPONDE MINHAS MENSAGENS! NEM ATENDE MINHAS LIGAÇÕES.
Meu chefe estava atrás de Rachel observando ela gritar. Fiquei calado.
-Quero saber o que isso tem haver com o ambiente de trabalho.
Meu chefe gritou.
Rachel virou vagarosamente e se deparou com o homem careca e alto.
-Isso não acabou, Hudson.
E ela saiu correndo. O meu chefe andou até sua sala e trancou a porta. Estava sendo ameaçado mesmo por um ser humano 50 cm menor que eu?
Outra mensagem estampou meu celular quando eu estava no táxi.
Rachel Berry diz: Vá para minha casa agora.
Obedeci, apesar de está com raiva era o momento de colocar as cartas na mesa. Dei o endereço ao motorista e rapidamente cheguei ao edifício florido.
Dispensei a campainha que fazia um doce “ding dong” e abri a porta. Rachel estava cheia de raiva.
-Porque Finn Hudson? Porque estás com raiva de mim? Não posso namorar mais? É isso?
Suas perguntas encheram minha cabeça.
-Escuta, senti ciúmes, só isso.
Rachel soltou uma longa risada.
-Isso é engraçado Rachel?
-É,é sim.
-Eu quero te apoiar por qualquer escolha. Desculpa qualquer coisa.
Rachel pulou me dando um abraço.
-Finn,você é meu melhor amigo, eu nunca te esqueceria, ou te deixaria de lado.
Eu sorri. Sentia falta da Rachel e estava sendo duro com ela. Tudo voltaria ao normal e um dia ela acabaria com Jesse, tinha certeza.
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